Sobre abraçar à distância…

silêncio

 

Quando sinto os meus braços curtos demais para alcançar as pessoas que gosto, faço da oração o meu abraço.

#LabouréLima

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Era uma vez ’11 de Setembro’ – direto do túnel do tempo…

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O mês do aniversário das Edições Muiraquitã é um tempo de memórias e portanto vale relembrar alguns fatos marcantes, como esse da foto, em que a editora Labouré Lima encontrava-se em Viseu-Portugal para o lançamento do livro ‘Vil de Souto – Cantinho da Beira Alta’ do escritor português Augusto Lopes*. O livro traz uma pesquisa histórica sobre a formação da freguesia Casal de Vil de Souto, cujo significado quer dizer vale dos castanheiros. E dentre as famílias formadoras dessa povoação encontra-se a que deu origem a árvore genealógica do Comendador Thomás Lima. Ele foi um dos fundadores e presidente do antigo Banco Predial do Estado do Rio de Janeiro, vendido para o Unibanco e recentemente incorporado ao Grupo Itaú S/A. O comendador imigrou de Portugal para o Brasil. E com apenas 13 anos ele deixou Viseu para morar em Niterói-RJ, com seu irmão que já morava nesta cidade. Assim ele formou um novo núcleo familiar e construiu ao longo do tempo a sua história na comunidade luso-brasileira do Estado do Rio de Janeiro.
Nesta ocasião festiva, torna-se imprescindível registrar a nossa homenagem à memória do Dr. Tomaz Correia de Miranda Lima (filho do Comendador), ex-presidente do Elos Clube de Niterói e Centro da Comunidade Luso-Brasileira do Estado do Rio de Janeiro que introduziu essa editora no seio da Comunidade Lusíada.
Retomando a história do lançamento do livro, o evento estava agendado para Setembro de 2001. Poucas horas antes do nosso embarque para Portugal, foram despachados 1000 exemplares do livro que deveriam seguir no mesmo voo, como bagagem acompanhada. Mas aquele onze de setembro não seria um dia qualquer. O mundo inteiro assistiu com perplexidade e sofreu com as cenas de horror daquela manhã de setembro, em que as Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC) foram ao chão, barbaramente atingidas por dois aviões, causadores da tragédia que abalou o Mundo. De um momento para o outro, a paisagem de NYC foi encoberta por uma densa nuvem de poeira, carregada de muita dor e medo.  Aquele dia marcou a história política do nosso tempo e o Mundo nunca mais foi o mesmo depois do maior ataque terrorista aos Estados Unidos.
Depois do impacto das primeiras imagens, consideramos que seria complicado passar dez horas dentro de um avião e atravessar o Oceano. Então, nos rendemos ao pânico de embarcar naquele dia e transferimos a data da viagem.
Alguns dias depois, voamos para Portugal. Do outro lado do Oceano, fomos recebidos com um evento super bem cuidado, organizado pelo autor, sua família e um grupo de amigos. O escritor Augusto Lopes autografou mais de 400 livros em sua tarde de estreia. O que presenciamos não foi propriamente uma ‘sessão de autógrafos’, mas um ‘show de autógrafos’  entremeado com música, dança folclórica, gastronomia e exposição de artes plásticas, assinada por artistas regionais da Beira Alta. O eventou também contou com a cobertura jornalística da Radio Renascença e do Jornal Notícias de Viseu, aos quais a editora e o autor deram entrevista para divulgar o livro ‘VIL DE SOUTO – Cantinho da Beira Alta’.  Como se pode observar o lançamento desse livro marcou a história da editora de muitas formas.
*Augusto Lopes, mudou-se de Portugal para Genebra, onde, trabalha, estuda,  assina uma coluna de jornal, apresenta um programa de rádio e continua a escrever e a publicar seus livros. O mais recente é ‘Meu Sol de Genebra’, publicado pela editora Chiado, em língua portuguesa. Mas também pode ser lido nas versões italiana e francesa.
NOTA: O post foi publicado às 23:22horas de 11 de Setembro, pela hora de Brasília. Mas  o WordPress o considerou como 12 de setembro.  Só um registro.

Vem aí… ‘O Perfume da Palavra’ — Volume V

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13102888_1703497899900340_3131446530553447835_n Aparecida Dias - Lágrimas

A história do meu nome… e uma Oração Milagrosa!

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Maio se escreve com M de Maria,

a Mãe de todas as Mães!

Ofereço aos leitores do blog a Oração poderosa de Santa Catarina Labouré. E aproveito para contar a origem desse nome que recebi na pia batismal, tendo por ele o mais profundo respeito. Através dos anos, o peso dessa responsabilidade tem se acentuado a medida em que aumenta a minha devoção por Nossa Senhora.

Esse nome tem origem na linda história de Catarina Labouré, a filha primogênita de oito irmãos, nascida em Fain-lès-Moutiers, Côte-d’Or. Ela ingressou na Congregação de São Vicente de Paulo e se tornou Irmã de Caridade. Mais tarde, por escolha Divina, ela foi a vidente que recebeu a missão de mandar cunhar e difundir a Medalha Milagrosa, após as aparições do Anjo que anunciou Nossa Senhora das Graças, no Santuário da Rue Du Bac, em Paris.

Fui agraciada com esse nome por meus pais, pois eles alcançaram duas imensas graças.

A minha mãe estava grávida e o médico obstetra informou ao meu pai que se tratava de uma gestação difícil, a criança corria risco de vida. E a expectativa era somente de alguns dias para acontecer aquele parto que se anunciava tão complicado.

Meu pai saiu para uma diligência de trabalho e sofreu um grave acidente de carro, na localidade de Lumiar, região serrana de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro. O carro em que ele viajava capotou, caiu de uma ponte e se incendiou. Ele ficou desaparecido por uma noite e um dia.

A minha mãe vivia distante da família dela, que morava em outra cidade. Naquela altura, grávida de nove meses, ela estava sozinha em casa. E assim, viveu horas de angústia e expectativa por aquela ausência que não era comum. E foi durante a longa noite de espera que ela lembrou de uma maleta, onde meu pai preservava seus escritos, poesias, cartas… enfim, seus guardados mais confidenciais. Sempre muito respeitosa, ela olhava para a maleta com vontade de abrir… mas resolveu esperar o dia amanhecer.

Ela passou a noite conversando com um cão, cujo nome era King. Meu pai o havia recolhido depois que um trem, amputou uma de suas patas. King era um poodle negro, e a minha mãe dizia que era muito carinhoso. Enfim, ela e o King esperaram… e esperaram… Mas o dia amanheceu e ele não chegou. Então, ela decidiu abrir a maleta.

A primeira coisa que os seus olhos viram, no meio de tantas cartas e poesias, foi um pequeno livro ilustrado. Era a história da vida de Santa Catarina Labouré, sua origem e sua família. E por ser muito religiosa, ela abriu e leu imediatamente. Ao terminar a leitura, pediu a Santa Catarina Labouré que intercedesse junto a Nossa Senhora das Graças para que nada de grave tivesse acontecido ao meu pai. E ela também fez uma intercessão especial pelo meu nascimento, pediu que fosse abençoado pela Mãe de Jesus e que Nossa Senhora lhe enviasse um sinal dessa graça.

No fim do mesmo dia,  o barulho de um carro estacionando na frente da casa fez com que ela fosse até a janela e abrisse a cortina, então ela viu meu pai sendo conduzido por seus colegas de trabalho. A cabeça dele estava enfaixada por uma atadura, mas ele caminhava sem dificuldade. A emoção de vê-lo foi tão forte, que os primeiros sinais da hora do parto se tornaram evidentes. O mesmo carro que transportou meu pai, a levou para a maternidade.

Depois do parto e tendo superado toda as suas preocupações, a enfermeira entrou com a criança nos braços para ela amamentar. Naquele instante tão sublime, enquanto amamentava, ela dizia que os meus olhos se abriram lentamente, e ela se impressionou com a nítida lembrança dos olhos de Santa Catarina Labouré, tal e qual a foto da capa do livro. A minha mãe nunca teve dúvidas, de que a cor dos meus olhos foi o sinal da graça que ela pediu a Nossa Senhora.

E as graças não pararam de acontecer…  logo após aquele dia 4 de abril, meu pai foi surpreendido com a notícia de que o bilhete que ele comprara, dias antes do acidente, era o ganhador do maior prêmio da Loteria Federal.

Na semana das Mães, faço essa homenagem in memoriam pela educação e pelo amor que os meus pais deixaram para mim e para os meus irmãos, como o maior legado de todos: amor e respeito é o nosso verdadeiro tesouro. 

À Maria, Mãe das Mães, consagro a minha vida e procuro retribuir com respeito e devoção. 

Lembre-se que aquelas luzes apagadas, nos raios que desprendem das mãos de Maria, são as graças que deixamos de pedir. Nunca esqueça Dela em suas orações, principalmente, nos momentos em que uma graça precisa ser alcançada.

Divulgue essa oração milagrosa!

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam!

Ó Maria Concebida sem pecado, Rogai por nós que recorremos a Vós.

Santa Catarina Labouré, Vós que ouvistes dos lábios da Santíssima Virgem Maria, essas doces palavras: O perigo é grande. Tudo parece perdido. Tende confiança e não temas! Estarei convosco!”

Santa Catarina Labouré, Rogai a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa por esse pedido:

(Faça o seu pedido e ore com muita fé)

Pai Nosso – Ave Maria – Glória ao Pai.  Santa Catarina Labouré rogai por minhas intenções! (3 vezes).

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Faça a sua oração e clique em cima da foto para uma visita virtual ao Santuário da Medalha Milagrosa em Paris. 

Do lado esquerdo, na parte inferior do altar, encontra-se o corpo de Santa Catarina Labouré

Em tempos de biografia… uma entrevista revela um pouco de mim.

O tempo não faz as pessoas serem mais ou menos importantes em nossa vidas, penso que é a intensidade com que nos entregamos a viver e construir uma história de amor, ao lado de outra pessoa, que  faz toda a diferença.

Em tempo de discussões públicas sobre as biografias, há que se considerar a hipótese de corrigir equívocos. Onde há registros de uma vida a história se faz presente.

Transcrevo para os amigos que ainda não leram, o link da entrevista comigo, publicada no Globo Niterói, no sábado passado. Meu carinhoso reconhecimento e gratidão ao amigo Luiz Fernando Dias que indicou meu nome para essa pauta. E ao Jordão Pablo de Pão que enviou o link.

A matéria de Rodrigo Bertolucci me agradou, embora com algumas correções que considerei ressalvar: 1) o tempo do meu relacionamento com Tomaz foi de 1996 até a morte dele em Junho de 2010. Na verdade foram 14 anos, mas por uma falha de digitação não saiu o número 1, o que deu a entender que foram 4 anos;  2) Tomaz não era banqueiro, o pai dele é que foi do extinto Banco Predial;  3) os meus olhos são verdes e não azuis;  4) No meu tempo de modelo a ponte Rio-Niterói ainda estava sendo construída e eu atravessava de barca, mas tudo bem porque Rodrigo Bertolucci foi generoso com a minha linha do tempo. Risos.

Enfim,  envio um caloroso abraço aos amigos e agradeço a todos que se manifestaram com comentários carinhosos nas redes sociais e e-mails, depois da publicação.

http://oglobo.globo.com/rio/bairros/laboure-lima-amor-pelas-paginas-que-contam-historias-da-cidade-10547877?fb_action_ids=10153431523000075&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

foto O GLOBO

Se existo, tal como sou…

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(na entrada da Casa de Gandhi – Direitos de imagem reservados  – Raquel Almeida Lima Ribeiro)

“Sempre viva querida Mateso!  – “Irmãzinha blogueira d’além mar” –  obrigada por contribuir com  nosso blog,  trazendo suas palavras de prudência e sabedoria.

Optei por ilustrar o post com essa foto – colhida por minha filha Raquel em sua viagem pela Índia – creio que ele – Gandhi – (entre outros bons exemplos humanistas) semeou verdadeiros pensamentos de amor e compreensão sobre a evolução do mundo, que hoje questionamos… “


Olá querida Labouré!
Já me penitenciei pela ausência e o prometido é devido. Cá estou, sobretudo pelo gosto da conversa e da amizade virtual. Dois em um, como se usa por ora, pelo menos nestas bandas do Atlântico.
A religião foi, e é um dos temas que mais me fascina. Sendo católica, apostólica romana com todos os santos sacramentos (à excepção da extra-unção como costumo dizer, a dita cuja que vá esperando, que eu fico bem, obrigada!), mas parêntese à parte, penso que os valores religiosos de hoje estão um pouco como direi, um pouco diluídos. A massa jovem (nós somos extraordinárias hiper-balzaquianas) não tem ou não sente a necessidade dessa comunhão com algo extraordinário.  Sei, e milhares de pessoas como eu, que Deus, ou o que se queira chamar, não é aquela divindade de catecismo, é antes algo excepcional que, pelo menos a mim, me ajuda a ter aquela força e a acreditar, que se existo é por algo, não sou um mero e único produto biológico. Se existo tal como sou, pessoa pensante é por um desígnio.
Os valores, minha querida, só na bolsa. A sociedade porque é materialista não acredita ou não quer porque não tem, a condescendência natural para aquilatar o bem, e superar o mal. O imediatismo, a corrida, o atropelo fazem hoje parte dos valores imorais do nosso mundo.
Naturalmente que muitas concepções não têm sentido hoje em dia, muitas normas revestidas de moral também se casavam com a hipocrisia, é verdade. No entanto, num momento qualquer, algo caiu e tombou de tal forma que se despiu completamente e também ficou nu. Não houve, então, o amor, a paciência de bem revestir. Ficou apenas enrolado numa podre manta de trapos. É este o nosso mundo, mais, o dos nossos vindouros. O nosso não foi bom, mas foi positivo, este não é mau porém é muito injusto!
E por hoje termino, demorei mas…. alonguei-me e, minha querida que viva sempre em nós a fé do amanhã.
Beijinho doce.

por Maria Theresa

http://artmus.blogspot.com/

Me rendi ao Twitter!

Quero me desculpar com os amigos do blog pela ausência.  Andei bastante ocupada na editora, fechando a edição da nossa gramática, pela nova ortografia.  Finalmente, entramos na fase de impressão gráfica. Agora é esperar. Dá-lhe ansiedade! Aguardem comigo. Falta pouco. Vou fazer uma postagem especial para  mostrar a capa e tudo o mais sobre esse lançamento.

É fácil aprender Português!

Autora: Prof. Dionilce Silva de Faria

600 exercícios com respostas

Para concurso e vestibular

208 páginas / 16 x 23cm

Apesar do pouco tempo para dispor com meus interesses na internet, na última semana fiz meu cadastro no Twitter : laboure_lima. Gente, quase fui “abduzida pelo clarão”… (rs)! Fiquei plugada aprendendo a manusear o micro-blogging.  Um comportamento virtual diferente,  interessante, fascinante e dinâmico. Adorei! Tem muita gente boa lá! Vale a pena ousar e usar! Experimentem! Usado com sabedoria é uma excelente ferramenta de divulgação! O detalhe chato é que são apenas 140 caracteres em cada postagem.

Lançado em 2006, pela Obvious Corp. em São Francisco, alcançou recentemente o gosto dos internautas no Brasil e está crescendo bastante por aqui. Principalmente, depois que os veículos de comunicação aderiram para agilizar a informação e conquistar a audiência.

A nossa editora também foi cadastrada: (@ed_muiraquita). Aliás, foi por causa dela que entrei. Temos necessidade de divulgar mais e melhor os nossos livros e autores. http://editoramuiraquita.blogspot.com Vocês sabem, os pequenos editores não contam com os mesmos recursos que os outros… logo, navegar é preciso!

Prometo contar os momentos mais curiosos  da minha entrada no Twitter, depois, em outro post.  Combinado?

Estou sempre pronta para aprender… não só no Twitter, mas em muitas outras coisas. O novo é instigante! E aí, reside uma das mais apaixonantes aventuras da vida: desbravar!

Beijos de carinho e amizade.

Paz e Bem!

PS. O texto está sem revisão. Assim, perdão pelos possíveis erros. (Parafraseando Monteiro Lobato: os erros são como os sacis que põe a língua de fora quando o texto fica pronto. E como ele mesmo dizia: “Trata-se de um mistério que a ciência ainda não conseguiu decifrar… “)

The twitteramigos Daily

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