“O curioso caso de Benjamin Button”

“Algumas pessoas nascem para sentarem na beira do rio…

Algumas são atingidas por raios…

Algumas tem ouvido para música…

Algumas são artistas…

Algumas nadam…

Algumas entendem de botões…

Algumas conhecem Shakespeare…

Algumas são mães…

e algumas pessoas…

dançam…”

 

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Na vida real a quem você daria o papel de Bat Masterson para combater a corrupção no Brasil?

 

Em algum lugar do passado…

Revendo cenas de Bat Masterson

 

No velho Oeste ele nasceu,
E entre bravos se criou,
Seu nome lenda se tornou,
Bat Masterson, Bat Masterson.

Sempre elegante e cordial,
Sempre o amigo mais leal,
Foi da justiça um defensor,
Bat Masterson, Bat Masterson.

Em toda canção contava,
Sua coragem e destemor,
Em toda canção falava,
Numa bengala e num grande amor.

É o mais famoso dos heróis,
Que o velho oeste conheceu,
Fez do seu nome uma canção,
Bat Masterson, Bat Masterson.

Seu nome lenda se tornou,
Bat Masterson, Bat Masterson.
Seu nome lenda se tornou,
Bat Masterson, Bat Masterson.

(Compositor: Havens Wrey / Bart Corwin – Versão de Edson Borges)

 

A história real do personagem

William BarclayBatMasterson foi uma figura legendária do Velho Oeste americano. Ele foi caçador de búfalos, batedor do exército, jogador, delegado de fronteira, delegado federal, além de uma carreira como colunista e editor de esportes de um jornal de Nova Iorque. Descendente de Irlandeses, ele nasceu em Henryville, Quebec. Dizem que sua mãe (irlandesa com ascendência espanhola), era filha de Adrian Tenório, delegado e comerciante na região central espanhola. Conta-se que o apelido de “Bat” (Morcego), surgiu quando um desses animais sibilou pela igreja no momento do seu batismo.

A série de televisão “Bat Masterson”

Foram 108 episódios produzidos pelo canal NBC entre 1958 e 1961. Na série Masterson aparecia como um galante jogador, sempre bem vestido com seu chapéu coco e sua inseparável bengala. A série estrelada por Gene Barry foi exibida originalmente no Brasil, no ano de 1963 pela extinta Tv Excelsior que era líder de audiência nos horários de exibição de cada episódio, conforme dados pesquisados pelo instituto IBOPE. A música tema ficou famosa com a versão para o português tornando-se um dos maiores sucessos do cantor Carlos Gonzaga.

O ator Gene Barry

Seu nome artístico era Eugene Klass, nascido em Nova Iorque em 14 de junho de 1919, faleceu em Los Angeles, em 9 de dezembro de 2009. Ele foi um ator norte-americano, mais conhecido por sua participação no filme Guerra dos Mundos, de 1953, e pelos seriados de TV populares nos anos 50 e 60, Bat Masterson e Burke’s LawGene Barry foi um nome artístico adotado em homenagem ao ator John Barrymore. Por sua contribuição artística, Gene Barry ganhou uma estrela na Calçada da Fama. Na vida pessoal ele foi casado com Betty Clair Kalb, que faleceu em 2003. Ele teve dois filhos, Michael e Frederick, e adotou uma filha, Elizabeth. Gene morreu aos 90 anos, enquanto dormia na sua casa em Woodland Hills, Los Angeles, conforme informou o seu filho Frederic James Barry.

 

Sobre #AsAventurasDePi “…você não sabe a força da sua Fé até ela ser testada” 


Delírio ou metáforas? Isso não importa. Só sei que AS AVENTURAS DE PI é um filme maravilhoso que inspira um grande sentimento de coragem. Uma aventura que faz pensar sobre o poder da Fé.

Trata-se da história de um menino indiano que sobreviveu a um naufrágio e se viu sozinho num barco com um tigre. Para sobreviver aos perigos do mar e a solidão, ele passava os dias se ocupando em alimentar o tigre para não ser devorado. Depois de todo tempo que passaram juntos e ao chegar em terra firme, o sentimento que mais o incomodou foi o tigre ter ido embora sem olhar para trás.

Moral da história: suponho que o tigre era Deus testando a capacidade da sua Fé, enquanto lutava para sobreviver.

Seguem algumas partes do texto afim de exercitar a reflexão:

“Acima de tudo, não perca a esperança.”

“Suponho que no fim a vida seja um processo de abrir mão, mas o que sempre me doeu mais foi não ter um momento para dizer adeus.”

“Às vezes é difícil falar de Deus, você não sabe a força da sua Fé até ela ser testada.”

“A fé é uma casa de muitos quartos… com um quarto para a dúvida em cada andar.”

#AsAventurasDePi

A inspiração de um bom momento pode nos acompanhar por toda vida…

Comovente. O bem sempre vencerá o mal.

Filme vencedor em Cannes (curtíssima duração).
Belíssimo! De uma delicadeza comovente.
A vida é feita de momentos, mesmo curtíssimos, que nos acompanham por toda uma eternidade.
Tem a duração máxima de três minutos e um mínimo de diálogos.

Edgar Allan Poe inspirou o primeiro curta de animação recomendado “para maiores de 18 anos”

O CORAÇÃO DELATOR

The Tell Tale Heart

 Lembrando os 166 anos da morte de Edgar Allan Poe, o príncipe gótico dos escritores da sua geração.

Curiosidades: A história é conduzida, não pela insistência do narrador na sua inocência, mas na insistência na sua sanidade. Este fato é, porém, autodestrutivo pois, ao tentar provar a sua sanidade, ele admite em absoluto a sua culpa no crime.

Fontes:   Pra Ler  (Resumo) e  You Tube  (Curta de animação)

“Uma história narrada por um louco que, como todos nós, pensava ser são”. É com essa frase que nos é apresentado O Coração Delator (The Tell-Tale Heart), o primeiro curta de animação recomendado “para maiores de 18 anos”. Lançado em 1953,  ele é inspirado no conto de mesmo nome escrito por Edgar Allan Poe.

Conhecido por sua habilidade para criar universos misteriosos e macabros, Poe é um dos grandes mestres do drama e do suspense. Sua obra já inspirou uma série de adaptações cinematográficas e, The Tell-Tale Heart, rendeu à UPA Productions uma indicação ao Oscar de Melhor Curta-metragem de Animação.

Como no conto sombrio de Poe, o curta traz a narração de um pensionista que conta como precisou matar seu senhorio que tinha um “olho maldito”. O assassino nunca é visto, mas sua presença é marcada por ameaçadoras sombras e pela crescente tensão. Assista abaixo (com legendas em português):

LEIA  O CONTO QUE INSPIROU ESTE VÍDEO clicando aqui

Procurando dicas de livros‬?12002102_867019666728813_2645525204883779041_n

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Ensinar, aprender, saber voar com suas próprias asas e sorrir…

“Quando paramos para perceber as pequenas coisas da vida e usamos nossa imaginação, podemos voar mesmo sem asas…”

Esse pequeno curta metragem produzido em 2006 pela Dreamworks, conta a história de um passarinho que quer aprender a voar e no caminho reensina um homem a sorrir. Nota 10!

Dirigido por: Cameron Hood and Kyle Jefferson.

Fonte: RG Filmes 

Uma viagem no túnel do tempo… Adeus #DrJivago #RIP

Quem nunca chorou com o filme ‘Dr. Jivago’ não sabe o que é AMOR.

“A Revolução Russa de 1917 serve de cenário para a história de amor entre Yuri Jivago, um jovem médico aristocrata e Lara Antipova, uma enfermeira plebeia.

Lara é filha de uma costureira russa que, viúva, apenas consegue sustentar a casa em que ambas moram graças ao dinheiro que lhe é dado periodicamente por Victor Komarovsky, um importante e inescrupuloso expoente da sociedade local.

Apesar de Victor e a viúva manterem um relacionamento “secreto”, o homem se encanta pela beleza da doce Lara, que contava com apenas 17 anos quando ambos se beijaram pela primeira vez na volta de uma festa.

Apesar da relação vexatória mantida entre Lara e Victor, Pascha Strelnikoff, jovem romântico e revolucionário, apaixona-se pela menina e começa a namorá-la.

Enquanto a relação de Lara e Victor mostra-se destrutiva (a mãe de Lara, ao descobrir o relacionamento, tenta se matar), o namoro de Pascha e a moça se mostra uma saída sensata para ela dessa confusão, pois o moço a pede em casamento e ela aceita.

Ao saber do pedido, Victor discute com Lara e a violenta, chamando-a em seguida de “vagabunda”. Lara descontrola-se e invade uma festa de Natal na alta sociedade russa para tentar matar, sem sucesso, o ex-amante.

Jivago, que já havia visto Lara ao salvar sua mãe do suicídio, estava presente na festa com sua noiva, Tonya, e fica surpreso com a atitude e coragem da jovem. Apesar da impressão deixada, eles só se encontram anos mais tarde, ao serem voluntários (médico e enfermeira, respectivamente) na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

A esta altura, Jivago está casado e tem um filho com Tonya, enquanto Lara procura seu marido Pascha, que sumiu durante uma missão na Guerra. Por passarem seis meses juntos em uma situação tão adversa, a aproximação dos dois é inevitável.

Com o fim da Guerra, Jivago e Lara voltam para suas famílias e perdem o contato. Ao voltar para casa, Jivago se depara com a decadência da alta sociedade russa e decide fugir para o interior com sua esposa, filho e sogro.”

Oscar 1966 (EUA)

  • Ganhou cinco prêmios, nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte – A Cores, Melhor Fotografia – A Cores, Melhor Figurino – A Cores e Melhor Trilha Sonora.
  • Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Tom Courtenay), Melhor Edição e Melhor Som.

Globo de Ouro 1966 (EUA)

  • Ganhou nas categorias de Melhor Filme – Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator – Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.
  • Recebeu ainda uma indicação na categoria de Melhor Revelação Feminina (Geraldine Chaplin).

Pílulas e Pérolas — Concerto para máquina de escrever e Orquestra…

Rapidamente a máquina de escrever ficou para os museus, substituída pelo computador.

As máquinas manuais, que dominaram por cerca de um século, tinham um ruído próprio, que o compositor resolveu utilizar musicalmente.

Por isso o título está certo: temos um concerto e não um conserto.

Agradecemos a MAnW pelo envio desse pequeno filme.

Observamos apenas que com menos palhaçada o efeito provavelmente seria melhor.

Colaboração: texto de Karlheinz Weichert    (11.05.2015)

 Fonte do Vídeo:

ManW concerto para máquina de escrever. Publicado em 23/02/2013. Licença padrão do YouTube.

Cinema como arte: As técnicas da linguagem audiovisual

Os leitores brasileiros têm acesso, afinal, à versão integral do primeiro livro de um dos maiores autores da teoria da imagem e da Gestalt, Rudolf Arnheim

Muito utilizado no campo das artes, o autor iniciou seu trabalho como redator de um jornal alemão de crítica artística, como colunista de cinema e fotografia. E foi dessa prática que reuniu exemplos do que havia de melhor no cinema do período mudo, para compilar uma teoria que explicasse os méritos dos grandes filmes clássicos.

10516739_628682580562524_8250778559693503274_nSua crítica se pauta na descoberta dos elementos de percepção da imagem, em que se diferencia um olhar a imagem do mundo, para a imagem do cinema. São seis tópicos que fornecem a grade teórica a partir da qual ele vai demonstrar os frutos mais ricos que a cinematografia extraiu da imagem em movimento.

Veja mais detalhes dessa obra no blog da editora
http://editoramuiraquita.blogspot.com.br/…/cinema-como-arte…

Dados Técnicos:

Título: Cinema como arte: as técnicas da linguagem audiovisual
(Texto integral inédito)
ISBN: 978-85-7543-124-5
Autor: Rudolf Arnheim
Tradução: Marco Bonetti

Editora Muiraquitã
Formato: 16×23
Páginas: 296

Preço de Capa: R$42,00

Entregas via Correios em todo Brasil
Vendas: editora.muiraquita@gmail.com

Lua Cheia…

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“A lua está cheia, o que me fez pensar em você. Pois sei que não importa o que estou fazendo, e onde estou, esta lua será sempre do mesmo tamanho da sua do outro lado do mundo.”
Filme: “Meu querido John”

“O horário de verão torna os dias mais longos e as noites mais curtas, como se elas já não fossem curtas o suficiente.” @flabrito

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