Santa Clara seguia pegadas muito profundas…

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Francisco caminha em um prado, Clara o segue introduzindo seus pés, quase brincando, nas pegadas que Francisco deixa, e, diante da pergunta dele: «Estás seguindo minhas pegadas?», responde luminosa: «Não, outras muito mais profundas»

Fonte: Carla Neves

Santa Clara, Rogai Por Nós!

Clara de Assis

 

Biografias e Legendas dos primeiros séculos franciscanos se esmeraram em traçar um terno e irretocável perfil de Santa Clara que, aos 18 anos, abandonou a casa de seus pais para seguir as pegadas daquele que foi “seu único pai, depois de Deus, São Francisco, sua alegria, seu mestre e aquele que, por primeiro, a estabeleceu na graça de Deus”.

São Francisco mesmo a amava “com uma paternal afeição”, a ponto “de manifestar o desejo de vê-la, antes de morrer”.

A mais bonita frase, que jamais será superada, em referência a ela, foi criada por Tomás de Celano, o primeiro biógrafo de São Francisco: “FOI CLARA DE NOME, MAIS CLARA POR SUA VIDA E CLARÍSSIMA EM SUAS VIRTUDES”.

Sobre o amor que ligava Francisco e Clara, podemos dizer: Onde a pureza é o clima e a sacralidade do respeito cria o templo do enamoramento, as palavras sempre serão demasiadas, já que o silêncio vem carregado de uma presença fecunda, arrebatadora e inefável.

Frei Neylor J. Tonin, frade menor e pecador.

“Amar não é ter, mas fazer as lágrimas virarem rosas por amor ao bem-amado.”

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De Frei Neylor José Tonin um ardoroso franciscano de coração, alma e votos, recomendo essa linda passagem sobre o amor de S. Clara e S. Francisco, contada por ele.

“…esta santa que é a mãe espiritual de todos os franciscanos. Dela disse o primeiro biógrafo de São Francisco, Tomás de Celano: “Foi CLARA de nome, foi mais CLARA por sua vida, foi CLARÍSSIMA por suas virtudes”. Que ela clareie os nossos caminhos e nos dê uma alma franciscana de amor aos pobres e de grande alegria por sermos irmãos de todos. E conto-lhes uma história da vida de SANTA CLARA, um história linda pela pureza de seu amor por SÃO FRANCISCO.

CLARA foi, com suas Irmãs, visitar São Francisco na Igreja de Santa Maria dos Anjos, onde morava o Santo com seus irmãos. Quando anoiteceu, era hora de voltar para o Conventinho de São Damião, onde ela vivia. Era inverno e a paisagem estava coberta de neve. Ela, já com saudades, perguntou a Francisco: “Quando voltaremos a nos ver?”, ao que ele respondeu: “Quando as rosas florirem”. Isso só poderia acontecer na primavera, meses depois. Com saudades, CLARA e as Irmãs foram se afastando. Diz a história que CLARA começou a chorar e de suas lágrimas que caiam na neve, foram aparecendo rosas, muitas rosas. Mas ela foi em frente e a moral da história deixou esta lição de um amor puro e imperecível: “DESDE AQUELE DIA, NUNCA MAIS SE VIRAM, E NUNCA MAIS SE PERDERAM”. Amar não é ter, mas fazer as lágrimas virarem rosas por amor ao bem-amado.” ABRAÇOS.

 

 

The twitteramigos Daily

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