‘Os Aventureiros da Solidão’ livro da escritora portuguesa Dília Gouveia em lançamento pela #EditoraMuiraquitã na ‘Blooks Livraria’ de #Niterói

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  • Estes títulos foram editados um a um entre 2013 e 2014, quando ainda se pretendia a publicação em separado dos diálogos.

  • Em finais de 2015 a coleção tomou uma nova direção, e chegamos a este novo formato, em que cada volume passa a conter quatro ensaios. Este é, pois, o primeiro volume.

  • Pessoa, Emma Bovary, Fausto, Clarice, Hamlet, Quixote, Nietzsche, viajantes solitários dos confins do espanto, percorrendo itinerários em direção aos achados que reinventam, assombrados com os triunfos das descobertas e indomáveis na sua amabilidade.
Para maiores informações visite a Livraria Virtual da Editora Muiraquitã
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Os Aventureiros da Solidão #DicaDeLivro

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Este é o primeiro volume da Coleção Diálogos Filosófico-Literários, a que se integram os quatro exemplares já publicados: Nas Malhas do Devaneio – o dia em que Fernando Pessoa nos reinventou; Movidos pelo Desejo – Emma Bovary e Dr. Fausto: a danação da viagem; Do Assombro e do Provável – Clarice Lispector e Hamlet: o labirinto da consciência; Do Esplendoroso Caos – Dom Quixote e Nietzsche: a metamorfose do humano.

Estes títulos foram editados um a um entre 2013 e 2014, quando ainda se pretendia a publicação em separado dos diálogos.

Em finais de 2015 a coleção tomou uma nova direção, e chegamos a este novo formato, em que cada volume passa a conter quatro ensaios. Este é, pois, o primeiro volume.

Pessoa, Emma Bovary, Fausto, Clarice, Hamlet, Quixote, Nietzsche, viajantes solitários dos confins do espanto, percorrendo itinerários em direção aos achados que reinventam, assombrados com os triunfos das descobertas e indomáveis na sua amabilidade.

 

Os Aventureiros da Solidão   14369988_1756913951213450_5555865699001194923_n

Autora: Dília Gouveia

160 páginas / PB  / Ano: 2016 / ISBN: 978-85-5858-010-6

Preço de capa:  R$48,00

Saiba como comprar o exemplar e receber em casa:

Livraria Virtual Editora Muiraquitã

 

Descubra porque #Niterói é um ‘doce segredo’ dos cariocas…

Citando o amigo @ricardoheiss um niteroiense que vive em São Paulo: uma vez li um artigo de um paulistano que foi trabalhar no Rio e escreveu

“Niterói é um segredo que os cariocas guardam só pra eles”

Foto de Vinicius R. Moraes

Praia de Itacoatiara

 

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Pedra do Itapuca

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Vista aérea de Niterói, com o Museu de Arte Contemporânea – MAC em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo. 

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Praia do Forte Imbuhy

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Vista do por do sol na praia do Forte Imbuhy (foto: Lucia Nogueira da Gama) 

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Enseada do Forte Rio Branco (foto: Lucia Nogueira da Gama)

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Enseada da praia do Forte Imbuhy (foto: Lucia Nogueira da Gama)

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Vista do Forte do Pico São Luís, com a Praia Forte Rio Branco em primeiro plano e praia Forte Imbuhy ao fundo 

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Catedral Metropolitana de São João Batista

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Forte do Imbuhy

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Biblioteca Pública de Niterói.

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Estaleiro Mauá e Bairro da Ponta D’Areia (Portugal Pequeno)

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Pedra do Índio na Curva do Itapuca com a praia de Icaraí ao fundo

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Câmara Municipal de Niterói

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Vista do Forte do Pico São Luís com a Fortaleza de Santa Cruz em primeiro plano e o Rio de Janeiro ao fundo.

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Anoitecer na Praia de Itacoatiara

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O Rio de Janeiro visto do Costão de Itacoatiara ( foto @piresss )

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Vista noturna da pedra do Índio com Rio de Janeiro ao fundo destacando o Corcovado

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Museu de Arte Contemporânea – MAC- obra do arquiteto Oscar Niemeyer em primeiro plano e a barca Rio-Niterói ao fundo.

Salto de Paraquedas em Itacoatiara! Melhor maneira de chegar na praia

Salto de trike na praia de Itacoatiara – Niterói – Rio de Janeiro.
Em 07 Julho 2013. Atleta: Marcelo Miranda.

Recomendo ver em tela cheia.

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Nós gostamos de manhãs quentes com brisa fresca
burburinho das pessoas
bramidos do mar
movimento nos ramos das árvores
e da cor verde

Nós gostamos da água às vezes nem tão límpida
das ondas que quebram à beira da praia
das gotículas que trazem frescor
das formas dos bancos de areia
e da cor azul

Nós gostamos do horizonte como que infinito
recortado por barcos ao longe
e das gaivotas que mergulham
em uma pesca plástica, ainda que assassina
e da cor branca

Nós gostamos da falta de tudo que na cidade excede:
cartazes, faixas, propagandas
ônibus e caminhões, buzinas
responsabilidades e tarefas
e da cor cinza

Nós gostamos do silêncio que em nenhum lugar há
senão por instantes noturnos
ou na misteriosa confluência de fatores
que nos trazem, brevemente, somente o barulho das ondas
e da cor amarela

Nós gostamos do som de algumas canções, das vozes
que as cantam, do alívio que vem
em goles de vinho branco, a tranquilidade
e leve embriaguez iluminada pela lua
e da sua cor prateada

Nós gostamos das crianças que chapinham na água
cavam na areia, sorrindo e gritando
em meio aos vendedores e suas ofertas
de alívio instantâneo com seus sorvetes e refrescos
e da cor vermelha

Nós gostamos de ler sentados na espreguiçadeira
e de nela cochilar, envoltos pelo calor
do sol, os reflexos de luzes
em nossos olhos caídos
e da cor castanha

Nós gostamos de Itacoatiara

 

Poema de Marcos N.
Membro do TripAdvisor
Visitou Itacoatiara, em outubro de 2013

Paisagem do amanhecer na Praia de Itaipú em #Niterói

 

Niterói… Cidade enternecida
nas ondas da Guanabara.

A cada esquina tua,
flui-se a poesia a melodia
de um tempo brilhoso e maravilhoso.

Crê nas palavras do poeta:
És um lugar bom de viver,
quem te conhece te ama
jamais vai te esquecer…

(Alberto Araújo 27.11.11)

 

A História não pode ser negligenciada. #DiaDaJustiça Há Juízes e Juízes…

Esse pequeno paraíso é a visão privilegiada da Aldeia Imbuhy, Niterói-RJ. Os acessos podem ser via Jurujuba ou Região Oceânica. Porém, o Forte Rio Branco é mais perto do centro da cidade. Depois de passar pela segurança militar na entrada do Forte segue-se por uma estrada costeira com rica vegetação e uma vista paradisíaca da Baia da Guanabara até chegar a praia na Aldeia do Imbuhy. Por se tratar de uma área militar, o único meio de transporte permitido entre os Fortes Rio Branco e Imbuhy é carro, moto ou bicicleta. Apesar de ser localizada nas imediações do burburinho da cidade a aldeia sempre foi apreciada por preservar um estilo de vida tranquilo.

O Forte foi criado por D. Pedro II em 1822, para vigilância do litoral. O EB ocupou o Forte e toda a área em 1831. A moradora mais antiga chegou em meados de 1886. E obteve permissão de moradia porque prestava serviços para os militares.

Há cerca de 20 anos os moradores ingressaram com um processo por discordar das regras impostas nas áreas militares. Infelizmente perderam em todas as instâncias e a consequência foi essa reintegração de posse que estamos acompanhando.

É de se lamentar que por trás da exuberância das paisagens vislumbre-se o capitalismo voraz ensaiando uma possível concessão para construir um resort de luxo nessa área. Resta saber se há um estudo para minimizar  o impacto ambiental na região. Enfim, as evidências indicam a possibilidade de que o empreendimento hoteleiro esteja a caminho. E portanto pode ter sido o pivô que acelerou o processo de reintegração de posse da aldeia. Algo tão avassalador que não poupou nem os descendentes de D. Flora Simas de Carvalho, a mulher que bordou, junto com a sua família e outros moradores da aldeia centenária, a primeira bandeira brasileira. Trata-se de uma personagem das páginas da História do Brasil. Entre outras famílias que dignificam a história da Aldeia Imbuhy estão os descendentes do primeiro Comandante do Forte.  E independente de quem fosse ou que história tivesse dentro da Aldeia Imbuhy, todas as famílias experimentaram o dissabor de ver suas casas sendo desapropriadas e demolidas. Eles ficaram todo o tempo sob forte emoção acompanhando as demolições. Todos sabem o quanto significa para as famílias a época do Natal, por isso não é difícil imaginar o infortúnio que essa decisão judicial causou a tantos lares. Essa gente simples e de bom coração, que em sua maioria vivia do pescado, viu os filhos nascer e crescer na aldeia, uma geração após a outra.   (Labouré Lima)

“Walter Elysio (defensor público) comenta: desde 1984 atuo, sem atalhos, na questão da regularização fundiária (quando ainda não se falava em direito fundiário) e nos conflitos coletivos que derivam da disputa pela posse da terra. Experiência acumulada no Núcleo de Loteamentos da Procuradoria Geral do Estado (1984), na Defensoria Pública e em órgãos responsáveis por essas agudas questões. Conheço a luta absurdamente desigual dos aldeões da banida Aldeia do Imbuhy desde o início da demanda judicial que a exterminou. Não posso deixar de registrar a maior derrota dessa trajetória de décadas. Insuportável. Sinto-me órfão da terra, também despejado da própria vida e do meu trabalho. Enfraquecido, doente e sem bússola para prosseguir.”

Aldeia Imbuhy se decepciona com o país, após terem suas casas demolidas e sem nenhum amparo de moradia ou indenização, ficarão a ermo pela cidade.
É desumano, muita falta de amor, faltando dias para o natal……
Judiciário, legislativo, exército, todos passaram rolo compressor na histórica Aldeia.
Eu quero governantes que governem para o povo, pelo povo.” Ana Santos

 

“É uma lástima que laudos de renomada e reconhecida instituição de ensino superior, no caso a UFF, feito sobre cuidadosa pesquisa em livros de registros oficiais, somada a manifestações formais do executivo e do legislativo municipal e do legislativo estadual, quanto ao valor histórico da Aldeia Imbuhy, sejam consideradas provas frágeis aos olhos da Justiça.
As imagens não parecem nem um pouco retrato de justiça. Jackie Marins

Conheço a história deles pois frequentei essa praia durante muitos anos, onde convivi e estabeleci laços de amizades com várias famílias. Era um lugar de muita paz, onde se comia bem e podia desfrutar da praia sem incomodos ou sobressaltos. Obviamente que sob a infraestrutura de segurança,  limpeza e conservação oferecida pelo EB. Mas ainda assim, penso que foi uma injustiça gravíssima com essas pessoas a falta de um plano de indenização. As casas desapropriadas e demolidas, foram construídas com as economias dos próprios moradores. Portanto considero perfeitamente compreensível que se sintam ultrajados com a perda daquilo que era o bem mais precioso nas suas histórias de vida,  a dignidade do lar e o ponto de origem das suas famílias. (Labouré Lima)

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“É justo o exército brasileiro despejar essas famílias, como se fossem inimigos que precisam ser varridos?”  Pergunta a moradora Lucia Nogueira da Gama

 

 

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Fotos do acervo particular da moradora Lucia Nogueira da Gama.

Gostaria de poder confortar cada família da Aldeia Imbuhy… As minhas orações estão com vocês e o coração também, sempre estará.

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Como ver esse vídeo sem pensar em D. Teolinda sendo retirada do seu lar na época do Natal? É complicado julgar a falta de humanidade da Justiça. Mas se não é isso. O que é então? 

 

Mais uma casa demolida! A casa de D. Teolinda!

Poesia via Aline Carpanedo

Assim termina o dia na Aldeia Imbuhy
O sentimento é de luto…
O coração dói
A crueldade é grande a ganância maior ainda!

“Tem gente que machuca os outros, tem gente que não sabe amar…
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está…”

 

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Vídeo e fotos via Lucia Nogueira da Gama

“Cultura não ocupa lugar”. Já dizia meu velho pai. — Um pouco da crença e da história da Ponta D’Areia, bairro emblemático de Niterói – RJ.

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Salve Nossa Senhora da Penha!

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A alvorada de fogos para saudar a festa de Nossa Senhora da Penha, começou às seis da manhã e despertou os moradores do bairro Ponta D’Areia em Niterói, RJ.

A Ponta da Areia era lugar emblemático no Século XIX. Por exemplo, ai estava a Chácara da Missão Francesa, onde moraram por uns tempos o Momet, e o futuro Napoleão III.

A Ponta da Areia. além de emblemática pelos jovens importantes que a Legação de França mandava curtir a Chácara, era também lugar tecnológico, com a indústria naval. Quanto ao turismo, era um lugar de trânsito para a Vila de Arariboia, que por algumas décadas abrigou familias indígenas. O fundador de Niterói quando ia à uma solenidade colocava a roupa que o Rei mandou de presente para ele, naturalmente depois de usá-la: esse lance é que fazia a diferença.

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E foi também o único lugar fora da Bahia e do Grão Pará que continuou Português após o Sete de Setembro, já que as tropas do General Avilez tomaram o sitio, mas os bons ofícios dos amigos da Leopoldina o fizeram desistir: afinal, o pai dela mandava no mundo.

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Com as agradecimentos ao professor Luiz Rocha-Neto por nos enriquecer com a colaboração dos dados históricos, acrescentados ao post para gáudio dos leitores.

******

Ponta d’Areia é um bairro muito tranquilo de Niterói[1] , composto na maioria de casas residenciais e forte perfil operário. O bairro tem boa proximidade do centro de Niterói, porém sem tumulto e trânsito. Bairro de forte presença da imigração portuguesa na cidade, abriga um pequeno trecho turístico chamado Portugal Pequeno, que, contudo, concorre com o perfil industrial e operário, à medida que é onde se situa vários dos estaleiros navais da cidade. Além disso, abriga o tradicional mercado público de pescado, o Mercado São Pedro.

Possui uma comunidade muito antiga, denominada Morro da Penha, devido a presença da Igreja Nossa Senhora da Penha.

Com cerca de 5 mil habitantes vivendo em total harmonia, sem assaltos, tráfico ou qualquer desordem, nesta comunidade são formados cidadãos.

Aldeia do Imbuhy #Niterói #RJ #Brasil #SOSAldeiadoImbuhy #meioambiente #pescadores #coloniadepesca #errejota

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Paisagem do por do sol visto da praia do Imbuhy.

Eram 7 horas da manhã, do dia 23 de Junho de 2015, quando uma tropa de centenas de militares armados, Polícia Federal e ambulância, chegou a aldeia de pescadores na Praia do Imbuhy. O STJ deu decisão favorável à desapropriação, apesar da mobilização de vários parlamentares.

A Aldeia Imbuhy é uma comunidade de pescadores, localizada em Niterói-RJ, e se mantém no local desde 1886. No passado eram 200 famílias, mas hoje são apenas 32 residências. A população aproxima-se de 200 pessoas, e a maior parte são pescadores. É uma gente simples que acorda muito cedo e entra no mar para buscar o pescado como meio de sobrevivência. Na aldeia também residem descendentes de Dona Flora Simas de Carvalho, matriarca da comunidade e reconhecida como a mulher que bordou a primeira bandeira nacional. E também faz parte dessa aldeia a família do primeiro comandante do Forte do Imbuhy, netas e bisnetas. Conheço algumas dessas pessoas e lamento profundamente por todos eles. Imagino o quanto estão sofrendo com o rompimento do vínculo com essa terra.

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O Forte do Imbuhy foi inaugurado em 1901 e, atualmente, sedia a Bateria de Lançadores Múltiplos de Foguetes do 8º Grupo de Artilharia de Costa Motorizado.

A União argumenta que o Exército começou a construção do Forte antes da existência da colônia de pescadores. Os moradores, em contrapartida, dizem que a colônia já existia antes da ocupação militar da área, já que a construção do forte, iniciada em 1863, havia sido interrompida por muitos anos, sendo retomada somente após o surgimento da Aldeia.

Independente da primazia da ocupação do espaço, a Lei 10.257/01, conhecida como Estatuto das Cidades, garante em seu artigo 9º a posse da terra aos moradores que nela habitem por mais de cinco anos.

Foi um dia triste para os que amam esse pequeno pedaço de paraíso, assim como eu. Me senti arrasada quando vi os primeiros vídeos da retirada dos moradores. O que todos temiam aconteceu, decretaram o fim da Aldeia Imbuhy.

Há muitos anos acompanho essa situação. O motivo é bem previsível, pois já existe no local um Hotel de Trânsito dos Oficiais. E há rumores de que em breve será construído um Resort no local. Esse projeto é antigo. Mas a construção do túnel Charitas-Cafubá realmente vai beneficiar toda essa região e atrair muitos turistas.

E se for esse o objetivo da reintegração de posse, penso que a aldeia agregaria história e charme ao projeto.

‪#‎SOS‬AldeiaImbuhy  ‬‪#‎pesca ‬ #pescadores   ‪#‎meioambiente  ‪ #Aldeia‎Imbuhy    ‬‪#‎Niterói   ‬‪#‎RJ‬   #coloniadepesca

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No aniversário de 6 anos do #blog #sempreviva a gente se encontra por aqui… #Niterói

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