Monumento a São Sebastião #Rio

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Monumento a São Sebastião

No meio da praça do Russel, mostrando a importância deste local, que foi palco da batalha que resultou na expulsão dos franceses do Rio de Janeiro e na qual Estácio de Sá foi ferido, existe o Monumento a São Sebastião, padroeiro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, com a sua estátua de pé sobre um pedestal.

São Sebastião

Originário de Narbonne e cidadão de Milão, São Sebastião (França, 256-286) foi um mártir e santo cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).

De acordo com atos apócrifos, Sebastião era um soldado que se teria alistado no exército romano cerca de 283 D.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos que via enfraquecer diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, e ignorando tratar-se de um cristão designaram-no capitão da sua guarda pessoal – a Guarda Pretoriana. Cerca de 286 D.C., a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram o seu símbolo e uma constante na sua iconografia).

Porém, Sebastião não faleceu: jogado no rio, pois achavam que ele estava morto, foi encontrado muito longe de onde foi atirado e socorrido por Irene (Santa Irene). Mas depois, tendo sido levado de novo diante de Diocleciano, este ordenou que Sebastião fosse espancado até a morte… Mas que mesmo assim ele não teria morrido, propriamente dito… Acabou sendo morto transpassado por uma lança.

O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval – surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); de resto, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.

Celebrado oficialmente como o padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, todo ano, no dia 20 de janeiro, a procissão de São Sebastião sai da Igreja de São Sebastião dos Frades Capuchinhos, na Tijuca, e termina nesta estátua, onde é interpretado o Auto da vida do santo.

Nota: Atualmente a procissão termina com a Missa na Catedral de São Sebastião, no centro do Rio. Desde que a Catedral ficou pronta, o roteiro da procissão não inclui o monumento.

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