A história do meu nome… e uma Oração Milagrosa!

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Maio se escreve com M de Maria,

a Mãe de todas as Mães!

Ofereço aos leitores do blog a Oração poderosa de Santa Catarina Labouré. E aproveito para contar a origem desse nome que recebi na pia batismal, tendo por ele o mais profundo respeito. Através dos anos, o peso dessa responsabilidade tem se acentuado a medida em que aumenta a minha devoção por Nossa Senhora.

Esse nome tem origem na linda história de Catarina Labouré, a filha primogênita de oito irmãos, nascida em Fain-lès-Moutiers, Côte-d’Or. Ela ingressou na Congregação de São Vicente de Paulo e se tornou Irmã de Caridade. Mais tarde, por escolha Divina, ela foi a vidente que recebeu a missão de mandar cunhar e difundir a Medalha Milagrosa, após as aparições do Anjo que anunciou Nossa Senhora das Graças, no Santuário da Rue Du Bac, em Paris.

Fui agraciada com esse nome por meus pais, pois eles alcançaram duas imensas graças.

A minha mãe estava grávida e o médico obstetra informou ao meu pai que se tratava de uma gestação difícil, a criança corria risco de vida. E a expectativa era somente de alguns dias para acontecer aquele parto que se anunciava tão complicado.

Meu pai saiu para uma diligência de trabalho e sofreu um grave acidente de carro, na localidade de Lumiar, região serrana de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro. O carro em que ele viajava capotou, caiu de uma ponte e se incendiou. Ele ficou desaparecido por uma noite e um dia.

A minha mãe vivia distante da família dela, que morava em outra cidade. Naquela altura, grávida de nove meses, ela estava sozinha em casa. E assim, viveu horas de angústia e expectativa por aquela ausência que não era comum. E foi durante a longa noite de espera que ela lembrou de uma maleta, onde meu pai preservava seus escritos, poesias, cartas… enfim, seus guardados mais confidenciais. Sempre muito respeitosa, ela olhava para a maleta com vontade de abrir… mas resolveu esperar o dia amanhecer.

Ela passou a noite conversando com um cão, cujo nome era King. Meu pai o havia recolhido depois que um trem, amputou uma de suas patas. King era um poodle negro, e a minha mãe dizia que era muito carinhoso. Enfim, ela e o King esperaram… e esperaram… Mas o dia amanheceu e ele não chegou. Então, ela decidiu abrir a maleta.

A primeira coisa que os seus olhos viram, no meio de tantas cartas e poesias, foi um pequeno livro ilustrado. Era a história da vida de Santa Catarina Labouré, sua origem e sua família. E por ser muito religiosa, ela abriu e leu imediatamente. Ao terminar a leitura, pediu a Santa Catarina Labouré que intercedesse junto a Nossa Senhora das Graças para que nada de grave tivesse acontecido ao meu pai. E ela também fez uma intercessão especial pelo meu nascimento, pediu que fosse abençoado pela Mãe de Jesus e que Nossa Senhora lhe enviasse um sinal dessa graça.

No fim do mesmo dia,  o barulho de um carro estacionando na frente da casa fez com que ela fosse até a janela e abrisse a cortina, então ela viu meu pai sendo conduzido por seus colegas de trabalho. A cabeça dele estava enfaixada por uma atadura, mas ele caminhava sem dificuldade. A emoção de vê-lo foi tão forte, que os primeiros sinais da hora do parto se tornaram evidentes. O mesmo carro que transportou meu pai, a levou para a maternidade.

Depois do parto e tendo superado toda as suas preocupações, a enfermeira entrou com a criança nos braços para ela amamentar. Naquele instante tão sublime, enquanto amamentava, ela dizia que os meus olhos se abriram lentamente, e ela se impressionou com a nítida lembrança dos olhos de Santa Catarina Labouré, tal e qual a foto da capa do livro. A minha mãe nunca teve dúvidas, de que a cor dos meus olhos foi o sinal da graça que ela pediu a Nossa Senhora.

E as graças não pararam de acontecer…  logo após aquele dia 4 de abril, meu pai foi surpreendido com a notícia de que o bilhete que ele comprara, dias antes do acidente, era o ganhador do maior prêmio da Loteria Federal.

Na semana das Mães, faço essa homenagem in memoriam pela educação e pelo amor que os meus pais deixaram para mim e para os meus irmãos, como o maior legado de todos: amor e respeito é o nosso verdadeiro tesouro. 

À Maria, Mãe das Mães, consagro a minha vida e procuro retribuir com respeito e devoção. 

Lembre-se que aquelas luzes apagadas, nos raios que desprendem das mãos de Maria, são as graças que deixamos de pedir. Nunca esqueça Dela em suas orações, principalmente, nos momentos em que uma graça precisa ser alcançada.

Divulgue essa oração milagrosa!

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam!

Ó Maria Concebida sem pecado, Rogai por nós que recorremos a Vós.

Santa Catarina Labouré, Vós que ouvistes dos lábios da Santíssima Virgem Maria, essas doces palavras: O perigo é grande. Tudo parece perdido. Tende confiança e não temas! Estarei convosco!”

Santa Catarina Labouré, Rogai a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa por esse pedido:

(Faça o seu pedido e ore com muita fé)

Pai Nosso – Ave Maria – Glória ao Pai.  Santa Catarina Labouré rogai por minhas intenções! (3 vezes).

Capela da Medalha Milagrosa_Paris

Faça a sua oração e clique em cima da foto para uma visita virtual ao Santuário da Medalha Milagrosa em Paris. 

Do lado esquerdo, na parte inferior do altar, encontra-se o corpo de Santa Catarina Labouré

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