É grande o prejuízo ambiental depois do incêndio no Parque Estadual da Serra da Tiririca… #Niterói #RJ ( Photo: Tarso Garbujo Photography )

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Depois do incêndio, provocado por balões, no Parque Estadual da Serra da Tiririca, situado entre Niterói e Maricá, no interior do estado do Rio de Janeiro, os bichos migraram para a praia em busca de alimentos… Trata-se de um assunto muito importante que merece uma campanha esclarecedora e educativa do INEA.

Houve um prejuízo ambiental muito grande… o Incêndio consumiu o equivalente a 15 campos de futebol.

E conforme depoimentos colhidos na página  Itaipu Lovers – Niterói, RJ. destacamos os seguintes comentários:

“Com o incêndio eles migraram pra praia provavelmente atrás de alimentos, pois devem ter ficado mais escasso no alto da Reserva do Morro das Andorinhas. Estão fazendo muito barulho! Os moradores ajudam como pode com bananas e outras frutas! Não é o certo a se fazer com animais silvestres, mas esse é um caso a parte!” ( Itaipu Lovers – Niterói, RJ. )

“O que não é certo também é alimentar fauna invasora, pois esse animal não é nativo da mata atlântica do nosso estado. Sua população está fora de controle, ocasionando sérios danos a avifauna e outras populações. Onde está o INEA que não desenvolve campanha educativa? Onde está a direção do PESET que não atua no entorno esclarecendo as pessoas e encaminhando os animais aos Centros de Triagem?” (Sérgio Mattos-Fonseca)

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Conforme a matéria de Júnior Costa, do G1 Região dos Lagos, publicada em 22/07/2015…

Leia Mais no Jornal O Globo

“De acordo com dados do Comando de Policiamento Ambiental (Cpam) da Polícia Militar, de janeiro a julho deste ano foram apreendidos quase 500 balões. No período de estiagem, que vai de abril a outubro, com ventos mais frios e pouca umidade do ar, os balões alcançam maior altura e distância, e aumenta muito o risco de provocarem incêndios florestais.

De acordo com a legislação ambiental, provocar incêndio em florestas ou matas é um crime ambiental que pode acarretar em penas como a prisão de dois a quatro anos. Já a pena para quem fabricar, vender, transportar ou soltar balões é de um a três anos, ou multa de R$ 1 mil a R$ 10 mil, ou ambas, conforme o caso.

Quem quiser denunciar a fabricação ou soltura de balões pode entrar em contato com a Linha Verde, parceria entre a Secretaria do Ambiente e o Disque Denúncia. O custo é de ligação local e o anonimato é garantido. Nos meses típicos de soltura de balão que vai de maio a outubro, o Disque Denúncia oferece a recompensa de até R$ 2 mil para informações que levem à prisão de baloeiros ou quantidades de balão. O telefone do Disque Verde é o 033 253 1177.”

Foto: Tarso Garbujo Photography

Sonhar é bom, mas realizar é muito melhor.

  

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Sarah Westphal

“Existe uma menina em mim que se recusa a morrer”

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“Estou aqui, sentada, com os pensamentos me conduzindo pelo mundo afora e para dentro de mim mesma, enquanto tento registrar no papel essa viagem.

Quero escrever sobre o amor – sobre o ser humano – sobre solidão – sobre a existência de uma mulher.

Quero escrever sobre um encontro, numa ilha. Um homem que mudou minha vida.

Quero escrever sobre uma mutação que foi acidental e uma outra, deliberada.

Quero escrever sobre momentos que considero dádivas, bons e maus momentos.

Não creio que minha parcela de conhecimento ou de experiência seja maior do que a de qualquer outra pessoa.

(…)

Sinto a tentação de fantasiar, fazer com que eu mesma e meu ambiente pareçam agradáveis, a fim de conquistar a simpatia do leitor. Ou de dramatizar as coisas para torná-las mais excitantes.

É como se eu não estivesse convencida de que a realidade em si tem algum interesse.

“Existe uma menina em mim que se recusa a morrer”, escreveu a autora dinamarquesa Tove Ditlevsen.

Eu vivo, me alegro, sofro, e estou sempre lutando para me tornar adulta. Mas todos os dias, porque alguma coisa que eu faço a afeta, ouço a voz da menina, lá dentro de mim. Ela, que há tantos anos era eu. Ou quem eu pensava que fosse.

A voz é ansiosa, quase sempre de protesto, embora algumas vezes débil, e cheia de expectativa e angústia. Não quero prestar atenção nela, porque nada tem a ver com minha vida adulta. Mas a voz me deixa insegura.

Às vezes, acordo com vontade de viver a sua vida, assumir um papel diferente daquele que é meu cotidiano. Eu me aconchego à minha filha ainda adormecida, sinto sua respiração cálida e tranqüila e tenho a esperança de que, por meio dela, possa tornar-me o que desejei ser.

Examinando, retrospectivamente, o que lembro dos meus sonhos de infância, vejo que se parecem com muitos que ainda tenho, mas não vivo mais como se fossem parte da realidade.

Ela que está em mim e “se recusa a morrer” ainda espera algo diferente. Nenhum sucesso a satisfaz, nenhuma felicidade a acalma.

O tempo todo estou tentando modificar-me. Pois sei que existem outras coisas bem diferentes daquelas que conheci. Gostaria de caminhar para isso. Encontrar a paz, de maneira a poder parar e escutar o que está dentro de mim, sem nenhuma influência.”

Por vezes me sinto identificada com esse pequeno trecho do livro Mutações, de Liv Ulmann. 

Fonte: UOL 

Com os agradecimentos para você Nazareth Peres ( @nazarethperes ) companheira do Twitter, que inspirou esse post ;-)

#CoraCoralina — “Nada de palavra negativa. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!”

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Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velho. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. Você acha que eu sou?

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás.

Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Cora Coralina

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O #DiaDoAmigo é um dia após outro… nunca tem fim!!

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Ah, os amigos – Rachel de Queiroz

“Sim, amigo é coisa muito séria. Acho que a gente pode viver sem emprego, sem dinheiro, sem saúde e até sem amor, mas sem amigos, nunca. Pois o amigo é capaz inclusive de suprir discretamente essas faltas e lhe conseguir trabalho, lhe emprestar dinheiro, lhe tratar a doença. Só não pode se envolver em assuntos de amor, porque aí deixa de ser amigo; e maior tolice a que se arrisca a incorrer alguém é misturar amigo com amor.

Amizade e amor são qualidades paralelas na vida de cada um; se conhecem, até se estimam, mas nunca se encontram ou se confundem. Aliás, não estou dizendo novidade nenhuma, todo mundo sabe que o namoro, noivado, casamento, amores são relações essencialmente antípodas da amizade. Quer pela sua impermanência, ou, quando permanentes, pela sua natureza tumultuária, absorvente, egoísta, as relações de amor têm que ter categoria à parte. Transforme em amante o seu amigo ou amiga, e você perde o amigo e terá um péssimo amante, que sabe todos os seus defeitos, lhe conhece do tempo em que você não se enfeitava para ele, não lhe escondia suas falhas do corpo e da alma, e que, portanto sabe de todos os seus pontos fracos. Fica impossível.

A primeira lei da boa amizade creio que é ter poucos amigos. Muitos camaradas, colegas, conhecidos cordiais, mas amigos, poucos. E, tendo poucos, poder e saber tratá-los. Jamais criar tempo de rivalidade entre os amigos: cada um há de ter sua área específica, sua zona própria de influência.

Não vê que cada amigo, por ser único no seu território, não precisa sequer conhecer os donos dos outros territórios. É que, sendo a nossa alma tão variada nas exigências, precisamos de amigos de acordo com os diferentes ângulos do nosso coração. O amigo da comunicação intelectual não pode ser o mesmo amigo da confiança íntima; o velho companheiro da infância não tem nada a ver com o precioso camarada adquirido nos anos de maturidade.

E há outras razões práticas para não misturar os amigos: eles podem se coligar contra a gente, ou se tornar amigos entre si, por conta própria, nos excluindo. Ou também podem se chatear uns com os outros, porque os companheiros espirituais deles nem sempre correspondem aos nossos. Se você adora fulano porque toca em suas cordas nostálgicas, contando-lhe lembranças da mocidade passadas na barranca de um rio em Mato Grosso. Assim com o futebol, os debates sobre religião, as intrigas políticas, os negócios, o gosto de recordar os sambas de Noel Rosa. Insisto, mantenha com rigor cada amigo no seu compartimento.

Axioma absoluto em assuntos de amizade: amigo é insubstituível. O que um lhe deu jamais outro lhe poderá dar igual. Pode vir um amigo novo para preencher a área vazia deixada pelo amigo que se foi por morte ou briga. Mas só ocupará mesmo aquele espaço físico. E há vezes em que nem isso é possível. E o melhor será fechar aquele nicho do coração, dada a dificuldade de encontrar outro ser vivo que satisfaça ante nós as especificações do ausente. Ai de mim, bem o sei. Minha amiga de infância que morreu deixou no meu peito esse santuário vazio.

Respeite seus amigos. Isso é essencial. Não procure influir neles, governá-los ou corrigi-los. Aceite-os como são. O lindo da amizade é a gente saber que é querida a despeito de todos os nossos defeitos. E nisso está outra superioridade da amizade sobre o amor: a amizade conhece as nossas falhas e as tolera e, até mesmo, as encara com condescendência e afeto. Já o amor é só de extremos e, ou se entrincheira na intolerância, ou se anula na cegueira total. Amigo entende, aguenta, perdoa, “Amigo é pra essas coisas”, como diz aquela cantiga tão bonita.

Se você não é capaz de ter amigos, você é um erro da natureza, você é como o unicórnio, o animal de que se fala mas não existe. Porque até os bichos têm amigos; e dizem que, depois da morte, no outro mundo, as almas mantêm sublimadas as amizades cá de baixo, naquela quintessência de excelências que só o céu pode dar.”

Papa destaca a potencialidade espiritual latino-americana

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Viagem à América Latina

A viagem do Papa Francisco ao continente latino-americano foi vivida com muita intensidade e marcada por momentos fortes e de muita proximidade com as populações.

Sua ida ao continente americano deixou saudades, a ponto do Santo Padre dedicar boa parte do Angelus a ela, começando pelo agradecimento a Deus “de todo o coração por este dom”, às populações “pela afetuosa e calorosa acolhida e entusiasmo” e também às autoridades pela “acolhida e colaboração”.

Com seus “irmãos bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e todas as pessoas que participaram, louvei o Senhor pelas maravilhas que operou no povo de Deus a caminho naquelas terras e também pelas maravilhas com que enriqueceu estes países”, disse.

“O continente latino-americano tem grandes potencialidades humanas e espirituais, guarda valores cristãos profundamente radicados, mas vive também graves problemas sociais e econômicos. Para contribuir para a sua solução, a Igreja está comprometida em mobilizar as forças espirituais e morais de suas comunidades, colaborando com todos os componentes da sociedade.”

Francisco ressaltou a importância da acentuada religiosidade destas populações no testemunho fiel do Evangelho e na difusão da Palavra de Deus e para enfrentar tantos desafios, para então confiar os frutos desta “inesquecível viagem apostólica” à intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira de toda a América Latina.

Fonte: papa.cancaonova.com

O Papa Francisco e os três verbos: Ver, Ter Compaixão e Ensinar…

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A imagem de Jesus oferecida pelo Evangelho de Marcos, que “fotografa” os olhos de seus discípulos, colhendo os sentimentos, pois “estavam como ovelha sem pastor”, oferece a Francisco a ocasião para destacar três verbos: ver, ter compaixão e ensinar, definidos por ele como “os verbos do Pastor”.

O Pontífice explica que o primeiro e o segundo verbo citado estão sempre associados ao comportamento de Jesus. “De fato, o seu olhar não é o olhar de um sociólogo ou de um repórter fotográfico, pois ele olha sempre com os olhos do coração”.

Estes dois verbos, ver e ter compaixão, configuram Jesus como Bom Pastor. Também a sua compaixão, não é somente um sentimento humano, mas é a comoção do Messias em quem se fez carne a ternura de Deus.

“E desta compaixão nasce o desejo de Jesus de nutrir a multidão com o pão da sua Palavra, isto é, de ensinar a Palavra de Deus às pessoas. Jesus vê, Jesus tem compaixão, Jesus nos ensina. E isto é bonito.”

Trecho das palavras do Papa Francisco na Oração do Ângelus de Domingo, 19 de Julho de 2015.

Fonte: papa.cancaonova.com

 

A Verdade e a Parábola… “o povo gosta de adornos e encobrimento”

  
Perguntaram uma vez ao Dubner Maggid:
Porque razão têm as parábolas um efeito tão grande nas pessoas? “Ao que o pregador respondeu: “Posso explicar contando uma parábola.”
E foi esta a parábola que contou;
Há muitos, muitos anos, a Verdade caminhava pelas ruas, nua como no dia em que nasceu. O povo recusava deixá-la entrar nas suas casas naquele estado. Qualquer pessoa com quem ela se cruzasse fugia a sete pés. Vagueava a Verdade com grande tristeza quando um dia se cruzou com a Parábola, que se vestia com roupas de esplêndidas cores. A Parábola perguntou-lhe: “Diz-me amiga, o que te faz andar tão triste?” Ao que a Verdade respondeu: “É terrível, minha irmã. Sou muito velha e por isso ninguém me liga.”
“Não é por causa da tua idade que as gentes não gostam de ti. Eu também sou velha, mas quantos mais anos passam mais as pessoas me apreciam. Deixa-me dizer-te um segredo: o povo gosta de adornos e encobrimento. Vou emprestar-te algumas das minhas roupas e verás como o povo também vai gostar de ti.”
E assim foi. A Verdade seguiu o conselho e vestiu as roupas da Parábola. Desde esse dia, a Verdade e a Parábola passaram a andar sempre juntas e o povo gosta das duas.
Rabino Yakov Krantz (1740-1804), conhecido como “o Pregador de Dubno” (Dubner Maggid), Ucrânia.

in Jewish Preaching 1200-1800, Marc Saperstein, Yale University Press, 1989.

Fim das especulações sobre o presente de Evo Morales! Papa Francisco fala sobre o crucifixo do padre Espinal (ou a cruz em forma de “foice e martelo”)…

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Fim das especulações!. Agora o próprio Papa dá sua explicação.
(Tradução: Moisés Sbardelotto) via Kerigma,scj em FaceBook.

Papa Francisco fala sobre o crucifixo do padre Espinal (ou a cruz em forma de “foice e martelo”) na coletiva de imprensa do voo de retorno da América Latina.

* * *

Pergunta – Santidade, como se sentiu quando viu essa foice e o martelo com o Cristo em cima que lhe foi oferecido pelo presidente Morales? Onde está esse objeto agora?
Papa Francisco – É curioso, eu não conhecia isso e nem sabia que o padre Espinal era escultor e poeta até. Soube disso nestes dias. Quando o vi, para mim, foi uma surpresa. Segundo, pode-se qualificar como o gênero da arte de protesto.
Por exemplo, em Buenos Aires, há alguns anos, foi exibida uma mostra de um escultor bom, criativo, argentino, que agora está morto. Era arte de protesto, e eu recordo um Cristo crucificado em um bombardeiro que caía. Era uma crítica ao cristianismo aliado com o imperialismo, que bombardeia. Então, primeiro, eu não sabia; segundo, eu o qualificaria como arte de protesto, que, em alguns casos, pode ser ofensivo. Em alguns casos.
E terceiro, este caso concreto: o padre Espinal foi morto no ano de 1980. Era um tempo em que a teologia da libertação tinha muitos ramos. Um desses ramos propunha a análise marxista da realidade. O padre Espinal pertencia a isso. Eu sabia disso, sim, porque, nesses anos, eu era reitor na faculdade de teologia e se falava muito disso, os diversos ramos e os representantes.
No mesmo ano, o geral da Companhia de Jesus mandou uma carta para toda a Companhia sobre a análise marxista da realidade na teologia. Um pouco freando isso e dizendo: isso não está bem, são coisas diferentes, não é justo, não está certo.
E, quatro anos depois, em 1984, a Congregação para a Doutrina da Fé publicou o primeiro documento, pequeninho, uma primeira declaração sobre a teologia da libertação que critica isso. Depois, veio o segundo, que abriu as perspectivas mais cristãs (estou simplificando, hein). Ou seja, façamos a hermenêutica naquela época. Espinal era um entusiasta dessa análise da realidade marxista e também da teologia usando o marxismo. Daí veio essa obra.
As poesias de Espinal também era desse gênero de protesto, mas era a sua vida, era o seu pensamento, era um homem especial, com tanta genialidade humana e que lutava. Ele tinha boa fé. Fazendo uma hermenêutica desse tipo, eu entendo essa obra. Para mim, não foi uma ofensa, mas eu tive que fazer essa hermenêutica, e digo isso a vocês para que não haja opiniões equivocadas.

Pergunta – Onde ficou a cruz?
Papa Francisco – Eu a trago comigo. O presidente Morales quis me dar duas condecorações, a mais importante da Bolívia e a outra é a ordem do padre Espinal, uma nova ordem. Jamais aceitei uma honorificência, não sei, não me sinto bem. Mas ele fez isso com tanto vontade, com boa vontade e com o prazer de me dar um prazer, e eu pensei que isso vem do povo da Bolívia e rezei para saber o que fazer com isso.
Se eu as levo ao Vaticano, vão parar no Museu, vão acabar aí, e ninguém jamais vai vê-las. Então, pensei em deixá-las à Nossa Senhora de Copacabana, a mãe da Bolívia, que vão para o santuário, ficarão no santuário. Ao contrário, o Cristo, eu trago comigo.

https://www.aciprensa.com/…/texto-completo-rueda-de-prensa…/

O #PapaFrancisco é uma estrela abençoada, luz da evangelização do nosso tempo.

  

Nesse domingo, ao cair da noite, estive acompanhando as imagens do #PapaFrancisco em sua despedida da América Latina,  transmitidas pela Rede Vida de Televisão, diretamente de Assunção, no Paraguai, depois de sua passagem por Equador e Bolívia. Me ocorreu pensar que o nosso  querido “Francisco”, tem uma postura especial e singela em seu carisma apostólico, ele brilha qual uma estrela abençoada que veio para iluminar os novos tempos do povo Cristão. A sua visita Papal foi uma intensa jornada evangelizadora, rica em aprendizado para todos nós. Esperamos que as riquezas de suas mensagens sejam bem aproveitadas por todos. Ficaremos na esperança de que os que souberam acolher as suas palavras não hesitem em praticá-las. Através das câmeras creio que todos percebemos que apesar do semblante cansado, o Papa Francisco estava firme. E como sempre faz em todas as viagens, ele se despediu da porta da aeronave portando a sua inseparável bagagem de mão…  Que vigor tem esse homem de 78 anos! Deus o abençoe Papa Francisco, e que a Luz do seu pontificado brilhe por muitos anos entre nós. Amém🙏💜

O Papa Francisco tem uma Luz especial.

O Papa Francisco é uma estrela abençoada, luz da evangelização Cristã no Século XXI.


Destaque para as anotações curiosas sobre o Altar ecológico de Ñu Guasú — Paraguai. Nesse local foi realizada a Oração do Ângelus, depois da Missa Campal. Última celebração Eucarística da jornada do Papa Francisco pela América Latina. — Domingo, 12 de Julho de 2015.

1— O importante artista plástico Koki Ruiz Diazha foi nomeado responsável pela construção do majestoso altar de 40 metros de largura e 15 de altura, tem uma cruz gigante de 16 metros do piso e foi adornado com frutos da terra, como milho tupi, mandioca, coco e abóboras. (Fonte: A Tribuna)

2— O altar é composto por 40 mil espigas de milho, 200.000 cocos e adornado com 1.000 abóboras e vários tipos de sementes — itens que foram doados pelas comunidades de Caazapá, Alto Paraná e outras localidades do interior do país, sendo que dentro de cada um dos frutos há papeizinhos com mensagens dos fiéis para o Papa Francisco.

3— O altar realizado pelo artista paraguaio Koki Ruiz e sua equipe, também incluiu duas imagens feitas com sementes como feijão, girassol, lentilha e milho tupi: uma imagem de São Francisco de Assis, o santo padroeiro do mundo natural e homônimo do papa, e outra de Santo Inácio de Loyola, fundador da Ordem Jesuíta a que o pontífice pertence. (Fonte: O Globo)

 Koki Ruiz Diazha, o criador e sua obra.

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Entre tantas imagens interessantes, destaco aquela que considero a expressão do bom humor e amor Cristão do Papa Francisco pelos fiéis. Depois da longa viagem desde a Itália, chegou ao Equador e cumpriu a intensa agenda do cerimonial de recepção. O Papa já se encontrava nos aposentos da Anunciatura, local do seu repouso para a agenda do dia seguinte, mas o povo do lado de fora insistia em ovacioná-lo. Então, o Papa decidiu atendê-los.

“–Vou abençoá-los para que descansem e deixem dormir os vizinhos”, disse, de acordo com vários relatos que li via Twitter.

E rezou uma Ave Maria reunido com todos eles.

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