Afinal, quem não quer uma vida mais doce?

café da tarde

Acabei de ver um teste para saber se estou viciada em açúcar e já sei a resposta. Perdi minha mãe em consequência da diabetes. E só de pensar em constatar essa doença fico trêmula de medo. Sim, eu sou dependente de açúcar. Talvez, no íntimo, procure tentar compensar os amargos que a vida nos impõe… Afinal, quem não quer uma vida mais doce? A cada dia está mais difícil absorver as amarguras que o mundo despeja sobre nós, por viés extremos como: pobreza, fome, doenças avassaladoras, guerras, corrupções, lutas desiguais, falta de compromisso do poder político, ou da violência que não cansa de nos surpreender… Enfim, acho melhor parar por aqui. Essa lista parece não ter fim. Confesso que gostaria de poder adoçar a vida das pessoas com palavras. Mas essa tarefa é mais complexa do que se pensa. Então, adoço tudo quanto posso, com açúcar mesmo. Mas não deixo de refletir que se trata de um hábito errado. Sempre penso em voz alta e faço a autocrítica: preciso dar um basta nessa dependência antes que ela se volte contra a minha saúde. Dependência é vício. Não quero dar espaço a escravidão do vício, ao ponto dele atentar contra a minha saúde. Sabemos que a vida é passageira, mas ninguém sabe o tempo que falta para concluir a caminhada. Enfim, se o tempo tem que passar e não sabemos dimensioná-lo, a saída é procurar ter hábitos saudáveis e desfrutar uma vida de qualidade para o corpo e a mente. Viver é um exercício diário. Vamos praticar!

 

por Labouré Lima

Alcoolismo é uma doença. E como tal deve ser tratada e respeitada.

 

 

 

Os Doze Passos (para os Alcoólicos Anônimos) são:

  1. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
  2. Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
  3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.
  4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
  5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
  6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
  7. Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
  8. Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
  9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.
  10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
  11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade.
  12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a esses Passos, procuramos transmitir essa mensagem aos alcoólicos e praticar esses princípios em todas as nossas atividades.

 

O programa de Doze Passos (twelve-step program) é um programa criado nos Estados Unidos em 1935 por Bill W. e Dr. Bob S., inicialmente para o tratamento do alcoolismo e mais tarde estendido para praticamente todos os tipos de dependência química. É a estratégia central da grande maioria dos grupos de mútua-ajuda para o tratamento de dependências químicas ou compulsões, sendo mais conhecidos no Brasil os Alcoólicos Anônimos (e grupos relacionados como Al-Anon/Alateen, voltados às famílias de alcoólicos) e Narcóticos Anônimos.

Hoje há outras organizações e movimentos que adotaram um método idêntico, de igualmente “doze passos”, para diferentes “tratamentos”.

 

PS. Uma vez Al-Anon sempre Al-Anon.

The twitteramigos Daily

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