Histórias de Família entre a #Itália e o #Brasil

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Entre a Itália e o Brasil situam-se as histórias de família que esse livro conta, em linguagem coloquial e emocionante. São depoimentos colhidos entre imigrantes italianos que partiram de sua terra após a 2ª Guerra Mundial e vieram fazer a América, em fins da década de 1940.

Histórias de Família entre a Itália e o Brasil
Organizadora: Prof. Angela de Castro Gomes (FGV e UFF)

312 páginas / ilustrações / fotografias / PB

Preço de capa: R$ 22,50

Para saber como comprar o livro acesse

Livraria Virtual Editora Muiraquitã

‘Os Aventureiros da Solidão’ livro da escritora portuguesa Dília Gouveia em lançamento pela #EditoraMuiraquitã na ‘Blooks Livraria’ de #Niterói

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  • Estes títulos foram editados um a um entre 2013 e 2014, quando ainda se pretendia a publicação em separado dos diálogos.

  • Em finais de 2015 a coleção tomou uma nova direção, e chegamos a este novo formato, em que cada volume passa a conter quatro ensaios. Este é, pois, o primeiro volume.

  • Pessoa, Emma Bovary, Fausto, Clarice, Hamlet, Quixote, Nietzsche, viajantes solitários dos confins do espanto, percorrendo itinerários em direção aos achados que reinventam, assombrados com os triunfos das descobertas e indomáveis na sua amabilidade.
Para maiores informações visite a Livraria Virtual da Editora Muiraquitã
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#ATeiaDosSonhos Os jovens precisam conhecer esse livro! Grata por colaborar na divulgação.

 

Com uma narrativa envolvente, A Teia dos Sonhos apresenta aos jovens leitores a beleza e o poder da amizade, a dor de uma perda, o caminho da superação e no meio do caos, o amor. Uma história sobre a difícil tarefa de crescer e aprender a perdoar aquilo que jamais será esquecido. Nessa jornada do amadurecimento, A Teia dos Sonhos nos mostra que para ser feliz é preciso estar vivo.

A Teia dos Sonhos foi escrito pela doutora em Cultura Contemporânea e professora de adolescentes da Rede La Salle Abel, em Niterói, Karine Aragão.

Os Aventureiros da Solidão #DicaDeLivro

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Este é o primeiro volume da Coleção Diálogos Filosófico-Literários, a que se integram os quatro exemplares já publicados: Nas Malhas do Devaneio – o dia em que Fernando Pessoa nos reinventou; Movidos pelo Desejo – Emma Bovary e Dr. Fausto: a danação da viagem; Do Assombro e do Provável – Clarice Lispector e Hamlet: o labirinto da consciência; Do Esplendoroso Caos – Dom Quixote e Nietzsche: a metamorfose do humano.

Estes títulos foram editados um a um entre 2013 e 2014, quando ainda se pretendia a publicação em separado dos diálogos.

Em finais de 2015 a coleção tomou uma nova direção, e chegamos a este novo formato, em que cada volume passa a conter quatro ensaios. Este é, pois, o primeiro volume.

Pessoa, Emma Bovary, Fausto, Clarice, Hamlet, Quixote, Nietzsche, viajantes solitários dos confins do espanto, percorrendo itinerários em direção aos achados que reinventam, assombrados com os triunfos das descobertas e indomáveis na sua amabilidade.

 

Os Aventureiros da Solidão   14369988_1756913951213450_5555865699001194923_n

Autora: Dília Gouveia

160 páginas / PB  / Ano: 2016 / ISBN: 978-85-5858-010-6

Preço de capa:  R$48,00

Saiba como comprar o exemplar e receber em casa:

Livraria Virtual Editora Muiraquitã

 

#ATeiaDosSonhos

Palavras fazem a diferenca.

E se Laura tivesse falado de seus problemas para Júlia?

Talvez recebesse esse bilhete…

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Vem aí o livro de estreia de  Karine Aragão

#ateiadossonhos

Uma história que você não vai esquecer!!

Era uma vez ’11 de Setembro’ – direto do túnel do tempo…

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O mês do aniversário das Edições Muiraquitã é um tempo de memórias e portanto vale relembrar alguns fatos marcantes, como esse da foto, em que a editora Labouré Lima encontrava-se em Viseu-Portugal para o lançamento do livro ‘Vil de Souto – Cantinho da Beira Alta’ do escritor português Augusto Lopes*. O livro traz uma pesquisa histórica sobre a formação da freguesia Casal de Vil de Souto, cujo significado quer dizer vale dos castanheiros. E dentre as famílias formadoras dessa povoação encontra-se a que deu origem a árvore genealógica do Comendador Thomás Lima. Ele foi um dos fundadores e presidente do antigo Banco Predial do Estado do Rio de Janeiro, vendido para o Unibanco e recentemente incorporado ao Grupo Itaú S/A. O comendador imigrou de Portugal para o Brasil. E com apenas 13 anos ele deixou Viseu para morar em Niterói-RJ, com seu irmão que já morava nesta cidade. Assim ele formou um novo núcleo familiar e construiu ao longo do tempo a sua história na comunidade luso-brasileira do Estado do Rio de Janeiro.
Nesta ocasião festiva, torna-se imprescindível registrar a nossa homenagem à memória do Dr. Tomaz Correia de Miranda Lima (filho do Comendador), ex-presidente do Elos Clube de Niterói e Centro da Comunidade Luso-Brasileira do Estado do Rio de Janeiro que introduziu essa editora no seio da Comunidade Lusíada.
Retomando a história do lançamento do livro, o evento estava agendado para Setembro de 2001. Poucas horas antes do nosso embarque para Portugal, foram despachados 1000 exemplares do livro que deveriam seguir no mesmo voo, como bagagem acompanhada. Mas aquele onze de setembro não seria um dia qualquer. O mundo inteiro assistiu com perplexidade e sofreu com as cenas de horror daquela manhã de setembro, em que as Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC) foram ao chão, barbaramente atingidas por dois aviões, causadores da tragédia que abalou o Mundo. De um momento para o outro, a paisagem de NYC foi encoberta por uma densa nuvem de poeira, carregada de muita dor e medo.  Aquele dia marcou a história política do nosso tempo e o Mundo nunca mais foi o mesmo depois do maior ataque terrorista aos Estados Unidos.
Depois do impacto das primeiras imagens, consideramos que seria complicado passar dez horas dentro de um avião e atravessar o Oceano. Então, nos rendemos ao pânico de embarcar naquele dia e transferimos a data da viagem.
Alguns dias depois, voamos para Portugal. Do outro lado do Oceano, fomos recebidos com um evento super bem cuidado, organizado pelo autor, sua família e um grupo de amigos. O escritor Augusto Lopes autografou mais de 400 livros em sua tarde de estreia. O que presenciamos não foi propriamente uma ‘sessão de autógrafos’, mas um ‘show de autógrafos’  entremeado com música, dança folclórica, gastronomia e exposição de artes plásticas, assinada por artistas regionais da Beira Alta. O eventou também contou com a cobertura jornalística da Radio Renascença e do Jornal Notícias de Viseu, aos quais a editora e o autor deram entrevista para divulgar o livro ‘VIL DE SOUTO – Cantinho da Beira Alta’.  Como se pode observar o lançamento desse livro marcou a história da editora de muitas formas.
*Augusto Lopes, mudou-se de Portugal para Genebra, onde, trabalha, estuda,  assina uma coluna de jornal, apresenta um programa de rádio e continua a escrever e a publicar seus livros. O mais recente é ‘Meu Sol de Genebra’, publicado pela editora Chiado, em língua portuguesa. Mas também pode ser lido nas versões italiana e francesa.
NOTA: O post foi publicado às 23:22horas de 11 de Setembro, pela hora de Brasília. Mas  o WordPress o considerou como 12 de setembro.  Só um registro.

#DiaDoEscritor Nossa homenagem a esse ofício que nos ensina a pensar…

13781862_1075909139168354_8435043226053634903_nEm nome da Editora Muiraquitã quero parabenizar e agradecer publicamente aos nossos escritores, bem como das editoras do Brasil e do Mundo, pela entrega de suas vidas ao ofício criativo das palavras. Esse ofício tão importante que nos ensina a pensar…
Para a história de uma editora não é suficiente publicar livros vendáveis. Uma das características fundamentais é criar um diferencial. Ao se tornar conhecida por ser diferente das outras, uma editora conquista o interesse e a aproximação dos leitores. E com o foco em nossa Editora Muiraquitã queremos salientar que se torna indispensável evidenciar e agradecer aos nossos autores, pois são eles os maiores responsáveis por fazermos a diferença entre outras editoras. As nossas relações vão além da simples parceria editora/escritores. Nesse ano de 2016, mais precisamente em 24 de Setembro, completamos 25 anos de história. Foi esse tempo que nos ajudou a construir as gratíssimas relações de amizade com os escritores que publicamos. Para nossa editora isso representa mais que um prêmio conquistado. Queremos enfatizar que a nossa relação de afeto com os nossos autores começa a ser construída quando eles nos dão a oportunidade de ter contato com o texto que escreveram e sobre o qual se debruçaram por horas, dias, meses e anos de suas vidas, antes que se torne um livro acessível ao público. Cada um desses amigos representa uma joia no tesouro da vida editorial, protegido com afeto e alto grau de confiabilidade.
Labouré Lima

 

No dia 25 de julho comemora-se o Dia Nacional do Escritor, data instituída em 1960 pelo então presidente da União Brasileira de Escritores, João Peregrino Júnior, e pelo seu vice-presidente, o célebre escritor Jorge Amado. O Dia do Escritor surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, iniciativa da UBE. O grande sucesso do evento foi primordial para que, por intermédio de um decreto governamental, a data fosse instituída com a finalidade de celebrar a importância do profissional das letras, profissão que, infelizmente, nem sempre tem sua relevância reconhecida.

 

Fique por dentro das novidades da Editora Muiraquitã acompanhe o nosso blog e acesse também a nossa livraria virtual. Agora você pode comprar nossos livros sem sair de casa http://editoramuiraquita.lojaintegrada.com.br/

 

Se você tem um livro para publicar recomendamos que leia esse artigo no site da Editora Muiraquitã

Para uns CRISE é risco, para outros é OPORTUNIDADE.

Em 1991, fundei a editora Muiraquitã com um ex-colega de trabalho. Um pouco antes dessa época, em 1989, conheci Yan, um jovem idealizador e arrojado. Ele foi o pioneiro da editoração eletrônica no mercado editorial do Rio de Janeiro. Nos encontramos trabalhando na edição de um Dicionário de Mitologia Grega, contendo cerca de 1500 páginas distribuídas em 2 volumes. Uma obra primorosa do professor da PUC Junito Brandão, de saudosa memória. O editor da Vozes era o Frei Neylor José Tonin. Lembro que o departamento de arte da Vozes teve que trabalhar meses a fio para colocar os acentos manualmente, porque as fontes das letras gregas estavam incompletas. O período era de transição e tive que voltar para o jornal Gazeta Mercantil de São Paulo, onde trabalhava quando aceitei o convite do Frei Neylor para chefiar o escritório da Vozes no Rio. Era um cargo de confiança, uma secretaria geral da Vozes no Rio de Janeiro. Foi um tempo de grande aprendizado. Aos poucos fui me afeiçoando as atividades editoriais. Nos encontros diários, recebia gente famosa. Nem ouso nomear todos, foram muitos. Eram autores, livreiros, jornalistas, presidência de instituições culturais e grandes editores. E quando Yan me propôs parceria na captação de serviços de editoração eletrônica junto às editoras do Rio, o sonho de gerir a minha própria editora pulsava forte no meu coração. Mas tudo que eu tinha para começar era apenas o capital trabalho. Observando a minha história, percebo claramente que para uns CRISE é risco e para outros é OPORTUNIDADE. Desse modo começamos uma sociedade que durou 7 anos. O primeiro livro que publicamos surgiu em um tempo de crise, fruto das anotações que o Yan fazia após as nossas reuniões diárias, na fase embrionária da editora Muiraquitã. O título “Oportunidade — uma visão otimista da crise” foi lançado durante a conferência Mundial ECO—92, realizada no Rio. Quando Yan decidiu seguir outro caminho, lembro que ouvi dele na conversa em que foi anunciada a sua decisão: “estou vivendo um sonho que não é meu”. Sim, ele estava certo. O sonho era meu. Vesti a carapuça com todos os riscos e fiz o que devia fazer. Lutei pelo meu sonho. Realmente tem sido um tempo de lutas. Mas não tenho queixas. Tenho glorificado a Deus que até aqui tem me ajudado muito. Especialmente por entender como obra de Deus a presença da minha filha Raquel Ribeiro,  na Direção de Arte e Produção da editora. Depois de todos os anos em que ela esteve morando fora do Brasil, o seu retorno é o rejuvenescimento da marca da editora. Outra fonte de gratidão são os mais de 200 autores que a editora já publicou. Eles se tornaram nossos parceiros ao compartilhar o sonho de publicar suas obras conosco.  Agradeço a cada um deles, pela confiança demonstrada ao longo desses 25 anos da nossa editora.

As crises sempre existiram e existirão. Esta não é a primeira, nem será a última. Estamos vivendo um tempo conturbado na política brasileira. Mas não podemos perder de vista a esperança de que vamos sair de mais essa e voltar a crescer, como o país merece. O que entristece é a falta de respeito das ideologias partidárias. Apesar de não ter nenhuma filiação política nesse momento, posso afirmar que não sou dessas pessoas que se escondem na ‘zona de conforto’. Exponho meu pensamento. Mas, independente disso, reservo respeito aos meus amigos e a todos que sabem dialogar e expor as mais diferentes opiniões sobre esse momento de transição do governo brasileiro e a situação política em que o país se encontra. Mas não posso dizer que aceito de cabeça baixa, as reclamações entremeadas por xingamentos que estão nas redes sociais desde que surgiu o imbróglio da extinção do MINC.

Em 25 anos como editora de livros, nunca fiz captação de recursos. Compreendo que o mal uso da Lei Rouanet por um grupo privilegiado é a principal razão de tanta queixa. Penso que se a Lei atendesse aos pequenos produtores, ela poderia ser melhor aceita. A verdade é que os pequenos produtores de Cultura não têm a mesma chance de ser habilitados. A maior deficiência da Lei Rouanet fica por conta dos privilégios concedidos  aos grandes produtores ou ‘afilhados políticos’. São esses que conseguem habilitação para captar recursos. Os pequenos produtores são ‘sardinhas’ engolidas pelos ‘tubarões’.

Se a Lei Rouanet é o motivo da discórdia no MINC, então que seja revista ou extinta.

E sobre a volta do MINC tenho a dizer que os comentários maledicentes e atitudes desrespeitosas com ofensas a quem quer que se manifeste favorável, só demonstram o quanto nosso país precisa de Cultura e Educação.

Existe gente séria que trabalha com empenho e amor pela Cultura brasileira, ela é a raiz da nossa história. Essas pessoas merecem respeito. Não podem ser tratadas como ‘carneiros que vão enfileirados para o sacrifício silenciosamente’.

Não somos obrigados a compartilhar das mesmas opiniões, mas o respeito deve ser uma via de mão dupla. A soma das nossas diferenças é a maior riqueza da nossa Cultura.

Com o agradecimento sincero e o abraço carinhoso para todos que me respeitam e fazem por merecer a minha amizade.

🙏💜

 

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A tartaruga foi eleita como identidade visual da Muiraquitã por ser um símbolo ecológico do nosso tempo, com grande significado para a preservação ambiental. O outro motivo foi o lançamento do selo editorial durante a conferência Mundial Eco-92, realizada no Rio.

#LiberdadeLiberdade Como o príncipe Shalla M´Bembe foi capturado em sua tribo na África Oriental e trazido ao Brasil colônia na condição de escravo?

A Lei Áurea, que aboliu oficialmente a escravidão no Brasil, foi assinada em 13 de maio de 1888. E ainda hoje, temos que conviver com notícias que envolvem a prática da discriminação racial. O racismo consiste no preconceito e na discriminação com base em percepções sociais orientadas pelas diferenças biológicas entre os povos. Esperamos que um dia as pessoas preconceituosas sejam tocadas pela transformação. Quer seja pelo acesso a bons livros, pelo crescimento intelectual ou pelo amadurecimento natural do espírito.  Que enfim venha o tempo em que as diferenças sejam respeitadas.

Olá caríssimos leitores!
A propósito de ser o dia 13 de maio, uma data histórica e tão significativa para a comunidade negra em nosso país, gostaria de recomendar o romance ‘Shalla M’Bembe – Nobre na savana e na senzala’.  Trata-se de uma história que toca em uma enorme ferida: a questão da escravatura, da crueldade humana e das diferenças sociais na época do Brasil Colônia. O livro conta a história do príncipe Shalla M´Bembe que foi capturado de sua tribo, na África Oriental, e trazido ao Brasil colônia na condição de escravo. Filho de um líder respeitado e justo, Shalla M´Bembe, mesmo se tornando cativo, sofrendo violências e sendo tratado como um bicho sem alma, nunca deixou de ser bom e correto, granjeando o carinho de todos à sua volta, galgando assim, os passos para a tão sonhada liberdade. 

 

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No blog da  Editora Muiraquitã  o leitor irá encontrar uma resenha detalhada com mais informações sobre o livro e o autor.
Se não encontrar em uma livraria perto de você, acesse o site da editora. Entregamos em todo Brasil, via Correios:  Livraria Virtual Editora Muiraquitã

Vem aí… ‘O Perfume da Palavra’ — Volume V

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13102888_1703497899900340_3131446530553447835_n Aparecida Dias - Lágrimas

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