A escritora Karine Aragão está em destaque na #BienalRio com o livro juvenil #ATeiadosSonhos que traz uma forte abordagem sobre #SetembroAmarelo

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mockup_a_teiaSobre o livro:
Levanta questões sobre os conflitos vividos pelo jovem
na sociedade moderna. A juventude está adoecendo diante de tantas cobranças para caber em padrões sociais, que nem sempre são compatíveis com personalidades tão distintas.
O livro A Teia dos Sonhos, da autora Karine Aragão, discute exatamente essas questões a partir da história de duas amigas de 16 anos, que vivem as experiências comuns à rotina de qualquer adolescente, o primeiro amor, as cobranças da escola, os conflitos com os pais, a ansiedade quando surgem as dúvidas e, acima disso, a dificuldade de procurar novas referências quando se sentem perdidos num mundo que nem sempre funciona do jeito que a gente quer.

 

20988527_1515197901876858_7535790263754197530_oSobre a autora:
Karine Aragão é mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal Fluminense (UFF), doutora em Cultura Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professora de jovens na cidade de Niterói.
Karine é uma escritora que vive de dentro esse universo adolescente. Seu dia a dia, como professora, é cercado de conflitos e de dilemas comuns a essa faixa etária. Por isso, a narrativa de “A Teia dos Sonhos” ganha tanta identificação entre seus personagens e o público leitor, trazendo as experiências comuns à rotina de qualquer adolescente, o primeiro amor, as cobranças da escola, os conflitos com os pais, a ansiedade quando surgem as dúvidas e, acima disso, a dificuldade de procurar novas referências quando se sentem perdidos

Atenção a esse recado da editora: Se você está longe e não pode participar da XVIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, não se preocupe. Os lançamentos das Edições Muiraquitã são despachados para todo Brasil via Correios📚

Clique aqui e verifique na livraria virtual da Editora Muiraquitã como receber esse livro em seu endereço.

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Lançamento na #BienalRio A #EditoraMuiraquitã apresenta Paula Vinagre em sua estreia na categoria #romance

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capa espelho da almaSobre o livro:
Espelho da Alma é um “thriller” que o leitor prende sua atenção do princípio ao final da leitura. Um livro com personagens envolventes, que a cada capítulo revelam suas verdadeiras personalidades. Dividido em duas histórias, repletas de reviravoltas, os dois enredos tem em comum um espelho, que desnuda a alma humana. Através dele, o ser humano mostra seus medos, fraquezas, desejos, inseguranças. No final, as duas histórias se entrelaçam num desfecho emocionante. Qual o limite entre o bem e o mal? Até que ponto podemos chegar para salvar um ente querido? Esses questionamentos são colocados no livro, na forma de um puro cristal, emoldurado por pedrarias, que mostra um belo trabalho de marchetaria.

Paula Vinagre

Sobre a autora:
Advogada, mas desde muito cedo se dedicou à carreira de escritora. Em 1985 participou da antologia “Escritores Brasileiros” com sua poesia “E esse amor que não passa”, publicada pela Crisalis Editora. Além de “Espelho da Alma” é autora dos livros infantis ”O Mucongo do Campo de São Bento” e “O Menino que sonhava com a Amazônia”, lançados em 2001 e 2009 respectivamente, pela Editora Muiraquitã.

 

 

Atenção a esse recado da editora:  Se você está longe e não pode participar da XVIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, não se preocupe. Os lançamentos das Edições Muiraquitã são despachados para todo Brasil via Correios📚

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#BienaldoLivro2017 Nas palavras do autor, o livro ASAS “é uma proposta de acolhimento, um casaco de letras”.

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Sobre o evento:
Roda de Poesias do livro ASAS, durante bate-papo descontraído com o poeta e músico Waldyr Argento Jr, seguido de sessão de autógrafos.

 

Sobre o livro:
Mais que nunca é preciso sonhar. É só abrir as ASAS ao léu e flutuar. Não ter medo de sercapa_asas_frente feliz, fazer tudo o que você sempre quis. Elevar sua alma até uma outra dimensão, soltar seu corpo, seu grito, ser livre! Viajar sem direção, procurar seu caminho, sem esquecer a sua verdadeira razão de existir. Lá no céu tem sempre uma estrela que conspira a seu favor, basta acreditar. Nossos sonhos são tudo o que temos e tudo o que precisamos para sermos felizes. Portanto, viva a vida, sonhe, deixe fluir… Sofra, chore, cante, dance, se levante, faça um favor ao seu coração: Acredite nos seus sonhos, pois eles são mágicos! ASAS é um encontro marcado com o encanto. É uma proposta de acolhimento, um casaco de letras. É uma aposta no tempo de ontem, do futuro ou do agora.

 

Sobre o autor: 

Waldyr

Fonte da foto: culturaniteroi.com.br

Poeta, compositor e escritor, nascido em Bom Jesus do Itabapoana, mudou-se para Niterói aos 11 anos de idade, onde vive até hoje. Recebeu seus primeiros aplausos no festival de música do Colégio Salesianos – Santa Rosa – Niterói – RJ – com a banda de rock ALTA VOLTAGEM para os vários visitantes, seus pais e familiares. Seu incentivo musical / poético-literário veio de amigos músicos que faziam shows no bairro do Ingá em Niterói, de participar de serenatas em sua cidade natal e da leitura de livros de poesias e crônicas em geral. Participou também da banda A PONTE como cantor de Música Popular Brasileira. Já se apresentou em diversos locais como RIO SCENARIUM, Centro Cultural Memórias do Rio e outros.

 

Para conferir este e outros livros da Editora Muiraquitã  visite a  Livraria Virtual 

 

#EditoraMuiraquitã informa localização na #BienaldoLivro2017

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#Nirvana – Nem tudo no mundo é Guerra e Violência, também há mensagens de Amor e Esperança

 

 

O coral das ‘Meninas Cantoras de Petrópolis’ nos faz compreender que nem tudo no mundo é Guerra e Violência, também há mensagens de Amor e Esperança.

 

MENINAS CANTORAS DE PETRÓPOLIS.

(The Petropolis Girls Choir – Brazil)

Música: Nirvana.

Arranjos de base: Wilson Nunes e Ricardo Magno

Direção : Willy Domka.

Regência: Marco Aurélio Xavier

More song from MENINAS CANTORAS DE PETRÓPOLIS : http://www.youtube.com/user/mcpetropolis

Dia do Motociclista

dia do motociclista

Sou do tempo em que se reservava um espaço para acomodar capacetes, casacos de couro e luvas, quando esperávamos amigos motociclistas…

Guardo boas lembranças do tempo de convívio com amigos praticantes do motociclismo. Pessoas lindas de coração e alma.
Em uma época não muito distante, a gente desfrutava de um Rio de Janeiro que se tornou inesquecível. Nos permitíamos o prazer de sair a noite para passear. Éramos um grupo formado por vinte e poucos amigos. Um dos nossos roteiros preferidos para os passeios em noite de lua cheia era subir o Alto da Tijuca pela Usina e descer a Estrada das Canoas até São Conrado. Aquelas máquinas maravilhosas tipo Harley Davidson, Kawasaki e outras… Não me imagino fazendo isso hoje, mas nem com escolta. O que fizeram com o Rio de Janeiro foi algo inominável.
Atualmente tudo mudou. Nos grandes centros urbanos, no interior e no mundo todo, houve a expansão das vendas e não falta engarrafamento de motoqueiros por todo lado. Tem gente boa pilotando motos e também gente má andando em duas rodas por aí.
Sem querer julgar todos por um… A poucos dias nossa cachorrinha Lazy foi atropelada por um motoqueiro impiedoso que a deixou amputada, em uma das patas dianteiras. Mas felizmente, a Lazy é uma guerreira. Depois dessa, vamos ter que rebatizar seu nome para ‘Lazy Lady Valente’. Ela reagiu tão bem que já saiu da clínica veterinária, fez a primeira troca de curativos, voltou para casa e já está tentando correr. Ela se diverte com as sombras dos passarinhos. Acreditem, graças a Deus!
Labouré Lima

~ Saudade é amor ❤️ Te sigo esperando ~

Para Rayan Lochte ele não mentiu, apenas omitiu. Um Campeão Olímpico precisa saber honrar as suas Medalhas.

No primeiro momento em que ouvi a minha filha dizer: “Que vergonha! Um atleta da natação americana, ganhador da Medalha de Ouro, foi vítima de assalto a mão armada no Rio!!” É óbvio que recebi a notícia com indignação! E a indignação foi ainda maior quando soube que era mentira do atleta. Ele mentiu para escapar de uma possível punição por parte da delegação americana. E como se não fosse suficiente, divulgou na imprensa internacional uma notícia que ele inventou.

Foi uma atitude covarde o que ele fez. Não era apenas uma mentira boba de um jovem inconsequente. Ele e mais três atletas bêbados, vandalizaram um estabelecimento  comercial na cidade sede dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Impossível atribuir imaturidade a alguém que parece ter planejado tudo o que fez. Talvez ele tenha acreditado que não haveriam maiores consequências. Que a sua mentira seria aceita e ficaria tudo bem. Pensou que poderia culpar a violência do Rio de Janeiro por ficar na boêmia e chegar fora do horário na Vila Olímpica. A cidade é conhecida por não ser um exemplo de segurança pública para os seus moradores. O atleta calculou que estava acima do bem e do mal. Errou feio com uma cidade que o acolheu tão bem. Esqueceu que a mentira têm pernas curtas e foi desmascarado para o mundo todo.

Medalhas Olímpicas não são  simples prêmios, são honras ao vencedor. É o reconhecimento pela excelência do esforço do atleta e sua equipe técnica. O Ouro Olímpico representa um país e eleva a bandeira do seu povo ao ponto mais alto do pódium nos Jogos Olímpicos. Rayn Lochte não tem só uma Medalha de Ouro, são mais de dez!  Considero que o comportamento desse atleta não representa os Estados Unidos da América. Ele não honrou as homenagens que recebeu do Comitê Olímpico Internacional.

A questão da segurança nos ‪#‎JogosOlimpicos‬ teve tanta prioridade que envolveu inclusive o deslocamento das Forças Armadas do Brasil. O atleta ‪#‎USA ‬‪#‎Lochte‬ brincou com um assunto muito sério para o povo carioca. Nós sabemos o que são os problemas internos de Segurança Pública que vivenciamos em nosso dia a dia. Ele não tinha o direito de fazer o que fez, denegriu a imagem do Brasil, do Rio de Janeiro e da organização ‪#‎Rio2016 ‬na imprensa internacional. O mínimo a fazer é assumir que mentiu e pedir desculpas!! Mas de coração, com verdade e alma. Não dessa forma ‘falsiane’ que ele fez.

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O PEDIDO DE DESCULPA DO ATLETA

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“Quero me desculpar pelo meu comportamento no fim de semana passado – por não ter sido cuidadoso e sincero em como descrevi os eventos daquela manhã e pelo meu papel em tirar o foco dos muitos atletas conquistando seus sonhos e participando da Olimpíada. Eu esperei para compartilhar esses pensamentos até que fosse confirmado que a situação legal fosse encaminhada e ficasse claro que meus colegas de equipe estivessem chegado em casa seguros.

É traumático estar tarde da noite com seus amigos em um país estrangeiro – com uma barreira de idioma – e ter um estranho apontando uma arma para você e pedindo dinheiro para te deixar ir embora, mas independentemente do comportamento de qualquer um naquela noite, eu deveria ter sido muito mais responsável em como eu lidei e por isso sinto muito por meus colegas de equipe, meus fãs, meus companheiros competidores, meus patrocinadores e os anfitriões desse grande evento. Estou muito orgulhoso de representar meu país em uma competição olímpica e esta foi uma situação que poderia e deveria ser evitada. Aceito a responsabilidade por meu papel neste incidente e aprendi algumas lições valiosas.

Sou grato aos meus companheiros do time de natação dos EUA e ao comitê olímpico americano, e agradeço todos os esforços do COI, do Comitê Rio-2016 e as pessoas do Brasil que nos receberam no Rio e trabalharam tão duro para garantirem que esses Jogos Olímpicos promovessem ótimas lembranças para a vida inteira. Muito já foi dito e muitos recursos valiosos foram dedicados ao que aconteceu no último fim de semana, então espero que aproveitemos nosso tempo celebrando as boas histórias e o desempenho desses Jogos e olhemos para frente para celebrar os sucessos futuros.”

Leia mais sobre esse assunto em O Globo

 

 

Era uma vez… um dia 15 de Agosto.

outeiro-da-gloriaPassava um pouco da meia noite… Eu planejava dormir mais cedo para assistir a Missa no Outeiro da Glória, nas primeiras horas da manhã. O dia de Nossa Senhora da Glória é muito concorrido e a igreja fica sempre cheia. Estava pronta para deitar, quando algo diferente aconteceu. Era o final do nono mês de gestação e o corpo dava sinais de que a expectativa estava por terminar. Éramos um casal de jovens ansiosos por conhecer o rostinho da criança que estava prestes a nascer… Naquela noite, no apartamento da Rua do Russel, ao pé do Outeiro da Glória, sem saber muito bem o que fazer, eu dizia: “está na hora, precisamos ir para a maternidade!” Enquanto isso o futuro papai pulava de alegria em cima da cama e celebrava aos gritos: “Vou ser pai! Vou ser pai!” Ah! Os homens… Enfim, ligamos para o obstetra e partimos rumo ao hospital dos Italianos, no bairro do Grajaú, Rio de Janeiro.

As horas passavam e o intervalo das contrações eram cada vez menores… Ouvi repetidas vezes das mulheres mais experientes da família, uma frase curiosa: “a dor do parto é uma dor esquecida”. Realmente não guardo lembrança daquela dor, só sei que a alegria daquele dia jamais esquecerei. 

Embora aquele momento fosse de uma alegria indescritível para toda nossa família, havia um passado que estava sendo vencido. Mas jamais será esquecido. Antes de conhecer o bebê que nos trouxe tanta felicidade, houveram outros dois. Foram duas vidas abreviadas, cada qual no seu tempo. Eram dois meninos. O primeiro ‘partiu’ com seis meses de vida, num surto de meningite ocorrido no Rio de Janeiro. O segundo, nasceu prematuro e ‘nos deixou’ com apenas dez dias. Não sem antes duelar com a morte. O ‘nosso pequeno/grande guerreiro’ lutou bravamente por sua vida, o coraçãozinho dele parou mais de dez vezes. Esses são os primeiros filhos, de fato e direito. Temos dois anjos no Céu. 

Voltando ao quinze de Agosto… Já haviam se passado quase doze horas após o início das sensações do pré-parto, quando fui avisada pelo obstetra Dr. Carlos Patrício que a sua equipe já estava pronta e nos aguardava na ‘sala de parto’. E lá fomos nós! Quando entramos, eu e aquela minha linda barriga dourada, deixamos toda equipe boquiaberta e encantada com o tom bronzeado da pele. Dr. Patrício sabia transmitir confiança e um astral fantástico. Ele me ensinou que os raios do sol das primeiras horas da manhã, poderiam ser administrados durante os nove meses. E realmente, o sol não só fez um belíssimo trabalho de coloração como injetou muita vitalidade na minha vida. Nós caminhávamos todas as manhãs na praia do Flamengo. Depois eu me sentava sob uma barraca de sol  e passava o tempo a tricotar sapatinhos, enquanto o ‘papai’ lia o jornal antes de seguir para o trabalho. Aos domingos, nosso primeiro compromisso era assistir a Missa das nove da manhã, no Outeiro da Glória. Sempre tivemos muita fé que tudo daria certo e no dia de Nossa Senhora da Glória tivemos a maior prova do quanto fomnossa-senhora-da-glc3b3riaos abençoados por Ela. 

Assim nasceu a nossa Ana Paula, uma ‘carioca da gema’ autêntica. A criança alegre e saudável, motivo de felicidade para a família inteira, virou gente grande e se tornou ‘uma adorável cidadã do mundo’. Mas no peito dessa mulher brasileira, bonita e inteligente, também bate um coração solidário que sabe abraçar as causas com amor e dedicação. Nesse dia tão especial para ela e todos que a amam, peço a Deus que sua vida seja cada vez mais feliz e abençoada! Que sempre tenha motivos para irradiar a sua alegria de viver a todos que se aproximam dela.

O Criador em sua pintura estranha

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Soneto Introdutório
Osvaldo Orico

 

Depois de ver os mundos que criara,
Cheios de força, cheios de esplendor,
Deus, em certa manhã formosa e clara,
Não bastando ser Deus, fez-se pintor.

Quis dar à vida outro primor,
E com as tintas que o Éden pintara,
Pôs em quadro de cumes e de cor
A curvatura azul da Guanabara.

É assim, oh!, viandante deslumbrado!,
Que vês, de longe, sobre o Corcovado,
O criador em sua pintura estranha;

E miras rutilante de beleza,
Cristo desabrochar da Natureza,
Como um lírio de luz sobre a montanha

 

Fonte: Soneto Introdutório por Osvaldo Orico
(Tradução Élio Monnerat Solón de Pontes).
Livro: Roteiro Sentimental do Rio de Janeiro
Edições Muiraquitã

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