~ Saudade é amor ❤️ Te sigo esperando ~

  

Sim, a PAZ é possível. Depende de nós. 

Foto by Raquel Ribeiro ( minha filha )

Bravo #riodejaneiro💜 Foram intensos e inesquecíveis os momentos de celebração de paz nos #JogosOlímpicos #Rio2016🙏Fizemos o ‘jogo do contente’ contrariando todas as previsões nefastas dos mensageiros do caos. Sim, a PAZ é possível. Depende de nós. E para finalizar, um recado ao nadador #RayanLochte : “Você e só você, é responsável por aquilo que cativa. Sabe quando esqueceremos a sua vergonhosa mentira? No dia em que os americanos reconhecerem que Santos Dumont é o inventor do avião.” Aquele abraço🙋 #olimpicgames2016 

Medalha de #Ouro #Brasil e #Dinamarca  #SomosTodosOlímpicos e Campeões🙌 

   
   
‘Família Olímpica’ que torce unida permanece unida. De um lado eu e minhas filhas nas comemorações da #medalhadeouro no #voleibol do #Brasil 💚💛🙌 e do outro a família do meu genro comemorando o #Ouro da #Dinamarca❤🙌️ no #Handbol #JogosOlímpicos #rio2016 #rio2016olympics 👏👏👏
Só faltou a volta olímpica em torno da casa. Mas a animação foi geral✌️✌️

Obrigada prefeito @eduardopaes_  o orgulho carioca está em alta🙌💜 

Prefeito Eduardo Paes dizer muito obrigado por sua ousadia e bravura para nos fazer acreditar que seria possível ainda é pouco! É preciso reconhecer e enaltecer a sua determinação para realizar os Jogos Olímpicos Rio 2016. Isso foi realmente admirável. Creio que o povo carioca nunca mais esquecerá desses dias incríveis!! O orgulho carioca está em alta. Bravo🙌

Quando o encontrei no Parque Olímpico fiz questão de registrar essa foto com a certeza de estar vivendo um momento histórico do Rio de Janeiro.

Para Rayan Lochte ele não mentiu, apenas omitiu. Um Campeão Olímpico precisa saber honrar as suas Medalhas.

No primeiro momento em que ouvi a minha filha dizer: “Que vergonha! Um atleta da natação americana, ganhador da Medalha de Ouro, foi vítima de assalto a mão armada no Rio!!” É óbvio que recebi a notícia com indignação! E a indignação foi ainda maior quando soube que era mentira do atleta. Ele mentiu para escapar de uma possível punição por parte da delegação americana. E como se não fosse suficiente, divulgou na imprensa internacional uma notícia que ele inventou.

Foi uma atitude covarde o que ele fez. Não era apenas uma mentira boba de um jovem inconsequente. Ele e mais três atletas bêbados, vandalizaram um estabelecimento  comercial na cidade sede dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Impossível atribuir imaturidade a alguém que parece ter planejado tudo o que fez. Talvez ele tenha acreditado que não haveriam maiores consequências. Que a sua mentira seria aceita e ficaria tudo bem. Pensou que poderia culpar a violência do Rio de Janeiro por ficar na boêmia e chegar fora do horário na Vila Olímpica. A cidade é conhecida por não ser um exemplo de segurança pública para os seus moradores. O atleta calculou que estava acima do bem e do mal. Errou feio com uma cidade que o acolheu tão bem. Esqueceu que a mentira têm pernas curtas e foi desmascarado para o mundo todo.

Medalhas Olímpicas não são  simples prêmios, são honras ao vencedor. É o reconhecimento pela excelência do esforço do atleta e sua equipe técnica. O Ouro Olímpico representa um país e eleva a bandeira do seu povo ao ponto mais alto do pódium nos Jogos Olímpicos. Rayn Lochte não tem só uma Medalha de Ouro, são mais de dez!  Considero que o comportamento desse atleta não representa os Estados Unidos da América. Ele não honrou as homenagens que recebeu do Comitê Olímpico Internacional.

A questão da segurança nos ‪#‎JogosOlimpicos‬ teve tanta prioridade que envolveu inclusive o deslocamento das Forças Armadas do Brasil. O atleta ‪#‎USA ‬‪#‎Lochte‬ brincou com um assunto muito sério para o povo carioca. Nós sabemos o que são os problemas internos de Segurança Pública que vivenciamos em nosso dia a dia. Ele não tinha o direito de fazer o que fez, denegriu a imagem do Brasil, do Rio de Janeiro e da organização ‪#‎Rio2016 ‬na imprensa internacional. O mínimo a fazer é assumir que mentiu e pedir desculpas!! Mas de coração, com verdade e alma. Não dessa forma ‘falsiane’ que ele fez.

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O PEDIDO DE DESCULPA DO ATLETA

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“Quero me desculpar pelo meu comportamento no fim de semana passado – por não ter sido cuidadoso e sincero em como descrevi os eventos daquela manhã e pelo meu papel em tirar o foco dos muitos atletas conquistando seus sonhos e participando da Olimpíada. Eu esperei para compartilhar esses pensamentos até que fosse confirmado que a situação legal fosse encaminhada e ficasse claro que meus colegas de equipe estivessem chegado em casa seguros.

É traumático estar tarde da noite com seus amigos em um país estrangeiro – com uma barreira de idioma – e ter um estranho apontando uma arma para você e pedindo dinheiro para te deixar ir embora, mas independentemente do comportamento de qualquer um naquela noite, eu deveria ter sido muito mais responsável em como eu lidei e por isso sinto muito por meus colegas de equipe, meus fãs, meus companheiros competidores, meus patrocinadores e os anfitriões desse grande evento. Estou muito orgulhoso de representar meu país em uma competição olímpica e esta foi uma situação que poderia e deveria ser evitada. Aceito a responsabilidade por meu papel neste incidente e aprendi algumas lições valiosas.

Sou grato aos meus companheiros do time de natação dos EUA e ao comitê olímpico americano, e agradeço todos os esforços do COI, do Comitê Rio-2016 e as pessoas do Brasil que nos receberam no Rio e trabalharam tão duro para garantirem que esses Jogos Olímpicos promovessem ótimas lembranças para a vida inteira. Muito já foi dito e muitos recursos valiosos foram dedicados ao que aconteceu no último fim de semana, então espero que aproveitemos nosso tempo celebrando as boas histórias e o desempenho desses Jogos e olhemos para frente para celebrar os sucessos futuros.”

Leia mais sobre esse assunto em O Globo

 

 

Descubra porque #Niterói é um ‘doce segredo’ dos cariocas…

Citando o amigo @ricardoheiss um niteroiense que vive em São Paulo: uma vez li um artigo de um paulistano que foi trabalhar no Rio e escreveu

“Niterói é um segredo que os cariocas guardam só pra eles”

Foto de Vinicius R. Moraes

Praia de Itacoatiara

 

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Pedra do Itapuca

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Vista aérea de Niterói, com o Museu de Arte Contemporânea – MAC em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo. 

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Praia do Forte Imbuhy

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Vista do por do sol na praia do Forte Imbuhy (foto: Lucia Nogueira da Gama) 

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Enseada do Forte Rio Branco (foto: Lucia Nogueira da Gama)

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Enseada da praia do Forte Imbuhy (foto: Lucia Nogueira da Gama)

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Vista do Forte do Pico São Luís, com a Praia Forte Rio Branco em primeiro plano e praia Forte Imbuhy ao fundo 

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Catedral Metropolitana de São João Batista

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Forte do Imbuhy

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Biblioteca Pública de Niterói.

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Estaleiro Mauá e Bairro da Ponta D’Areia (Portugal Pequeno)

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Pedra do Índio na Curva do Itapuca com a praia de Icaraí ao fundo

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Câmara Municipal de Niterói

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Vista do Forte do Pico São Luís com a Fortaleza de Santa Cruz em primeiro plano e o Rio de Janeiro ao fundo.

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Anoitecer na Praia de Itacoatiara

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O Rio de Janeiro visto do Costão de Itacoatiara ( foto @piresss )

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Vista noturna da pedra do Índio com Rio de Janeiro ao fundo destacando o Corcovado

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Museu de Arte Contemporânea – MAC- obra do arquiteto Oscar Niemeyer em primeiro plano e a barca Rio-Niterói ao fundo.

O lado bom da vida… — Nossa gratidão a família de #StefanHenze por doar os seus órgãos. O coração do atleta está vivo entre nós. Oremos por sua alma.

A capacidade de saber externar o pensamento em um texto emocionante, carregado de simbolismos e mensagens de conteúdo humanista é um dos atributos da literatura que mais me encanta na alma humana. Obrigado Adriano De Aquino por nos acrescentar com as suas palavras e nos convidar a refletir… Os órgãos do atleta Stefan Henze foram doados por sua família e salvaram quatro vidas. 

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Por Adriano De Aquino em sua página do Facebook:

14067891_10154334515009566_8275578589060630413_o“Medalhas são lindas. Aos vencedores, minha admiração.
Mas, hoje, meus sentimentos transcendem a admiração.
Aos que negam cumprimentar, xingam e achincalham seus antagonistas, alimentando a cultura do ódio, é inútil pedir um minuto de silêncio e consternação.
Mas foi isso que fiz solitariamente diante do gesto da família de Stefan Henze, técnico da equipe alemã de canoagem slalom, ex-atleta e medalhista olímpico que morreu aos 35 anos, vitima de um acidente na Barra da Tijuca. A família de Henze transcendeu todas as honrarias ao autorizar que os órgãos do atleta fiquem no Brasil, onde morreu.
Na noite de ontem os órgãos do Stefan Henze foram retirados no Miguel Couto e encaminhados a vários hospitais do Rio. O coração do atleta foi transportado para o Hospital de Laranjeiras.
Os seres humanos ainda estão entre nós!”

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“Zeus, o deus dos deuses, acolheu em seus braços o atleta Stefan Henze (35) que em vida escalou o Monte Olimpo para receber a medalha merecida.
A consternação e a tristeza se transmutaram em alegria ao saber que o coração do ex-atleta alemão voltou a bater no peito de uma mulher (66) que aguardava há um ano um doador compatível. A operação de cinco horas foi realizada na madrugada desta terça-feira no Instituto Nacional de Cardiologia (INC) de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
A equipe médica monitora a paciente nas primeiras 72 horas e assegura o êxito do transplante.
Vida. O mais precioso legado.
Legado que a família de Stefan Henze concedeu aos pacientes que aguardam na fila de transplante uma nova e melhor condição de vida.”

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Era uma vez… um dia 15 de Agosto.

outeiro-da-gloriaPassava um pouco da meia noite… Eu planejava dormir mais cedo para assistir a Missa no Outeiro da Glória, nas primeiras horas da manhã. O dia de Nossa Senhora da Glória é muito concorrido e a igreja fica sempre cheia. Estava pronta para deitar, quando algo diferente aconteceu. Era o final do nono mês de gestação e o corpo dava sinais de que a expectativa estava por terminar. Éramos um casal de jovens ansiosos por conhecer o rostinho da criança que estava prestes a nascer… Naquela noite, no apartamento da Rua do Russel, ao pé do Outeiro da Glória, sem saber muito bem o que fazer, eu dizia: “está na hora, precisamos ir para a maternidade!” Enquanto isso o futuro papai pulava de alegria em cima da cama e celebrava aos gritos: “Vou ser pai! Vou ser pai!” Ah! Os homens… Enfim, ligamos para o obstetra e partimos rumo ao hospital dos Italianos, no bairro do Grajaú, Rio de Janeiro.

As horas passavam e o intervalo das contrações eram cada vez menores… Ouvi repetidas vezes das mulheres mais experientes da família, uma frase curiosa: “a dor do parto é uma dor esquecida”. Realmente não guardo lembrança daquela dor, só sei que a alegria daquele dia jamais esquecerei. 

Embora aquele momento fosse de uma alegria indescritível para toda nossa família, havia um passado que estava sendo vencido. Mas jamais será esquecido. Antes de conhecer o bebê que nos trouxe tanta felicidade, houveram outros dois. Foram duas vidas abreviadas, cada qual no seu tempo. Eram dois meninos. O primeiro ‘partiu’ com seis meses de vida, num surto de meningite ocorrido no Rio de Janeiro. O segundo, nasceu prematuro e ‘nos deixou’ com apenas dez dias. Não sem antes duelar com a morte. O ‘nosso pequeno/grande guerreiro’ lutou bravamente por sua vida, o coraçãozinho dele parou mais de dez vezes. Esses são os primeiros filhos, de fato e direito. Temos dois anjos no Céu. 

Voltando ao quinze de Agosto… Já haviam se passado quase doze horas após o início das sensações do pré-parto, quando fui avisada pelo obstetra Dr. Carlos Patrício que a sua equipe já estava pronta e nos aguardava na ‘sala de parto’. E lá fomos nós! Quando entramos, eu e aquela minha linda barriga dourada, deixamos toda equipe boquiaberta e encantada com o tom bronzeado da pele. Dr. Patrício sabia transmitir confiança e um astral fantástico. Ele me ensinou que os raios do sol das primeiras horas da manhã, poderiam ser administrados durante os nove meses. E realmente, o sol não só fez um belíssimo trabalho de coloração como injetou muita vitalidade na minha vida. Nós caminhávamos todas as manhãs na praia do Flamengo. Depois eu me sentava sob uma barraca de sol  e passava o tempo a tricotar sapatinhos, enquanto o ‘papai’ lia o jornal antes de seguir para o trabalho. Aos domingos, nosso primeiro compromisso era assistir a Missa das nove da manhã, no Outeiro da Glória. Sempre tivemos muita fé que tudo daria certo e no dia de Nossa Senhora da Glória tivemos a maior prova do quanto fomnossa-senhora-da-glc3b3riaos abençoados por Ela. 

Assim nasceu a nossa Ana Paula, uma ‘carioca da gema’ autêntica. A criança alegre e saudável, motivo de felicidade para a família inteira, virou gente grande e se tornou ‘uma adorável cidadã do mundo’. Mas no peito dessa mulher brasileira, bonita e inteligente, também bate um coração solidário que sabe abraçar as causas com amor e dedicação. Nesse dia tão especial para ela e todos que a amam, peço a Deus que sua vida seja cada vez mais feliz e abençoada! Que sempre tenha motivos para irradiar a sua alegria de viver a todos que se aproximam dela.

Aguenta firme porque o Brasil hospitaleiro e solidário é o mesmo das vaias e da zoeira!!

povo brasileiro

“Isto aqui, ô ô
É um pouquinho de Brasil iá iá
Deste Brasil que canta e é feliz,
Feliz, feliz…”

Tendo a considerar que o nosso país é o anfitrião dos Jogos Olímpicos de 2016, não dá pra segurar um certo sentimento de vergonha alheia pelas vaias brasileiras que estamos a ouvir nos estádios e locais de competição. Com certeza poderíamos fazer mais bonito que isso… Mas ao observar a vaia sendo aplicada até ao nosso próprio time de jogadores do futebol masculino que já foi o melhor do mundo cinco vezes, torna-se compreensível que se trata de uma característica do comportamento brasileiro e que obviamente se faz presente nessa edição dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Apesar de compreender a necessidade do povo manifestar e exercer a sua liberdade de expressão conquistada ‘a duras penas’, ainda assim, surge no ar a pergunta que não quer calar: onde foi parar aquela massa alegremente ruidosa que era amada e considerada o povo mais hospitaleiro do Mundo.?! Os tempos mudaram e aquele outro Brasil mudou também, ficou lá atrás…

“É também um pouco de uma raça
Que não tem medo de fumaça ai, ai
E não se entrega não”

  

A Lenda do Guaraná

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Foto: Reprodução

As tribos de Munducurucânia eram as mais prósperas dos índios. Venciam todas as guerras, as pescas eram ótimas, os peixes, os melhores e a doença era rara. Tudo isso por causa de um curumim que, há alguns anos, nascera naquela tribo.

Ele era o mais protegido de todos. Nas pescas, era acompanhado por muitos – os pescadores desviavam dos rios as piranhas,jacarés ou qualquer outro perigo. Mas, certo dia, toda a segurança foi embora: o Gênio do Mal apareceu em forma de cascavel e feriu o garoto. A tribo entrou em lamentação e em desespero.

Tupã, o Deus dos índios, atendeu a todo aquele lamento e disse :

– Tirem os olhos do curumim e plantem-no na terra firme, reguem-no com lágrimas durante 4 luas e ali nascerá a “planta da vida”, ela dará força aos jovens e revigorará os velhos.

Os pajés não duvidaram, arrancaram e plantaram os olhos do curumim e regaram com lágrimas durante quatro luas.

Nasceu ali uma nova planta, travessa como as crianças, com hastes escuras e sulcadas como os músculos dos guerreiros da tribo. E quando ela frutificou, seus frutos de negro azeviche, envoltos de um arilo branco com duas cápsulas de cor vermelho-vivo. Diziam os índios:

– É a multiplicação dos olhos do príncipe!

E o fruto trouxe progresso da tribo. Ajudou os velhos e deu mais força aos guerreiros.

Fonte:  wikipedia

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“A maioria dos produtores se concentram em Maués, município a 270 km de Manaus, com pouco mais de 50 mil habitantes –grande parte vivendo da renda gerada pela venda do guaraná. Ele pode ser consumido “in natura”, mas a população amazônica não costuma fazer isso, pois o sabor da fruta não é agradável.” Fonte: casalgastronomico.com.br

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