#EuQueroéBotarMeuBlocoNaRua a biografia do cantor e compositor #SergioSampaio em destaque na #BienalRio

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Sobre o livro:
Sérgio Moraes Sampaio nasceu na cidade capixaba de Cachoeiro de Itapemirim, em 13 de abril de 1947 e faleceu no Rio de Janeiro em 15 de maio de 1994. Foi um cantor e compositor brasileiro e suas composições transitam por vários estilos musicais, indo do samba e choro, ao rock’n roll, blues e balada. Sobre a poética de suas composições, em que se vê elementos de Kafka e Augusto dos Anjos, que lia e apreciava, Jorge Luiz do Nascimento declarou num estudo: “A paisagem urbana em geral, e a carioca em particular, na poética de Sérgio Sampaio, possui a fúria modernista. Porém, o espelho futurista já é um retrovisor, e o que o presente reflete é a impossibilidade de assimilação de todos os índices e ícones da paisagem urbana contemporânea.” No dizer do cantor e compositor Lenine: “Sérgio foi um desses enturmados sem turma, como Tim e Raul Seixas”.

 

foto_rodrigoSobre o autor:

Rodrigo Moreira, em um excepcional trabalho de pesquisa, fez um apaixonado resgate da vida do artista, dentro de uma época rica em sua metamorfose, significativa para a MPB, no período dos Festivais da Canção. Em seus relatos existem histórias inéditas e curiosas, de encontros e desencontros entre parceiros musicais, com fotos ilustrativas.

O livro foi escrito com toques de humor e rara sensibilidade, guardando sempre muito respeito e carinho para com a obra do artista.

 

Atenção a esse recado da editora: Se você está longe e não pode participar da XVIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, não se preocupe. Os lançamentos das Edições Muiraquitã são despachados para todo Brasil via Correios📚

Clique aqui e verifique na livraria virtual da Editora Muiraquitã como receber esse livro em seu endereço.

 

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A escritora Karine Aragão está em destaque na #BienalRio com o livro juvenil #ATeiadosSonhos que traz uma forte abordagem sobre #SetembroAmarelo

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mockup_a_teiaSobre o livro:
Levanta questões sobre os conflitos vividos pelo jovem
na sociedade moderna. A juventude está adoecendo diante de tantas cobranças para caber em padrões sociais, que nem sempre são compatíveis com personalidades tão distintas.
O livro A Teia dos Sonhos, da autora Karine Aragão, discute exatamente essas questões a partir da história de duas amigas de 16 anos, que vivem as experiências comuns à rotina de qualquer adolescente, o primeiro amor, as cobranças da escola, os conflitos com os pais, a ansiedade quando surgem as dúvidas e, acima disso, a dificuldade de procurar novas referências quando se sentem perdidos num mundo que nem sempre funciona do jeito que a gente quer.

 

20988527_1515197901876858_7535790263754197530_oSobre a autora:
Karine Aragão é mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal Fluminense (UFF), doutora em Cultura Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professora de jovens na cidade de Niterói.
Karine é uma escritora que vive de dentro esse universo adolescente. Seu dia a dia, como professora, é cercado de conflitos e de dilemas comuns a essa faixa etária. Por isso, a narrativa de “A Teia dos Sonhos” ganha tanta identificação entre seus personagens e o público leitor, trazendo as experiências comuns à rotina de qualquer adolescente, o primeiro amor, as cobranças da escola, os conflitos com os pais, a ansiedade quando surgem as dúvidas e, acima disso, a dificuldade de procurar novas referências quando se sentem perdidos

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Lançamento na #BienalRio A #EditoraMuiraquitã apresenta Paula Vinagre em sua estreia na categoria #romance

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capa espelho da almaSobre o livro:
Espelho da Alma é um “thriller” que o leitor prende sua atenção do princípio ao final da leitura. Um livro com personagens envolventes, que a cada capítulo revelam suas verdadeiras personalidades. Dividido em duas histórias, repletas de reviravoltas, os dois enredos tem em comum um espelho, que desnuda a alma humana. Através dele, o ser humano mostra seus medos, fraquezas, desejos, inseguranças. No final, as duas histórias se entrelaçam num desfecho emocionante. Qual o limite entre o bem e o mal? Até que ponto podemos chegar para salvar um ente querido? Esses questionamentos são colocados no livro, na forma de um puro cristal, emoldurado por pedrarias, que mostra um belo trabalho de marchetaria.

Paula Vinagre

Sobre a autora:
Advogada, mas desde muito cedo se dedicou à carreira de escritora. Em 1985 participou da antologia “Escritores Brasileiros” com sua poesia “E esse amor que não passa”, publicada pela Crisalis Editora. Além de “Espelho da Alma” é autora dos livros infantis ”O Mucongo do Campo de São Bento” e “O Menino que sonhava com a Amazônia”, lançados em 2001 e 2009 respectivamente, pela Editora Muiraquitã.

 

 

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Dia do Motociclista

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Sou do tempo em que se reservava um espaço para acomodar capacetes, casacos de couro e luvas, quando esperávamos amigos motociclistas…

Guardo boas lembranças do tempo de convívio com amigos praticantes do motociclismo. Pessoas lindas de coração e alma.
Em uma época não muito distante, a gente desfrutava de um Rio de Janeiro que se tornou inesquecível. Nos permitíamos o prazer de sair a noite para passear. Éramos um grupo formado por vinte e poucos amigos. Um dos nossos roteiros preferidos para os passeios em noite de lua cheia era subir o Alto da Tijuca pela Usina e descer a Estrada das Canoas até São Conrado. Aquelas máquinas maravilhosas tipo Harley Davidson, Kawasaki e outras… Não me imagino fazendo isso hoje, mas nem com escolta. O que fizeram com o Rio de Janeiro foi algo inominável.
Atualmente tudo mudou. Nos grandes centros urbanos, no interior e no mundo todo, houve a expansão das vendas e não falta engarrafamento de motoqueiros por todo lado. Tem gente boa pilotando motos e também gente má andando em duas rodas por aí.
Sem querer julgar todos por um… A poucos dias nossa cachorrinha Lazy foi atropelada por um motoqueiro impiedoso que a deixou amputada, em uma das patas dianteiras. Mas felizmente, a Lazy é uma guerreira. Depois dessa, vamos ter que rebatizar seu nome para ‘Lazy Lady Valente’. Ela reagiu tão bem que já saiu da clínica veterinária, fez a primeira troca de curativos, voltou para casa e já está tentando correr. Ela se diverte com as sombras dos passarinhos. Acreditem, graças a Deus!
Labouré Lima

#DiaDoEscritor “Enquanto escritor, as palavras são a sua tinta. Utilize todas as cores.” Rhys Alexander

O ato de escrever é um desafio que causa excitação, provoca sentimentos, desperta reflexões, sensações, emoções, desejos e torna cativo quem o faz. Cada texto é uma viagem diferente ao mundo do conhecimento. Labouré Lima

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( The Book…….by Kylie Parker via Twitter @Gabriele_Corno )

 

Algumas frases de escritores célebres:

“Escrever é fácil. Você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca ideias.” Pablo Neruda 

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida” Fernando Pessoa

“O escritor é o peixe de mar profundo. O sol não entra, mas ele tem o oceano todo” Carlos Heitor Cony

“Enquanto escritor, as palavras são a sua tinta. Utilize todas as cores.” Rhys Alexander

“Poeta, não é somente o que escreve. É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso” Cora Coralina

“Um poeta é alguém que fica na chuva esperando ser atingido por um raio” James Dickey

“Na minha opinião, ser escritor não é apenas escrever livros, é muito mais uma atitude perante a vida, uma exigência e uma intervenção.” José Saramago

 

 

Oração da Esperança

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Dá-nos, ó Deus, grande e bom, a alegria da esperança que não é um bem egoísta, mas, sim, uma graça que nos faz celebrar a vitória da vida para todos e com todos.
Jesus, tu nos ensinaste que a esperança não é uma fortaleza a ser conquistada a ferro e fogo, deixando um lastro de mortos e feridos, mas uma casa de amigos que se abre para um horizonte de promessas iguais para todos os irmãos.

 
Pouco valeria, ensinaste, ter os celeiros cheios, se não houvesse convivas para a festa do Pão. Pouco valeria a amplidão dos mares, se não houvesse companheiros para a travessia. Esta é a esperança que te pedimos, ó bom Deus: a que faz brotar e florescer, frutificar e ser de todos o lindo e divino milagre da vida, da nossa vida, de todas as vidas. Amém. 

 

 

Frei Neylor in “De Joelhos: Orações, Salmos e Louvações”, p. 82 )

ABRAÇOS, AMIGOS & AMIGAS!

Um romance não sobrevive sem amor…

Amor é mais que amar…
É se entregar de coração aberto;
É viver o miolo de uma história;
É se reconhecer personagem central;
É escrever um romance a quatro mãos.

 

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Uma homenagem ao poeta apaixonado e a sua musa no #DiaDosNamorados ♥️ ♥️

Nesse domingo, talvez motivado pelo Dia dos Namorados, o Fantástico apresentou uma reportagem explicando como funcionam os aplicativos de relacionamentos. E até mostraram alguns casais que foram bem sucedidos. Então lembrei que os meus pais se conheceram por meio de uma página de relacionamentos que era publicada em uma revista dominical do Rio de Janeiro na década de 50.

Geraldo era niteroiense, vivia em Nova Friburgo. Eunice nasceu em Campos dos Goytacazes e morava em um povoado dentro da fazenda da Usina de Açúcar Sto Antônio. Um lugar chamado Kundo. Perto do fim do mundo. Assim diziam para exemplificar a distância que os separava. Lá não havia luz elétrica, ônibus, carros, escolas e nem o carteiro chegava. Os meios de transporte na região, eram cavalos, charretes, carros de bois, bicicletas e os tratores da usina que transportavam cana de açúcar.

Ela alugava uma Caixa Postal no Correio Central da cidade, para receber as cartas dos seus correspondentes. Eram ao todo 58 pessoas do Brasil, Portugal e outros países de língua portuguesa.  A frequência na troca de correspondências dependia da distância. Algumas podiam ser semanais, outras quinzenais e mensais. Se compararmos com a era da internet, naquela época a velocidade da comunicação era bem diferente. As correspondências eram sempre manuscritas e eles exercitavam a caligrafia para facilitar a leitura. Assim aconteciam os relacionamentos à distância, envolvendo pessoas de diferentes culturas.

Era um meio importante de comunicação para uma professora do interior que gostava de obter informações sobre o que se passava com a cultura e o comportamento nos lugares distantes daquele povoado em que morava. Além das cartas que os amigos correspondentes trocavam, também chegavam revistas, livros, cartões postais e fotos contando suas histórias de vida.

Eunice foi estudar na cidade com apoio dos pais. Vovô era um pai muito zeloso. Ele fez com que ela assumisse o compromisso de voltar para alfabetizar os irmãos e vizinhos que não podiam sair para estudar na cidade. Esse foi o grande mote para ela frequentar o ‘Clube de Correspondências’ publicado na revista ‘A Cigarra’. Quando voltou ao seu lugar de origem, ela percebeu o quanto vivia distante da civilização.

Papai era um poeta. Ele tinha 14 anos a mais que ela. E já fazia parte do funcionalismo público do Estado do Rio, servindo na Secretaria de Finanças de Nova Friburgo. Depois de seis meses trocando cartas ele comprou uma  passagem de trem e embarcou numa aventura que deu certo. Quando decidiu viajar para ir aos Correios de Campos, ele sabia que não sairia da cidade sem descobrir onde ela morava. E foi assim que ele apareceu na casa dos pais dela, sem avisar.

Através das cartas descobriram que um era parte da vida do outro, porque se completavam e se entendiam muito bem. Portanto logo na primeira visita ficaram noivos e no ano seguinte se casaram. Depois da cerimonia ela foi embora com ele para Nova Friburgo, tiveram seis filhos e foram felizes para sempre.

A diferença de uma página de relacionamentos em uma revista semanal publicada em 1950 para um aplicativo de internet em 2017, vai além dos milhões de usuários pelo mundo afora. O fator principal creio que se deve ao aspecto evolutivo do comportamento humano. Algumas questões, como criar vínculo de afeto e compromisso, são tão surpreendentes quanto voláteis, nos relacionamentos que acontecem atualmente por meio dos aplicativos encontrados na internet.

#LabouréLima
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Essa página foi publicada na Antologia ‘O Perfume da Palavra’ – volume IV – Edições Muiraquitã A poesia reproduz o primeiro encontro. E as fotos registram a primeira visita dele, na casa dos meus avós.

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“…o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer.”

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Espírito Evoluído

Há alguns anos, nas Olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles.

Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: – Pronto agora vai sarar! E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.

O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos…

Talvez os atletas fossem deficientes mentais… Mas com certeza, não eram deficientes espirituais…

“Isso porque lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer. Mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos…”

“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência”

Quero pedir apenas que compartilhem o máximo que puder, para conscientização da palavra na tentativa de um mundo melhor🙏

Hoje, minhas “tangerinas” são outras…

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Foto: reprodução Mundo Estranho

Pai começa o começo…

Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: – “pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes,  dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis…..

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.

Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o  começo.”

(Autor desconhecido. O texto encontra-se reproduzido em diversos blogs)

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