A vida sempre fica melhor ao som das notas musicais… 

 

Gosto de ouvir música clássica, tocada por uma variedade de instrumentos. Mas Alison Balsom é arrebatadora!  Uma virtuosa que toca o seu trompete com um sopro que sai do peito cheio de sentimentos.

 

por Labouré Lima

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Café da manhã com Jazz🎵☕

No Dia Internacional do Jazz o blog sempreviva lembra Amy Winehouse

 

 

Smooth Evening Jazz 

Boa noite❤️ 🎧 Fica a dica para quem curte jazz

#jazz #nyc 🎧 🎵 

Vídeo

Adeus Dona Ivone Lara. Aos 97 anos, morre no Rio a Matriarca do Samba. 

  

Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara, nasceu em 13 de abril de 1921, na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. 

Aposentada em 1977, passou a dedicar-se exclusivamente à carreira artística. Entre os intérpretes que gravaram suas composições destacam-se Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paula Toller, Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Mariene de Castro, Roberta Sá, Marisa Monte e Dorina. Não bastava chamá-la apenas de Ivone Lara, o respeito e a admiração que conquistou na MPB a transformaram em DONA Ivone Lara. 

Dona Ivone também teve trabalhos como atriz, fazendo filmes, e foi a Tia Nastácia em especiais do programa Sítio do Pica-Pau Amarelo.

Dona Ivone morreu no dia 16 de abril de 2018 em consequência de um quadro de insuficiência cardiorrespiratória após permanecer internada por três dias no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI) da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon, Rio de Janeiro.  

〰〰〰〰

«Acreditar, eu não

Recomeçar, jamais

A vida foi em frente

E você simplesmente não viu que ficou pra trás

Não sei se você me enganou 

Pois quando você tropeçou

Não viu o tempo que passou

Não viu que ele me carregava

E a saudade lhe entregava

O aval da imensa dor 

E eu que agora moro nos braços da paz

Ignoro o passado

Que hoje você me traz

E eu que agora moro nos braços da paz

Ignoro o passado

Que hoje você me traz» 

 

(Acreditar | Ivone Lara)

Tocando em frente…

  

Ando devagar

Porque já tive pressa

E levo esse sorriso

Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte

Mais feliz, quem sabe

Só levo a certeza

De que muito pouco sei

Ou nada sei

Conhecer as manhas

E as manhãs

O sabor das massas

E das maçãs

É preciso amor

Pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida

Seja simplesmente

Compreender a marcha

E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro

Levando a boiada

Eu vou tocando os dias

Pela longa estrada, eu vou

Estrada eu sou

Conhecer as manhas

E as manhãs

O sabor das massas

E das maçãs

É preciso amor

Pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia

Todo mundo chora

Um dia a gente chega

E no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história

Cada ser em si

Carrega o dom de ser capaz

E ser feliz

(Tocando em frente | Almir Sater)

Bem-vindo à minha realidade! Eu quero amor, alegria, bom humor…

Eu Quero (Je Veux)
Me dê uma suíte no Ritz, eu não quero!

Joias da Chanel, eu não quero!

Me dê uma limusine, o que é que eu faria?

Papalapapapala

Me dê empregados, o que é que eu faria?

A mansão Neufchatel, isso não é para mim.

Me dê a Torre Eiffel, o que é que eu faria?

Papalapapapala

Eu quero amor, alegria, bom humor

Não é o dinheiro que me trará felicidade,

Eu quero morrer com a mão no coração

Papalapapapala

Vamos juntos, descobrir a minha liberdade,

Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,

Bem-vindo à minha realidade!

Estou cansada das boas maneiras, são muito para mim!

Eu como com as mãos, e eu sou assim!

Eu falo alto e sou sincera, desculpem-me!

Acaba a hipocrisia, vou-me embora!

Estou cansado dos linguarudos! Olhem para mim,

De qualquer maneira eu não vos culpo, e eu sou assim

Eu sou assim

papalapapapala

Eu quero amor, alegria, bom humor

Não é o dinheiro que me trará felicidade,

Eu quero morrer com a mão no coração

Papalapapapala

Vamos juntos, descobrir a minha liberdade,

Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,

Bem-vindo à minha realidade!

Eu quero amor, alegria, bom humor

Não é o dinheiro que me trará felicidade,

Eu quero morrer com a mão no coração

Papalapapapala

Vamos juntos, descobrir a minha liberdade,

Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,

Bem-vindo à minha realidade!

Eu quero amor, alegria, bom humor

Não é o dinheiro que me trará felicidade,

Eu quero morrer com a mão no coração

Papalapapapala

Vamos juntos, descobrir a minha liberdade,

Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,

Bem-vindo à minha realidade!

Eu quero amor, alegria, bom humor

Não é o dinheiro que me trará felicidade,

Eu quero morrer com a mão no coração

Papalapapapala

Vamos juntos, descobrir a minha liberdade,

Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,

Bem-vindo à minha realidade!

Vídeo

Parabéns #SaoPaulo464

Com as imagens de Ellis e Adoniram envolvidas na poesia dessa música, que remexe a alma da gente, entrego o abraço de felicitações a todos os paulistanos de coração❤️

Como o romantismo da música Natalie de Gilbert Bécoud inspirou a criação do Café Pushkin em Moscou…

Na passagem do Centenário da Revolução Russa, compartilho do amigo professor António Seco Gândara, um querido amigo que vive em Coimbra-Portugal, uma interessante postagem sobre a música francesa Nathalie de Gilbert Bécaud (1964 -França), homenageada em 04 de Junho de 1999, com a inauguração do Café Pushkin em Moscou.

Vídeo original

—————–

 

Há mais de 50 anos, o lendário cantor francês Gilbert Bécaud visitou Moscovo. Quando voltou a Paris, escreveu a canção “Natalie” e dedicou-a à sua guia russa.
A canção diz qualquer coisa como:

“Caminhávamos à volta de Moscovo, visitando a Praça Vermelha e tu dizes-me que aprendeste coisas sobre Lenine e sobre a Revolução, mas eu só desejava que estivéssemos no Café Pushkin, a olhar a neve lá fora, a beber chocolate quente e a falar sobre algo completamente diferente …”

A canção tornou-se incrivelmente popular em França e, obviamente, todos os turistas franceses que iam a Moscovo tentavam encontrar o famoso “Café Pushkin.”

Mas nunca o conseguiram encontrar, uma vez que existia apenas como uma fantasia poética na canção de Bécaud.

Mas em 1999, esta fantasia poética tornou-se realidade quando um artista franco- russo Andrei Dellos e Andrei Mákhov, abriram o Café Pushkin numa mansão barroca histórica na Rua Tverskoy.

E o mais fantástico desta história – Bécaud, o cantor francês que inspirou tudo, cantou “Natalie” na inauguração do restaurante!

Agora maravilhem-se com o interior e todos os pormenores deste café-restaurante absolutamente fantástico neste site:

http://cafe-pushkin.ru/en/

E escutem a canção

#EuQueroéBotarMeuBlocoNaRua a biografia do cantor e compositor #SergioSampaio em destaque na #BienalRio

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Sobre o livro:
Sérgio Moraes Sampaio nasceu na cidade capixaba de Cachoeiro de Itapemirim, em 13 de abril de 1947 e faleceu no Rio de Janeiro em 15 de maio de 1994. Foi um cantor e compositor brasileiro e suas composições transitam por vários estilos musicais, indo do samba e choro, ao rock’n roll, blues e balada. Sobre a poética de suas composições, em que se vê elementos de Kafka e Augusto dos Anjos, que lia e apreciava, Jorge Luiz do Nascimento declarou num estudo: “A paisagem urbana em geral, e a carioca em particular, na poética de Sérgio Sampaio, possui a fúria modernista. Porém, o espelho futurista já é um retrovisor, e o que o presente reflete é a impossibilidade de assimilação de todos os índices e ícones da paisagem urbana contemporânea.” No dizer do cantor e compositor Lenine: “Sérgio foi um desses enturmados sem turma, como Tim e Raul Seixas”.

 

foto_rodrigoSobre o autor:

Rodrigo Moreira, em um excepcional trabalho de pesquisa, fez um apaixonado resgate da vida do artista, dentro de uma época rica em sua metamorfose, significativa para a MPB, no período dos Festivais da Canção. Em seus relatos existem histórias inéditas e curiosas, de encontros e desencontros entre parceiros musicais, com fotos ilustrativas.

O livro foi escrito com toques de humor e rara sensibilidade, guardando sempre muito respeito e carinho para com a obra do artista.

 

Atenção a esse recado da editora: Se você está longe e não pode participar da XVIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, não se preocupe. Os lançamentos das Edições Muiraquitã são despachados para todo Brasil via Correios📚

Clique aqui e verifique na livraria virtual da Editora Muiraquitã como receber esse livro em seu endereço.

 

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