#sábadodepoesia Notícia comovente no Dia da Árvore: o poeta plantou um “pé de poesias”…

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Nessa sexta-feira, “Dia da Árvore”, estava me arrumando para sair enquanto acompanhava as notícias pela Rádio Globo. Mania antiga que associei a outra mania, o celular. O meu anda pela casa comigo, aonde eu vou ele vai junto! Assim fico sabendo do mundo e o que acontece pelas ruas da cidade… E foi aí  que ouvi uma notícia que me encantou! Aposto que outros ouvintes, também interessados em livros e poesias, como eu, foram cativados pela ideia do poeta Darlan de Andrade, do Rio de Janeiro. Acreditem, ele “plantou um pé de poesias” usando os galhos de uma árvore morta. Gostei tanto, tanto, desse assunto que ele marcou “meu dia da árvore”. E entre uma coisa e outra, lembrava sempre dessa notícia imaginando como seria a árvore que o poeta, em seu ápice de criatividade, reinventou… e como não poderia deixar de ser fui pesquisar para ver se achava uma foto e consegui o texto original da notícia.  

Trouxe para vocês, conforme ouvi, o que foi publicado no portal da Radio Globo

“Hoje é o Dia da Árvore no Brasil. É, no Brasil. Pois o Dia da Árvore é comemorado em todo o mundo, mas em datas diferentes e por diferentes motivos. Por aqui a data foi escolhida por um motivo especial: a véspera do dia 22 de setembro. Ou seja, da chegada da primavera! Faz todo sentido, já que a estação é responsável pelo grande aparecimento de flores e por simbolizar a continuação da vida. Agora vocês já pensaram se ao invés de dar apenas flores e frutos as árvores também dessem livros?! Pois é possível. Pelo menos, é isso que garante o poeta Darlan de Andrade, do Rio de Janeiro. Ele transformou uma árvore morta em vitrine literária, batizada como Pé de Poesias, que virou um símbolo cultural no Ponto Chic, em Padre Miguel. A ideia surgiu de um bate papo com os amigos, que o convenceram de usar a árvore morta para expor o mais novo livro dele: ‘Mar de Nós’. O poeta providenciou cordas e lâmpadas, pendurou livros nos galhos apodrecidos e ainda ganhou a ajuda do Tio Valdir, compositor da Mocidade Independente de Padre Miguel, que lhe deu papel alumínio para envolver a árvore morta. Com isso, a árvore ficou com brilho e a sensação de vida para que todos a admirassem ainda mais. O novo visual faz grande sucesso no bairro e hoje, no dia da árvore, vai ser cenário de uma tarde autógrafos do poeta carioca, com muita música e poesia para todos.”

Na falta da árvore do Darlan, ilustrei com outra árvore, essa está viva, antiga e linda, e se encontra no Parque das Águas em Caxambú, Minas Gerais.

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