“O Lendário Pixinguinha” – do autor Sebastião Campos Braga

Depoimentos sobre o livro 

de Hermínio Bello de Carvalho

(…) levava vidinha de santo mesmo, sem lances rocambolescos – e que o traço maior de sua figura era a bondade, e seu Gênio, que o fazia merecedor desse respeito que todos nós, que o circundávamos, paparicando-o, a ele tributávamos. Claro que um homem tão cheio de iluminações, e de vida tão pacata, tem episódios alguns engraçados, outros até tristinhos – e isso, afinal, vai contado em mais esse livro sobre Pixinguinha (…)  

de Ricardo Cravo Albim

em 2 de janeiro de 1978.
Primeiro diretor e organizador do
Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro.

Li dum fôlego (…) os dados e as indicações de estudo fazem do seu trabalho um excelente ponto referencial da vida e obra do maravilhoso músico e compositor.

Mas não só isso; você nos dá igualmente o testemunho da maravilhosa figura humana que foi ele, a alma perfeita que dignificou a própria espécie humana, no que ela tem de mais nobre (e, hoje em dia, cada vez mais raramente encontrada nas pessoas); a bondade em seu continuado e diário exercício.
Eis, portanto, minha impressão sobre seu trabalho, que espero ver editado em “booklet” muito breve, para que mais pessoas possam dele embeber-se.

Trechos do livro – pelo autor

Estávamos em 1971, eu, meu amigo Evaldo Matos, músico e fotógrafo, no Bar Gouveia, da Travessa do Ouvidor, com Pixinguinha, quando o mestre de “Rosa” nos convidou para que no domingo seguinte fôssemos à sua casa na Rua Pedro Teles, em Jacarepaguá.

(…) fomos recebidos como se fôssemos membros da mesma família. Beti e Pixinguinha, com a informalidade de pessoas simples, nos deixaram à vontade. Conversamos animadamente sobre música brasileira, músicos, rádio e assuntos daquela semana. (…) Emoções maiores estariam reservadas para depois, quando Pixinguinha, sentando-se ao “gaveau” afinadíssimo, atacou a introdução da valsa dele e de Cândido (Índio) das Neves, “Páginas de Dor”, aparecendo a Beti cantando com grande sentimento e magistralmente acompanhada pelo seu companheiro.

É um trabalho despretensioso, embora pesquisado diretamente na fonte original que foi o focalizado, o grande, o imortal músico brasileiro, glória merecida nos seus dias de boêmio não bissexto, mas diuturno, no convívio com dezenas de amigos, e nos seus lazeres do Bar Gouveia, quando na Travessa do Ouvidor…
(…) para músicos fornece subsídios da riqueza melódica do compositor, expondo alguns trechos de obras que podem, depois, ser ampliados e “descobertos” quando a música brasileira voltar a ser amada como o foi há 50, 60 anos passados…

(…)  tive a honra e o prazer de ver minhas publicações sobre o compositor lidas por ele e aprovadas, pois de todos os artigos que escrevi sobre o músico e mestre, lhe dei cópias.

N.E. Esta dedicatória nos emocionou, ao ser encontrada. Estávamos em uma reunião na fase preparatória do livro, na casa do autor. Ela estava por dentro do plástico que cobria a capa de um disco antigo – tipo LP. Começava com uma pauta musical e foi grafado em um guardanapo do Bar Gouveia. Entre outros documentos importantes este é “do próprio punho de Pixinguinha para o autor”, escrito no momento em que o músico lhe devolveu os originais do livro que acabara de ler.

 

 

Do autor Sebastião Campos Braga

(…) Era locutor de rádio e iniciou sua carreira em Nova Friburgo, prosseguindo-a em Niterói, no Rio de Janeiro, e em São Paulo (…) atuou na emissora Continental; Emissoras Associadas do Rio de Janeiro – Rádio Tamoio, onde trabalhou com Júlio Louzada, Nino Prates, Normando Lopes, Collid Filho, José Saleme, Raul Zanoni, Abelardo Barbosa (Chacrinha) entre outros;  conviveu com famosos artistas e compositores como Benedicto Lacerda, Ary Barroso, Pixinguinha, Herivelto Martins (…) e apresentou programas ao vivo.

N.E. – O autor atuou na imprensa escrita e falada na famosa “era do rádio”.

(…) Em 1969, Sebastião Campos Braga iniciou uma pesquisa biográfica, tomando notas, apontamentos e registros diretamente daquela fonte autêntica que foi o grande Pixinguinha (…). Embora modesto, Pixinguinha não se furtava a colaborar com o pesquisador, às vezes dizendo: “Estou cansado de contar a todos as mesmas histórias…” O jornalista, porém, não desanimava. Queria trazer novos depoimentos, talvez inéditos, e insistia nas indagações…

O Lendário Pixinguinha

Editora Muiraquitã 

Capa Dura. 162 págs. Formato 14 x 21cm.
ISBN 85-85483-37-7

Edição Comemorativa do Centenário – 1997.
Edição especial para pesquisadores, estudiosos e colecionadores.
Preço sob consulta -  editora.muiraquita@gmail.com

Um livro que proporciona aos jovens leitores

um inesquecível encontro com a história da capital do Brasil.

Uma nova geração de brasileiros 

está sendo preparada para o futuro…

Cabe aos pais e educadores o dever de formar

o sentimento de nacionalidade nas crianças. 

“O livro Memórias de um Tempo Dourado (…)
leva o leitor a vivenciar as experiências dos anos JK,
tão marcados pela construção de Brasília,
capital do país e símbolo de modernidade.”
Márcia Motta
Doutora em História pela UNICAMP,
com Pós-Doutorado na Universidade de Lisboa.
Professora do Departamento de História da UFF

Essa obra busca reconstruir a memória dos inesquecíveis anos dourados, revelando ao público infanto-juvenil conhecimento histórico sobre a época, mas sem perder de vista a escrita poética e lúdica, tão importante no saber das crianças. 

Memórias de um Tempo Dourado – Ver mais

Autora: Conceição Vicente

Gênero: Infantil, paradidático.

Editora Muiraquitã

ISBN: 978-85-7543-092-7

O menino que sonhava com a #Amazônia

 

Toda criança leva para sua vida a recordação de livro… 

O adulto que presenteia uma criança com livros

constrói uma lembrança importante que ficará na vida dela para sempre!

 

 

Despertar a consciência ambiental e ensinar a criança a amar e preservar a natureza, são as propostas desse livro. O tema, para além de ser atual, é super importante e merece toda a atenção dos pais e educadores.

 

“O menino que sonhava com a Amazônia”  de  Paula Ramos Vinagre

Uma publicação da  Editora Muiraquitã (Niterói/RJ) Saiba mais

A palavra vestida

Por Marieta Grand  

Joguei o dicionário para o alto,

as palavras foram caindo,

caindo,

espalhando-se pelo chão.

Uma a uma,

eu as recolhi,

vestindo-as com carinho

e emoção.”

A Palavra Vestida

(Para Esther)

Os olhos sentaram-se na primeira fila

Para apreciar o desfile!

Vestiram as palavras com entusiasmo,

Otimismo e energia.

Um fundo musical suave

Compôs um clima de encantamento e magia.

As palavras de cores variadas,

Azul denso, azul pálido, brancas, singelas,

Verdes, vermelhas, estampadas, amarelas…

Todas se alternavam – no ritmo da passarela.

Palavras de veludo fino, de algodão grosso, palavras de seda macia, serena,

Palavras de linho nobre, imponente

Como um fim de tarde sorridente.

Palavras recolhidas na terra, no céu, nos espaços,                          

Palavras românticas com rendas delicadas,

Jabôs engomados, georgete rebordada,

Palavras de gola vitorianas, plissadas.

Palavras de muitos contrastes,

De superposição com xales e aconchego,

cardigãs com muitas considerações.

Palavras para noites especiais,

O longo suntuoso, de tecido farfalhante,

Pretos resplandecentes,

Lamês dourados de afeto,

Os prateados de doçura

Que as estrelas bordam de luz!

Tudo é festa.

Palavras de tafetá com opulência,

Palavras de matelassê iluminado,

Pique, composê, viscose modesta,

Gorgorão, chintz plush,

Palavras vestidas de brocados.

Palavras de tule, chiffon, musselinas,

Finas leves, transparentes,

Que envolvem o corpo

Quente, ardente…

Calma, calma.

Ninguém percebe,

No aparente, o que dói

- dentro da gente!

Do livro Roteiro Sentimental do Rio de Janeiro #EditoraMuiraquitã

Depois de ver os mundos que criara,

Cheios de força, cheios de esplendor,

Deus, em certa manhã  formosa e clara,

Não bastando ser Deus, fez-se pintor.

Quis dar à vida outro primor,

E com as tintas que o Éden pintara,

Fez em marcos de cumes e de cor

A curvatura azul da Guanabara.

É assim, oh! Viandante deslumbrado!,

Que vês, ao longe, sobre o Corcovado,

O criador em sua pintura estranha;

E miras rutilante de beleza,

Cristo desabrochar da Natureza,

Como um lírio de luz sobre a montanha.

 

Soneto Introdutório 

[de Oswaldo Orico traduzido por Élio Monnerat Sólon de Pontes]

Do livro Roteiro Sentimental do Rio de Janeiro – Ed. Muiraquitã.

Foto: © Labouré Lima

 

Lançamento do livro A Genealogia do Piano, na Itália.

A doublé de pianista e escritora Licia Lucas, se apresentará a convite da “Fazioli Concert Hall” que lhe ofereceu a belíssima oportunidade de um concerto, seguido da sessão de autógrafos do livro A GENEALOGIA DO PIANO. Licia estará ao lado do seu marido Marne Serrano Caldera, co-autor da obra. O evento acontecerá nesta quarta-feira, dia 2 de Fevereiro de 2011. Através do querido casal de autores, o trabalho da Editora Muiraquitã se faz presente no evento organizado pela Fábrica de Piano Fazioli, região de Sacile, próximo a Veneza. Sem dúvida, trata-se de um momento importante para todos nós, e especialmente para a divulgação do livro. Estamos felizes pela realização do evento e torcendo pelo seu sucesso!

A Genealogia do Piano – Release dos autores

 

LICIA LUCAS

Pianista e concertista internacional, nascida no Brasil, em Itu, São Paulo. Começou os estudos de piano em família com Nayl Cavalcante Lucas e Neida Cavalcante Montarroyos, diplomando-se na Escola Nacional de Música. No Brasil estudou com Homero Magalhães, discípulo de Alfred Cortot e na Itália, no Conservatório de Santa Cecília de Roma com Vincenzo Vitale, descendente artístico de Thalberg e de Cesi, este último que, a convite de Anton Rubinstein, foi Diretor da escola pianística do Conservatório de São Petersburgo. Sua educação musical foi aperfeiçoada com Bruno Seidlhofer e Hans Graf da escola vienense, bem como no Mozarteum de Salzburg com Renzo Silvestri.
Iniciou sua carreira ao ganhar o primeiro lugar no Concurso para solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira e conquistando na Itália Medalha de Ouro no Concurso Internacional de Vercelli, concedida por Arturo Benedetti Michelangeli, sendo a mais jovem de todos os concorrentes. Desde então tem-se apresentado com mais de 50 orquestras sinfônicas da Europa, Estados Unidos e América Latina.
Na Rússia, em 2003, atuou como solista convidada da Orquestra do Teatro da Ópera e do Ballet do Conservatório de São Petesburgo.
Durante quatro anos, Licia Lucas foi Coordenadora do Departamento de Música Clássica do Ministério da Cultura da Nicarágua e Chefe da Cátedra de Piano da Escola Nacional de Música de Manágua.
No Brasil, Licia Lucas desenvolve intensa atividade pedagógica, é membro Titular da Academia Nacional de Música e membro do Comité D’Honneur da Fundação João de Souza Lima.
MARNE SERRANO CALDERA
Doutor em Engenharia Eletrônica pela Universidade de Roma e MSc. em Telecomunicações pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) de São José dos Campos, onde implementou numerosos projetos, entre os quais a estação brasileira para o satélite ERTS de recursos terrestres, que foi apresentado e realizado em colaboração com a NASA (Administração do Espaço e Aeronáutica dos Estados Unidos).
Vem desenvolvendo projetos de engenharia acústica.  Desde 1974 exerce atividades de Agenciamento Artístico de Produção Cultural, acompanhando e supervisionando o processo de produção de gravações de música clássica. Sua atividade técnica e no setor musical se realiza em mais de 20 países.

Um livro para ler sempre!

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Esse e outros livros da EditoraMuiraquitã você poderá encontrano estande da editora na XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro de 10 a 20 de setembro de 2009 no Riocentro.

Localização:

Estande Letras de Niterói

Pavilhão Verde, Ruas Q31 e R22

Riocentro – Rio de Janeiro
Veja nossas páginas na internet

Blog da editora:
www.editoramuiraquita.blogspot.com
O site:
www.editoramuiraquita.com
Nossa página no Twitter:

http://twitter.com/ed_muiraquita

Me rendi ao Twitter!

Quero me desculpar com os amigos do blog pela ausência.  Andei bastante ocupada na editora, fechando a edição da nossa gramática, pela nova ortografia.  Finalmente, entramos na fase de impressão gráfica. Agora é esperar. Dá-lhe ansiedade! Aguardem comigo. Falta pouco. Vou fazer uma postagem especial para  mostrar a capa e tudo o mais sobre esse lançamento.

É fácil aprender Português!

Autora: Prof. Dionilce Silva de Faria

600 exercícios com respostas

Para concurso e vestibular

208 páginas / 16 x 23cm

Apesar do pouco tempo para dispor com meus interesses na internet, na última semana fiz meu cadastro no Twitter : laboure_lima. Gente, quase fui “abduzida pelo clarão”… (rs)! Fiquei plugada aprendendo a manusear o micro-blogging.  Um comportamento virtual diferente,  interessante, fascinante e dinâmico. Adorei! Tem muita gente boa lá! Vale a pena ousar e usar! Experimentem! Usado com sabedoria é uma excelente ferramenta de divulgação! O detalhe chato é que são apenas 140 caracteres em cada postagem.

Lançado em 2006, pela Obvious Corp. em São Francisco, alcançou recentemente o gosto dos internautas no Brasil e está crescendo bastante por aqui. Principalmente, depois que os veículos de comunicação aderiram para agilizar a informação e conquistar a audiência.

A nossa editora também foi cadastrada: (@ed_muiraquita). Aliás, foi por causa dela que entrei. Temos necessidade de divulgar mais e melhor os nossos livros e autores. http://editoramuiraquita.blogspot.com Vocês sabem, os pequenos editores não contam com os mesmos recursos que os outros… logo, navegar é preciso!

Prometo contar os momentos mais curiosos  da minha entrada no Twitter, depois, em outro post.  Combinado?

Estou sempre pronta para aprender… não só no Twitter, mas em muitas outras coisas. O novo é instigante! E aí, reside uma das mais apaixonantes aventuras da vida: desbravar!

Beijos de carinho e amizade.

Paz e Bem!

PS. O texto está sem revisão. Assim, perdão pelos possíveis erros. (Parafraseando Monteiro Lobato: os erros são como os sacis que põe a língua de fora quando o texto fica pronto. E como ele mesmo dizia: “Trata-se de um mistério que a ciência ainda não conseguiu decifrar… “)

The twitteramigos Daily

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