♫♫♪ Capelinha de Melão é de São João É de Cravo é de Rosa é de Manjericão… ♫♪♫

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São João no folclore …

Para quem sempre se perguntou o que significa “Capelinha de melão”, eis aqui a explicação da pesquisadora de folclore Nairzinha Spinelli Lauria: é um costume antigo homenagear o santo no dia 24 de junho com a escultura de uma capelina feita de melão (veja na foto), acompanhada de cravo, rosa e manjericão, exatamente como na música!

A festa de São João foi trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses. Na cidade, do Porto, no Norte de Portugal, São João é muito festejado.

Na ocasião, os namorados distribuem cravos e rosas e vasos de manjericão com uma crença de que com isso a relação dos dois dure muito tempo. Daí vem a música…

Capelinha de melão
é de São João,
é de cravo, é de rosa,
é de manjericão.

São João está dormindo,
não me ouve não,
acordai, acordai,
acordai, João.

 

Fonte: para ler a pesquisa completa acesse o site avǒsidade

 

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Santo Casamenteiro

 

 

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Há muitas versões em torno desta crença. A mais provável é a de que, sendo invocado como santo das coisas perdidas, também passou a ser invocado como casamenteiro, já que não há nada de mais perdido do que o coração humano.

Outra versão dá conta de que Antônio enfrentou o tirano Ezzelino de Pádua que teria baixado um decreto, exigindo que as pessoas trouxessem para o casamento igual dote material e familiar. Assim, rico casava com rico e pobre com pobre. O Santo enfrentou o tirano em praça pública e dizia que as pessoas se casavam com o coração e não com a bolsa. O tirano teve que revogar o decreto. Em gratidão, o povo carregou o Santo nos ombros.

De qualquer forma, nosso Convento já foi palco de muitos casamentos, graças ao Santo Casamenteiro.

Não duvide! Boa sorte!
Santo Antônio, o casamenteiro, está a sua espera.
Pode comprar os foguetes para a festa.
UAU!

 

por Frei Neylor José Tonin

Feliz Tempo do Advento😇💒 Apenas quatro semanas nos separam do Natal…

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Enquanto aguardamos pelo nascimento do Menino Jesus, no dia 25 de Dezembro, o melhor a fazer é aproveitar esse ciclo preparativo para refletir sobre nossas vidas e o mundo a nossa volta.  Nessas quatro semanas que antecedem ao Natal devemos preparar nossa alma para viver o espírito Natalino. Esse é o momento para alimentar o AMOR, recriar a ESPERANÇA, buscar a ALEGRIA e a luz da FÉ, afim de se renovar e encorajar a seguir em frente no Ano Novo.

Labouré Lima

———————-

Convido você a se deixar envolver pela criatividade e sabedoria do texto a seguir, escrito por Maria Amélia Ruiz.

“… começa oficialmente o advento.
É um período em que as pessoas se preocupam em limpar e enfeitar suas casas para o Natal.
Mas é muito mais do que isso.
É um período em que devemos fazer faxina também em nossas almas e nossos corações.
Tirar a poeira e teias de aranha da casa, enquanto tiramos os maus sentimentos de nossos corações: ódio, mágoa, ressentimento, inveja, egoísmo…
Afastar os móveis para fazer a limpeza, e também afastar atitudes negativas como pré-julgamento, rejeição, condenação, críticas, grosseria, mentiras, maledicência, avareza, cinismo…
Limpar as janelas e limpar também o olhar, para realmente ver as pessoas à sua volta e prestar atenção aos sentimentos delas e às suas necessidades.
Terminada a limpeza, aí sim iniciar a decoração.
Encher o coração de amor, ternura, respeito, compaixão e carinho.
Encher-se de atitudes positivas como acolhimento, gentileza, generosidade…
Tentar transmitir às pessoas, próximas ou distantes, sentimentos como autoestima, confiança, paz…
Então, quando o dia de Natal chegar, estaremos preparados para dizer: pode entrar, seja bem-vindo, Senhor Jesus!”

 

 

Devoção da Medalha Milagrosa🙏💐💜

Oremos… #NossaSenhoraAparecida Rainha do Brasil, Rogai por nós e pelo mundo inteiro!

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Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida.
Mãe de meu Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e Consolação dos aflitos e atribulados, ó Virgem Santíssima, cheia de poder e bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos em todas as necessidades.

Lembrai-vos, clementíssima Mãe Aparecida, que não se consta que de todos os que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome e implorado vossa singular proteção, fosse por vós algum abandonado.

Animado com esta confiança a vós recorro: tomo-vos de hoje para sempre por minha Mãe, minha protetora, minha consolação e guia, minha esperança e minha luz na hora da morte.

Assim pois, Senhora, livrai-me de tudo o que possa ofender-vos e a vosso Filho meu Redentor e Senhor Jesus Cristo. Virgem bendita, preservai este vosso indigno servo, esta casa e seus habitantes, da peste, fome, guerra, raios, tempestades e outros perigos e males que nos possam flagelar.

Soberana Senhora, dignai-vos dirigir-nos em todos os negócios espirituais e temporais; livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, pelos merecimentos da vossa puríssima Virgindade e do preciosíssimo Sangue de vosso Filho, vos possamos ver, amar e gozar na eterna glória, por todos os séculos dos séculos.

Amém.

___________________________

 

NOSSA SENHORA APARECIDA: HISTÓRIA
No Brasil, a pesca da imagem, em 1717, nas águas do Rio Paraíba, foi o começo da veneração daquela que é, hoje, a Padroeira do Brasil. A pesca milagrosa aconteceu quando o Conde de Assumar, que pernoitava em Guaratinguetá, manifestou o desejo de comer peixe. Gula? Providência divina? Sinal do céu? Que importa! Três canoeiros foram chamados para satisfazer os gostos do Conde. Mas nada conseguiam pescar até que o estranho caso aconteceu. Depois de lançarem inutilmente as redes, apanharam a imagem da Santa. Depois da Santa, pescaram peixes em profusão.
A devoção a Maria não foi instantânea, mas quase. Ela ficou com o caboclo e pescador Felipe Pedroso que levou a imagem para sua casa onde permaneceu por 15 anos, rodeada pela devoção do povo que lhe atribuía muitas graças alcançadas. Em 1734, o vigário de Guaratinguetá fez construir uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. A capela foi visitada por Dom Pedro I em abril de 1822 e pela Princesa Isabel que, em 1888, viajou para pagar uma promessa, oferecendo à Virgem, na ocasião, uma coroa de ouro, cravejada de diamantes e rubis, e um manto azul ricamente adornado. Em 1834, deu-se início à construção do que é, hoje, a Basílica Velha. A nova somente foi começada em 1965.
Ela tem 173m de comprimento e 166m de largura, em formato de cruz. A cúpula mede 70m de altura. Foi visitada e oficialmente inaugurada por João Paulo II, sendo, hoje, o maior templo católico do mundo, dedicado a Maria.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi proclamada a principal Padroeira do Brasil pelo Papa Pio XI, em 1930. A imagem mede 40cm de altura e é de terracota, de argila cozida. Atualmente, de cor preta, ela teria sido multicolorida, segundo os entendidos. Por ano, é visitada por mais de 12 milhões de peregrinos.
Por Frei Neylor J. Tonin, frade franciscano menor

 

Nossa Senhora Aparecida, nos abençoe Mãe querida!

NS Aparecida

Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida,
Vós que nos amais e nos guiais todos os dias,
Vós que sois a mais bela das Mães,
a quem eu amo com todo o meu coração.

Eu vos peço mais uma vez que me ajudeis a alcançar uma graça.
(faça aqui o pedido da sua graça)

Sei que me ajudareis e sei que me acompanhareis sempre,
até a hora da minha morte.

Amém.

NB. Para alcançar uma graça procure rezar essa oração com muita fé em um lugar silencioso, uma vez ao dia, durante 3 dias. Se for urgente, faça a cada hora, durante 3 horas.

 

Que sejamos abençoados por Vós Mãe querida, e protegidos por Deus. Amém!

 

#PapaFrancisco “Acreditamos, pelo contrário, que no horizonte do homem existe um sol que ilumina para sempre. Acreditamos que os nossos dias mais belos estão ainda por vir”.

Papa Francisco

 

 

VATICANO, 23 Ago. 17 / 03:00 pm (ACI).- Durante a Audiência Geral desta quarta-feira no Vaticano, o Papa Francisco incentivou os cristãos a não se deixar levar pela nostalgia e o pessimismo e a olhar a vida com otimismo e esperança no futuro.

O Santo Padre, que sublinhou a promessa da Jerusalém Celeste feita por Jesus, pediu aos fiéis reunidos na Sala Paulo VI que se perguntem se são cristãos de primavera, que contemplam os brotos do novo mundo, ou cristãos de outono, que andam pela vida com o olhar para baixo. “Não esqueçam aquela pergunta: ‘Eu sou uma pessoa de primavera ou outono?’. De primavera, que espera a flor, que espera o fruto, que espera o sol que é Jesus, ou de outono, que está sempre com o rosto olhando para baixo, amargurado e, como disse às vezes, com a cara de pimentão no vinagre”.

A seguir, o texto completo da catequese do Papa Francisco:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Ouvimos a Palavra de Deus no livro do Apocalipse, e diz assim: “Eis que eu renovo todas as coisas” (21, 5). A esperança cristã se baseia na fé em Deus que sempre cria novidade na vida do homem, cria novidade na história, cria novidade no cosmo. O nosso Deus é o Deus que cria novidade, porque é o Deus das surpresas.

Não é cristão caminhar com o olhar voltado para baixo – como fazem os porcos: sempre vão assim – sem levantar os olhos ao horizonte. Como se todo o nosso caminho se consumisse aqui, no palmo de poucos metros de viagem; como se na nossa vida não houvesse meta alguma e nenhum porto e nós fôssemos obrigados a um eterno vaguear sem razão alguma para tantos cansaços nossos. Isso não é cristão.

As páginas finais da Bíblia nos mostram o horizonte último do caminho do crente: a Jerusalém do Céu, a Jerusalém celeste. Essa é imaginada antes de tudo como uma imensa tenda, onde Deus acolherá todos os homens para habitar definitivamente com eles (Ap 21, 3). E esta é a nossa esperança. E o que fará Deus, quando finalmente estivermos com Ele? Usará uma ternura infinita em relação a nós, como um pai que acolhe seus filhos que por longo tempo se cansaram e sofreram. João, no Apocalipse, profetiza: “Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens […] Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição […] Eis que eu renovo todas as coisas.” (21, 3-5). O Deus da novidade!

Provem meditar sobre este trecho da Sagrada Escritura não de maneira abstrata, mas depois de ter lido uma crônica dos nossos dias, depois de ter visto o telejornal ou a cobertura do jornais, onde há tantas tragédias, onde se reportam notícias tristes às quais todos corremos o risco de nos submetermos. E saudei alguns de Barcelona: quantas notícias tristes dali! Saudei alguns do Congo, e quantas notícias tristes dali! E quantas outras! Para citar somente dois países de vocês que estão aqui presentes… Procurem pensar nas faces das crianças amedrontadas pela guerra, no choro das mães, nos sonhos desfeitos de tantos jovens, nos refugiados que enfrentam viagens terríveis, e são explorados tantas vezes… A vida infelizmente também é isso. Às vezes gostaríamos de dizer que é sobretudo isso.

Pode ser. Mas há um Pai que chora conosco; há um Pai que chora lágrimas de infinita piedade pelos seus filhos. Nós temos um Pai que sabe chorar, que chora conosco. Um Pai que nos espera para nos consolar, porque conhece os nossos sofrimentos e preparou para nós um futuro diferente. Esta é a grande visão da esperança cristã, que se dilata sobre todos os dias da nossa existência e quer nos levantar.

Deus não quis as nossas vidas por erro, obrigando a si mesmo e a nós a duras noites de angústia. Criou-nos, em vez disso, porque nos quer felizes. É o nosso Pai, e nós aqui, agora, experimentamos uma vida que não é aquela que Ele quis para nós, Jesus nos garante que o próprio Deus está trabalhando no nosso resgate. Ele trabalha para nos resgatar.

Nós acreditamos e sabemos que a morte e o ódio não são as últimas palavras pronunciadas sobre a parábola da existência humana. Ser cristãos implica uma nova perspectiva: um olhar cheio de esperança. Há quem acredite que a vida tenha toda a sua felicidade na juventude e no passado e que viver seja uma lenta decadência. Outros ainda acreditam que as nossas alegrias sejam somente episódios e passagens e na vida dos homens esteja inscrito o não sentido. Aqueles que diante de tantas calamidades dizem: “Mas, a vida não tem sentido. O nosso caminho não tem sentido”. Mas nós cristãos não acreditamos nisso. Acreditamos, em vez disso, que no horizonte do homem há um sol que ilumina para sempre. Acreditamos que os nossos dias mais belos ainda estão por vir. Somos gente mais de primavera que de outono. Gostaria de perguntar, agora – cada um responda no seu coração, em silêncio, mas responda – : “Eu sou um homem, uma mulher, um rapaz, uma moça, de primavera ou de outono? A minha alma está na primavera ou no outono?”. Cada um se responda. Vemos os brotos de um mundo novo em vez das folhas amarelas nos ramos. Não nos refugiamos em nostalgias, arrependimentos e lamentações: sabemos que Deus nos quer herdeiros de uma promessa e incansáveis cultivadores de sonhos. Não esqueçam aquela pergunta: “Eu sou uma pessoa de primavera ou outono?” De primavera, que espera a flor, que espera o fruto, que espera o sol que é Jesus, ou de outono, que está sempre com o rosto olhando para baixo, amargurado e, como disse às vezes, com a cara de pimentão no vinagre.

O cristão sabe que o Reino de Deus, a sua Senhoria de amor está crescendo como um grande campo de trigo, mesmo que no meio haja o joio. Sempre há problemas, há as fofocas, as guerras, as doenças…há os problemas. Mas o grão cresce e no fim o mal será eliminado. O futuro não nos pertence, mas sabemos que Jesus Cristo é a maior graça da vida: é o abraço de Deus que nos espera no final, mas que já agora nos acompanha e nos consola no caminho. Ele nos conduz à grande “tenda” de Deus com os homens (cfr Ap 21, 3), com tantos outros irmãos e irmãs, e levaremos a Deus a recordação dos dias vividos aqui. E será bonito descobrir naquele instante que nada foi perdido, nenhum sorriso e nenhuma lágrima. Por mais que a nossa vida tenha sido longa, nos parecerá ter vivido em um sopro. E que a criação não se deteve ao sexto dia do Genesis, mas prosseguiu incansável, porque Deus sempre se preocupou conosco. Até o dia em que tudo se realizará, na manhã em que desaparecerão as lágrimas, no instante mesmo em que Deus pronunciará a sua última palavra de benção: “Eis – diz o Senhor – que eu renovo todas as coisas” (v. 5). Sim, o nosso Pai é o Deus das novidades e das surpresas. E naquele dia nós seremos realmente felizes, e choraremos. Sim: mas choraremos de alegria. Obrigado.

Com tradução de Canção Nova.

Fonte: ACI Digital

Santa Clara seguia pegadas muito profundas…

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Francisco caminha em um prado, Clara o segue introduzindo seus pés, quase brincando, nas pegadas que Francisco deixa, e, diante da pergunta dele: «Estás seguindo minhas pegadas?», responde luminosa: «Não, outras muito mais profundas»

Fonte: Carla Neves

Santa Clara, Rogai Por Nós!

Clara de Assis

 

Biografias e Legendas dos primeiros séculos franciscanos se esmeraram em traçar um terno e irretocável perfil de Santa Clara que, aos 18 anos, abandonou a casa de seus pais para seguir as pegadas daquele que foi “seu único pai, depois de Deus, São Francisco, sua alegria, seu mestre e aquele que, por primeiro, a estabeleceu na graça de Deus”.

São Francisco mesmo a amava “com uma paternal afeição”, a ponto “de manifestar o desejo de vê-la, antes de morrer”.

A mais bonita frase, que jamais será superada, em referência a ela, foi criada por Tomás de Celano, o primeiro biógrafo de São Francisco: “FOI CLARA DE NOME, MAIS CLARA POR SUA VIDA E CLARÍSSIMA EM SUAS VIRTUDES”.

Sobre o amor que ligava Francisco e Clara, podemos dizer: Onde a pureza é o clima e a sacralidade do respeito cria o templo do enamoramento, as palavras sempre serão demasiadas, já que o silêncio vem carregado de uma presença fecunda, arrebatadora e inefável.

Frei Neylor J. Tonin, frade menor e pecador.

Oração da Esperança

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Dá-nos, ó Deus, grande e bom, a alegria da esperança que não é um bem egoísta, mas, sim, uma graça que nos faz celebrar a vitória da vida para todos e com todos.
Jesus, tu nos ensinaste que a esperança não é uma fortaleza a ser conquistada a ferro e fogo, deixando um lastro de mortos e feridos, mas uma casa de amigos que se abre para um horizonte de promessas iguais para todos os irmãos.

 
Pouco valeria, ensinaste, ter os celeiros cheios, se não houvesse convivas para a festa do Pão. Pouco valeria a amplidão dos mares, se não houvesse companheiros para a travessia. Esta é a esperança que te pedimos, ó bom Deus: a que faz brotar e florescer, frutificar e ser de todos o lindo e divino milagre da vida, da nossa vida, de todas as vidas. Amém. 

 

 

Frei Neylor in “De Joelhos: Orações, Salmos e Louvações”, p. 82 )

ABRAÇOS, AMIGOS & AMIGAS!

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