Fazemos o que podemos — damos o que temos. #HenryJames

 No conto “The Middle Years”, Henry James escreve: 
“Trabalhamos no escuro — fazemos o que podemos — damos o que temos. A nossa dúvida é a nossa paixão e a nossa paixão é o nosso trabalho. O resto é a loucura da arte.” 
O protagonista do conto é um velho escritor que acabou de receber o seu último livro; sentado num banco de jardim começa a folheá-lo e, quase sem se dar conta, a corrigi-lo, como um Bonnard um pouco menos real que aproveita a distracção do guarda de um museu para retocar um dos seus quadros. Henry James pensou em estudar pintura com William Morris Hunt (desistiu e voltou às suas leituras) e no ensaio “The Art of Fiction” fala da relação entre a pintura e a escrita, da importância das imagens e do “ponto de vista”; uma novela (ou um quadro) é um organismo vivo, e em cada uma das suas partes há algo de todas as outras.

Fonte: Blogue “O Rosto de Deus” de Nuno Cruz.

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