Sta Catarina Labouré rogai por mim!

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28 de Novembro é o dia da minha madrinha de consagração, Santa Catarina Labouré a vidente da Medalha Milagrosa.

A 1ª vez que eu vi o rosto de Santa Catarina Labouré foi através da imagem que traz a assinatura dela. A minha mãe ganhou no ano em que eu nasci. E estou certa de que uma das emoções mais marcantes na minha vida foi realizar o sonho de visitar o Convento da Rue Du Bac 140, onde ela viveu em Paris. Um lugar especial que eu quero voltar sempre que for possível.

Ofereço no dia de hoje essa oração poderosa que é a minha preferida para obter uma graça.

Santa Catarina Labouré vós que ouvistes dos lábios da Virgem Santíssima essas doces palavras*:

“Eu mesma estarei convosco. Tenho sempre velado por vós e vos concederei muitas graças. Momento virá em que pensarão estar tudo perdido. Tende confiança, Eu não vos abandonarei.”

Santa Catarina Labouré rogai por mim
(faça um pedido)

Rezar 3 vezes:
Pai Nosso
Ave Maria
Glória ao Pai
Sta Catarina Labouré rogai por mim!

(Reza-se em qualquer dia. Mas especialmente a 28 de Novembro, que é o dia consagrado a Santa Catarina Labouré)

(*As palavras proféticas de Nossa Senhora para Santa Catarina Labouré, foram mencionadas por Ela no Convento das Filhas de Caridade de São Vicente de Paulo em 1830, na Rue du Bac 140, Paris)

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A HISTÓRIA DA MEDALHA MILAGROSA COMEÇOU EM PARIS…

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QUANDO A VIRGEM APARECE

O mundo sobrenatural está no meio de nós, mas nossos sentidos não podem perceber. Em sua condescendência, Deus vem a nós, diante de nossa fraqueza. Foi Ele quem nos fez! Portanto Ele sabe da nossa necessidade de sinais visíveis para chegarmos ao invisível. E a Medalha Milagrosa é um desses sinais.

A Encarnação é o 1° prodígio de Deus, se mostrando entre nós! Na sua vida terrestre, Jesus realizou numerosos milagres que atestam ser Ele o Messias anunciado e que nos convida a acreditarmos Nele; àqueles que se dirigem a Ele, com fé, Ele concede o que lhe pedem.

O tempo da Igreja não marcou a interrupção de seu amor por nós! É certo que Deus nos disse tudo por meio de seu Filho, mas Ele continua a nos prodigalizar com os sinais de sua ternura para conosco. E assim nos envia sua Mãe que vem sulcar nossa terra com suas aparições.

Não se trata de superstição acreditar nas aparições da Santa Virgem, aprovadas pela Igreja, que, se apoia nos rigorosos fundamentos críticos. Trata-se apenas de uma humilde submissão aos fatos da história, que não podem ser suprimidos, nem de sua interpretação tendenciosa da mentalidade oscilante do mundo, que constituem um desafio à superabundância da fé, uma fé autêntica.

“Bem-aventurada aquela que acreditou!”

Como não associar a este grito de admiração de Isabel à nossa transformação de incrédulos que somos em verdadeiros homens de fé, seguindo os passos da Virgem Maria.

O BOM USO DA MEDALHA MILAGROSA

Nós, fieis, temos sempre o hábito de usar medalhas de Nossa Senhora num cordão, à volta do pescoço. Essa devoção constitui, de nossa parte, um testemunho de fé, um sinal de veneração à Mãe de Deus e expressão de nossa confiança na proteção maternal da Virgem Maria.

Usar medalhas não é, pois, uma superstição. No Concílio de Trento, em 1563, a Igreja fixou o bom uso de medalhas, imagens, escapulários, lembrando aos cristãos que, é preciso que fique bem claro, quando veneramos as imagens de Cristo, da Virgem e dos Santos, não significa que colocamos nossa fé nas imagens e sim que veneramos as pessoas que elas representam.

É bem diferente de superstição, que atribui um efeito oculto ao objeto venerado, atitude automática, porém em vão.

A medalha, oriunda da aparição da Santa Virgem à Irmã Catarina Labouré, é apenas um pedacinho de metal. Não devemos considerar essa medalha como um talismã ou um amuleto com poderes mágicos, o que seria, de nossa parte, uma vã credulidade.

Pequeno memorial do amor da Virgem, a medalha nos ajuda a conservar este amor vivo em nosso coração e em nosso espírito, porque temos a memória curta e a vontade fraca!

A medalha, lembrete da fé que nos é concedida, nos estimula a demonstrar nosso reconhecimento através de um comportamento digno de uma filha de Nossa Senhora.

A Igreja abençoa estes objetos de devoção, nos fazendo lembrar que o papel deles é nos trazer à memória o amor de Jesus Cristo por nós e de aumentar nossa confiança na ajuda de sua Mãe, que é também nossa Mãe.

A medalha milagrosa compreende quatro características. Foi como que “desenhada” pela própria Virgem que a mostrou sob a forma oval, com uma invocação a ser gravada, sua própria efígie de um lado e no reverso os motivos simbólicos. E, partindo desses detalhes, a Virgem explicou seu conteúdo: a mensagem explícita e implícita de sua própria identidade, sua Imaculada Conceição, sua cooperação na salvação concedida por seu divino Filho e sua maternidade universal.

Em seguida, a Virgem Maria ainda ensinou o modo de a usar:

“Aqueles que a usarem com confiança”, palavras que nos soam como um eco das palavras de Jesus à mulher curada depois de tocar em seu manto: “Vá, a tua fé te salvou”.

Finalmente, a Virgem Maria assinala o objetivo: receber grandes graças, lembrando-nos a misericórdia de Deus e a primazia da vida espiritual.

A Virgem Maria atribui uma eficácia particular à sua medalha: a Igreja sempre admitiu que se atribua milagres, às relíquias, às imagens, às medalhas e aos escapulários. Santa Joana de Chantal não foi ela milagrosamente curada, em 1618, pela imposição das relíquias de São Carlos Borromeu, pelas mãos de São Francisco de Sales?

São Maximiliano Kolbe, em 1912, não salvou seu pulso direito de uma amputação, com a aplicação de água de Lourdes?

Está claro que é Deus quem faz os milagres, mas às vezes Ele quer fazê-los através de objetos, bem materiais de devoção, ou pela intercessão de seus servos fiéis, de seus santos e principalmente de sua Mãe!

A mensagem da medalha milagrosa é um apelo à confiança na intercessão da Virgem Maria.

Aceitemos, pois, humildemente, pedir graças pelas suas mãos!

UMA FULGURANTE DIVULGAÇÃO

Depois das aparições, Catarina Labouré toma conhecimento de sua missão: mandar cunhar uma medalha. E ela a transmite ao Padre Aladel, da ordem dos lazaristas. Não obteve o menor eco. Nomeada para Reuilly, um bairro pobre de Paris, Catarina se encontra agora a serviço dos idosos, no Asilo de Enghien.

Mas como a voz interior continuava a insistir com Catarina, um dia ela tomou coragem e disse ao Pe. Aladel: “A Virgem está descontente porque não escutam o que ela fala”. Tocado por esta admoestação, Pe. Aladel resolveu agir e com o apoio de seu superior, pôs-se a agir. E surpresa! O Bispo de Paris, Monsenhor Quélen, não vê o menor inconveniente em mandar cunhar a medalha pedida pela Virgem Maria. E ainda demonstra seu desejo de ser um dos primeiros a receber uma das medalhas.

Em fevereiro de 1832, estoura em Paris uma terrível epidemia de cólera que ocasionaria mais de 20.000 mortes. Em junho, as primeiras medalhas, cunhadas por Vachette, foram distribuídas pelas Filhas da Caridade. Logo, multiplicam-se as curas, conversões e proteções, constituindo verdadeira ressaca de graças. E o povo de Paris apelida a medalha de: medalha milagrosa.

Os milagres ocasionavam questionamentos a respeito da origem da medalha e em 1834 foi publicada uma primeira brochura a respeito da medalha milagrosa, de autoria do Abade Le Guillou, conselheiro do Bispo de Paris. Finalmente Padre Aladel escreve sobre o assunto: publica no “A Noticia”, em agosto de 1834 : 10.000 exemplares esgotaram-se em menos de dois meses. A 2ª edição do mesmo ano, esgotou-se ainda mais depressa e a terceira. . .

Paralelamente espalham-se relatos de milagres ocorridos, pinturas, gravuras e imagens que ilustravam o acontecimento.

No entanto, Catarina permanece na sombra e continua trabalhando absolutamente incógnita. E por ocasião de sua morte, em 1876, já haviam sido cunhadas mais de um bilhão de medalhas.

AS BULAS PONTIFICAIS

Em 1835, diante do “sucesso” da medalha, Monsenhor Quélen se decide pela abertura de um processo canônico que foi confiado ao Cônego Quentin, Vigário Geral.

Em geral, o reconhecimento oficial de uma aparição é feito pelo Bispo local que deverá se encontrar pessoalmente com o vidente, depois do que, se julgar necessário, ele prossegue com seu inquérito para transmitir tudo à Santa Sé, por meio da Nunciatura. No caso de Santa Catarina Labouré, todo este procedimento torna-se impraticável porque Monsenhor Quentin se comprometera com o desejo de Catarina de se manter no anonimato e no silêncio. O processo ficou, portanto inacabado.

E em 1842, em Roma, Alphonse Ratisbonne jovem banqueiro judeu alsaciano, deixou-se convencer, por um amigo, a usar a Medalha Milagrosa no bolso. No dia seguinte, na igreja de San Andréa delle Frate, a Virgem da Medalha Milagrosa lhe aparece. Sua súbita conversão teve uma grande repercussão, tornando-se motivo para um processo canônico que se tornou o ato mais oficial sobre o caso. E o reconhecimento oficial das Aparições da Virgem Maria à Santa Catarina foi feito… graças à própria medalha!

Em 1854, o Papa Pio IX, em sua bula “Ineffabilis Deus”, definiu o dogma da Imaculada Conceição. Parece ter feito uma alusão voluntária à Medalha Milagrosa ao dizer que Maria “apareceu no mundo, com sua Imaculada Conceição, tal como esplêndida aurora, cujos raios resplandecem de toda a parte.”

Em 1894, o Papa Leão XIII aprova a missa da festa de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, composta pelos lazaristas.

Em 1897, Leão XIII aprova a coroação da imagem da Imaculada Conceição, dita “da Medalha Milagrosa”.

Em 1947, após um processo que compreendia uma investigação sobre as aparições, Pio XII declara Catarina, santa.

OS TESTEMUNHOS E OS APÓSTOLOS DA MEDALHA

Dentre os primeiros a comprovar a eficácia da fé através da medalha oferecida por Nossa Senhora, podemos citar o Arcebispo de Paris, Monsenhor Quélen. Depois de minuciosa investigação sobre os fatos citados, tornou-se um propagador convicto da medalha. Obteve, pessoalmente, curas inesperadas. E o próprio Papa Gregório XVI conservava a medalha milagrosa à cabeceira de sua cama.

Desde 1833, Padre Perboyre, lazarista, ele próprio relata a cura milagrosa de um de seus confrades, atribuída à Medalha.

E quando chegou à China, onde viria a morrer mártir, em 1839, distribuiu muitas medalhas e relata, por meio de sua correspondência, numerosos milagres.

Em 1833, Frederico Ozanan trazia consigo a medalha, quando fundou, em Paris, as Conferências de São Vicente de Paulo.

E talvez o mais entusiasta da medalha foi o Cura d’Ars. Desde 1834, ele havia adquirido uma imagem de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, colocando-a sobre o tabernáculo e reproduzindo o reverso da medalha na porta do tabernáculo. No dia 1º de maio de 1836, consagrou solenemente sua paróquia à “Maria concebida sem pecado”.

Ozanam tornou-se um zeloso apóstolo da Medalha e distribuía medalhas e centenas de imagens, sobre as quais escrevia a data e o nome dos que se consagravam à Imaculada.

Em 1835, em Einsiedeln, na Suiça, a Santa Virgem apareceu a uma irmã beneditina, tendo na mão uma medalha milagrosa, virando-a para mostrar o reverso e diz: “Use esta medalha e experimentará a minha proteção especial”.

Em 1843, M. Etienne, Superior dos Lazaristas e das Filhas de Caridade, evoca as aparições como fonte de renovação das vocações e de um novo fervor que anima as duas famílias.

Em 1845, um pastor anglicano, John Newman, que usava a medalha, converteu-se tornando-se padre e depois cardeal.

Santa Bernadete, em Lourdes, usava a medalha antes das aparições da Virgem. Catarina Labouré ao ouvir falar nisso, confirmou: “É a mesma medalha”.

Santa Terezinha do Menino Jesus quando estava no Carmelo, usava a Medalha Milagrosa.

Em 1915, na Filadélfia, nos Estados Unidos, surge, por iniciativa do Padre Joseph Skelly, o Apostolado mariano com a Novena perpétua da Medalha Milagrosa.

E um novo impulso é dado à difusão da Medalha Milagrosa, graças ao Padre Kolbe. Este franciscano, nascido na Polônia, fora ordenado sacerdote em Roma, no ano de 1919. Ele celebrou sua primeira Missa na igreja de San Andréa delle Frate, onde a Imaculada havia convertido Ratisbonne. Em 1917, fundou a Milícia da Imaculada, sob a proteção da Virgem da Medalha Milagrosa, daí se originando um jornal mariano: “ O Cavaleiro da Imaculada”, com um sucesso inaudito. Ao partir para o Japão, em 1930, atravessou a França e fez uma visita ao Santuário da “rue du Bac”, ao Santuário de Lourdes e à Lisieux. Distribuía as medalhas por toda a parte, dizendo “São as minhas munições”. Tendo sido feito prisioneiro no Campo de Concentração de Auschwitz, morreu mártir a 14 de outubro de 1941, dando sua vida no lugar de um pai de família.

Hoje em dia, dois milhões de peregrinos passam anualmente pelo Santuário da Medalha Milagrosa, na Rua du Bac, e a multidão de apóstolos da Medalha Milagrosa espalhou-se pelo mundo inteiro.

Os filiados à Associação da Medalha Milagrosa, permanecem unidos pela oração e por um jornal.

Finalmente, a Internet marca a presença da Capela em domicílio, até as extremidades do mundo!

 

 

Fonte: Folheto da Capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, em Paris.

Cinco anos da primeira Viagem Apostólica Internacional do Papa Francisco. Trechos do seu discurso na chegada para a Jornada Mundial da Juventude. Rio2013

 

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Quis Deus na sua amorosa providência que a primeira viagem internacional do meu Pontificado me consentisse voltar à amada América Latina, precisamente ao Brasil, nação que se gloria de seus sólidos laços com a Sé Apostólica e dos profundos sentimentos de fé e amizade que sempre a uniram de modo singular ao Sucessor de Pedro. Dou graças a Deus pela sua benignidade.

Aprendi que para ter acesso ao Povo Brasileiro, é preciso ingressar pelo portal do seu imenso coração; por isso permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a esta porta. Peço licença para entrar e transcorrer esta semana com vocês. Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo! Venho em seu Nome, para alimentar a chama de amor fraterno que arde em cada coração; e desejo que chegue a todos e a cada um a minha saudação: “A paz de Cristo esteja com vocês!

(…)

O motivo principal da minha presença no Brasil, como é sabido, transcende as suas fronteiras. Vim para a Jornada Mundial da Juventude. Vim para encontrar os jovens que vieram de todo o mundo, atraídos pelos braços abertos do Cristo Redentor. Eles querem agasalhar-se no seu abraço para, junto de seu Coração, ouvir de novo o seu potente e claro chamado: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações».

(…)

Os pais usam dizer por aqui: “os filhos são a menina dos nossos olhos”. Que bela expressão da sabedoria brasileira que aplica aos jovens a imagem da pupila dos olhos, janela pela qual entra a luz regalando-nos o milagre da visão! O que vai ser de nós, se não tomarmos conta dos nossos olhos? Como haveremos de seguir em frente? O meu auspício é que, nesta semana, cada um de nós se deixe interpelar por esta desafiadora pergunta.

E atenção! A juventude é a janela pela qual o futuro entra no mundo. É a janela e, por isso, nos impõe grandes desafios. A nossa geração se demonstrará à altura da promessa contida em cada jovem quando souber abrir-lhe espaço. Isso significa: tutelar as condições materiais e imateriais para o seu pleno desenvolvimento; oferecer a ele fundamentos sólidos, sobre os quais construir a vida; garantir-lhe segurança e educação para que se torne aquilo que ele pode ser; transmitir-lhe valores duradouros pelos quais a vida mereça ser vivida, assegurar-lhe um horizonte transcendente que responda à sede de felicidade autêntica, suscitando nele a criatividade do bem; entregar-lhe a herança de um mundo que corresponda à medida da vida humana; despertar nele as melhores potencialidades para que seja sujeito do próprio amanhã e corresponsável do destino de todos. Com essas atitudes precedemos hoje o futuro que entra pela janela dos jovens.

Concluindo, peço a todos a delicadeza da atenção e, se possível, a necessária empatia para estabelecer um diálogo de amigos. Nesta hora, os braços do Papa se alargam para abraçar a inteira nação brasileira, na sua complexa riqueza humana, cultural e religiosa. Desde a Amazônia até os pampas, dos sertões até o Pantanal, dos vilarejos até as metrópoles, ninguém se sinta excluído do afeto do Papa. Depois de amanhã, se Deus quiser, tenho em mente recordar-lhes todos a Nossa Senhora Aparecida, invocando sua proteção materna sobre seus lares e famílias. Desde já a todos abençôo. Obrigado pelo acolhimento!

Papa Francisco

Rio de Janeiro, 22 de Julho/2013.

 

♫♫♪ Capelinha de Melão é de São João É de Cravo é de Rosa é de Manjericão… ♫♪♫

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São João no folclore …

Para quem sempre se perguntou o que significa “Capelinha de melão”, eis aqui a explicação da pesquisadora de folclore Nairzinha Spinelli Lauria: é um costume antigo homenagear o santo no dia 24 de junho com a escultura de uma capelina feita de melão (veja na foto), acompanhada de cravo, rosa e manjericão, exatamente como na música!

A festa de São João foi trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses. Na cidade, do Porto, no Norte de Portugal, São João é muito festejado.

Na ocasião, os namorados distribuem cravos e rosas e vasos de manjericão com uma crença de que com isso a relação dos dois dure muito tempo. Daí vem a música…

Capelinha de melão
é de São João,
é de cravo, é de rosa,
é de manjericão.

São João está dormindo,
não me ouve não,
acordai, acordai,
acordai, João.

 

Fonte: para ler a pesquisa completa acesse o site avǒsidade

 

Santo Casamenteiro

 

 

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Há muitas versões em torno desta crença. A mais provável é a de que, sendo invocado como santo das coisas perdidas, também passou a ser invocado como casamenteiro, já que não há nada de mais perdido do que o coração humano.

Outra versão dá conta de que Antônio enfrentou o tirano Ezzelino de Pádua que teria baixado um decreto, exigindo que as pessoas trouxessem para o casamento igual dote material e familiar. Assim, rico casava com rico e pobre com pobre. O Santo enfrentou o tirano em praça pública e dizia que as pessoas se casavam com o coração e não com a bolsa. O tirano teve que revogar o decreto. Em gratidão, o povo carregou o Santo nos ombros.

De qualquer forma, nosso Convento já foi palco de muitos casamentos, graças ao Santo Casamenteiro.

Não duvide! Boa sorte!
Santo Antônio, o casamenteiro, está a sua espera.
Pode comprar os foguetes para a festa.
UAU!

 

por Frei Neylor José Tonin

Feliz Tempo do Advento😇💒 Apenas quatro semanas nos separam do Natal…

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Enquanto aguardamos pelo nascimento do Menino Jesus, no dia 25 de Dezembro, o melhor a fazer é aproveitar esse ciclo preparativo para refletir sobre nossas vidas e o mundo a nossa volta.  Nessas quatro semanas que antecedem ao Natal devemos preparar nossa alma para viver o espírito Natalino. Esse é o momento para alimentar o AMOR, recriar a ESPERANÇA, buscar a ALEGRIA e a luz da FÉ, afim de se renovar e encorajar a seguir em frente no Ano Novo.

Labouré Lima

———————-

Convido você a se deixar envolver pela criatividade e sabedoria do texto a seguir, escrito por Maria Amélia Ruiz.

“… começa oficialmente o advento.
É um período em que as pessoas se preocupam em limpar e enfeitar suas casas para o Natal.
Mas é muito mais do que isso.
É um período em que devemos fazer faxina também em nossas almas e nossos corações.
Tirar a poeira e teias de aranha da casa, enquanto tiramos os maus sentimentos de nossos corações: ódio, mágoa, ressentimento, inveja, egoísmo…
Afastar os móveis para fazer a limpeza, e também afastar atitudes negativas como pré-julgamento, rejeição, condenação, críticas, grosseria, mentiras, maledicência, avareza, cinismo…
Limpar as janelas e limpar também o olhar, para realmente ver as pessoas à sua volta e prestar atenção aos sentimentos delas e às suas necessidades.
Terminada a limpeza, aí sim iniciar a decoração.
Encher o coração de amor, ternura, respeito, compaixão e carinho.
Encher-se de atitudes positivas como acolhimento, gentileza, generosidade…
Tentar transmitir às pessoas, próximas ou distantes, sentimentos como autoestima, confiança, paz…
Então, quando o dia de Natal chegar, estaremos preparados para dizer: pode entrar, seja bem-vindo, Senhor Jesus!”

 

 

Devoção da Medalha Milagrosa🙏💐💜

Oremos… #NossaSenhoraAparecida Rainha do Brasil, Rogai por nós e pelo mundo inteiro!

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Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida.
Mãe de meu Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e Consolação dos aflitos e atribulados, ó Virgem Santíssima, cheia de poder e bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos em todas as necessidades.

Lembrai-vos, clementíssima Mãe Aparecida, que não se consta que de todos os que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome e implorado vossa singular proteção, fosse por vós algum abandonado.

Animado com esta confiança a vós recorro: tomo-vos de hoje para sempre por minha Mãe, minha protetora, minha consolação e guia, minha esperança e minha luz na hora da morte.

Assim pois, Senhora, livrai-me de tudo o que possa ofender-vos e a vosso Filho meu Redentor e Senhor Jesus Cristo. Virgem bendita, preservai este vosso indigno servo, esta casa e seus habitantes, da peste, fome, guerra, raios, tempestades e outros perigos e males que nos possam flagelar.

Soberana Senhora, dignai-vos dirigir-nos em todos os negócios espirituais e temporais; livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, pelos merecimentos da vossa puríssima Virgindade e do preciosíssimo Sangue de vosso Filho, vos possamos ver, amar e gozar na eterna glória, por todos os séculos dos séculos.

Amém.

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NOSSA SENHORA APARECIDA: HISTÓRIA
No Brasil, a pesca da imagem, em 1717, nas águas do Rio Paraíba, foi o começo da veneração daquela que é, hoje, a Padroeira do Brasil. A pesca milagrosa aconteceu quando o Conde de Assumar, que pernoitava em Guaratinguetá, manifestou o desejo de comer peixe. Gula? Providência divina? Sinal do céu? Que importa! Três canoeiros foram chamados para satisfazer os gostos do Conde. Mas nada conseguiam pescar até que o estranho caso aconteceu. Depois de lançarem inutilmente as redes, apanharam a imagem da Santa. Depois da Santa, pescaram peixes em profusão.
A devoção a Maria não foi instantânea, mas quase. Ela ficou com o caboclo e pescador Felipe Pedroso que levou a imagem para sua casa onde permaneceu por 15 anos, rodeada pela devoção do povo que lhe atribuía muitas graças alcançadas. Em 1734, o vigário de Guaratinguetá fez construir uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. A capela foi visitada por Dom Pedro I em abril de 1822 e pela Princesa Isabel que, em 1888, viajou para pagar uma promessa, oferecendo à Virgem, na ocasião, uma coroa de ouro, cravejada de diamantes e rubis, e um manto azul ricamente adornado. Em 1834, deu-se início à construção do que é, hoje, a Basílica Velha. A nova somente foi começada em 1965.
Ela tem 173m de comprimento e 166m de largura, em formato de cruz. A cúpula mede 70m de altura. Foi visitada e oficialmente inaugurada por João Paulo II, sendo, hoje, o maior templo católico do mundo, dedicado a Maria.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi proclamada a principal Padroeira do Brasil pelo Papa Pio XI, em 1930. A imagem mede 40cm de altura e é de terracota, de argila cozida. Atualmente, de cor preta, ela teria sido multicolorida, segundo os entendidos. Por ano, é visitada por mais de 12 milhões de peregrinos.
Por Frei Neylor J. Tonin, frade franciscano menor

 

Nossa Senhora Aparecida, nos abençoe Mãe querida!

NS Aparecida

Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida,
Vós que nos amais e nos guiais todos os dias,
Vós que sois a mais bela das Mães,
a quem eu amo com todo o meu coração.

Eu vos peço mais uma vez que me ajudeis a alcançar uma graça.
(faça aqui o pedido da sua graça)

Sei que me ajudareis e sei que me acompanhareis sempre,
até a hora da minha morte.

Amém.

NB. Para alcançar uma graça procure rezar essa oração com muita fé em um lugar silencioso, uma vez ao dia, durante 3 dias. Se for urgente, faça a cada hora, durante 3 horas.

 

Que sejamos abençoados por Vós Mãe querida, e protegidos por Deus. Amém!

 

#PapaFrancisco “Acreditamos, pelo contrário, que no horizonte do homem existe um sol que ilumina para sempre. Acreditamos que os nossos dias mais belos estão ainda por vir”.

Papa Francisco

 

 

VATICANO, 23 Ago. 17 / 03:00 pm (ACI).- Durante a Audiência Geral desta quarta-feira no Vaticano, o Papa Francisco incentivou os cristãos a não se deixar levar pela nostalgia e o pessimismo e a olhar a vida com otimismo e esperança no futuro.

O Santo Padre, que sublinhou a promessa da Jerusalém Celeste feita por Jesus, pediu aos fiéis reunidos na Sala Paulo VI que se perguntem se são cristãos de primavera, que contemplam os brotos do novo mundo, ou cristãos de outono, que andam pela vida com o olhar para baixo. “Não esqueçam aquela pergunta: ‘Eu sou uma pessoa de primavera ou outono?’. De primavera, que espera a flor, que espera o fruto, que espera o sol que é Jesus, ou de outono, que está sempre com o rosto olhando para baixo, amargurado e, como disse às vezes, com a cara de pimentão no vinagre”.

A seguir, o texto completo da catequese do Papa Francisco:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Ouvimos a Palavra de Deus no livro do Apocalipse, e diz assim: “Eis que eu renovo todas as coisas” (21, 5). A esperança cristã se baseia na fé em Deus que sempre cria novidade na vida do homem, cria novidade na história, cria novidade no cosmo. O nosso Deus é o Deus que cria novidade, porque é o Deus das surpresas.

Não é cristão caminhar com o olhar voltado para baixo – como fazem os porcos: sempre vão assim – sem levantar os olhos ao horizonte. Como se todo o nosso caminho se consumisse aqui, no palmo de poucos metros de viagem; como se na nossa vida não houvesse meta alguma e nenhum porto e nós fôssemos obrigados a um eterno vaguear sem razão alguma para tantos cansaços nossos. Isso não é cristão.

As páginas finais da Bíblia nos mostram o horizonte último do caminho do crente: a Jerusalém do Céu, a Jerusalém celeste. Essa é imaginada antes de tudo como uma imensa tenda, onde Deus acolherá todos os homens para habitar definitivamente com eles (Ap 21, 3). E esta é a nossa esperança. E o que fará Deus, quando finalmente estivermos com Ele? Usará uma ternura infinita em relação a nós, como um pai que acolhe seus filhos que por longo tempo se cansaram e sofreram. João, no Apocalipse, profetiza: “Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens […] Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição […] Eis que eu renovo todas as coisas.” (21, 3-5). O Deus da novidade!

Provem meditar sobre este trecho da Sagrada Escritura não de maneira abstrata, mas depois de ter lido uma crônica dos nossos dias, depois de ter visto o telejornal ou a cobertura do jornais, onde há tantas tragédias, onde se reportam notícias tristes às quais todos corremos o risco de nos submetermos. E saudei alguns de Barcelona: quantas notícias tristes dali! Saudei alguns do Congo, e quantas notícias tristes dali! E quantas outras! Para citar somente dois países de vocês que estão aqui presentes… Procurem pensar nas faces das crianças amedrontadas pela guerra, no choro das mães, nos sonhos desfeitos de tantos jovens, nos refugiados que enfrentam viagens terríveis, e são explorados tantas vezes… A vida infelizmente também é isso. Às vezes gostaríamos de dizer que é sobretudo isso.

Pode ser. Mas há um Pai que chora conosco; há um Pai que chora lágrimas de infinita piedade pelos seus filhos. Nós temos um Pai que sabe chorar, que chora conosco. Um Pai que nos espera para nos consolar, porque conhece os nossos sofrimentos e preparou para nós um futuro diferente. Esta é a grande visão da esperança cristã, que se dilata sobre todos os dias da nossa existência e quer nos levantar.

Deus não quis as nossas vidas por erro, obrigando a si mesmo e a nós a duras noites de angústia. Criou-nos, em vez disso, porque nos quer felizes. É o nosso Pai, e nós aqui, agora, experimentamos uma vida que não é aquela que Ele quis para nós, Jesus nos garante que o próprio Deus está trabalhando no nosso resgate. Ele trabalha para nos resgatar.

Nós acreditamos e sabemos que a morte e o ódio não são as últimas palavras pronunciadas sobre a parábola da existência humana. Ser cristãos implica uma nova perspectiva: um olhar cheio de esperança. Há quem acredite que a vida tenha toda a sua felicidade na juventude e no passado e que viver seja uma lenta decadência. Outros ainda acreditam que as nossas alegrias sejam somente episódios e passagens e na vida dos homens esteja inscrito o não sentido. Aqueles que diante de tantas calamidades dizem: “Mas, a vida não tem sentido. O nosso caminho não tem sentido”. Mas nós cristãos não acreditamos nisso. Acreditamos, em vez disso, que no horizonte do homem há um sol que ilumina para sempre. Acreditamos que os nossos dias mais belos ainda estão por vir. Somos gente mais de primavera que de outono. Gostaria de perguntar, agora – cada um responda no seu coração, em silêncio, mas responda – : “Eu sou um homem, uma mulher, um rapaz, uma moça, de primavera ou de outono? A minha alma está na primavera ou no outono?”. Cada um se responda. Vemos os brotos de um mundo novo em vez das folhas amarelas nos ramos. Não nos refugiamos em nostalgias, arrependimentos e lamentações: sabemos que Deus nos quer herdeiros de uma promessa e incansáveis cultivadores de sonhos. Não esqueçam aquela pergunta: “Eu sou uma pessoa de primavera ou outono?” De primavera, que espera a flor, que espera o fruto, que espera o sol que é Jesus, ou de outono, que está sempre com o rosto olhando para baixo, amargurado e, como disse às vezes, com a cara de pimentão no vinagre.

O cristão sabe que o Reino de Deus, a sua Senhoria de amor está crescendo como um grande campo de trigo, mesmo que no meio haja o joio. Sempre há problemas, há as fofocas, as guerras, as doenças…há os problemas. Mas o grão cresce e no fim o mal será eliminado. O futuro não nos pertence, mas sabemos que Jesus Cristo é a maior graça da vida: é o abraço de Deus que nos espera no final, mas que já agora nos acompanha e nos consola no caminho. Ele nos conduz à grande “tenda” de Deus com os homens (cfr Ap 21, 3), com tantos outros irmãos e irmãs, e levaremos a Deus a recordação dos dias vividos aqui. E será bonito descobrir naquele instante que nada foi perdido, nenhum sorriso e nenhuma lágrima. Por mais que a nossa vida tenha sido longa, nos parecerá ter vivido em um sopro. E que a criação não se deteve ao sexto dia do Genesis, mas prosseguiu incansável, porque Deus sempre se preocupou conosco. Até o dia em que tudo se realizará, na manhã em que desaparecerão as lágrimas, no instante mesmo em que Deus pronunciará a sua última palavra de benção: “Eis – diz o Senhor – que eu renovo todas as coisas” (v. 5). Sim, o nosso Pai é o Deus das novidades e das surpresas. E naquele dia nós seremos realmente felizes, e choraremos. Sim: mas choraremos de alegria. Obrigado.

Com tradução de Canção Nova.

Fonte: ACI Digital

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