Para uns CRISE é risco, para outros é OPORTUNIDADE.

Em 1991, fundei a editora Muiraquitã com um ex-colega de trabalho. Um pouco antes dessa época, em 1989, conheci Yan, um jovem idealizador e arrojado. Ele foi o pioneiro da editoração eletrônica no mercado editorial do Rio de Janeiro. Nos encontramos trabalhando na edição de um Dicionário de Mitologia Grega, contendo cerca de 1500 páginas distribuídas em 2 volumes. Uma obra primorosa do professor da PUC Junito Brandão, de saudosa memória. O editor da Vozes era o Frei Neylor José Tonin. Lembro que o departamento de arte da Vozes teve que trabalhar meses a fio para colocar os acentos manualmente, porque as fontes das letras gregas estavam incompletas. O período era de transição e tive que voltar para o jornal Gazeta Mercantil de São Paulo, onde trabalhava quando aceitei o convite do Frei Neylor para chefiar o escritório da Vozes no Rio. Era um cargo de confiança, uma secretaria geral da Vozes no Rio de Janeiro. Foi um tempo de grande aprendizado. Aos poucos fui me afeiçoando as atividades editoriais. Nos encontros diários, recebia gente famosa. Nem ouso nomear todos, foram muitos. Eram autores, livreiros, jornalistas, presidência de instituições culturais e grandes editores. E quando Yan me propôs parceria na captação de serviços de editoração eletrônica junto às editoras do Rio, o sonho de gerir a minha própria editora pulsava forte no meu coração. Mas tudo que eu tinha para começar era apenas o capital trabalho. Observando a minha história, percebo claramente que para uns CRISE é risco e para outros é OPORTUNIDADE. Desse modo começamos uma sociedade que durou 7 anos. O primeiro livro que publicamos surgiu em um tempo de crise, fruto das anotações que o Yan fazia após as nossas reuniões diárias, na fase embrionária da editora Muiraquitã. O título “Oportunidade — uma visão otimista da crise” foi lançado durante a conferência Mundial ECO—92, realizada no Rio. Quando Yan decidiu seguir outro caminho, lembro que ouvi dele na conversa em que foi anunciada a sua decisão: “estou vivendo um sonho que não é meu”. Sim, ele estava certo. O sonho era meu. Vesti a carapuça com todos os riscos e fiz o que devia fazer. Lutei pelo meu sonho. Realmente tem sido um tempo de lutas. Mas não tenho queixas. Tenho glorificado a Deus que até aqui tem me ajudado muito. Especialmente por entender como obra de Deus a presença da minha filha Raquel Ribeiro,  na Direção de Arte e Produção da editora. Depois de todos os anos em que ela esteve morando fora do Brasil, o seu retorno é o rejuvenescimento da marca da editora. Outra fonte de gratidão são os mais de 200 autores que a editora já publicou. Eles se tornaram nossos parceiros ao compartilhar o sonho de publicar suas obras conosco.  Agradeço a cada um deles, pela confiança demonstrada ao longo desses 25 anos da nossa editora.

As crises sempre existiram e existirão. Esta não é a primeira, nem será a última. Estamos vivendo um tempo conturbado na política brasileira. Mas não podemos perder de vista a esperança de que vamos sair de mais essa e voltar a crescer, como o país merece. O que entristece é a falta de respeito das ideologias partidárias. Apesar de não ter nenhuma filiação política nesse momento, posso afirmar que não sou dessas pessoas que se escondem na ‘zona de conforto’. Exponho meu pensamento. Mas, independente disso, reservo respeito aos meus amigos e a todos que sabem dialogar e expor as mais diferentes opiniões sobre esse momento de transição do governo brasileiro e a situação política em que o país se encontra. Mas não posso dizer que aceito de cabeça baixa, as reclamações entremeadas por xingamentos que estão nas redes sociais desde que surgiu o imbróglio da extinção do MINC.

Em 25 anos como editora de livros, nunca fiz captação de recursos. Compreendo que o mal uso da Lei Rouanet por um grupo privilegiado é a principal razão de tanta queixa. Penso que se a Lei atendesse aos pequenos produtores, ela poderia ser melhor aceita. A verdade é que os pequenos produtores de Cultura não têm a mesma chance de ser habilitados. A maior deficiência da Lei Rouanet fica por conta dos privilégios concedidos  aos grandes produtores ou ‘afilhados políticos’. São esses que conseguem habilitação para captar recursos. Os pequenos produtores são ‘sardinhas’ engolidas pelos ‘tubarões’.

Se a Lei Rouanet é o motivo da discórdia no MINC, então que seja revista ou extinta.

E sobre a volta do MINC tenho a dizer que os comentários maledicentes e atitudes desrespeitosas com ofensas a quem quer que se manifeste favorável, só demonstram o quanto nosso país precisa de Cultura e Educação.

Existe gente séria que trabalha com empenho e amor pela Cultura brasileira, ela é a raiz da nossa história. Essas pessoas merecem respeito. Não podem ser tratadas como ‘carneiros que vão enfileirados para o sacrifício silenciosamente’.

Não somos obrigados a compartilhar das mesmas opiniões, mas o respeito deve ser uma via de mão dupla. A soma das nossas diferenças é a maior riqueza da nossa Cultura.

Com o agradecimento sincero e o abraço carinhoso para todos que me respeitam e fazem por merecer a minha amizade.

🙏💜

 

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A tartaruga foi eleita como identidade visual da Muiraquitã por ser um símbolo ecológico do nosso tempo, com grande significado para a preservação ambiental. O outro motivo foi o lançamento do selo editorial durante a conferência Mundial Eco-92, realizada no Rio.

Fome de Cultura…

O ‪#‎Brasil‬ está em meio a uma ‘guerra política’ sórdida. AMOR À PÁTRIA não se justifica com demonstrações de ódio. “Quem fala contra a cultura; quem diz que AGORA os artistas ‘vão ter que trabalhar’ é o tipo de gente que demonstra o quanto cultura faz falta”. Concordo com Bruno Mazzeo. E ainda sobre o mesmo tema, me senti indignada com o nível de agressividade e falta de cultura nos comentários postados abaixo de uma entrevista da Fernanda Montenegro, que tive o desprazer de ler… A onda de protestos dos artistas e contra os artistas, culminou numa convulsão das redes sociais discutindo o fim do Ministério da Cultura. A FernanDona é uma atriz de 86 anos, ícone da nossa dramaturgia, premiada e reconhecida internacionalmente, representa e dignifica o nome do Brasil pelo Mundo afora. Tanta falta de respeito só mostra o risco que todos corremos ao lidar com pessoas que se deixam levar por um irracionalismo exarcebado.

#sábadodepoesia Notícia comovente no Dia da Árvore: o poeta plantou um “pé de poesias”…

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Nessa sexta-feira, “Dia da Árvore”, estava me arrumando para sair enquanto acompanhava as notícias pela Rádio Globo. Mania antiga que associei a outra mania, o celular. O meu anda pela casa comigo, aonde eu vou ele vai junto! Assim fico sabendo do mundo e o que acontece pelas ruas da cidade… E foi aí  que ouvi uma notícia que me encantou! Aposto que outros ouvintes, também interessados em livros e poesias, como eu, foram cativados pela ideia do poeta Darlan de Andrade, do Rio de Janeiro. Acreditem, ele “plantou um pé de poesias” usando os galhos de uma árvore morta. Gostei tanto, tanto, desse assunto que ele marcou “meu dia da árvore”. E entre uma coisa e outra, lembrava sempre dessa notícia imaginando como seria a árvore que o poeta, em seu ápice de criatividade, reinventou… e como não poderia deixar de ser fui pesquisar para ver se achava uma foto e consegui o texto original da notícia.  

Trouxe para vocês, conforme ouvi, o que foi publicado no portal da Radio Globo

“Hoje é o Dia da Árvore no Brasil. É, no Brasil. Pois o Dia da Árvore é comemorado em todo o mundo, mas em datas diferentes e por diferentes motivos. Por aqui a data foi escolhida por um motivo especial: a véspera do dia 22 de setembro. Ou seja, da chegada da primavera! Faz todo sentido, já que a estação é responsável pelo grande aparecimento de flores e por simbolizar a continuação da vida. Agora vocês já pensaram se ao invés de dar apenas flores e frutos as árvores também dessem livros?! Pois é possível. Pelo menos, é isso que garante o poeta Darlan de Andrade, do Rio de Janeiro. Ele transformou uma árvore morta em vitrine literária, batizada como Pé de Poesias, que virou um símbolo cultural no Ponto Chic, em Padre Miguel. A ideia surgiu de um bate papo com os amigos, que o convenceram de usar a árvore morta para expor o mais novo livro dele: ‘Mar de Nós’. O poeta providenciou cordas e lâmpadas, pendurou livros nos galhos apodrecidos e ainda ganhou a ajuda do Tio Valdir, compositor da Mocidade Independente de Padre Miguel, que lhe deu papel alumínio para envolver a árvore morta. Com isso, a árvore ficou com brilho e a sensação de vida para que todos a admirassem ainda mais. O novo visual faz grande sucesso no bairro e hoje, no dia da árvore, vai ser cenário de uma tarde autógrafos do poeta carioca, com muita música e poesia para todos.”

Na falta da árvore do Darlan, ilustrei com outra árvore, essa está viva, antiga e linda, e se encontra no Parque das Águas em Caxambú, Minas Gerais.

Feliz Semana da Alfabetização

Mais uma colaboração do artista Danilo Marques, que recebemos e compartilhamos com alegria.  Obrigada Danilo! Você me salvou mais uma vez, pois com a Bienal do Livro, já em ritmo de abertura, estou totalmente absorvida pelos assuntos da editora…

E aí está uma simpática homenagem desse talentoso artista, que certamente, vai agradar e alegrar nossos visitantes  leitores.

Labouré Lima

SEMANA DA ALFABETIZACAO copy

“Se tivesse um jeito de chegar… sem ter que ir…”

Vejo sempre  o programa Direção Espiritual, com o Padre Fabio de Melo, pela TV Canção Nova. Dia desses, ele se desculpava sobre a participação que fez no programa Silvio Santos e disse que errou por ter ido…. Pode ser… Mas o Padre Fabio não precisa ficar desapontado. Quem cometeu um grande erro, foi o  Silvio Santos (Señor Abravanel), em seu Programa dominical, no SBT. Ele é que deve desculpas ao imenso público cativo da espiritualidade do padre e por não ter se informado  sobre um convidado tão especial. Na recente festa de lançamento do livro “Cartas entre amigos”, dele, em parceria com o amigo Gabriel Chalita, a sessão de autógrafos na Livraria Cultura de São Paulo, ainda estava por começar, e já se falava em mais de 600 exemplares vendidos no dia, só naquela loja. Um fenômeno incontestável de mídia no Brasil!

No mesmo programa, ouvi o Padre Fabio, comentar sobre uma de suas frases preferidas. Ele disse que vai registrá-la. E deve mesmo! A expressão desse sentimento, seja defeito ou virtude, se encaixa perfeitamente no mundo louco que vivemos. Tem muita gente, e eu me incluo nesse grupo, que deve pensar algo semelhante, quando precisa sair para algum compromisso:

“Meu Deus!… Se tivesse um jeito de chegar… sem ter que ir!…” (Padre Fabio de Melo)

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Espero que o Padre Fábio continue sua missão, sendo essa bonita presença na vida de milhares de fãs que ele conquistou, no Brasil e no mundo. Sim, no mundo. Pois, como eu, outros fãs devem divulgá-lo para internautas de língua portuguesa, no exterior. Tenho duas filhas que moram fora do país. Uma em Barcelona, a outra em Melbourne. E também, uma cunhada em Portugal. Então, comecei a enviar para elas, os vídeos das palestras dele, encontrados no You Tube… e virou um hábito. Hoje, faço isso normalmente, quando alguém me pede conselhos ou demonstra carência de uma palavra espiritual.

Sentimos a espiritualidade ressoar na sua voz, quando ele canta. E enquanto teólogo, já provou que tem sabedoria e o dom da comunicação. Quando o assunto é família, ele enternece o olhar zeloso de sua mãe e se comove com as passagens de sua infância de menino pobre. Às vezes, é irreverente e engraçado. Em outras vezes, por ser “humano demais” não está isento de vaidade.  Como dirigente espiritual deixa aflorar o seu jeito “cara de família”, e nos aconselhamentos, dá uns “puxões de orelhas”, se necessário. Isso o aproxima das pessoas e lhe permite evangelizar muitas almas. Padre Fábio de Melo é um homem bonito e sedutor. Sim. Mas isso não seria tudo, sem a luz marcante da sua beleza interior, que transcende e o faz um ser cativante. Esse grande carisma, resultou no sucesso que conhecemos. (Só o Silvio Santos parece não saber disso… e usa o tempo caro da televisão, conversando amenidades, com pessoas que não tem nada para acrescentar… um desperdício, no mínimo frustrante!)

Padre Fabio, que Deus derrame sobre o senhor e sua vida, abundantes graças, protengendo-o das garras do “diabo”, que anda por aí, disfarçado em pele de cordeiro, a desafiar as almas que estão no caminho do céu.

Paz & Bem!


“Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?”

Na cidade de Joinvile houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: ‘Dai pão a quem tem fome’.

Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.

PS. Gostaríamos de dar o crédito de autoria para a estudante vencedora desse Concurso de Redação. E para a Professora que recomendou o título. Lamentávelmente, distribuiram a divulgação sem os devidos créditos. Se algum leitor do blog souber, agradecemos por nos informar.


‘Dai pão a quem tem fome’.

‘Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? Perguntei-lhe!

E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo…

– Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.

– Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes.

– O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.

– Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?

– Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.

– Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.

Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei… Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais… Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?

Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.’

 

(enviado por  Josely Vasconcellos  – Campos dos Goytacazes, RJ. Josely é bibliotecária e  amiga do blog,)

Cultura não faz mal a ninguém! A crase

A Crase

Alberto Valle


Um minúsculo sinal

conhecido como “crase”,

surge, às vezes, muito mal

colocado numa frase.


Representa a contração

de um artigo “a” definido

com um “a” preposição,

dando à frase mais sentido.


Ele é também decisivo,

quando numa oração há

pronome demonstrativo

e uma preposição “a”.


Um detalhe interessante

é que somente se inclina

quando se encontra perante

a palavra feminina.


Tudo o que foi aqui dito,

de forma simples e prática,

resume o que está escrito

numa parte da gramática.


Desculpem, mas eu só quis

oferecer a vocês

um pouco do que nos diz

uma aula de português.

Cultura não faz mal a ninguém! Palíndromos

Você sabe o que é um palíndromo?


Um palíndromo, como você deve saber, é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.

Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido:

SOCORRAM-ME, SUBI NO ÔNIBUS EM MARROCOS.

Diante do interesse pelo assunto (confesse, você leu a frase de trás pra frente), tomamos a liberdade de selecionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões…

Se você souber de algum, acrescente e passe adiante.

ANOTARAM A DATA DA MARATONA
ASSIM A AIA IA A MISSA
A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA
A DROGA DA GORDA
A MALA NADA NA LAMA
A TORRE DA DERROTA
LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL
O CÉU SUECO
O GALO AMA O LAGO
O LOBO AMA O BOLO
O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO
RIR, O BREVE VERBO RIR
A CARA RAJADA DA JARARACA
SAÍRAM O TIO E OITO MARIAS
ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

Clodovil Hernandes: “Só o que nos pertence é nossa alma e nosso caráter!”

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Clodovil Hernandes vai fazer falta no cenário brasileiro! A  melhor e maior prova de Sua Excelência foi a eleição para a Câmara Federal, como o quarto lugar, entre os Deputados mais votados do Brasil. Felizmente, ele teve tempo de ver a sua absolvição, no rumoroso processo  por ter mudado de partido. Ele só não teve mais destaque na comunicação, porque era mesmo um  “linguarudo” que nunca deixava respostas pra depois! Daí, toda a polêmica que sempre envolveu seu nome. Mas é inegável, que,ele marcou sua época como um “Mestre da Alta Costura”.  E também, foi marcante a sua entrada, pela porta da frente, na política brasileira. Sendo honrado com uma expressiva votação do público, que soube cativar, ao fazer bom uso de sua popularidade nos programas de TV, das melhores emissoras do país:

Programas

Clodovil tinha a capacidade de transmitir mensagens de fácil compreensão, que eram bem recebidas pelo povo. “Por Excelência” e em autoelogio  considerava-se “Chiquérrimo”.  Clodovil Hernandes chegou, viu e venceu!  Aplausos eternos Clô! Que Deus o receba com glórias, na chegada em sua vida nova! Oxalá, encontre a sua mãezinha adotiva Izabel Sanches Hernandes e descanse em paz,  junto dela para sempre!

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BRASÍLIA – A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)
aprovou, nesta quarta-feira, por unanimidade, o projeto do deputado Clodovil Hernandes (PR-SP) que altera a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/73) para autorizar o enteado ou a enteada a adotar o nome de família do padrasto ou da madrasta.  “O Globo”  Online  em 18/03/2009

As propostas do Deputado Clodovil

Retirado dos comentários do Blog A Nova Corja:

“Fábio Carvalho diz: 20:50, 17/03/09

Algumas proposições do parlamentar

Clodovil Hernandes:

PEC 280/2008 – Limita em 250 o número de Deputados que integram a Câmara dos Deputados e cria normas para que nenhuma unidade da Federação fique com menos de quatro ou mais de trinta representantes [hoje são 513; mínimo de 8 deputados, máximo de 70]. Também apresentou proposta de realização de plebiscito para referendar a redução do número de deputados.

PL 3268/2008 – Estabelece sobre os crimes de homicídio e de lesão corporal praticados na direção de veículo automotor, nas hipóteses em que o condutor estiver sob a influência de álcool ou substância tóxica ou entorpecente de efeitos análogos, ou participando, em via pública, de corrida, disputa ou competição automobilística não autorizada pela autoridade competente – “racha” ou “pega”.

PL 2374/2007 – Acrescenta parágrafo ao art. 168 da Consolidação das Leis do Trabalho, para tornar obrigatório o exame de próstata para os trabalhadores do sexo masculino com idade a partir de quarenta anos.

PL 2310/2007 – Substitui o ramo de fumo pela cana-de-açúcar na representação das Armas Nacionais.

PL 1875/2007 – Acrescenta parágrafo ao art. 6º da Lei nº 8.987, de 1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos previsto no art. 175 da Constituição Federal. Caracteriza como descontinuidade do serviço a interrupção, motivada por inadimplemento do usuário, sempre que colocar em risco a saúde e a dignidade da pessoa humana.

PL 991/2007 – Institui o dia da mãe adotiva a ser comemorado, anualmente, no 3º Domingo do mês de maio. [Ele foi criado por pais adotivos, nunca conheceu os pais biológicos].

PL 989/2007 – Isenta do pagamento de pedágio em via do sistema rodoviário federal os veículos automotores especialmente destinados à condução coletiva de escolares.

PL 821/2007 – Garante ao dublador de obra audiovisual a menção de seu nome ou sinal nos créditos da obra e o direito de participarem dos resultados de exibição, nos termos previstos no contrato de trabalho que vierem a negociar.

PL 820/2007 – Altera o Estatuto da Criança e do Adolescente. Aumenta o período de internação de três para oito anos para infratores. Estabelece a libertação compulsória aos 26 anos de idade (hoje é 21).

PL 580/2007 – Altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, para dispor sobre o contrato civil de união homoafetiva.

PL 255/2007 – Proíbe a fabricação e comercialização de produtos de qualquer natureza, destinados ao público infantil, reproduzindo a forma de cigarro e similares.

PL 254/2007 – Institui o seguro obrigatório de responsabilidade civil dos promotores de eventos recreativos, artísticos ou culturais por danos ao público.

PL 218/2007 – Condiciona a concessão de reajustes nas tarifas ou preços praticados pelas empresas prestadoras dos serviços públicos que especifica à prévia realização de audiência pública.

PL 217/2007 – Dispõe sobre a garantia de imediato atendimento médico, psicológico e social às vítimas de violência sexual.

PL 207/2007 – Obriga o estabelecimento de ensino a divulgar a lista de material escolar quarenta e cinco dias antes da data final para matrícula.

PL 206/2007 – Autoriza o enteado a adotar o nome de família do padrasto. (Aprovada)

Muitos dos projetos, para não dizer todos, eram de interesse e certa relevância para o povo brasileiro. Claro que Clodovil fica marcado pelo seu lado artista, mas uma coisa que se devia salientar, indiferente da opinião sobre ele, era a sua inegável inteligência. É de se lamentar a perda.”

Cerimônia Budista na Thailandia

Raquel e James,  sonharam com a realização deste cerimonial budista, na ilha Thailandesa  Koh Ma, junto de Koh Phangan. Na verdade, essa ilha é um pequeno paraíso que os noivos descobriram e elegeram como o lugar ideal para celebrar um dos momentos mais significativos da vida do casal.

Outros momentos, certamente, devem significar bastante para eles. Como a primeira parte do casamento, realizado no civil, em Melbourne, no dia 17 de Fevereiro de 2009.  Já noticiado aqui no blog. E a futura cerimônia católica, a se realizar em Niterói.

Viva os noivos! Eles conseguiram! Pessoas queridas para ambos, compareceram ao evento. Alguns familiares  e amigos honraram o convite e foram compartilhar o momento em que o sonho se tornou real.

E aqui estão algumas fotos cedidas por Susie Farrer – irmã do noivo que já retornou para Melbourne – a qual agradeço o carinho de compartilhar comigo, essas imagens  que saciaram a minha ansiedade de “mãe-da-noiva”. Os recém-casados, ainda estão em férias na Thailandia. Portanto, não passaram as fotos para o computador.

Existem muitos formas de celebrar uma ocasião como essa. E pela ausência me coube, por motivos já expostos  no blog,  celebro  honrosamente com os amigos do “Sempreviva”!

Estou muito feliz por minha filha e por receber James como meu filho também!

Para finalizar, lembro uma citação que o “saudoso Dilson” – pai da noiva – certamente usaria:  “Vamos ver fotos! Uma imagem vale mais que mil palavras!”

Abraços de Paz & Bem!

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James e Raquel com a sobrinha dele – Maddie.

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Raquel recebe o abraço da Helen – mãe do noivo.

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James recebe o abraço do seu pai.

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O abraço da irmã – Ana Paula – em nome de toda a nossa família.

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O abraço do melhor amigo…

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Que as maiores Bênçãos do generoso Deus estejam presentes em todos os dias na vida de vocês – meus filhos!

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A confraternização…

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Um carinhoso abraço para Susie… obrigada!

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