Sta Catarina Labouré rogai por mim!

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28 de Novembro é o dia da minha madrinha de consagração, Santa Catarina Labouré a vidente da Medalha Milagrosa.

A 1ª vez que eu vi o rosto de Santa Catarina Labouré foi através da imagem que traz a assinatura dela. A minha mãe ganhou no ano em que eu nasci. E estou certa de que uma das emoções mais marcantes na minha vida foi realizar o sonho de visitar o Convento da Rue Du Bac 140, onde ela viveu em Paris. Um lugar especial que eu quero voltar sempre que for possível.

Ofereço no dia de hoje essa oração poderosa que é a minha preferida para obter uma graça.

Santa Catarina Labouré vós que ouvistes dos lábios da Virgem Santíssima essas doces palavras*:

“Eu mesma estarei convosco. Tenho sempre velado por vós e vos concederei muitas graças. Momento virá em que pensarão estar tudo perdido. Tende confiança, Eu não vos abandonarei.”

Santa Catarina Labouré rogai por mim
(faça um pedido)

Rezar 3 vezes:
Pai Nosso
Ave Maria
Glória ao Pai
Sta Catarina Labouré rogai por mim!

(Reza-se em qualquer dia. Mas especialmente a 28 de Novembro, que é o dia consagrado a Santa Catarina Labouré)

(*As palavras proféticas de Nossa Senhora para Santa Catarina Labouré, foram mencionadas por Ela no Convento das Filhas de Caridade de São Vicente de Paulo em 1830, na Rue du Bac 140, Paris)

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A HISTÓRIA DA MEDALHA MILAGROSA COMEÇOU EM PARIS…

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QUANDO A VIRGEM APARECE

O mundo sobrenatural está no meio de nós, mas nossos sentidos não podem perceber. Em sua condescendência, Deus vem a nós, diante de nossa fraqueza. Foi Ele quem nos fez! Portanto Ele sabe da nossa necessidade de sinais visíveis para chegarmos ao invisível. E a Medalha Milagrosa é um desses sinais.

A Encarnação é o 1° prodígio de Deus, se mostrando entre nós! Na sua vida terrestre, Jesus realizou numerosos milagres que atestam ser Ele o Messias anunciado e que nos convida a acreditarmos Nele; àqueles que se dirigem a Ele, com fé, Ele concede o que lhe pedem.

O tempo da Igreja não marcou a interrupção de seu amor por nós! É certo que Deus nos disse tudo por meio de seu Filho, mas Ele continua a nos prodigalizar com os sinais de sua ternura para conosco. E assim nos envia sua Mãe que vem sulcar nossa terra com suas aparições.

Não se trata de superstição acreditar nas aparições da Santa Virgem, aprovadas pela Igreja, que, se apoia nos rigorosos fundamentos críticos. Trata-se apenas de uma humilde submissão aos fatos da história, que não podem ser suprimidos, nem de sua interpretação tendenciosa da mentalidade oscilante do mundo, que constituem um desafio à superabundância da fé, uma fé autêntica.

“Bem-aventurada aquela que acreditou!”

Como não associar a este grito de admiração de Isabel à nossa transformação de incrédulos que somos em verdadeiros homens de fé, seguindo os passos da Virgem Maria.

O BOM USO DA MEDALHA MILAGROSA

Nós, fieis, temos sempre o hábito de usar medalhas de Nossa Senhora num cordão, à volta do pescoço. Essa devoção constitui, de nossa parte, um testemunho de fé, um sinal de veneração à Mãe de Deus e expressão de nossa confiança na proteção maternal da Virgem Maria.

Usar medalhas não é, pois, uma superstição. No Concílio de Trento, em 1563, a Igreja fixou o bom uso de medalhas, imagens, escapulários, lembrando aos cristãos que, é preciso que fique bem claro, quando veneramos as imagens de Cristo, da Virgem e dos Santos, não significa que colocamos nossa fé nas imagens e sim que veneramos as pessoas que elas representam.

É bem diferente de superstição, que atribui um efeito oculto ao objeto venerado, atitude automática, porém em vão.

A medalha, oriunda da aparição da Santa Virgem à Irmã Catarina Labouré, é apenas um pedacinho de metal. Não devemos considerar essa medalha como um talismã ou um amuleto com poderes mágicos, o que seria, de nossa parte, uma vã credulidade.

Pequeno memorial do amor da Virgem, a medalha nos ajuda a conservar este amor vivo em nosso coração e em nosso espírito, porque temos a memória curta e a vontade fraca!

A medalha, lembrete da fé que nos é concedida, nos estimula a demonstrar nosso reconhecimento através de um comportamento digno de uma filha de Nossa Senhora.

A Igreja abençoa estes objetos de devoção, nos fazendo lembrar que o papel deles é nos trazer à memória o amor de Jesus Cristo por nós e de aumentar nossa confiança na ajuda de sua Mãe, que é também nossa Mãe.

A medalha milagrosa compreende quatro características. Foi como que “desenhada” pela própria Virgem que a mostrou sob a forma oval, com uma invocação a ser gravada, sua própria efígie de um lado e no reverso os motivos simbólicos. E, partindo desses detalhes, a Virgem explicou seu conteúdo: a mensagem explícita e implícita de sua própria identidade, sua Imaculada Conceição, sua cooperação na salvação concedida por seu divino Filho e sua maternidade universal.

Em seguida, a Virgem Maria ainda ensinou o modo de a usar:

“Aqueles que a usarem com confiança”, palavras que nos soam como um eco das palavras de Jesus à mulher curada depois de tocar em seu manto: “Vá, a tua fé te salvou”.

Finalmente, a Virgem Maria assinala o objetivo: receber grandes graças, lembrando-nos a misericórdia de Deus e a primazia da vida espiritual.

A Virgem Maria atribui uma eficácia particular à sua medalha: a Igreja sempre admitiu que se atribua milagres, às relíquias, às imagens, às medalhas e aos escapulários. Santa Joana de Chantal não foi ela milagrosamente curada, em 1618, pela imposição das relíquias de São Carlos Borromeu, pelas mãos de São Francisco de Sales?

São Maximiliano Kolbe, em 1912, não salvou seu pulso direito de uma amputação, com a aplicação de água de Lourdes?

Está claro que é Deus quem faz os milagres, mas às vezes Ele quer fazê-los através de objetos, bem materiais de devoção, ou pela intercessão de seus servos fiéis, de seus santos e principalmente de sua Mãe!

A mensagem da medalha milagrosa é um apelo à confiança na intercessão da Virgem Maria.

Aceitemos, pois, humildemente, pedir graças pelas suas mãos!

UMA FULGURANTE DIVULGAÇÃO

Depois das aparições, Catarina Labouré toma conhecimento de sua missão: mandar cunhar uma medalha. E ela a transmite ao Padre Aladel, da ordem dos lazaristas. Não obteve o menor eco. Nomeada para Reuilly, um bairro pobre de Paris, Catarina se encontra agora a serviço dos idosos, no Asilo de Enghien.

Mas como a voz interior continuava a insistir com Catarina, um dia ela tomou coragem e disse ao Pe. Aladel: “A Virgem está descontente porque não escutam o que ela fala”. Tocado por esta admoestação, Pe. Aladel resolveu agir e com o apoio de seu superior, pôs-se a agir. E surpresa! O Bispo de Paris, Monsenhor Quélen, não vê o menor inconveniente em mandar cunhar a medalha pedida pela Virgem Maria. E ainda demonstra seu desejo de ser um dos primeiros a receber uma das medalhas.

Em fevereiro de 1832, estoura em Paris uma terrível epidemia de cólera que ocasionaria mais de 20.000 mortes. Em junho, as primeiras medalhas, cunhadas por Vachette, foram distribuídas pelas Filhas da Caridade. Logo, multiplicam-se as curas, conversões e proteções, constituindo verdadeira ressaca de graças. E o povo de Paris apelida a medalha de: medalha milagrosa.

Os milagres ocasionavam questionamentos a respeito da origem da medalha e em 1834 foi publicada uma primeira brochura a respeito da medalha milagrosa, de autoria do Abade Le Guillou, conselheiro do Bispo de Paris. Finalmente Padre Aladel escreve sobre o assunto: publica no “A Noticia”, em agosto de 1834 : 10.000 exemplares esgotaram-se em menos de dois meses. A 2ª edição do mesmo ano, esgotou-se ainda mais depressa e a terceira. . .

Paralelamente espalham-se relatos de milagres ocorridos, pinturas, gravuras e imagens que ilustravam o acontecimento.

No entanto, Catarina permanece na sombra e continua trabalhando absolutamente incógnita. E por ocasião de sua morte, em 1876, já haviam sido cunhadas mais de um bilhão de medalhas.

AS BULAS PONTIFICAIS

Em 1835, diante do “sucesso” da medalha, Monsenhor Quélen se decide pela abertura de um processo canônico que foi confiado ao Cônego Quentin, Vigário Geral.

Em geral, o reconhecimento oficial de uma aparição é feito pelo Bispo local que deverá se encontrar pessoalmente com o vidente, depois do que, se julgar necessário, ele prossegue com seu inquérito para transmitir tudo à Santa Sé, por meio da Nunciatura. No caso de Santa Catarina Labouré, todo este procedimento torna-se impraticável porque Monsenhor Quentin se comprometera com o desejo de Catarina de se manter no anonimato e no silêncio. O processo ficou, portanto inacabado.

E em 1842, em Roma, Alphonse Ratisbonne jovem banqueiro judeu alsaciano, deixou-se convencer, por um amigo, a usar a Medalha Milagrosa no bolso. No dia seguinte, na igreja de San Andréa delle Frate, a Virgem da Medalha Milagrosa lhe aparece. Sua súbita conversão teve uma grande repercussão, tornando-se motivo para um processo canônico que se tornou o ato mais oficial sobre o caso. E o reconhecimento oficial das Aparições da Virgem Maria à Santa Catarina foi feito… graças à própria medalha!

Em 1854, o Papa Pio IX, em sua bula “Ineffabilis Deus”, definiu o dogma da Imaculada Conceição. Parece ter feito uma alusão voluntária à Medalha Milagrosa ao dizer que Maria “apareceu no mundo, com sua Imaculada Conceição, tal como esplêndida aurora, cujos raios resplandecem de toda a parte.”

Em 1894, o Papa Leão XIII aprova a missa da festa de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, composta pelos lazaristas.

Em 1897, Leão XIII aprova a coroação da imagem da Imaculada Conceição, dita “da Medalha Milagrosa”.

Em 1947, após um processo que compreendia uma investigação sobre as aparições, Pio XII declara Catarina, santa.

OS TESTEMUNHOS E OS APÓSTOLOS DA MEDALHA

Dentre os primeiros a comprovar a eficácia da fé através da medalha oferecida por Nossa Senhora, podemos citar o Arcebispo de Paris, Monsenhor Quélen. Depois de minuciosa investigação sobre os fatos citados, tornou-se um propagador convicto da medalha. Obteve, pessoalmente, curas inesperadas. E o próprio Papa Gregório XVI conservava a medalha milagrosa à cabeceira de sua cama.

Desde 1833, Padre Perboyre, lazarista, ele próprio relata a cura milagrosa de um de seus confrades, atribuída à Medalha.

E quando chegou à China, onde viria a morrer mártir, em 1839, distribuiu muitas medalhas e relata, por meio de sua correspondência, numerosos milagres.

Em 1833, Frederico Ozanan trazia consigo a medalha, quando fundou, em Paris, as Conferências de São Vicente de Paulo.

E talvez o mais entusiasta da medalha foi o Cura d’Ars. Desde 1834, ele havia adquirido uma imagem de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, colocando-a sobre o tabernáculo e reproduzindo o reverso da medalha na porta do tabernáculo. No dia 1º de maio de 1836, consagrou solenemente sua paróquia à “Maria concebida sem pecado”.

Ozanam tornou-se um zeloso apóstolo da Medalha e distribuía medalhas e centenas de imagens, sobre as quais escrevia a data e o nome dos que se consagravam à Imaculada.

Em 1835, em Einsiedeln, na Suiça, a Santa Virgem apareceu a uma irmã beneditina, tendo na mão uma medalha milagrosa, virando-a para mostrar o reverso e diz: “Use esta medalha e experimentará a minha proteção especial”.

Em 1843, M. Etienne, Superior dos Lazaristas e das Filhas de Caridade, evoca as aparições como fonte de renovação das vocações e de um novo fervor que anima as duas famílias.

Em 1845, um pastor anglicano, John Newman, que usava a medalha, converteu-se tornando-se padre e depois cardeal.

Santa Bernadete, em Lourdes, usava a medalha antes das aparições da Virgem. Catarina Labouré ao ouvir falar nisso, confirmou: “É a mesma medalha”.

Santa Terezinha do Menino Jesus quando estava no Carmelo, usava a Medalha Milagrosa.

Em 1915, na Filadélfia, nos Estados Unidos, surge, por iniciativa do Padre Joseph Skelly, o Apostolado mariano com a Novena perpétua da Medalha Milagrosa.

E um novo impulso é dado à difusão da Medalha Milagrosa, graças ao Padre Kolbe. Este franciscano, nascido na Polônia, fora ordenado sacerdote em Roma, no ano de 1919. Ele celebrou sua primeira Missa na igreja de San Andréa delle Frate, onde a Imaculada havia convertido Ratisbonne. Em 1917, fundou a Milícia da Imaculada, sob a proteção da Virgem da Medalha Milagrosa, daí se originando um jornal mariano: “ O Cavaleiro da Imaculada”, com um sucesso inaudito. Ao partir para o Japão, em 1930, atravessou a França e fez uma visita ao Santuário da “rue du Bac”, ao Santuário de Lourdes e à Lisieux. Distribuía as medalhas por toda a parte, dizendo “São as minhas munições”. Tendo sido feito prisioneiro no Campo de Concentração de Auschwitz, morreu mártir a 14 de outubro de 1941, dando sua vida no lugar de um pai de família.

Hoje em dia, dois milhões de peregrinos passam anualmente pelo Santuário da Medalha Milagrosa, na Rua du Bac, e a multidão de apóstolos da Medalha Milagrosa espalhou-se pelo mundo inteiro.

Os filiados à Associação da Medalha Milagrosa, permanecem unidos pela oração e por um jornal.

Finalmente, a Internet marca a presença da Capela em domicílio, até as extremidades do mundo!

 

 

Fonte: Folheto da Capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, em Paris.

Devoção da Medalha Milagrosa🙏💐💜

Ação de Graças pelas Bênçãos recebidas por intercessão de Santa Catarina Labouré, a vidente da Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças.

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Em 28 de novembro a Igreja celebra a Santa Catarina Labouré, vidente da Medalha Milagrosa, que a Virgem disse “Deus quer te confiar uma missão; te custará trabalho, mas vencerás se pensar que o fará para a glória de Deus.”

Santa Catarina Labouré nasceu na França em 1806 em uma família de agricultores. Ele ficou órfã de mãe aos nove anos e pediu à Virgem para ser sua mãe. Sua irmã foi admitida como freira Vicentina e Catarina desde então teve que se ocupar das tarefas domésticas, e por isso não pode aprender a ler ou escrever.

Mais tarde, ela pediu ao seu pai para deixá-la ingressar na vida religiosa em um convento, mas ele recusou. Então ela pediu ao Senhor que lhe concedesse esse desejo. Tempos depois viu em sonho a um padre idoso que disse: “um dia você vai me ajudar a cuidar dos doentes.”

Aos 24 anos, em visita a sua irmã religiosa no convento, Catarina Labouré viu a imagem de São Vicente de Paulo e se deu conta de que ele era o sacerdote que viu em sonho. Desde então se propôs a ser irmã Vicentina e não desistiu até ser aceita na comunidade.

Ela foi enviada para Paris, onde fez os trabalhos mais humildes na enfermaria, nosmedalha-milagrosa cuidados com os idosos. Em 27 de Novembro de 1830, a Virgem Maria apareceu a ela na capela do convento e pede-lhe para cunhar a Medalha conforme o que estava vendo na aparição.

Com o tempo e a intercessão do Confessor da Santa, o Arcebispo de Paris permitiu fabricar a Medalha. E começaram os milagres, tal como o havia prometido a Virgem.

Com a morte de seu confessor, que sabia de todas as aparições, o seu substituto não compreendia ao escutar sobre os feitos extraordinários. Enquanto isso, ela manteve em segredo a sua história com a Virgem até mudar o confessor.

A Santa sabia que se aproximava sua hora de partir e, depois de pedir o conselho da Virgem, confiou seu segredo a Superiora. Foi através dela que se conseguiu erguer no altar, uma estátua para perpetuar a memória das aparições.

Santa Catarina Labouré foi para a ‘Casa do Pai’ aos 70 anos, dia 31 de Dezembro de 1876. Cinquenta e seis anos mais tarde, quando sua sepultura foi aberta para o reconhecimento oficial das suas relíquias, seu corpo foi encontrado intacto. Ela foi beatificada pelo Papa Pio XI em 1933 e canonizada por Pio XII em 1947.

 

 

Oração Milagrosa

“O perigo será grande, tudo parece perdido, mas Eu estarei convosco, tende confiança.”

Ó Santa Catarina Labouré que ouvistes dos lábios da Virgem Imaculada estas consoladoras palavras, alcançai-me de Deus através de Maria a graça de…

Rezar 3 vezes: Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.

“Ó Maria Concebida sem pecado, Rogai por nós que recorremos a Vós.”

Santa Catarina Labouré, vidente da Medalha Milagrosa, intercedei à Maria por nós!

 

Obs. Ao receber a graça distribua algumas Medalhas. Não importa quantas. Faça por amor e gratidão.

 

 

#DiaDaMedalhaMilagrosa

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Capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, Paris.

 

“O perigo será grande, tudo parece perdido, mas Eu estarei convosco, tende confiança.”

Ó Santa Catarina Labouré que ouvistes dos lábios da Virgem Imaculada estas consoladoras palavras, alcançai-me de Deus através de Maria a graça de…

Rezar 3 vezes: Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.

“Ó Maria Concebida sem pecado, Rogai por nós que recorremos a Vós.”

Santa Catarina Labouré, vidente da Medalha Milagrosa, intercedei à Maria por nós!

🙏
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A história do meu nome… e uma Oração Milagrosa!

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Maio se escreve com M de Maria,

a Mãe de todas as Mães!

Ofereço aos leitores do blog a Oração poderosa de Santa Catarina Labouré. E aproveito para contar a origem desse nome que recebi na pia batismal, tendo por ele o mais profundo respeito. Através dos anos, o peso dessa responsabilidade tem se acentuado a medida em que aumenta a minha devoção por Nossa Senhora.

Esse nome tem origem na linda história de Catarina Labouré, a filha primogênita de oito irmãos, nascida em Fain-lès-Moutiers, Côte-d’Or. Ela ingressou na Congregação de São Vicente de Paulo e se tornou Irmã de Caridade. Mais tarde, por escolha Divina, ela foi a vidente que recebeu a missão de mandar cunhar e difundir a Medalha Milagrosa, após as aparições do Anjo que anunciou Nossa Senhora das Graças, no Santuário da Rue Du Bac, em Paris.

Fui agraciada com esse nome por meus pais, pois eles alcançaram duas imensas graças.

A minha mãe estava grávida e o médico obstetra informou ao meu pai que se tratava de uma gestação difícil, a criança corria risco de vida. E a expectativa era somente de alguns dias para acontecer aquele parto que se anunciava tão complicado.

Meu pai saiu para uma diligência de trabalho e sofreu um grave acidente de carro, na localidade de Lumiar, região serrana de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro. O carro em que ele viajava capotou, caiu de uma ponte e se incendiou. Ele ficou desaparecido por uma noite e um dia.

A minha mãe vivia distante da família dela, que morava em outra cidade. Naquela altura, grávida de nove meses, ela estava sozinha em casa. E assim, viveu horas de angústia e expectativa por aquela ausência que não era comum. E foi durante a longa noite de espera que ela lembrou de uma maleta, onde meu pai preservava seus escritos, poesias, cartas… enfim, seus guardados mais confidenciais. Sempre muito respeitosa, ela olhava para a maleta com vontade de abrir… mas resolveu esperar o dia amanhecer.

Ela passou a noite conversando com um cão, cujo nome era King. Meu pai o havia recolhido depois que um trem, amputou uma de suas patas. King era um poodle negro, e a minha mãe dizia que era muito carinhoso. Enfim, ela e o King esperaram… e esperaram… Mas o dia amanheceu e ele não chegou. Então, ela decidiu abrir a maleta.

A primeira coisa que os seus olhos viram, no meio de tantas cartas e poesias, foi um pequeno livro ilustrado. Era a história da vida de Santa Catarina Labouré, sua origem e sua família. E por ser muito religiosa, ela abriu e leu imediatamente. Ao terminar a leitura, pediu a Santa Catarina Labouré que intercedesse junto a Nossa Senhora das Graças para que nada de grave tivesse acontecido ao meu pai. E ela também fez uma intercessão especial pelo meu nascimento, pediu que fosse abençoado pela Mãe de Jesus e que Nossa Senhora lhe enviasse um sinal dessa graça.

No fim do mesmo dia,  o barulho de um carro estacionando na frente da casa fez com que ela fosse até a janela e abrisse a cortina, então ela viu meu pai sendo conduzido por seus colegas de trabalho. A cabeça dele estava enfaixada por uma atadura, mas ele caminhava sem dificuldade. A emoção de vê-lo foi tão forte, que os primeiros sinais da hora do parto se tornaram evidentes. O mesmo carro que transportou meu pai, a levou para a maternidade.

Depois do parto e tendo superado toda as suas preocupações, a enfermeira entrou com a criança nos braços para ela amamentar. Naquele instante tão sublime, enquanto amamentava, ela dizia que os meus olhos se abriram lentamente, e ela se impressionou com a nítida lembrança dos olhos de Santa Catarina Labouré, tal e qual a foto da capa do livro. A minha mãe nunca teve dúvidas, de que a cor dos meus olhos foi o sinal da graça que ela pediu a Nossa Senhora.

E as graças não pararam de acontecer…  logo após aquele dia 4 de abril, meu pai foi surpreendido com a notícia de que o bilhete que ele comprara, dias antes do acidente, era o ganhador do maior prêmio da Loteria Federal.

Na semana das Mães, faço essa homenagem in memoriam pela educação e pelo amor que os meus pais deixaram para mim e para os meus irmãos, como o maior legado de todos: amor e respeito é o nosso verdadeiro tesouro. 

À Maria, Mãe das Mães, consagro a minha vida e procuro retribuir com respeito e devoção. 

Lembre-se que aquelas luzes apagadas, nos raios que desprendem das mãos de Maria, são as graças que deixamos de pedir. Nunca esqueça Dela em suas orações, principalmente, nos momentos em que uma graça precisa ser alcançada.

Divulgue essa oração milagrosa!

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam!

Ó Maria Concebida sem pecado, Rogai por nós que recorremos a Vós.

Santa Catarina Labouré, Vós que ouvistes dos lábios da Santíssima Virgem Maria, essas doces palavras: O perigo é grande. Tudo parece perdido. Tende confiança e não temas! Estarei convosco!”

Santa Catarina Labouré, Rogai a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa por esse pedido:

(Faça o seu pedido e ore com muita fé)

Pai Nosso – Ave Maria – Glória ao Pai.  Santa Catarina Labouré rogai por minhas intenções! (3 vezes).

Capela da Medalha Milagrosa_Paris

Faça a sua oração e clique em cima da foto para uma visita virtual ao Santuário da Medalha Milagrosa em Paris. 

Do lado esquerdo, na parte inferior do altar, encontra-se o corpo de Santa Catarina Labouré

Relatos de Santa Catarina Labouré

Nossa Senhora das Graças

Abaixo leia os relatos impressionantes dos encontros de Santa Catarina Labouré com Nossa Senhora.

Na noite de 18 para 19 de julho de 1830, festa de São Vicente de Paulo, pela primeira vez Santa Catarina Labouré vê Nossa Senhora. É seu Anjo da Guarda, na forma de um menino, que conduz até a Virgem. Ainda uma vez, passemos a ler seu relato, que impressiona pela simplicidade e unção:

” Haviam-nos distribuído um pedaço do roquete de linho de São Vicente. Eu cortei a metade e a engoli, e adormeci com o pensamento de que São Vicente me obteria a graça de ver a Santíssima Virgem. “Afinal, às onze e meia da noite, ouvi me chamarem pelo nome: Irmã Labouré! Irmã Labouré! Acordando, olhei para o lado de onde vinha a voz, que era o lado da passagem. Corro a cortina e vejo um menino vestido de branco, de mais ou menos quatro a cinco anos, e ele me diz: Levantai-vos logo e vinde à Capela: a Santíssima Virgem vos espera! … “Vesti-me depressa e me dirigi para o lado do menino, que tinha ficado de pé, sem avançar além da cabeceira de minha cama. Ele me seguiu, ou melhor, eu o segui, com ele sempre à minha esquerda, levando claridade pelos lugares onde passava. Por todos os lugares onde passávamos, as luzes estavam acessas, o que me espantava muito. Porém, muito mais surpresa fiquei quando entrei na Capela: a porta se abriu mal o menino a tocara com a ponta do dedo. Mas minha surpresa foi ainda maior quando vi todas as velas e castiçais acesos, o que me fazia lembrar a missa de meia-noite. “Entretanto, não via a Santíssima Virgem. O menino me conduziu ao presbitério, ao lado da cadeira de braços do Sr. Diretor. Ali me pus de joelhos, e o menino permaneceu de pé todo o tempo. … Por fim, chegou a hora, o menino me advertiu: Eis a Santíssima Virgem. “Ouvi então um ruído, como um frufu de vestido de seda, que vinha do lado da tribuna, junto ao quadro de São José, e que pousava sobre os degraus do altar, do lado do Evangelho, sobre uma cadeira semelhante à de Sant’Ana. … “Então, olhando para a Santíssima Virgem, dei um salto para junto dela, pus-me de joelhos sobre os degraus do altar, com as mãos apoiadas sobre os joelhos da Santíssima Virgem.
“Ali se passou o mais doce momento de minha vida. Não me seria possível dizer tudo o que senti. Ela me disse como eu devia me conduzir em relação ao meu diretor espiritual ( Pe. Aladel, que receoso de que as visões fossem ilusões diabólicas, ou efeito de uma imaginação super-excitada, aconselhou-a a não tomá-las em consideração), e várias coisas que não devo dizer; a maneira de me conduzir em meus sofrimentos: vir lançar-me ao pé do altar ( e me mostrava com a mão esquerda o pé do altar ) e ali abrir o meu coração. Ali receberia todas as consolações de que tivesse necessidade. Então eu lhe perguntei o que significavam todas as coisas que eu tinha visto, e Ela me explicou tudo”.

Em outro manuscrito, Santa Catarina Labouré foi mais explícita e revelou, pelo menos em parte, o que ouviu da Santíssima Virgem.
“Minha filha, o bom Deus quer encarregar-vos de uma missão. Tereis muito que sofrer, mas superareis esses sofrimentos pensando que o fareis para a glória do bom Deus. … Sereis contraditada. Mas tereis a graça. Não temais. Dizei tudo ( a vosso confessor ) com confiança e simplicidade. Tende confiança, não temais”.

Mais adiante, Nossa Senhora passou a falar de acontecimentos futuros que logo se verificariam:
“Os tempos serão maus. Os males virão precipitar-se sobre a França. O trono será derrubado. O mundo inteiro será transtornado por males de toda a ordem. ( A Santíssima Virgem tinha um ar muito triste ao dizer isso ). Mas vinde ao pé deste altar. Aqui as graças serão derramadas sobre todas as pessoas, grandes e pequenas, que as pedirem com confiança e fervor”.

Em seguida, Nossa Senhora falou a respeito da comunidade das Filhas de Caridade, a que pertencia Santa Catarina, e dos Sacerdotes da Congregação da Missão (Lazaristas), também fundados por São Vicente de Paulo:
“Minha filha, eu gosto de derramar graças sobre a comunidade em particular. eu gosto muito dela, felizmente. Sofro, porém, porque há grandes abusos em matéria de regularidade. As Regras não são observadas. Dizei-o àquele que está encarregado de vós, ainda que ele não seja o superior. Ele será encarregado de uma maneira particular da comunidade. Ele deve fazer tudo o que lhe for possível para repor a regra em vigor. Dizei-lhe, de minha parte, que vigie sobre as más leituras, as perdas de tempo e as visitas”.

Voltou, em seguida, a falar de terríveis acontecimentos que aconteceriam em futuro mais distante, prevendo com 40 anos de antecedência as agitações da Comuna e o assassínio do Arcebispo de Paris, e prometendo sua especial proteção, nessas horas trágicas, aos filhos e às filhas de São Vicente de Paulo:
“Conhecereis minha visita e a proteção de Deus, e a de São Vicente, sobre as duas comunidades. Tende confiança! Não percais a coragem. Eu estarei convosco. Haverá vítimas ( ao dizer isto, s Antíssima Virgem tinha lágrimas nos olhos). Para o Clero de Paris, haverá vítimas: Monsenhor, o Arcebispo (a esta palavra, lágrimas de novo) morrerá. “Minha filha, a Cruz será desprezada e derrubada por terra. O sangue correrá. Abrir-se-á de novo o lado de Nosso Senhor. as ruas estarão cheias de sangue. Monsenhor, o Arcebispo, será despojado de suas vestes (aqui a Santíssima Virgem não podia mais falar; o sofrimento estava estampado em seu rosto). Minha filha, me dizia Ela, o mundo todo estará na tristeza. A estas palavras, pensei quando isso se daria. E compreendi muito bem: quarenta anos”.

Quatro meses depois, no dia 27 de novembro de 1830, Nossa Senhora aparece novamente a Santa Catarina e lhe ensina a devoção à medalha que, por seus prodígios, o público católico chamaria a Medalha Milagrosa. Ainda uma vez, ouçamos as próprias palavras escritas mais tarde pela Santa:
“Vi a Santíssima Virgem à altura do quadro de São José. A Santíssima Virgem, de estatura média, estava de pé, vestida de branco, com um vestido de seda branco-aurora… com um véu branco que Lhe cobria a cabeça e descia de cada lado até em baixo. Sob o véu, vi os cabelos lisos repartidos ao meio e por cima uma renda de mais ou menos três centímetros de altura, sem franzido, isto é, apoiada ligeiramente sobre os cabelos. O rosto bastante descoberto, bem descoberto mesmo, os pés apoiados sobre uma esfera, quer dizer, uma metade de esfera… tendo uma esfera de ouro, nas mãos elevadas à altura do cinto de uma maneira muito natural, os olhos elevados para o Céu… seu rosto era magnificamente belo. Eu não saberia descrevê-lo… E depois, de repente, percebi anéis nos dedos, revestidos de pedras, mais belas umas que as outras, umas maiores e outras menores, que despediam raios mais belos uns que os outros. Partiam das pedras maiores os mais belos raios, sempre alargando para baixo. Eu não via mais os seus pés… Nesse momento em que estava a contemplá-la, a Santíssima Virgem baixou os olhos, olhando-me. Uma voz se fez ouvir, e me disse estas palavras: ” A esfera que vedes representa o mundo inteiro, particularmente a França… e cada pessoa em particular… ” Aqui eu não sei exprimir o que senti e o que vi; a beleza e o fulgor, os raios tão belos… ” É o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que as pedem, fazendo-me compreender quanto era agradável rezar aà Santíssima Virgem e quanto Ela era generosa para com as pessoas que rezam a Ela, quantas graças concedia às pessoas que rezam a Ela, que alegria Ela sente concedendo-as… Formou-se um quadro em torno da Santíssima Virgem, um pouco oval, onde havia, no alto, estas palavras: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós, escritas em Letras de ouro. A inscrição, em semicírculo, começava à altura da mão direita, passava por cima da cabeça e acabava na altura da mão esquerda… Então, uma voz se fez ouvir, e me disse: Fazei, fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança…”.

No mês seguinte, outra vez Santa Catarina viu Nossa Senhora. Ela estava, como em novembro, segurando o globo de ouro, encimado por uma pequena cruz também de ouro, e dos anéis jorravam os mesmos raios de luz desigual.
“Dizer-vos o que entendi no momento em que a Santíssima Virgem oferecia o globo a Nosso Senhor, é impossível transmitir” – escreveu a vidente, acrescentando a seguir: “Como eu estivesse ocupada em contemplar a Santíssima Virgem, uma voz se fez ouvir no fundo do meu coração, e me disse: Estes raios são o símbolo das graças que a Santíssima Virgem obtém para as pessoas que as pedem”.

Santa Catarina reparou que, de algumas pedras dos anéis não partiam raios. Uma voz lhe esclareceu o porquê disso:
” Estas pedras das quais nada sai são as graças que os homens se esqueceram de Me pedir “.
Termina aqui os relatos de Santa Catarina Labouré sobre os seus encontros com Nossa Senhora.

 

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

The twitteramigos Daily

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