#Nirvana – Nem tudo no mundo é Guerra e Violência, também há mensagens de Amor e Esperança

 

 

O coral das ‘Meninas Cantoras de Petrópolis’ nos faz compreender que nem tudo no mundo é Guerra e Violência, também há mensagens de Amor e Esperança.

 

MENINAS CANTORAS DE PETRÓPOLIS.

(The Petropolis Girls Choir – Brazil)

Música: Nirvana.

Arranjos de base: Wilson Nunes e Ricardo Magno

Direção : Willy Domka.

Regência: Marco Aurélio Xavier

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Dia do Motociclista

dia do motociclista

Sou do tempo em que se reservava um espaço para acomodar capacetes, casacos de couro e luvas, quando esperávamos amigos motociclistas…

Guardo boas lembranças do tempo de convívio com amigos praticantes do motociclismo. Pessoas lindas de coração e alma.
Em uma época não muito distante, a gente desfrutava de um Rio de Janeiro que se tornou inesquecível. Nos permitíamos o prazer de sair a noite para passear. Éramos um grupo formado por vinte e poucos amigos. Um dos nossos roteiros preferidos para os passeios em noite de lua cheia era subir o Alto da Tijuca pela Usina e descer a Estrada das Canoas até São Conrado. Aquelas máquinas maravilhosas tipo Harley Davidson, Kawasaki e outras… Não me imagino fazendo isso hoje, mas nem com escolta. O que fizeram com o Rio de Janeiro foi algo inominável.
Atualmente tudo mudou. Nos grandes centros urbanos, no interior e no mundo todo, houve a expansão das vendas e não falta engarrafamento de motoqueiros por todo lado. Tem gente boa pilotando motos e também gente má andando em duas rodas por aí.
Sem querer julgar todos por um… A poucos dias nossa cachorrinha Lazy foi atropelada por um motoqueiro impiedoso que a deixou amputada, em uma das patas dianteiras. Mas felizmente, a Lazy é uma guerreira. Depois dessa, vamos ter que rebatizar seu nome para ‘Lazy Lady Valente’. Ela reagiu tão bem que já saiu da clínica veterinária, fez a primeira troca de curativos, voltou para casa e já está tentando correr. Ela se diverte com as sombras dos passarinhos. Acreditem, graças a Deus!
Labouré Lima

~ Saudade é amor ❤️ Te sigo esperando ~

Para Rayan Lochte ele não mentiu, apenas omitiu. Um Campeão Olímpico precisa saber honrar as suas Medalhas.

No primeiro momento em que ouvi a minha filha dizer: “Que vergonha! Um atleta da natação americana, ganhador da Medalha de Ouro, foi vítima de assalto a mão armada no Rio!!” É óbvio que recebi a notícia com indignação! E a indignação foi ainda maior quando soube que era mentira do atleta. Ele mentiu para escapar de uma possível punição por parte da delegação americana. E como se não fosse suficiente, divulgou na imprensa internacional uma notícia que ele inventou.

Foi uma atitude covarde o que ele fez. Não era apenas uma mentira boba de um jovem inconsequente. Ele e mais três atletas bêbados, vandalizaram um estabelecimento  comercial na cidade sede dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Impossível atribuir imaturidade a alguém que parece ter planejado tudo o que fez. Talvez ele tenha acreditado que não haveriam maiores consequências. Que a sua mentira seria aceita e ficaria tudo bem. Pensou que poderia culpar a violência do Rio de Janeiro por ficar na boêmia e chegar fora do horário na Vila Olímpica. A cidade é conhecida por não ser um exemplo de segurança pública para os seus moradores. O atleta calculou que estava acima do bem e do mal. Errou feio com uma cidade que o acolheu tão bem. Esqueceu que a mentira têm pernas curtas e foi desmascarado para o mundo todo.

Medalhas Olímpicas não são  simples prêmios, são honras ao vencedor. É o reconhecimento pela excelência do esforço do atleta e sua equipe técnica. O Ouro Olímpico representa um país e eleva a bandeira do seu povo ao ponto mais alto do pódium nos Jogos Olímpicos. Rayn Lochte não tem só uma Medalha de Ouro, são mais de dez!  Considero que o comportamento desse atleta não representa os Estados Unidos da América. Ele não honrou as homenagens que recebeu do Comitê Olímpico Internacional.

A questão da segurança nos ‪#‎JogosOlimpicos‬ teve tanta prioridade que envolveu inclusive o deslocamento das Forças Armadas do Brasil. O atleta ‪#‎USA ‬‪#‎Lochte‬ brincou com um assunto muito sério para o povo carioca. Nós sabemos o que são os problemas internos de Segurança Pública que vivenciamos em nosso dia a dia. Ele não tinha o direito de fazer o que fez, denegriu a imagem do Brasil, do Rio de Janeiro e da organização ‪#‎Rio2016 ‬na imprensa internacional. O mínimo a fazer é assumir que mentiu e pedir desculpas!! Mas de coração, com verdade e alma. Não dessa forma ‘falsiane’ que ele fez.

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O PEDIDO DE DESCULPA DO ATLETA

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“Quero me desculpar pelo meu comportamento no fim de semana passado – por não ter sido cuidadoso e sincero em como descrevi os eventos daquela manhã e pelo meu papel em tirar o foco dos muitos atletas conquistando seus sonhos e participando da Olimpíada. Eu esperei para compartilhar esses pensamentos até que fosse confirmado que a situação legal fosse encaminhada e ficasse claro que meus colegas de equipe estivessem chegado em casa seguros.

É traumático estar tarde da noite com seus amigos em um país estrangeiro – com uma barreira de idioma – e ter um estranho apontando uma arma para você e pedindo dinheiro para te deixar ir embora, mas independentemente do comportamento de qualquer um naquela noite, eu deveria ter sido muito mais responsável em como eu lidei e por isso sinto muito por meus colegas de equipe, meus fãs, meus companheiros competidores, meus patrocinadores e os anfitriões desse grande evento. Estou muito orgulhoso de representar meu país em uma competição olímpica e esta foi uma situação que poderia e deveria ser evitada. Aceito a responsabilidade por meu papel neste incidente e aprendi algumas lições valiosas.

Sou grato aos meus companheiros do time de natação dos EUA e ao comitê olímpico americano, e agradeço todos os esforços do COI, do Comitê Rio-2016 e as pessoas do Brasil que nos receberam no Rio e trabalharam tão duro para garantirem que esses Jogos Olímpicos promovessem ótimas lembranças para a vida inteira. Muito já foi dito e muitos recursos valiosos foram dedicados ao que aconteceu no último fim de semana, então espero que aproveitemos nosso tempo celebrando as boas histórias e o desempenho desses Jogos e olhemos para frente para celebrar os sucessos futuros.”

Leia mais sobre esse assunto em O Globo

 

 

Era uma vez… um dia 15 de Agosto.

outeiro-da-gloriaPassava um pouco da meia noite… Eu planejava dormir mais cedo para assistir a Missa no Outeiro da Glória, nas primeiras horas da manhã. O dia de Nossa Senhora da Glória é muito concorrido e a igreja fica sempre cheia. Estava pronta para deitar, quando algo diferente aconteceu. Era o final do nono mês de gestação e o corpo dava sinais de que a expectativa estava por terminar. Éramos um casal de jovens ansiosos por conhecer o rostinho da criança que estava prestes a nascer… Naquela noite, no apartamento da Rua do Russel, ao pé do Outeiro da Glória, sem saber muito bem o que fazer, eu dizia: “está na hora, precisamos ir para a maternidade!” Enquanto isso o futuro papai pulava de alegria em cima da cama e celebrava aos gritos: “Vou ser pai! Vou ser pai!” Ah! Os homens… Enfim, ligamos para o obstetra e partimos rumo ao hospital dos Italianos, no bairro do Grajaú, Rio de Janeiro.

As horas passavam e o intervalo das contrações eram cada vez menores… Ouvi repetidas vezes das mulheres mais experientes da família, uma frase curiosa: “a dor do parto é uma dor esquecida”. Realmente não guardo lembrança daquela dor, só sei que a alegria daquele dia jamais esquecerei. 

Embora aquele momento fosse de uma alegria indescritível para toda nossa família, havia um passado que estava sendo vencido. Mas jamais será esquecido. Antes de conhecer o bebê que nos trouxe tanta felicidade, houveram outros dois. Foram duas vidas abreviadas, cada qual no seu tempo. Eram dois meninos. O primeiro ‘partiu’ com seis meses de vida, num surto de meningite ocorrido no Rio de Janeiro. O segundo, nasceu prematuro e ‘nos deixou’ com apenas dez dias. Não sem antes duelar com a morte. O ‘nosso pequeno/grande guerreiro’ lutou bravamente por sua vida, o coraçãozinho dele parou mais de dez vezes. Esses são os primeiros filhos, de fato e direito. Temos dois anjos no Céu. 

Voltando ao quinze de Agosto… Já haviam se passado quase doze horas após o início das sensações do pré-parto, quando fui avisada pelo obstetra Dr. Carlos Patrício que a sua equipe já estava pronta e nos aguardava na ‘sala de parto’. E lá fomos nós! Quando entramos, eu e aquela minha linda barriga dourada, deixamos toda equipe boquiaberta e encantada com o tom bronzeado da pele. Dr. Patrício sabia transmitir confiança e um astral fantástico. Ele me ensinou que os raios do sol das primeiras horas da manhã, poderiam ser administrados durante os nove meses. E realmente, o sol não só fez um belíssimo trabalho de coloração como injetou muita vitalidade na minha vida. Nós caminhávamos todas as manhãs na praia do Flamengo. Depois eu me sentava sob uma barraca de sol  e passava o tempo a tricotar sapatinhos, enquanto o ‘papai’ lia o jornal antes de seguir para o trabalho. Aos domingos, nosso primeiro compromisso era assistir a Missa das nove da manhã, no Outeiro da Glória. Sempre tivemos muita fé que tudo daria certo e no dia de Nossa Senhora da Glória tivemos a maior prova do quanto fomnossa-senhora-da-glc3b3riaos abençoados por Ela. 

Assim nasceu a nossa Ana Paula, uma ‘carioca da gema’ autêntica. A criança alegre e saudável, motivo de felicidade para a família inteira, virou gente grande e se tornou ‘uma adorável cidadã do mundo’. Mas no peito dessa mulher brasileira, bonita e inteligente, também bate um coração solidário que sabe abraçar as causas com amor e dedicação. Nesse dia tão especial para ela e todos que a amam, peço a Deus que sua vida seja cada vez mais feliz e abençoada! Que sempre tenha motivos para irradiar a sua alegria de viver a todos que se aproximam dela.

O Criador em sua pintura estranha

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Soneto Introdutório
Osvaldo Orico

 

Depois de ver os mundos que criara,
Cheios de força, cheios de esplendor,
Deus, em certa manhã formosa e clara,
Não bastando ser Deus, fez-se pintor.

Quis dar à vida outro primor,
E com as tintas que o Éden pintara,
Pôs em quadro de cumes e de cor
A curvatura azul da Guanabara.

É assim, oh!, viandante deslumbrado!,
Que vês, de longe, sobre o Corcovado,
O criador em sua pintura estranha;

E miras rutilante de beleza,
Cristo desabrochar da Natureza,
Como um lírio de luz sobre a montanha

 

Fonte: Soneto Introdutório por Osvaldo Orico
(Tradução Élio Monnerat Solón de Pontes).
Livro: Roteiro Sentimental do Rio de Janeiro
Edições Muiraquitã

Rio em Flor de Janeiro – Carlos Drummond de Andrade

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#RiodeJaneiro #451Anos Rogo a Deus que a nossa joia preciosa nunca perca o título de ‘Cidade Maravilhosa’. 🙏🙏🙏

A gente passa, a gente olha, a gente pára
e se extasia.
Que aconteceu com esta cidade
da noite para o dia?
O Rio de Janeiro virou flor
nas praças, nos jardins dos edifícios,
no Parque do Flamengo nem se fala:
é flor é flor é flor,
uma soberba flor por sobre todas,
e a ela rendo meu tributo apaixonado.
Pergunto o nome, ninguém sabe. Quem responde
é Baby Vignoli, é Léa Távora.
(Homem nenhum sabe nomes vegetais,
porém mulher se liga à natureza
em raízes, semente, fruto e ninho.)
Iúca! Iúca, meu amor deste verão
que melhor se chamara primavera.
Yucca gloriosa, mexicana
dádiva aos canteiros cariocas.
Em toda parte a vejo. Em Botafogo,
Tijuca, Centro, Ipanema, Paquetá,
a ostentar panículas de pérola,
eretos lampadários, urnas santas,
de majestade simples. Tão rainha,
deixa-se florir no alto, coroando
folhas pontiagudas e pungentes.
A gente olha, a gente estaca
e logo uma porção de nomes populares
brota da ignorância de nós todos.
Essa gorda baiana me sorri:
? Círio de Nossa Senhora? (ou de Iemanjá?)
? Vela de pureza, outra acrescenta.
? Lanceta é que se chama. ? Não, baioneta.
? Baioneta espanhola, não sabia?
E a flor, que era anônima em sua glória,
toda se entreflora de etiquetas.
Deixemo-la reinar. Sua presença
é mel e pão de sonho para os olhos.
Não esqueçamos, gente, os flamboyants
que em toda sua pompa se engalanam
aqui, ali, no Rio flóreo.
Nem a dourada acácia,
nem a mimosa nívea ou rósea espirradeira,
esse adágio lilás do manacá,
esse luxo do ipê que nem-te-conto,
mais a vermelha aparição
dos brincos-de-princesa nos jardins
onde a banida cor volta a imperar.
Isto é janeiro e é Rio de Janeiro
janeiramente flor por todo lado.
Você já viu? Você já reparou?
Andou mais devagar para curtir
essa inefável fonte de prazer:
a forma organizada
rigorosa
esculpintura da natureza em festa, puro agrado
da Terra para os homens e mulheres
que faz do mundo obra de arte
total universal, para quem sabe
(e é tão simples)
ver?

Salto de Paraquedas em Itacoatiara! Melhor maneira de chegar na praia

Salto de trike na praia de Itacoatiara – Niterói – Rio de Janeiro.
Em 07 Julho 2013. Atleta: Marcelo Miranda.

Recomendo ver em tela cheia.

*************************

Nós gostamos de manhãs quentes com brisa fresca
burburinho das pessoas
bramidos do mar
movimento nos ramos das árvores
e da cor verde

Nós gostamos da água às vezes nem tão límpida
das ondas que quebram à beira da praia
das gotículas que trazem frescor
das formas dos bancos de areia
e da cor azul

Nós gostamos do horizonte como que infinito
recortado por barcos ao longe
e das gaivotas que mergulham
em uma pesca plástica, ainda que assassina
e da cor branca

Nós gostamos da falta de tudo que na cidade excede:
cartazes, faixas, propagandas
ônibus e caminhões, buzinas
responsabilidades e tarefas
e da cor cinza

Nós gostamos do silêncio que em nenhum lugar há
senão por instantes noturnos
ou na misteriosa confluência de fatores
que nos trazem, brevemente, somente o barulho das ondas
e da cor amarela

Nós gostamos do som de algumas canções, das vozes
que as cantam, do alívio que vem
em goles de vinho branco, a tranquilidade
e leve embriaguez iluminada pela lua
e da sua cor prateada

Nós gostamos das crianças que chapinham na água
cavam na areia, sorrindo e gritando
em meio aos vendedores e suas ofertas
de alívio instantâneo com seus sorvetes e refrescos
e da cor vermelha

Nós gostamos de ler sentados na espreguiçadeira
e de nela cochilar, envoltos pelo calor
do sol, os reflexos de luzes
em nossos olhos caídos
e da cor castanha

Nós gostamos de Itacoatiara

 

Poema de Marcos N.
Membro do TripAdvisor
Visitou Itacoatiara, em outubro de 2013

Festival de Fados do lado de cá do Oceano…

O genial fadista Carlos do Carmo, maior nome do Fado em Portugal e nas comunidades portuguesas pelo mundo afora, depois de Amália Rodrigues, encontra-se no Rio de Janeiro para o ‘Festival de Fados’, neste sábado, 21 de novembro de 2015. A cena cultural carioca recebe este grande encontro da música portuguesa com os seus apreciadores do lado de cá do Oceano.

 

 

GAIVOTA – Carlos do Carmo

Se uma gaivota viesse

Trazer-me o céu de Lisboa

No desenho que fizesse

Nesse céu onde o olhar

É uma asa que não voa

Esmorece e cai no mar

 

Que perfeito coração, no meu peito bateria

Meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia

Perfeito o meu coração

 

Se um português marinheiro

Dos sete mares andarilho

Fosse, quem sabe, o primeiro

A contar-me o que inventasse

Se um olhar de novo brilho

Ao meu olhar se enlaçasse

 

Que perfeito coração, no meu peito bateria

Meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia

Perfeito o meu coração

 

Se ao dizer adeus à vida

As aves todas do céu

Me dessem na despedida

O teu olhar derradeiro

Esse olhar que era só teu

Amor, que foste o primeiro

 

Que perfeito coração, no meu peito bateria

Meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia

Perfeito o meu coração

 

Compositor: Alexandre O’neill e Alain Oulman

 

***

PS. A escolha desta letra faz muito sentido para a minha vida. Ela mexe com as emoções e faz reviver grandes lembranças… Foram 14 anos vividos entre o Brasil e Portugal, onde o amor e as amizades tocaram meu coração para sempre.

 

 

 

 

 

 

 

#SantoAntônio — “Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa.”

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Santo Antonio do Relento, Largo da Carioca, Rio de Janeiro

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Convento de Santo Antônio, Largo da Carioca, Rio de Janeiro.

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A história do Convento de Santo Antônio começa em 1592, quando chegaram os primeiros frades franciscanos ao Rio de Janeiro. Em 1607, foi-lhes concedida a posse de um morro, atualmente conhecido como Morro de Santo Antônio, no qual começaram a construir o convento em 1608. A primeira missa foi rezada em 1615 com a igreja do convento ainda em construção, e só em 1620 foi terminado o conjunto. Ao sopé do morro encontrava-se uma lagoa, no lugar do atual Largo da Carioca, que foi aterrada em 1679, depois de insistentes pedidos dos franciscanos.

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