Hoje, minhas “tangerinas” são outras…

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Foto: reprodução Mundo Estranho

Pai começa o começo…

Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: – “pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes,  dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis…..

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.

Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o  começo.”

(Autor desconhecido. O texto encontra-se reproduzido em diversos blogs)

Transmissão direto de #Portugal Sob as vestes do Pastor Universal, o #PapaFrancisco visita o Santuário de Fátima

No seu apelo à oração, Francisco diz que precisa da “união física ou espiritual” de todos. “O importante é que seja do coração”, apela, referindo-se aos que estão sob o seu cuidado como o seu “bouquet de flores”. E não deixa dúvidas sobre o carácter da peregrinação que irá empreender, recuperando a mensagem inicial dos fenómenos de Fátima, basicamente constituídos pelo apelo à oração e ao recitar do terço e pela necessidade de conversão dos pecadores. “Entregai-vos todos a Nossa Senhora, pedindo-lhe para segredar a cada um: ‘o meu imaculado coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus. Com Maria, peregrino na esperança e na paz.’ Assim reza o lema desta nossa peregrinação, sendo todo ele um programa de conversão”, refere na mensagem divulgada esta quarta-feira.

Descrevendo-se como “um pecador entre pecadores”, o Papa aproveita para agradecer “as orações e sacrifícios” que diz serem oferecidos “diariamente” em seu nome e refere-se ao centenário das Aparições como “um momento abençoado, que culmina um centenário de momentos abençoados”. “A oração ilumina os meus olhos, para saber olhar os outros como Deus os vê, para amar os outros como Ele o sabe. No seu nome venho até vós na alegria de partilhar convosco o Evangelho da esperança e da paz”, diz.

A história de Nossa Senhora de Guadalupe

12 do dezembro – Festa da Padroeira da América Latina

Um sábado de 1531 a princípios de dezembro, um índio chamado Juan Diego, ia muito de madrugada do povo em que residia à cidade do México a assistir a suas aulas de catecismo e para ouvir a Santa Missa. Ao chegar junto à colina chamada Tepeyac amanhecia e escutou uma voz que o chamava por seu nome.

Ele subiu ao cume e viu uma Senhora de sobre-humana beleza, cujo vestido era brilhante como o sol, a qual com palavras muito amáveis e atentas lhe disse: “Juanito: o menor de meus filhos, eu sou a sempre Virgem Maria, Mãe do verdadeiro Deus, por quem se vive. Desejo vivamente que me construa aqui um templo, para nele mostrar e prodigalizar todo meu amor, compaixão, auxílio e defesa a todos os moradores desta terra e a todos os que me invoquem e em Mim confiem. Vá ao Senhor Bispo e lhe diga que desejo um templo neste plano. Anda e ponha nisso todo seu esforço”.

Retornou a seu povo Juan Diego se encontrou de novo com a Virgem Maria e lhe explicou o ocorrido. A Virgem lhe pediu que ao dia seguinte fora novamente falar com o bispo e lhe repetisse a mensagem. Esta vez o bispo, logo depois de ouvir Juan Diego disse que devia ir e lhe dizer à Senhora que lhe desse alguma sinal que provasse que era a Mãe de Deus e que era sua vontade que lhe construíra um templo.

De volta, Juan Diego achou Maria e lhe narrou os fatos. A Virgem lhe mandou que voltasse para dia seguinte ao mesmo lugar, pois ali lhe daria o sinal. Ao dia seguinte Juan Diego não pôde voltar para colina, pois seu tio Juan Bernardino estava muito doente. A madrugada de 12 de dezembro Juan Diego partiu a toda pressa para conseguir um sacerdote a seu tio, pois se estava morrendo. Ao chegar ao lugar por onde devia encontrar-se com a Senhora preferiu tomar outro caminho para evitá-la. de repente Maria saiu a seu encontro e lhe perguntou aonde ia. O índio envergonhado lhe explicou o que ocorria. A Virgem disse a Juan Diego que não se preocupasse, que seu tio não morreria e que já estava são. Então o índio lhe pediu o sinal que devia levar a bispo. Maria lhe disse que subisse ao cume da colina onde achou rosas de Castela frescas e colocando-as no poncho, cortou quantas pôde e as levou a bispo.

Uma vez diante de Dom Zumárraga Juan Diego desdobrou sua manta, caíram ao chão as rosas e no poncho estava pintada com o que hoje se conhece como a imagem da Virgem de Guadalupe. Vendo isto, o bispo levou a imagem Santa à Igreja Maior e edificou uma ermida no lugar que tinha famoso o índio.
Pio X a proclamou como “Padroeira de toda a América Latina”, Pio XI de todas as “Américas”, Pio XII a chamou “Imperatriz das Américas” e João XXIII “A Missionária Celeste do Novo Mundo” e “a Mãe das Américas”.

A imagem da Virgem de Guadalupe se venera no México com maior devoção, e os milagres obtidos pelos que rezam à Virgem de Guadalupe são extraordinários.

 

Assista o vídeo com a história de Nossa Senhora de Guadalupe em Salve Rainha

Uma grande perda para a poesia… RIP Ferreira Gullar.

Nunca nutri simpatia pelo comunismo, mas pelas atribuições na vida literária tive que conviver com alguns autores marxistas. Um deles, publicou vários títulos por minha editora. Era um bom ensaísta, que sabia aprofundar-se nas pesquisas. Sempre muito distinto e culto, gostava de recebê-lo no escritório da editora para um café e um bom papo. Na saída, como de costume, por ser católica, eu dizia a ele: “vá com Deus”. E ouvia dele a seguinte resposta: “se Ele quiser ir comigo, eu não me oponho”.

Espero que o poeta Ferreira Gullar também não se oponha.

“Vá com Deus e descanse em paz”.

Labouré Lima

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Ferreira Gullar

Era o pseudônimo de José Ribamar Ferreira, foi escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo. Foi o postulante da cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras, na vaga deixada por Ivan Junqueira, da qual tomou posse em 5 de dezembro de 2014.

Nasceu em São Luís-MA, no dia 10 de setembro de 1930. Ele era um dos onze filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart.

Sobre o pseudônimo, o poeta declarou o seguinte: “Gullar é um dos sobrenomes de minha mãe, o nome dela é Alzira Ribeiro Goulart, e Ferreira é o sobrenome da família, eu então me chamo José Ribamar Ferreira; mas como todo mundo no Maranhão é Ribamar, eu decidi mudar meu nome e fiz isso, usei o Ferreira que é do meu pai e o Gullar que é de minha mãe, só que eu mudei a grafia porque o Gullar de minha mãe é o Goulart francês; é um nome inventado, como a vida é inventada eu inventei o meu nome”.

Morando no Rio de Janeiro, participou do movimento da poesia concreta, sendo então um poeta extremamente inovador, escrevendo seus poemas, por exemplo, em placas de madeira, gravando-os.

Ferreira Gullar foi militante do Partido Comunista Brasileiro e, exilado pela ditadura militar, viveu na União Soviética, na Argentina e Chile. Ele comentou que bacharelou em subversão em Moscou durante o seu exílio, mas que atualmente devido a uma maior reflexão, experiência de vida, e de observar as coisas irem acontecendo se desiludiu do socialismo e que o socialismo não faz mais sentido pois fracassou.

(…) toda sociedade é, por definição, conservadora, uma vez que, sem princípios e valores estabelecidos, seria impossível o convívio social. Uma comunidade cujos princípios e normas mudassem a cada dia seria caótica e, por isso mesmo, inviável.

Ferreira Gullar


Nunca nutri simpatia pelo comunismo, mas devido as atribuções literárias tive que conviver com alguns marxistas. Um deles, publicou vários títulos por minha editora. Era um bom ensaísta, que sabia aprofundar-se nas pesquisas. Sempre muito distinto e culto, gostava de recebê-lo no escritório da editora para um café e um bom papo. Na saída, como de costume por ser católica, eu dizia a ele: “vai com Deus”. E ouvia dele a seguinte resposta: “se Ele quiser ir comigo, eu não me oponho”.   

Espero que o poeta Ferreira Gullar também não se oponha.

“Vá com Deus e descanse em paz”.

Labouré Lima

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Prêmio Nobel de Literatura 2016 para Bob Dylan, o poeta roqueiro favorito de milhares de fãs pelo mundo afora. E como diz a música: “Que seu coração seja sempre feliz e sua canção cantada para sempre.”

Bob Dylan, depois de mais de 50 anos no mundo da música, é o novo Prêmio Nobel de Literatura 2016. A Academia sueca afirma que reconhece o seu talento “por haver criado novas expressões poéticas na tradicional e grande canção americana”.
 
Em seus 75 anos, Dylan é um veterano, influente e reconhecido. Em 2007 recebeu o Prêmio ‘Príncipe de Asturias das Artes’ e um ano depois recebeu o prêmio ‘Pulitzer’.
 
Com o prêmio Nobel ele vai receber 8 milhões de coroas suecas (927.740 dólares) e mais prestígio para além do que a música já lhe deu.
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Foto: Reuters

JOVEM PARA SEMPRE – BOB DYLAN

Que Deus te abençoe e te acompanhe sempre / que todos os teus desejos se tornem realidade / que você sempre faça para os outros e deixe que os outros façam por você / Que você construa uma escada para as estrelas e suba cada degrau / que você fique jovem para sempre, jovem para sempre, jovem para sempre./ Que você cresça para ser justo / que você cresça para ser verdadeiro, que você sempre saiba a verdade e veja a luz ao seu redor./ Que você seja sempre corajoso / fique em pé e seja forte./ Que você fique jovem para sempre / jovem para sempre / jovem para sempre / Que suas mãos estejam sempre ocupadas / que seus pés sejam sempre rápidos / que você tenha uma base forte / quando os ventos das mudanças soprarem. / Que seu coração seja sempre feliz e sua canção cantada para sempre. Que você possa permanecer jovem para sempre / jovem para sempre / jovem para sempre.

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Em 1997, Bob Dylan aceitou o convite do Papa João Paulo II (hoje Santo) e cantou para cerca de 300 mil jovens no Congresso Eucarístico realizado em Bolonha, na Itália.

Forever Young

May God bless and keep you always / May your wishes all come true / May you always do for others / And let others do for you / May you build a ladder to the stars / And climb on every rung / May you stay forever young / Forever young, forever young / May you stay forever young / May you grow up to be righteous / May you grow up to be true / May you always know the truth / And see the lights surrounding you / May you always be courageous / Stand upright and be strong / May you stay forever young / Forever young, forever young / May you stay forever young / May your hands always be busy / May your feet always be swift / May you have a strong foundation / When the winds of changes shift / May your heart always be joyful / May your song always be sung / May you atendeu ao convite do Papa João Paulo II e cantou para 300 mil jovens, no Congresso Eucarístico stay forever young / Forever young, forever young / May you stay forever young.

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Com mais de 90 milhões de discos vendidos e meio século dedicado a música, Bob Dylan é hoje uma lenda viva. Sendo neto de Judeus ele se converteu ao cristianismo, e não renúncia a sua fé cristã.

O “caminho” mencionado em ‘Blowin in the wind’ é um tema que ele revisitou muitas vezes… e que viria chamar a atenção do Papa João Paulo II.

Dylan descobriu o valor da Cruz e da redenção depois de sofrer uma crise existencial que começou na separação da sua mulher, mãe dos seus quatro filhos.
 
Foi uma época dura para ele, mas frutífera para os discos. Em 1979, 1980 e 1981, foram lançados três discos seguidos que segundo os seus biógrafos ficariam conhecidos como os ‘discos cristãos’: Slow train coming, Saved e Shot of love.
 
 

Em 1997 Bob Dylan teve um problema cardíaco e foi internado de emergência. Mas nesse mesmo ano, o Papa João Paulo II (hoje Santo) o convidou a cantar para 300.000 jovens durante a celebração do Congresso Eucarístico, em Bolonha, Itália.

Na ocasião que o Papa João Paulo II apresentou como tema “o caminho”, veio a primeira estrofe do famoso ‘Blowin in the wind’ em que o autor pergunta: “Quantos caminhos um homem deve percorrer pra poder ser chamado homem?”

E o Papa João Paulo II soprou uma resposta no vento que entrou para a eternidade:

“Quantos caminhos?! Há apenas um: Cristo é o caminho que o homem deve percorrer antes de ser chamado homem!”

 

 

 

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Era uma vez ’11 de Setembro’ – direto do túnel do tempo…

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O mês do aniversário das Edições Muiraquitã é um tempo de memórias e portanto vale relembrar alguns fatos marcantes, como esse da foto, em que a editora Labouré Lima encontrava-se em Viseu-Portugal para o lançamento do livro ‘Vil de Souto – Cantinho da Beira Alta’ do escritor português Augusto Lopes*. O livro traz uma pesquisa histórica sobre a formação da freguesia Casal de Vil de Souto, cujo significado quer dizer vale dos castanheiros. E dentre as famílias formadoras dessa povoação encontra-se a que deu origem a árvore genealógica do Comendador Thomás Lima. Ele foi um dos fundadores e presidente do antigo Banco Predial do Estado do Rio de Janeiro, vendido para o Unibanco e recentemente incorporado ao Grupo Itaú S/A. O comendador imigrou de Portugal para o Brasil. E com apenas 13 anos ele deixou Viseu para morar em Niterói-RJ, com seu irmão que já morava nesta cidade. Assim ele formou um novo núcleo familiar e construiu ao longo do tempo a sua história na comunidade luso-brasileira do Estado do Rio de Janeiro.
Nesta ocasião festiva, torna-se imprescindível registrar a nossa homenagem à memória do Dr. Tomaz Correia de Miranda Lima (filho do Comendador), ex-presidente do Elos Clube de Niterói e Centro da Comunidade Luso-Brasileira do Estado do Rio de Janeiro que introduziu essa editora no seio da Comunidade Lusíada.
Retomando a história do lançamento do livro, o evento estava agendado para Setembro de 2001. Poucas horas antes do nosso embarque para Portugal, foram despachados 1000 exemplares do livro que deveriam seguir no mesmo voo, como bagagem acompanhada. Mas aquele onze de setembro não seria um dia qualquer. O mundo inteiro assistiu com perplexidade e sofreu com as cenas de horror daquela manhã de setembro, em que as Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC) foram ao chão, barbaramente atingidas por dois aviões, causadores da tragédia que abalou o Mundo. De um momento para o outro, a paisagem de NYC foi encoberta por uma densa nuvem de poeira, carregada de muita dor e medo.  Aquele dia marcou a história política do nosso tempo e o Mundo nunca mais foi o mesmo depois do maior ataque terrorista aos Estados Unidos.
Depois do impacto das primeiras imagens, consideramos que seria complicado passar dez horas dentro de um avião e atravessar o Oceano. Então, nos rendemos ao pânico de embarcar naquele dia e transferimos a data da viagem.
Alguns dias depois, voamos para Portugal. Do outro lado do Oceano, fomos recebidos com um evento super bem cuidado, organizado pelo autor, sua família e um grupo de amigos. O escritor Augusto Lopes autografou mais de 400 livros em sua tarde de estreia. O que presenciamos não foi propriamente uma ‘sessão de autógrafos’, mas um ‘show de autógrafos’  entremeado com música, dança folclórica, gastronomia e exposição de artes plásticas, assinada por artistas regionais da Beira Alta. O eventou também contou com a cobertura jornalística da Radio Renascença e do Jornal Notícias de Viseu, aos quais a editora e o autor deram entrevista para divulgar o livro ‘VIL DE SOUTO – Cantinho da Beira Alta’.  Como se pode observar o lançamento desse livro marcou a história da editora de muitas formas.
*Augusto Lopes, mudou-se de Portugal para Genebra, onde, trabalha, estuda,  assina uma coluna de jornal, apresenta um programa de rádio e continua a escrever e a publicar seus livros. O mais recente é ‘Meu Sol de Genebra’, publicado pela editora Chiado, em língua portuguesa. Mas também pode ser lido nas versões italiana e francesa.
NOTA: O post foi publicado às 23:22horas de 11 de Setembro, pela hora de Brasília. Mas  o WordPress o considerou como 12 de setembro.  Só um registro.

Descubra porque #Niterói é um ‘doce segredo’ dos cariocas…

Citando o amigo @ricardoheiss um niteroiense que vive em São Paulo: uma vez li um artigo de um paulistano que foi trabalhar no Rio e escreveu

“Niterói é um segredo que os cariocas guardam só pra eles”

Foto de Vinicius R. Moraes

Praia de Itacoatiara

 

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Pedra do Itapuca

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Vista aérea de Niterói, com o Museu de Arte Contemporânea – MAC em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo. 

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Praia do Forte Imbuhy

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Vista do por do sol na praia do Forte Imbuhy (foto: Lucia Nogueira da Gama) 

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Enseada do Forte Rio Branco (foto: Lucia Nogueira da Gama)

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Enseada da praia do Forte Imbuhy (foto: Lucia Nogueira da Gama)

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Vista do Forte do Pico São Luís, com a Praia Forte Rio Branco em primeiro plano e praia Forte Imbuhy ao fundo 

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Catedral Metropolitana de São João Batista

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Forte do Imbuhy

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Biblioteca Pública de Niterói.

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Estaleiro Mauá e Bairro da Ponta D’Areia (Portugal Pequeno)

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Pedra do Índio na Curva do Itapuca com a praia de Icaraí ao fundo

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Câmara Municipal de Niterói

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Vista do Forte do Pico São Luís com a Fortaleza de Santa Cruz em primeiro plano e o Rio de Janeiro ao fundo.

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Anoitecer na Praia de Itacoatiara

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O Rio de Janeiro visto do Costão de Itacoatiara ( foto @piresss )

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Vista noturna da pedra do Índio com Rio de Janeiro ao fundo destacando o Corcovado

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Museu de Arte Contemporânea – MAC- obra do arquiteto Oscar Niemeyer em primeiro plano e a barca Rio-Niterói ao fundo.

A Lenda do Guaraná

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Foto: Reprodução

As tribos de Munducurucânia eram as mais prósperas dos índios. Venciam todas as guerras, as pescas eram ótimas, os peixes, os melhores e a doença era rara. Tudo isso por causa de um curumim que, há alguns anos, nascera naquela tribo.

Ele era o mais protegido de todos. Nas pescas, era acompanhado por muitos – os pescadores desviavam dos rios as piranhas,jacarés ou qualquer outro perigo. Mas, certo dia, toda a segurança foi embora: o Gênio do Mal apareceu em forma de cascavel e feriu o garoto. A tribo entrou em lamentação e em desespero.

Tupã, o Deus dos índios, atendeu a todo aquele lamento e disse :

– Tirem os olhos do curumim e plantem-no na terra firme, reguem-no com lágrimas durante 4 luas e ali nascerá a “planta da vida”, ela dará força aos jovens e revigorará os velhos.

Os pajés não duvidaram, arrancaram e plantaram os olhos do curumim e regaram com lágrimas durante quatro luas.

Nasceu ali uma nova planta, travessa como as crianças, com hastes escuras e sulcadas como os músculos dos guerreiros da tribo. E quando ela frutificou, seus frutos de negro azeviche, envoltos de um arilo branco com duas cápsulas de cor vermelho-vivo. Diziam os índios:

– É a multiplicação dos olhos do príncipe!

E o fruto trouxe progresso da tribo. Ajudou os velhos e deu mais força aos guerreiros.

Fonte:  wikipedia

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“A maioria dos produtores se concentram em Maués, município a 270 km de Manaus, com pouco mais de 50 mil habitantes –grande parte vivendo da renda gerada pela venda do guaraná. Ele pode ser consumido “in natura”, mas a população amazônica não costuma fazer isso, pois o sabor da fruta não é agradável.” Fonte: casalgastronomico.com.br

20 de junho é o dia dedicado pelas Nações Unidas aos Refugiados.

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O Papa Francisco mencionou esta recorrência em seu encontro dominical (19/06) com os fiéis.
O Pontífice recordou que o tema do Dia Mundial do Refugiado deste ano é “Com os refugiados. Estamos do lado de quem é obrigado a fugir”.
“Os refugiados são pessoas como nós, porém a guerra tirou deles casa, trabalho, parentes e amigos. As suas histórias e seus rostos nos convidam a renovar o compromisso para construir a paz na justiça. Por isso, queremos estar com eles: encontrá-los, acolhê-los, ouvi-los para nos tornar juntos artesãos da paz, segundo a vontade de Deus”.
O número de pessoas deslocadas por motivos de conflitos e perseguições em todo o mundo chegou a 65,3 milhões no final de 2015, de acordo com um relatório da ONU apresentado nesta data.
Este total inclui refugiados, deslocados internos e requerentes de asilo e é considerado um recorde pela agência da ONU para Refugiados, o ACNUR. 65,3 milhões de pessoas é mais do que a população do Reino Unido, da França ou da Itália.

Dentre os eventos promovidos para marcar esta data, um dos mais ressonantes é a campanha da ONU em que cerca de 60 celebridades aparecem ao lado de refugiados de vários países, solicitando apoio a essa população – o maior número desde a Segunda Guerra Mundial.

União — “Nós estamos juntos com os refugiados. Por favor, junte-se a nós”. Este é o pedido feito no vídeo pelo Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon; pelos atores Ben Stiller, Cate Blanchet, Helen Mirren, Scarlett Johansson, e a brasileira Bruna Marquezine; pelo arcebispo anglicano Desmond Tutu; pelo cantor Juanes, entre outros famosos.

O objetivo é garantir o maior número possível de assinaturas em uma petição que pede aos governos mais ação em prol das pessoas que são forçadas a se deslocar por causa de guerras e de conflitos.

Pessoas Comuns — Antes do lançamento da campanha, o porta-voz do ACNUR no Brasil, Luiz Fernando Godinho, falou com a Rádio ONU, de Brasília, sobre a iniciativa:

“É uma campanha que traz uma série de histórias individuais de refugiados ao redor do mundo. Mostra que os refugiados são pessoas como eu, como você, como os ouvintes da Rádio ONU. São pessoas que tiveram que passar por situações extremas, que vivem momentos difíceis, mas que estão reconstruindo suas vidas com seus sonhos e seus objetivos”.

 

Fonte: comshalom.org

 

Ali e Pelé – amizade Real. Descanse em Paz Muhammad Ali.

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“A amizade é a coisa mais difícil do mundo de se explicar. Não é uma coisa que se aprende na escola. Mas, se você não aprendeu o significado da amizade, na verdade você não aprendeu nada.”

Muhammad Ali

 

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Um Campeão além do esporte.

 

 

 

 

 

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