#tbt Roma 2015. Visitando o passado…

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Aquele momento que a gente se solta na viagem…
Meu #tbt de hoje é essa foto muito engraçada, no Coliseu de Roma, com as minhas filhas. A princípio elas resistiram. Ninguém queriam fazer. E a primeira reação foi imeadiata: “Ah mamãe, isso é uma piada!” Em seguida a outra reforçou: “Você não vai fazer isso comigo!” Mas os atores foram tão insistentes que elas aceitaram o desafio. Entraram nos personagens e se divertiram, tanto quanto eu, com a sequência de fotos.
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NOTA: Para os que não sabem Tbt significa throwback thursday, que pode ser traduzido do inglês para quinta-feira do retorno ou regresso. É uma hashtag utilizada pelos usuários de redes sociais para marcar fotos que se referem ao passado, que deem saudades, simbolizada por #tbt.

Torcedores do bem querer…

Na fim da noite desse domingo quando vi o cavalinho do Vasco no Fantástico, senti um aperto no coração de tristeza e vergonha pelo meu time. O ‘gigante da colina’ não merecia passar pelo deplorável espetáculo daquele jogo de sábado. O estádio de São Januário foi depredado e transformado em praça de guerra.

Sou Vasco desde que nasci. E não podia ser diferente para a primeira neta de um avô vascaíno apaixonado. Quando cheguei fui coberta por essa paixão demonstrada nos presentes do vovô. Tudo que ele me dava trazia um escudo do Vasco.

Acho importante destacar que a selvageria e destruição ocorrida no final do jogo Vasco x Flamengo, não refletem o sentimento e o comportamento dos vascaínos que apreciam o esporte e amam o time. E acredito que no Flamengo também. Esse tipo de torcedor tem que ser banido das torcidas e dos estádios.

Em nossa família temos vários exemplos de torcedores rivais que se uniram por amor. Vovô Zinho Rosa era vascaíno e vovó Luzia, uma grande torcedora flamenguista. Eram a imagem do bem querer e cada qual torcia por seu time.

Lembro que a vovó Luzia era aniversariante do dia 09 de Julho e para ela dedico a vitória do Flamengo, seu time do coração.

Assim como os meus avós eu também vivi a mesma experiência. Em memória do Dilson, que me deu duas filhas flamenguistas como ele, lembro que o futebol nunca foi motivo de discórdia em nosso casamento.

Mais tarde a vida se encarregou de trazer o Tomaz para junto de mim, um parceiro que não frequentava estádios. Mas não perdia a transmissão de um jogo. Aqui era vascaíno e em Portugal torcia ferrenhamente pelo Sporting.

Procurei evidenciar histórias entre torcedores de times rivais na mesma família, para mostrar que o amor e o respeito está acima de tudo.

E por falar em RESPEITO, é esse o sentimento que está faltando. A política dos clubes precisa mudar ou os estádios perderão frequentadores e acabarão arruinados.

O espetáculo das torcidas que antes era lindo, atualmente faz lembrar as arenas sangrentas das histórias medievais.

por Labouré Lima

A união das pessoas pode fazer coisas maravilhosas… #Hallelujah

O desafio desse coral de 1500 vozes é uma inspiração para nos provar como a união das pessoas pode fazer coisas maravilhosas…  🎶  

#Suassuna90Anos Saudade…

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«Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte: o riso a cavalo e o galope do sonho. É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver.»

~Ariano Suassuna~

Saudade eterna do nosso filósofo do agreste. 💜👏👏👏

Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, Paraíba, 16 de junho de 1927 — Recife, Pernambuco, 23 de julho de 2014[1]) foi um dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor brasileiro e formado em Direito.

 

 

 

 

Um romance não sobrevive sem amor…

Amor é mais que amar…
É se entregar de coração aberto;
É viver o miolo de uma história;
É se reconhecer personagem central;
É escrever um romance a quatro mãos.

 

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Uma homenagem ao poeta apaixonado e a sua musa no #DiaDosNamorados ♥️ ♥️

Nesse domingo, talvez motivado pelo Dia dos Namorados, o Fantástico apresentou uma reportagem explicando como funcionam os aplicativos de relacionamentos. E até mostraram alguns casais que foram bem sucedidos. Então lembrei que os meus pais se conheceram por meio de uma página de relacionamentos que era publicada em uma revista dominical do Rio de Janeiro na década de 50.

Geraldo era niteroiense, vivia em Nova Friburgo. Eunice nasceu em Campos dos Goytacazes e morava em um povoado dentro da fazenda da Usina de Açúcar Sto Antônio. Um lugar chamado Kundo. Perto do fim do mundo. Assim diziam para exemplificar a distância que os separava. Lá não havia luz elétrica, ônibus, carros, escolas e nem o carteiro chegava. Os meios de transporte na região, eram cavalos, charretes, carros de bois, bicicletas e os tratores da usina que transportavam cana de açúcar.

Ela alugava uma Caixa Postal no Correio Central da cidade, para receber as cartas dos seus correspondentes. Eram ao todo 58 pessoas do Brasil, Portugal e outros países de língua portuguesa.  A frequência na troca de correspondências dependia da distância. Algumas podiam ser semanais, outras quinzenais e mensais. Se compararmos com a era da internet, naquela época a velocidade da comunicação era bem diferente. As correspondências eram sempre manuscritas e eles exercitavam a caligrafia para facilitar a leitura. Assim aconteciam os relacionamentos à distância, envolvendo pessoas de diferentes culturas.

Era um meio importante de comunicação para uma professora do interior que gostava de obter informações sobre o que se passava com a cultura e o comportamento nos lugares distantes daquele povoado em que morava. Além das cartas que os amigos correspondentes trocavam, também chegavam revistas, livros, cartões postais e fotos contando suas histórias de vida.

Eunice foi estudar na cidade com apoio dos pais. Vovô era um pai muito zeloso. Ele fez com que ela assumisse o compromisso de voltar para alfabetizar os irmãos e vizinhos que não podiam sair para estudar na cidade. Esse foi o grande mote para ela frequentar o ‘Clube de Correspondências’ publicado na revista ‘A Cigarra’. Quando voltou ao seu lugar de origem, ela percebeu o quanto vivia distante da civilização.

Papai era um poeta. Ele tinha 14 anos a mais que ela. E já fazia parte do funcionalismo público do Estado do Rio, servindo na Secretaria de Finanças de Nova Friburgo. Depois de seis meses trocando cartas ele comprou uma  passagem de trem e embarcou numa aventura que deu certo. Quando decidiu viajar para ir aos Correios de Campos, ele sabia que não sairia da cidade sem descobrir onde ela morava. E foi assim que ele apareceu na casa dos pais dela, sem avisar.

Através das cartas descobriram que um era parte da vida do outro, porque se completavam e se entendiam muito bem. Portanto logo na primeira visita ficaram noivos e no ano seguinte se casaram. Depois da cerimonia ela foi embora com ele para Nova Friburgo, tiveram seis filhos e foram felizes para sempre.

A diferença de uma página de relacionamentos em uma revista semanal publicada em 1950 para um aplicativo de internet em 2017, vai além dos milhões de usuários pelo mundo afora. O fator principal creio que se deve ao aspecto evolutivo do comportamento humano. Algumas questões, como criar vínculo de afeto e compromisso, são tão surpreendentes quanto voláteis, nos relacionamentos que acontecem atualmente por meio dos aplicativos encontrados na internet.

#LabouréLima
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Essa página foi publicada na Antologia ‘O Perfume da Palavra’ – volume IV – Edições Muiraquitã A poesia reproduz o primeiro encontro. E as fotos registram a primeira visita dele, na casa dos meus avós.

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Feliz Dia de #Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas!

Pelos laços da Língua Mãe que nos une, faço chegar aos amigos co-irmãos da Comunidade Lusíada espalhados pelo mundo, com todo carinho e amizade, um abraço do tamanho do Oceano Atlântico, que separa…

Fonte: Feliz Dia de #Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas!

Santa Rita de Cássia, advogada dos impossíveis, rogai por nós!

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Oração a Santa Rita de Cássia

Ó poderosa e gloriosa Santa Rita,
eis a vossos pés um alma desamparada que,
necessitando de auxílio,
a vós recorre com a doce esperança
de ser atendida por vós
que tendes o incomparável título
de SANTA DOS CASOS IMPOSSÍVEIS E DESESPERADOS.

Ó cara Santa, interessai-vos pela minha causa,
intercedei junto a Deus
para que me conceda a graça
de que tanto necessito (dizer a graça que deseja).

Não permitais que tenha de me afastar
dos vossos pés sem ser atendido.
Se houver em mim algum obstáculo
que me impeça de obter a graça que imploro,
auxiliai-me para que o afaste.
Envolvei o meu pedido
em vosso preciosos méritos
e apresentai-o a vosso celeste esposo, Jesus,
em união com a vossa prece.

Ó Santa Rita,
eu ponho em vós toda a minha confiança;
por vosso intermédio,
espero tranquilamente a graça que vos peço.

Santa Rita, advogada dos impossíveis, rogai por nós.

 


 

Santa Rita de Cássia, viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no SenhorSanta Rita de Cassia

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1381. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.

Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.

Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.

Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.

Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.

Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos. Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Sabia que quando usas teu Rosário Satanás entra em colapso?

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Maio é o Mês do Rosário. Essa história conta um pouco da sua origem…

Porque devemos guardar o rosário debaixo do travesseiro?
Guarda um Rosário, ainda que seja dos pequenos, debaixo do travesseiro.
Desde que tomei esse costume, os problemas se solucionaram mais facilmente, e é um bom método para os que têm insônia, verão que amanhecem com o rosário nas mãos e tiveram um bom descanso!

As ações tem mais força quando se sabe sua origem.

Uma formosa história…

Você não conhece a história do rosário?

Eu sempre me perguntava: a quem se ocorreu repetir as Ave Marias tantas vezes? Que sentido tem?

Agora se compreende que a cada vez que o rezem, cada Ave Maria é uma preciosa rosa para a Virgem. Estou seguro de que todos conhecem esta bela oração que é o Santo Rosário.

Uma lenda conta que um Irmão Leigo (que não era sacerdote) da Ordem dos Dominicanos, não sabia ler nem escrever, por isso não podia ler os Salmos, como era o costume nos conventos da época. Então, quando terminava seus trabalhos pela noite (ele era o porteiro, o varredor, o hortelão, etc.) ia à capela do convento, ficava frente à imagem da Virgem Maria, e recitava 150 Ave Marias (o número dos salmos), logo se retirava a sua sela para dormir. Pela manhã, de madrugada, se levantava antes de todos os seus irmãos e se dirigia à capela para repetir seu costume de saldar à Virgem.

O Irmão Superior notava que todos os dias, quando chegava à capela para celebrar as orações da manhã com todos os monges, havia um delicioso olor de rosas recém cortadas e lhe deu curiosidade, pelo que perguntou a todos quem se encarregava de adornar o altar da Virgem tão belamente, ao que a resposta foi que ninguém o fazia, e não se notavam flores faltando nos roseirais do jardim.

O Irmão leigo adoeceu com gravidade; os demais monges notaram que o altar da Virgem não tinha as rosas de costume, e deduziam que era o Irmão quem punha as rosas. Mas como? Ninguém lhe havia visto jamais sair do convento, nem tão pouco sabiam que comprara as belas rosas. Uma manhã estranharam que ele se havia levantado, porém não o encontravam em nenhuma parte. Ao fim, se reuniram na capela, e cada monge que entrava se assombrava, pois o irmão leigo estava ajoelhado frente à imagem da Virgem, recitando extasiado suas ave Marias, e a cada uma que dirigia à Senhora, uma rosa aparecia nas floreiras. Assim ao terminar suas 150 saudações, caiu morto aos pés da Virgem.

Com o correr dos anos, Santo Domingo de Gusmão, (se diz que por revelação da Santíssima Virgem) dividiu as 150 ave Marias em três grupos de 50, e os associou à meditação da Bíblia: os Mistérios Gozosos, os Mistérios Dolorosos e os Mistérios Gloriosos, aos quais o Beato Papa João Paulo II adicionou os Mistérios Luminosos.

PEGUE  TEU ROSÁRIO TODOS OS DIAS

Quando portas teu Rosário, é uma dor de cabeça para Satanás.

– Quando usas teu Rosário, Satanás colapsa

– Quando ele te vê rezando o Rosário, se desvanece.

– Vamos rezar o Rosário cada vez mais, de maneira a mantê-lo desvanecido.

“…o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer.”

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Espírito Evoluído

Há alguns anos, nas Olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles.

Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: – Pronto agora vai sarar! E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.

O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos…

Talvez os atletas fossem deficientes mentais… Mas com certeza, não eram deficientes espirituais…

“Isso porque lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer. Mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos…”

“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência”

Quero pedir apenas que compartilhem o máximo que puder, para conscientização da palavra na tentativa de um mundo melhor🙏

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