A escritora Karine Aragão está em destaque na #BienalRio com o livro juvenil #ATeiadosSonhos que traz uma forte abordagem sobre #SetembroAmarelo

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mockup_a_teiaSobre o livro:
Levanta questões sobre os conflitos vividos pelo jovem
na sociedade moderna. A juventude está adoecendo diante de tantas cobranças para caber em padrões sociais, que nem sempre são compatíveis com personalidades tão distintas.
O livro A Teia dos Sonhos, da autora Karine Aragão, discute exatamente essas questões a partir da história de duas amigas de 16 anos, que vivem as experiências comuns à rotina de qualquer adolescente, o primeiro amor, as cobranças da escola, os conflitos com os pais, a ansiedade quando surgem as dúvidas e, acima disso, a dificuldade de procurar novas referências quando se sentem perdidos num mundo que nem sempre funciona do jeito que a gente quer.

 

20988527_1515197901876858_7535790263754197530_oSobre a autora:
Karine Aragão é mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal Fluminense (UFF), doutora em Cultura Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professora de jovens na cidade de Niterói.
Karine é uma escritora que vive de dentro esse universo adolescente. Seu dia a dia, como professora, é cercado de conflitos e de dilemas comuns a essa faixa etária. Por isso, a narrativa de “A Teia dos Sonhos” ganha tanta identificação entre seus personagens e o público leitor, trazendo as experiências comuns à rotina de qualquer adolescente, o primeiro amor, as cobranças da escola, os conflitos com os pais, a ansiedade quando surgem as dúvidas e, acima disso, a dificuldade de procurar novas referências quando se sentem perdidos

Atenção a esse recado da editora: Se você está longe e não pode participar da XVIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, não se preocupe. Os lançamentos das Edições Muiraquitã são despachados para todo Brasil via Correios📚

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Os Aventureiros da Solidão #DicaDeLivro

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Este é o primeiro volume da Coleção Diálogos Filosófico-Literários, a que se integram os quatro exemplares já publicados: Nas Malhas do Devaneio – o dia em que Fernando Pessoa nos reinventou; Movidos pelo Desejo – Emma Bovary e Dr. Fausto: a danação da viagem; Do Assombro e do Provável – Clarice Lispector e Hamlet: o labirinto da consciência; Do Esplendoroso Caos – Dom Quixote e Nietzsche: a metamorfose do humano.

Estes títulos foram editados um a um entre 2013 e 2014, quando ainda se pretendia a publicação em separado dos diálogos.

Em finais de 2015 a coleção tomou uma nova direção, e chegamos a este novo formato, em que cada volume passa a conter quatro ensaios. Este é, pois, o primeiro volume.

Pessoa, Emma Bovary, Fausto, Clarice, Hamlet, Quixote, Nietzsche, viajantes solitários dos confins do espanto, percorrendo itinerários em direção aos achados que reinventam, assombrados com os triunfos das descobertas e indomáveis na sua amabilidade.

 

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Autora: Dília Gouveia

160 páginas / PB  / Ano: 2016 / ISBN: 978-85-5858-010-6

Preço de capa:  R$48,00

Saiba como comprar o exemplar e receber em casa:

Livraria Virtual Editora Muiraquitã

 

Era uma vez ’11 de Setembro’ – direto do túnel do tempo…

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O mês do aniversário das Edições Muiraquitã é um tempo de memórias e portanto vale relembrar alguns fatos marcantes, como esse da foto, em que a editora Labouré Lima encontrava-se em Viseu-Portugal para o lançamento do livro ‘Vil de Souto – Cantinho da Beira Alta’ do escritor português Augusto Lopes*. O livro traz uma pesquisa histórica sobre a formação da freguesia Casal de Vil de Souto, cujo significado quer dizer vale dos castanheiros. E dentre as famílias formadoras dessa povoação encontra-se a que deu origem a árvore genealógica do Comendador Thomás Lima. Ele foi um dos fundadores e presidente do antigo Banco Predial do Estado do Rio de Janeiro, vendido para o Unibanco e recentemente incorporado ao Grupo Itaú S/A. O comendador imigrou de Portugal para o Brasil. E com apenas 13 anos ele deixou Viseu para morar em Niterói-RJ, com seu irmão que já morava nesta cidade. Assim ele formou um novo núcleo familiar e construiu ao longo do tempo a sua história na comunidade luso-brasileira do Estado do Rio de Janeiro.
Nesta ocasião festiva, torna-se imprescindível registrar a nossa homenagem à memória do Dr. Tomaz Correia de Miranda Lima (filho do Comendador), ex-presidente do Elos Clube de Niterói e Centro da Comunidade Luso-Brasileira do Estado do Rio de Janeiro que introduziu essa editora no seio da Comunidade Lusíada.
Retomando a história do lançamento do livro, o evento estava agendado para Setembro de 2001. Poucas horas antes do nosso embarque para Portugal, foram despachados 1000 exemplares do livro que deveriam seguir no mesmo voo, como bagagem acompanhada. Mas aquele onze de setembro não seria um dia qualquer. O mundo inteiro assistiu com perplexidade e sofreu com as cenas de horror daquela manhã de setembro, em que as Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC) foram ao chão, barbaramente atingidas por dois aviões, causadores da tragédia que abalou o Mundo. De um momento para o outro, a paisagem de NYC foi encoberta por uma densa nuvem de poeira, carregada de muita dor e medo.  Aquele dia marcou a história política do nosso tempo e o Mundo nunca mais foi o mesmo depois do maior ataque terrorista aos Estados Unidos.
Depois do impacto das primeiras imagens, consideramos que seria complicado passar dez horas dentro de um avião e atravessar o Oceano. Então, nos rendemos ao pânico de embarcar naquele dia e transferimos a data da viagem.
Alguns dias depois, voamos para Portugal. Do outro lado do Oceano, fomos recebidos com um evento super bem cuidado, organizado pelo autor, sua família e um grupo de amigos. O escritor Augusto Lopes autografou mais de 400 livros em sua tarde de estreia. O que presenciamos não foi propriamente uma ‘sessão de autógrafos’, mas um ‘show de autógrafos’  entremeado com música, dança folclórica, gastronomia e exposição de artes plásticas, assinada por artistas regionais da Beira Alta. O eventou também contou com a cobertura jornalística da Radio Renascença e do Jornal Notícias de Viseu, aos quais a editora e o autor deram entrevista para divulgar o livro ‘VIL DE SOUTO – Cantinho da Beira Alta’.  Como se pode observar o lançamento desse livro marcou a história da editora de muitas formas.
*Augusto Lopes, mudou-se de Portugal para Genebra, onde, trabalha, estuda,  assina uma coluna de jornal, apresenta um programa de rádio e continua a escrever e a publicar seus livros. O mais recente é ‘Meu Sol de Genebra’, publicado pela editora Chiado, em língua portuguesa. Mas também pode ser lido nas versões italiana e francesa.
NOTA: O post foi publicado às 23:22horas de 11 de Setembro, pela hora de Brasília. Mas  o WordPress o considerou como 12 de setembro.  Só um registro.

#DiaDoEscritor Nossa homenagem a esse ofício que nos ensina a pensar…

13781862_1075909139168354_8435043226053634903_nEm nome da Editora Muiraquitã quero parabenizar e agradecer publicamente aos nossos escritores, bem como das editoras do Brasil e do Mundo, pela entrega de suas vidas ao ofício criativo das palavras. Esse ofício tão importante que nos ensina a pensar…
Para a história de uma editora não é suficiente publicar livros vendáveis. Uma das características fundamentais é criar um diferencial. Ao se tornar conhecida por ser diferente das outras, uma editora conquista o interesse e a aproximação dos leitores. E com o foco em nossa Editora Muiraquitã queremos salientar que se torna indispensável evidenciar e agradecer aos nossos autores, pois são eles os maiores responsáveis por fazermos a diferença entre outras editoras. As nossas relações vão além da simples parceria editora/escritores. Nesse ano de 2016, mais precisamente em 24 de Setembro, completamos 25 anos de história. Foi esse tempo que nos ajudou a construir as gratíssimas relações de amizade com os escritores que publicamos. Para nossa editora isso representa mais que um prêmio conquistado. Queremos enfatizar que a nossa relação de afeto com os nossos autores começa a ser construída quando eles nos dão a oportunidade de ter contato com o texto que escreveram e sobre o qual se debruçaram por horas, dias, meses e anos de suas vidas, antes que se torne um livro acessível ao público. Cada um desses amigos representa uma joia no tesouro da vida editorial, protegido com afeto e alto grau de confiabilidade.
Labouré Lima

 

No dia 25 de julho comemora-se o Dia Nacional do Escritor, data instituída em 1960 pelo então presidente da União Brasileira de Escritores, João Peregrino Júnior, e pelo seu vice-presidente, o célebre escritor Jorge Amado. O Dia do Escritor surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, iniciativa da UBE. O grande sucesso do evento foi primordial para que, por intermédio de um decreto governamental, a data fosse instituída com a finalidade de celebrar a importância do profissional das letras, profissão que, infelizmente, nem sempre tem sua relevância reconhecida.

 

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Em tempos de biografia… uma entrevista revela um pouco de mim.

O tempo não faz as pessoas serem mais ou menos importantes em nossa vidas, penso que é a intensidade com que nos entregamos a viver e construir uma história de amor, ao lado de outra pessoa, que  faz toda a diferença.

Em tempo de discussões públicas sobre as biografias, há que se considerar a hipótese de corrigir equívocos. Onde há registros de uma vida a história se faz presente.

Transcrevo para os amigos que ainda não leram, o link da entrevista comigo, publicada no Globo Niterói, no sábado passado. Meu carinhoso reconhecimento e gratidão ao amigo Luiz Fernando Dias que indicou meu nome para essa pauta. E ao Jordão Pablo de Pão que enviou o link.

A matéria de Rodrigo Bertolucci me agradou, embora com algumas correções que considerei ressalvar: 1) o tempo do meu relacionamento com Tomaz foi de 1996 até a morte dele em Junho de 2010. Na verdade foram 14 anos, mas por uma falha de digitação não saiu o número 1, o que deu a entender que foram 4 anos;  2) Tomaz não era banqueiro, o pai dele é que foi do extinto Banco Predial;  3) os meus olhos são verdes e não azuis;  4) No meu tempo de modelo a ponte Rio-Niterói ainda estava sendo construída e eu atravessava de barca, mas tudo bem porque Rodrigo Bertolucci foi generoso com a minha linha do tempo. Risos.

Enfim,  envio um caloroso abraço aos amigos e agradeço a todos que se manifestaram com comentários carinhosos nas redes sociais e e-mails, depois da publicação.

http://oglobo.globo.com/rio/bairros/laboure-lima-amor-pelas-paginas-que-contam-historias-da-cidade-10547877?fb_action_ids=10153431523000075&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

foto O GLOBO

The twitteramigos Daily

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