Embargos Infringentes toma o lugar do “jeitinho brasileiro” #prontofalei

capa do Globo

Com todo respeito ao STF que reúne a “fina flor” do judiciário brasileiro,  tudo indica que a aplicação dos embargos infringentes no julgamento do mensalão impregnou o ar com “cheiro de pizza”. Os corruptos se deliciam e agradecem por mais essa manobra. Foi um golpe de mestre!

Nos reservamos ao direito de discordar mesmo sabendo que os réus não foram inocentados e não haverá novo julgamento. A bem da verdade essa decisão do STF permite a 12 (doze) condenados apresentar recursos com possibilidade das provas serem revistas e alterar o mérito da decisão.

O cientista político e professor da UFF Eurico de Lima Figueiredo, hoje cedo, em entrevista ao radialista Roberto Canazio no MANHA DA GLOBO COM ROBERTO CANAZIO deu a entender que os tais embargos infringentes, que estão na ordem do dia, fazem parte de um recurso jurídico usado com maestria para causar o grande efeito que causou e explicar o voto da corte sobre o viés político.

Certo ou errado, o tal “jeitinho brasileiro” continua sendo aplicado. Dessa vez, fantasiado de Embargos Infringentes, um recurso jurídico com jeito peculiar para o corrupto escapar das penas da Lei. Nunca na história desse país se viu a Senhora Justiça tão dividida entre dois pesos e duas medidas.

Enfim “cai o pano do teatro” e o coro popular toma conta das ruas:

“Nesse país, só ladrão de galinhas vai parar na cadeia”.

#prontofalei

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