#tbt Roma 2015. Visitando o passado…

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Aquele momento que a gente se solta na viagem…

Meu #tbt de hoje é essa foto muito engraçada, no Coliseu de Roma, com as minhas filhas. A princípio elas resistiram. Ninguém queriam fazer. E a primeira reação foi imeadiata: “Ah mamãe, isso é uma piada!” Em seguida a outra reforçou: “Você não vai fazer isso comigo!” Mas os atores foram tão insistentes que elas aceitaram o desafio. Entraram nos personagens e se divertiram, tanto quanto eu, com a sequência de fotos.

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NOTA: Para os que não sabem Tbt significa throwback thursday, que pode ser traduzido do inglês para quinta-feira do retorno ou regresso. É uma hashtag utilizada pelos usuários de redes sociais para marcar fotos que se referem ao passado, que deem saudades, simbolizada por #tbt

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VALEI-NOS SÃO JOSÉ! A NOSSA FAMÍLIA VOSSA É.

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“Sua vida esteve envolta, materialmente, por um grande silêncio. Nenhuma palavra sua foi registrada por nenhum escritor sagrado. Sobraram-nos dele apenas alguns sentimentos, a nobreza de seu caráter e a fidelidade de uma vida que se engrandeceu à sombra de Maria e do Espírito Santo e à luz de seu filho Jesus. Nunca cobrou nada nem nunca fez exigências. O destino de sua vida parece ter sido apenas o de proteger e acompanhar aqueles que seriam os protagonistas dos planos de salvação de Deus: Maria e Jesus. Quanto a ele, apenas o silêncio e os bastidores do palco.

Mas nem por isto foi menos importante sua pessoa. Grande São José! Recebe a homenagem do nosso singelo e admirado louvor! Dá-nos a graça de, como tu, amarmos o silêncio quando ele fizer parte de um desígnio maior e de preferirmos os bastidores quando o palco tiver que ser ocupado por pessoas especialmente designadas por Deus. Não queremos outra grandeza que a de sermos servos de Jesus e arautos felizes de seu Evangelho. Nem hesitaremos em fugir para o Egito se for para salvar destinados por Deus como Maria e Jesus.

Nós te louvamos e bendizemos e, contigo e por tua intercessão, queremos viver e consagrar-nos a uma sagrada família, que é a nossa, que nos é graça e presente de Deus. Que nela possamos todos ter os teus sentimentos e os de Jesus e Maria, querido e admirável santo do mundo inteiro, padroeiro dos operários, espelho da paciência, pai de Jesus e esposo da Virgem Maria. Amém.”

Por Frei Neylor José Tonin. OFM.

(Convento Santo Antônio. Largo da Carioca. Rio de Janeiro)

“Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho…” seja sempre a que vem iluminar a vida com as boas lembranças que o coração nunca esquece.

 

Reproduzindo a doçura dos sentimentos e das palavras reflexivas em alguns trechos da música do Padre Zézinho, o blog sempreviva pede licença para dedicar a ‘Oração da Família’ aos filhos e a mulher do ator Domingos Montagner, rogando pelo conforto espiritual dessa família e para eles conseguirem superar o sentimento do luto com serenidade. Nesse trecho da música, ‘que os filhos conheçam a força que brota do amor!’, entregamos nossa oração a Deus para que esses filhos aprendam o sentido da origem da vida, nas doces lembranças do amor dos seus pais. Que eles possam seguir em frente, sempre de mãos dadas, fortalecidos para viver o ‘depois’. O tempo e o amor contém uma solução poderosa. A dor um dia vai passar. Mas a saudade vai se transformar em uma estrela. “Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho…” seja sempre a que vem iluminar a vida com as boas lembranças que o coração nunca esquece.  (por Labouré Lima)

Abençoa, Senhor, essa família. Amém!

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O lado bom da vida… — Nossa gratidão a família de #StefanHenze por doar os seus órgãos. O coração do atleta está vivo entre nós. Oremos por sua alma.

A capacidade de saber externar o pensamento em um texto emocionante, carregado de simbolismos e mensagens de conteúdo humanista é um dos atributos da literatura que mais me encanta na alma humana. Obrigado Adriano De Aquino por nos acrescentar com as suas palavras e nos convidar a refletir… Os órgãos do atleta Stefan Henze foram doados por sua família e salvaram quatro vidas. 

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Por Adriano De Aquino em sua página do Facebook:

14067891_10154334515009566_8275578589060630413_o“Medalhas são lindas. Aos vencedores, minha admiração.
Mas, hoje, meus sentimentos transcendem a admiração.
Aos que negam cumprimentar, xingam e achincalham seus antagonistas, alimentando a cultura do ódio, é inútil pedir um minuto de silêncio e consternação.
Mas foi isso que fiz solitariamente diante do gesto da família de Stefan Henze, técnico da equipe alemã de canoagem slalom, ex-atleta e medalhista olímpico que morreu aos 35 anos, vitima de um acidente na Barra da Tijuca. A família de Henze transcendeu todas as honrarias ao autorizar que os órgãos do atleta fiquem no Brasil, onde morreu.
Na noite de ontem os órgãos do Stefan Henze foram retirados no Miguel Couto e encaminhados a vários hospitais do Rio. O coração do atleta foi transportado para o Hospital de Laranjeiras.
Os seres humanos ainda estão entre nós!”

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“Zeus, o deus dos deuses, acolheu em seus braços o atleta Stefan Henze (35) que em vida escalou o Monte Olimpo para receber a medalha merecida.
A consternação e a tristeza se transmutaram em alegria ao saber que o coração do ex-atleta alemão voltou a bater no peito de uma mulher (66) que aguardava há um ano um doador compatível. A operação de cinco horas foi realizada na madrugada desta terça-feira no Instituto Nacional de Cardiologia (INC) de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
A equipe médica monitora a paciente nas primeiras 72 horas e assegura o êxito do transplante.
Vida. O mais precioso legado.
Legado que a família de Stefan Henze concedeu aos pacientes que aguardam na fila de transplante uma nova e melhor condição de vida.”

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Junho e a minha caixinha dos afetos…

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Realmente não posso dizer que tenha sido fácil atravessar esse mês. E a bem da verdade, depois dessas duas perdas simultâneas em 22 e 23 de junho de 2010, a vida ficou diferente… Apesar disso agradeço a Deus, pois encontrei reforço no amor da família e no carinho das amizades que sobreviveram ao tempo. Olhando para outra direção encontro a minha caixinha dos afetos, o pronto socorro aonde ficam armazenadas as boas lembranças. Elas ajudam a resgatar fragmentos da história e a amenizar a saudade.

Essa foto com a mamãe e o Tomaz abraçados a pinheira centenária que fica atrás da casa, foi clicada por mim, na aldeia Casal de Vil de Souto, Viseu, Portugal, aonde nasceu meu marido Tomaz Lima. Esse lugar memorável era um cantinho feliz… o nosso pequeno pedaço do paraíso no mundo.

30 de Junho era o dia dela… E apesar da imensa saudade da nossa matriarca, certamente esse não é um dia para tristezas. A nossa EUNICE era uma mulher alegre e plena de vida, gostava de festas e de reunir a família em torno de uma boa mesa… Guardamos esse dia em respeito a sua memória, pelo amor que sentimos, pelo que representa para a família que construiu, pelos amigos que conquistou, pelo bem que fez em sua missão na terra e pelo exemplo de vida que ficou como legado.

FAMÍLIA, LUGAR DE PERDÃO…

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“Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.
Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.
É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.”

Papa Francisco

Divulguem nas famílias.

Somos todos uma e a mesma coisa. #dicadelivros

Nascemos. Não pedimos para vir nem sabemos quem ordenou e fez a iniciação da viagem. Por um milagre que nada nem ninguém explica, chegamos. Somos fruto do ato do amor. Um bom presságio. De onde viemos será eterno mistério, o enigma que desafiou e desafia as mais notáveis inteligências na história do homem, no desencontro sem encontro de múltiplas explicações. E chegamos inconscientes, vista pardacenta, sem distinguir com precisão imagens.

Não participamos desse jogo que iniciou a viagem sem nossa colaboração, embora sejamos a meta principal e mais importante do jogo nas trocas do amor.

Com a chegada dos primeiros vestígios da consciência começamos a sair das trevas para a luz, os primeiros sinais. Começamos a enxergar figuras gigantes que rodeiam nosso berço, estão sempre presentes, nos trazem proteção, alimento e conforto; nossos pais.

Estão marcadas as personagens a que se deu o nome de família, o centro de tudo e de todas as aspirações. A ordem natural que dá forma ao mundo. O nascido irá enfrentar o fenômeno envolvente e concentrador de todas as mudanças de sua existência chamado vida.

Fonte: Livro ENSAIOS DA ALMA

Página 56 – Celso Felício Panza

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Serviço:

Livro: Ensaios da Alma*

Autor: Celso Felício Panza

Editora Muiraquitã

ISBN: 978-85-7543-150-4

14x21cm   188 páginas

Gênero: Ensaio

Preço de capa R$30,00

*Se não encontrar em uma livraria próxima de você, compre o livro direto na livraria virtual da editora.  Entregamos em todo Brasil via Correios. 

Vendas:  http://editoramuiraquita.lojaintegrada.com.br/ensaios-da-alma

Três palavras para a paz na família: licença, obrigado, desculpa.

papafranciscoQueridos irmãos e irmãs, bom dia!

A catequese de hoje é como a porta de ingresso de uma série de reflexões sobre a vida da família, a sua vida real, com os seus tempos e os seus acontecimentos. Sobre esta porta de ingresso estão inscritas três palavras que já utilizei aqui na Praça diversas vezes. E estas palavras são “licença”, “obrigado”, desculpa”. De fato, estas palavras abrem o caminho para viver bem na família, para viver em paz. São palavras simples, mas não são assim tão simples de colocar em prática! Requerem uma grande força: a força de proteger a casa, também através de mil dificuldades e provações; em vez disso, a falta delas, pouco a pouco, abre rachaduras que podem fazê-la desmoronar.

Nós as entendemos normalmente como as palavras da “boa educação”. Tudo bem, uma pessoa bem educada pede licença, diz obrigado ou se desculpa se erra. Tudo bem, mas a boa educação é muito importante. Um grande bispo, São Francisco de Sales, dizia que “a boa educação é já meia santidade”. Porém, atenção, na história conhecemos também um formalismo das boas maneiras que pode se tornar máscara que esconde a aridez da alma e o desinteresse pelo outro. Há um ditado que diz: “Atrás de boas maneiras se escondem maus hábitos”. Nem mesmo as religiões estão imunes a este risco, que faz escorregar a observância formal na mundanidade espiritual. O diabo que tenta Jesus jorra boas maneiras – é propriamente um senhor, um cavalheiro – e cita as Sagradas Escrituras, parece um teólogo. O seu estilo parece correto, mas a sua intenção é aquela de desviar da verdade do amor de Deus. Nós, em vez disso, entendemos a boa educação nos seus termos autênticos, onde o estilo das boas relações é firmemente enraizado no amor do bem e no respeito do outro. A família vive esta fineza do querer bem.

Vejamos: a primeira palavra é “licença?”. Quando nos preocupamos de pedir gentilmente também aquilo que talvez pensamos poder esperar, nós colocamos uma verdadeira proteção para o espírito da convivência matrimonial e familiar. Entrar na vida do outro, mesmo quando faz parte da nossa vida, pede a delicadeza de uma atitude não invasiva, que renova a confiança e o respeito. A intimidade, em suma, não autoriza a dar tudo por certo. E o amor, quanto mais íntimo e profundo, tanto mais exige o respeito da liberdade e a capacidade de esperar que o outro abra a porta do seu coração. A este propósito, recordamos aquela palavra de Jesus no livro do Apocalipse: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém escuta a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo” (3, 20). Também o Senhor pede a permissão para entrar! Não esqueçamos isso. Antes de fazer uma coisa em família: “Licença, posso fazê-lo? Agrada-te que eu faça assim?”. Aquela linguagem propriamente educada, mas cheia de amor. E isso faz tão bem às famílias

A segunda palavra é “obrigado”. Certas vezes é de se pensar que estamos nos tornando uma civilização das más maneiras e das más palavras, como se fossem um sinal de emancipação. Ouvimos dizer isso tantas vezes também publicamente. A gentileza e a capacidade de agradecer são vistas como um sinal de fraqueza, às vezes levanta suspeita. Esta tendência deve ser combatida no seio da própria família. Devemos nos tornar intransigentes na educação à gratidão, ao reconhecimento: a dignidade da pessoa e a justiça social passam por aqui. Se a vida familiar subestima esse estilo, a vida social também o perderá. A gratidão, então, para quem crê, está no coração da fé: um cristão que não sabe agradecer é alguém que esqueceu a linguagem de Deus. É ruim isto! Recordemos a pergunta de Jesus, quando curou dez leprosos e somente um deles voltou para agradecer (cfr Lc 17, 18). Uma vez ouvi dizer de uma pessoa idosa, muito sábia, muito boa, simples, mas com aquela sabedoria da piedade, da vida: “A gratidão é uma planta que cresce somente na terra de almas nobres”. Aquela nobreza da alma, aquela graça de Deus na alma nos impele a dizer obrigada à gratidão. É a flor de uma alma nobre. É uma bela coisa isso.

A terceira palavra é “desculpa”. Palavra difícil, certo, ainda assim necessária. Quando falta, pequenas rachaduras se alargam – mesmo sem querê-lo – até se tornar rachaduras profundas. Não por nada na oração ensinada por Jesus, o “Pai Nosso”, que resume todas as perguntas essenciais para a nossa vida, encontramos essa expressão: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” (Mt 6, 12). Reconhecer ter faltado e ter o desejo de restituir o que foi tirado – respeito, sinceridade, amor – torna-se digno do perdão. E assim se para a infecção. Se não somos capazes de nos desculpar, quer dizer que nem mesmo somos capazes de perdoar. Na casa onde não se pede desculpa começa a faltar o ar, as águas se tornam estagnadas. Tantas feridas dos afetos, tantas lacerações nas famílias começam com a perda desta palavra preciosa: “Desculpe”. Na vida matrimonial se briga tantas vezes… também “voam os pratos”, mas vos dou um conselho: nunca terminar o dia sem fazer as pazes. Ouçam bem: vocês brigam, marido e mulher? Filhos com os pais? Brigaram feio? Não é bom, mas este não é o problema. O problema é que este sentimento esteja conosco ainda um dia depois. Por isso, se brigaram, nunca terminem o dia sem fazer as pazes em família. E como devo fazer a paz? Colocar-me de joelhos? Não! Somente um pequeno gesto, uma coisinha faz a harmonia familiar voltar. Basta uma carícia, sem palavras. Mas nunca termine o dia em família sem fazer a paz. Entenderam isso? Não é fácil, mas se deve fazer. E com isso a vida será mais bela. E por isso é suficiente um pequeno gesto.

Estas três palavras-chave da família são palavras simples, e talvez em um primeiro momento nos farão sorrir. Mas quando as esquecemos, não há mais nada de que sorrir, verdade? A nossa educação, talvez, as negligencia um pouco. Que o Senhor nos ajude a colocá-las no lugar correto, no nosso coração, na nossa casa e também na nossa convivência civil. São as palavras para entrar justamente no amor da família.

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CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 13 de maio de 2015

Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal – equipe CN Notícias

Um Novo Capítulo da Vida…

A nossa família sempre foi firme e unida, nas horas boas e más. Todos sabemos que não há família isenta de problemas. Todas têm.  É inerente, algo natural da vida. Nas recentes 48 horas sofremos unidos, como família, no último adeus à Higina. Eternamente querida e especial para todos nós.

O ‘Dia Internacional da Mulher’ está chegando e a verdade seja dita, apesar de todo avanço da medicina, o ‘Câncer de Mama’ continua matando muitas mulheres. Sobre isso, quero dedicar uma reflexão mais aprofundada em outro post.

Ao acordar meu primeiro pensamento foi dirigido para Higina. Desde 1989, éramos vizinhas de porta. Nossos apartamentos são no mesmo andar. Como se fossem casas geminadas. O que nos separava era tão somente uma parede nos quartos da frente, entre o meu e o dela.  O silêncio desse novo dia trouxe a sensação de um vazio inquietante. Felizmente temos a nossa fé. Acreditamos que a esperança é a tônica da vida e que ela renasce em cada amanhecer. Como filhas de Deus estaremos sempre unidas, pela certeza de que a morte não é o fim.

É vivendo que vamos dia a dia encurtando a distância e nos preparando para o reencontro que um dia ocorrerá.

E é vivendo que amadurecemos, evoluímos espiritualmente e passamos a compreender tantas coisas e a descobrir novos valores.

Estamos recomeçando e vamos prosseguir com muita fé em Deus. O Grande Mestre há de nos guiar na construção desse novo capítulo da vida.

A esperança sobrevive!

Um poeta e seu mundo… Em memória do meu pai, no dia do seu centenário.

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Geraldo Moreira de Almeida Lima gostava de assinar sua produção literária com o pseudônimo: Geraldo Lima (Chinês). Ele foi Servidor Público durante 49 anos de sua vida. Aposentou-se na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro. Homem íntegro e sempre dedicado para a família. Tinha a alma de poeta e era apaixonado pela vida. Conheceu a professorinha camponesa Eunice, nas páginas de um clube de correspondência publicado aos domingos, por uma revista carioca. Nessa época, ele morava em Nova Friburgo. Depois de casados fixaram a residência na região serrana, onde eu e meu irmão mais velho, nascemos.  Mamãe era filha de lavradores, nascida na zona rural de Campos dos Goytacazes e foi a sua musa por 34 anos.  Eles formaram uma família que, atualmente, é composta por seis filhos, 16 netos e 6 bisnetos. Geraldo Lima foi um Trovador criativo, participou inúmeras vezes dos Jogos Florais de Nova Friburgo, Niterói, Macaé e Campos. Vitorioso em alguns concursos, ele também gostava de escrever contos, crônicas, poemas, sonetos e acrósticos. Ele viveu em um tempo distante da era da internet, mas tinha por hábito interagir com os veículos de comunicação, escrevia cartas para jornais e revistas, onde, criticava e comentava o noticiário. O poeta e escritor niteroiense, nasceu em 23 de Outubro de 1913, na cidade de Niterói, onde faleceu no dia 01 de Dezembro de 1985. Se vivo fosse, estaria completando hoje, o seu centenário.  Deus o tenha na Glória do Céu, meu querido e saudoso pai, desde sempre o meu melhor amigo e grande inspirador da vida literária!  Evoé Poeta!

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