Felizmente existem aqueles que não desistem… Paz e Bem a todos!

Para cada mil homens dedicados a cortar as folhas do mal, há apenas um atacando as raízes.

Henry David Thoreau

 

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O “Gigante” está nas ruas e ninguém sabe onde e quando vai parar…

Quem cutucou? Quem o despertou? Onde o levante começou? Nada disso importa mais!! O “gigante” está a solto nas ruas do Brasil e ninguém é capaz de prever o rumo que vai tomar. Cabe a cada um de nós, cuidar do aspecto cívico e moral, alimentar e indicar a direção certa a seguir. A Paz é prioridade e tem que ser a nossa meta!

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Pense nisso… Um pequenino gesto pode reanimar aquele que está desiludido…

Entramos na semana prévia do Natal… Em qualquer época do ano, um gesto do fundo d’alma tem muita representatividade. E nesse tempo das celebrações da Festa da Família Sagrada, eles ganham intensidade e valor. Os Cristãos do mundo inteiro celebram o aniversário de Jesus. Ele representa o Menino Deus na plenitude da forma humana. Nasceu para nos dar seu Amor, um sentimento que é nosso dever praticar. Pense nisso… com carinho!

Paz e Bem!

“Contribua, com sua parcela, para tornar mais belo este mundo.
Um pequenino gesto, uma ação insignificante, podem melhorar muito o ambiente em que nos encontramos, elevar o entusiasmo de quem está desanimado, reanimar aquele que está desiludido.
Um simples aperto de mão confiante faz renascer, por vezes, a coragem de quem estava por fraquejar.
Então!
Contribua com algo de seu, para tornar mais belo este mundo!”

Minutos de Sabedoria
Torres Pastorino

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Amazing Grace – Uma canção em prece pelo irmãos japoneses…

As crianças sempre nos comovem por sua pureza e inocência. Não por acaso, escolhi a voz de um anjo – Rhema Marvanne – para ouvir e dedicar essa prece. Convido-os a orar pelas vítimas que sucumbiram na tragédia avassaladora que foi o Terremoto seguido de Tsunami no Japão. Ouçamos a música buscando a sensação de Paz interior que aflora com o Poder da Oração. Na simplicidade desse pequeno gesto de solidariedade, dedicamos juntos o nosso minuto de silêncio por todos que sofrem no Japão. Pedimos a Deus que toque fortemente seus corações e os revitalize na esperança de dias melhores. Paz e Bem!

Amazing Grace Traduzida

Surpreendente Graça! Quão doce é o som
Que salvou um náufrago como eu
Eu estava perdido, mas fui encontrado
Eu estava cego mas agora vejo
Foi a graça que ensinou o meu coração a ter medo
E a graça aliviou os meus medos
Quão preciosa aquela graça apareceu
Na hora em que eu acreditei
Por muitos perigos, trabalhos pesados e armadilhas
Eu já passei
Essa graça que me trouxe em segurança de tão longe
E graça me conduzirá ao lar
O Senhor prometeu boas coisas para mim
Sua palavra segura minha esperança
Ele será o meu escudo e quinhão
Enquanto a vida durar
E quando essa carne
E o coração passarem
E a vida mortal cessar
Eu terei
No vale
Uma vida de alegria e paz
Quando estivermos lá há dez mil anos
Claros e brilhantes como o sol
Não teremos menos dias para cantar e louvar a Deus
Que nos dias quando começamos
Surpreendente Graça! Quão doce é o som
Que salvou um náufrago como eu
Eu estava perdido, mas fui encontrado
Eu estava cego mas agora vejo

Conheça a história e a origem dessa música

Rezando pela Paz no Rio…

Retornando de um giro rápido entre Portugal e Espanha, chegamos ao Rio, no último final de semana.
E, ainda sob os efeitos do “jet-leg” da viagem, vamos aos poucos, colocando os assuntos em dia, respondendo e-mails e atualizando blogs, etc.
Dentre outras coisas, estamos preparando matérias colhidas na XXVII Convenção do Elos Internacional da Comunidade Lusíada, da qual participamos em Lisboa, para compartilhar com todos.
Com nosso abraço carinhoso, fraterno e sereno.
Paz e Bem!
Labouré Lima
P.S. Não pretendemos, aqui, levantar bandeiras políticas, mas apenas transmitir nossa indignação pela caótica situação, que ameaça o direito de ir e vir, no Rio – cidade que é cartão postal do Brasil no mundo.

Encontramos na caixa postal, o e-mail abaixo, sobre o Fórum da Segurança Pública,  … e bem que ele poderia estar defasado, mas não está! Principalmente, depois do fim de semana violento no Rio de Janeiro, que alimenta as manchetes dos maiores jornais do país e do mundo.  Vemos que o assunto em pauta, lamentávelmente, ainda é a violência… Quando será que vamos virar essa página?

“Felizes, estamos todos, com a escolha da cidade maravilhosa do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos de 2016…  Mas a verdade, senhores governantes, é que não podemos esperar tanto tempo! Precisamos de ações eficazes! SEGURANÇA JÁ!”

O FÓRUM DA SEGURANÇA PÚBLICA
EDITORIAL
O ESTADO DE S. PAULO
1/9/2009

Há menos de um ano e meio do final do mandato do atual governo, o Ministério da Justiça reuniu em Brasília 3 mil pessoas que discutiram durante quatro dias, distribuídas em cerca de 40 grupos de trabalho, num centro de convenções, o futuro da segurança pública. E o próprio presidente Lula, que já está no poder há seis anos e oito meses, aproveitou a solenidade de abertura do evento para fazer um discurso como se estivesse inaugurando seu primeiro mandato e tivesse uma proposta concreta para essa que é uma das mais problemáticas áreas da máquina estatal.

“É preciso acabar com o jogo de empurra na busca dos culpados pela violência, como se a segurança pública fosse um cachorro que morre de fome porque todo mundo pensa que o outro deu comida e ele não recebe comida de ninguém”, disse o presidente, depois de anunciar que a segurança é “de responsabilidade de todos, coletivamente”, e que ela “não mais será tratada como coisa de segunda categoria, com a aplicação de resto de dinheiro”.

Isso é tudo o que a sociedade brasileira, assustada e revoltada com a nova escalada da criminalidade, queria ouvir. Mas não de um governante que caminha para o final de sua gestão e que, no tempo em que passou no poder, produziu mais discurso e fogo fátuo do que ações concretas. Em matéria de segurança pública, qual é o legado de dois mandatos de Lula, além de retórica?

Anunciada como uma verdadeira redenção do setor, a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg) é uma prova disso. Dos 3 mil participantes, 2.097 tiveram direito a voto – e, pelas contas do Ministério da Justiça, 30% eram vinculados ao governo federal, 30% representavam Estados e municípios e 40% fazem parte da chamada “sociedade civil”, tendo sido indicados após a realização de 1.140 “conferências livres” em 514 cidades, 26 conferências municipais e 27 conferências estaduais, além de conferências pela internet, envolvendo a participação de meio milhão de pessoas.

Ao todo, essas conferências resultaram em 26 “princípios” e 364 “diretrizes” que foram discutidos e votados durante a 1ª Conseg. O encontro começou na última quinta-feira com a arenga presidencial e, organizado nos moldes do Fórum Social Mundial, terminou no domingo, com a aprovação de 10 “princípios” e 40 “diretrizes”. A coordenadora do evento, Regina Miki, chegou a afirmar que ele foi um “marco histórico” destinado a “transformar as propostas de toda a sociedade numa política de Estado, e não mais de governo”.

Pelo que foi discutido e aprovado, contudo, o resultado final é um conjunto de platitudes, palavras de ordem e reivindicações corporativas. A “diretriz” mais votada dá a dimensão do que foi a 1ª Conseg. Ela pede à Câmara dos Deputados e ao Senado que aprovem a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 308, que transforma os agentes penitenciários em agentes policiais. Como se vê, é uma mudança de status funcional – e certamente de remuneração – que está longe de pôr fim à crise da segurança pública. Entre as demais “diretrizes”, também se destacam pelo tom corporativo as que defendem a autonomia dos Corpos de Bombeiros e “um sistema remuneratório unificado, com paridade entre ativos e inativos e aposentadoria especial com proventos integrais para os profissionais da segurança pública”.

Quanto aos “princípios”, eram inevitáveis, num evento como esse, o enviesamento ideológico e o pseudossociologismo. O aumento da violência foi atribuído “aos modelos econômicos que empobreceram a sociedade”. Em nome de uma “cultura de paz”, criticou-se “a criminalização da pobreza, da juventude e dos movimentos sociais” – antiga palavra de ordem do MST. Para a gestão do Sistema Único de Segurança Pública, recomendou-se “gestão democrática”. E, em matéria de política de segurança, afirmou-se que ela deve “ser pautada na intersetorialidade, na transversalidade e na integração sistêmica com políticas sociais”, uma vez que a criminalidade tem “origem multicausal”.

Houve quem tentasse discutir medidas concretas. Mas elas acabaram sendo relegadas para segundo plano nessa geleia geral em que o governo, sempre com os olhos nas eleições de 2010, converteu o tema da segurança pública.

The twitteramigos Daily

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