Concurso “Top das frases poéticas no Twitter

O blog sempreviva convida seus amigos e leitores do Twitter para ajudar a compor o TOP das #frasespoeticas mais lidas e recomendadas na timeline.

Trata-se apenas de uma pesquisa com o objetivo de conhecer o interesse dos leitores que curtem esse gênero de frases.

A premiação vem a ser uma delicada forma de retribuir aos participantes. E o blog Sempreviva desde já agradece.

As contas do Twitter que postarem as cinco melhores classificadas ganharão um exemplar da antologia “O Perfume da Palavra – volume II” da Editora Muiraquitã.

Aguardo menções via timeline para @laboure_lima com a tag #frasespoeticas e via respostas para este post.

Agradecimentos a todos que colaborarem (*.*)

“O Lendário Pixinguinha” – do autor Sebastião Campos Braga

Depoimentos sobre o livro 

de Hermínio Bello de Carvalho

(…) levava vidinha de santo mesmo, sem lances rocambolescos – e que o traço maior de sua figura era a bondade, e seu Gênio, que o fazia merecedor desse respeito que todos nós, que o circundávamos, paparicando-o, a ele tributávamos. Claro que um homem tão cheio de iluminações, e de vida tão pacata, tem episódios alguns engraçados, outros até tristinhos – e isso, afinal, vai contado em mais esse livro sobre Pixinguinha (…)  

de Ricardo Cravo Albim

em 2 de janeiro de 1978.
Primeiro diretor e organizador do
Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro.

Li dum fôlego (…) os dados e as indicações de estudo fazem do seu trabalho um excelente ponto referencial da vida e obra do maravilhoso músico e compositor.

Mas não só isso; você nos dá igualmente o testemunho da maravilhosa figura humana que foi ele, a alma perfeita que dignificou a própria espécie humana, no que ela tem de mais nobre (e, hoje em dia, cada vez mais raramente encontrada nas pessoas); a bondade em seu continuado e diário exercício.
Eis, portanto, minha impressão sobre seu trabalho, que espero ver editado em “booklet” muito breve, para que mais pessoas possam dele embeber-se.

Trechos do livro – pelo autor

Estávamos em 1971, eu, meu amigo Evaldo Matos, músico e fotógrafo, no Bar Gouveia, da Travessa do Ouvidor, com Pixinguinha, quando o mestre de “Rosa” nos convidou para que no domingo seguinte fôssemos à sua casa na Rua Pedro Teles, em Jacarepaguá.

(…) fomos recebidos como se fôssemos membros da mesma família. Beti e Pixinguinha, com a informalidade de pessoas simples, nos deixaram à vontade. Conversamos animadamente sobre música brasileira, músicos, rádio e assuntos daquela semana. (…) Emoções maiores estariam reservadas para depois, quando Pixinguinha, sentando-se ao “gaveau” afinadíssimo, atacou a introdução da valsa dele e de Cândido (Índio) das Neves, “Páginas de Dor”, aparecendo a Beti cantando com grande sentimento e magistralmente acompanhada pelo seu companheiro.

É um trabalho despretensioso, embora pesquisado diretamente na fonte original que foi o focalizado, o grande, o imortal músico brasileiro, glória merecida nos seus dias de boêmio não bissexto, mas diuturno, no convívio com dezenas de amigos, e nos seus lazeres do Bar Gouveia, quando na Travessa do Ouvidor…
(…) para músicos fornece subsídios da riqueza melódica do compositor, expondo alguns trechos de obras que podem, depois, ser ampliados e “descobertos” quando a música brasileira voltar a ser amada como o foi há 50, 60 anos passados…

(…)  tive a honra e o prazer de ver minhas publicações sobre o compositor lidas por ele e aprovadas, pois de todos os artigos que escrevi sobre o músico e mestre, lhe dei cópias.

N.E. Esta dedicatória nos emocionou, ao ser encontrada. Estávamos em uma reunião na fase preparatória do livro, na casa do autor. Ela estava por dentro do plástico que cobria a capa de um disco antigo – tipo LP. Começava com uma pauta musical e foi grafado em um guardanapo do Bar Gouveia. Entre outros documentos importantes este é “do próprio punho de Pixinguinha para o autor”, escrito no momento em que o músico lhe devolveu os originais do livro que acabara de ler.

 

 

Do autor Sebastião Campos Braga

(…) Era locutor de rádio e iniciou sua carreira em Nova Friburgo, prosseguindo-a em Niterói, no Rio de Janeiro, e em São Paulo (…) atuou na emissora Continental; Emissoras Associadas do Rio de Janeiro – Rádio Tamoio, onde trabalhou com Júlio Louzada, Nino Prates, Normando Lopes, Collid Filho, José Saleme, Raul Zanoni, Abelardo Barbosa (Chacrinha) entre outros;  conviveu com famosos artistas e compositores como Benedicto Lacerda, Ary Barroso, Pixinguinha, Herivelto Martins (…) e apresentou programas ao vivo.

N.E. – O autor atuou na imprensa escrita e falada na famosa “era do rádio”.

(…) Em 1969, Sebastião Campos Braga iniciou uma pesquisa biográfica, tomando notas, apontamentos e registros diretamente daquela fonte autêntica que foi o grande Pixinguinha (…). Embora modesto, Pixinguinha não se furtava a colaborar com o pesquisador, às vezes dizendo: “Estou cansado de contar a todos as mesmas histórias…” O jornalista, porém, não desanimava. Queria trazer novos depoimentos, talvez inéditos, e insistia nas indagações…

O Lendário Pixinguinha

Editora Muiraquitã 

Capa Dura. 162 págs. Formato 14 x 21cm.
ISBN 85-85483-37-7

Edição Comemorativa do Centenário – 1997.
Edição especial para pesquisadores, estudiosos e colecionadores.
Preço sob consulta -  editora.muiraquita@gmail.com

‘Mais uma história de índio’…

Fruto da miscigenação, indígena com europeu, nunca escondi minhas raízes de tetraneta de uma índia da tribo Guarani do Estado do Rio de Janeiro, com um português. Sou branca, sim! Mas sigo a intuição e a espiritualidade desse povo. Ensinada por minha avó, mulher forte, amorosa, linda e sábia, que faleceu aos 93 anos na cidade de Campos dos Goytacazes. Lugar onde viveu, sendo conhecida como “Mãe Luzia”, a parteira que trouxe ao mundo mais de uma centena de crianças.

Ela seguia as fases da lua como uma religião e aplicava essa cultura em quase tudo na vida, desde a cura, o plantio, e até para assinar documentos importantes. Ela dizia que o melhor período para iniciar atividades era a lua crescente… e sempre deu certo! (Os Guaranis eram índios pacíficos, que se dedicavam a agricultura e gostavam de música.)

Hoje, a causa indígena no Brasil é um assunto delicado que encontra muitos obstáculos… E não serão as “guerrilhas organizadas pelos brancos” que ajudarão os índios a superar as suas dificuldades. Se a sabedoria indígena se perder do amor e da união, os índios não terão sucesso na luta e poderão ser derrotados sem que o objetivo primordial seja alcançado.

Os irmãos Villas-Bôas implantaram uma nova política indigenista, que, basicamente, consiste na defesa dos valores culturais dos índios, como único meio de evitar a marginalização e o desaparecimento dos grupos tribais.

A nova imagem do índio, trazida pelos Villas-Bôas à nossa sociedade, era a de uma sociedade equilibrada, estável, erguida sobre sólidos princípios morais e donos de um comportamento ético que sustentava uma organização tribal harmônica. A esse respeito Cláudio Villas-Bôas teria dito certa feita:

“Se achamos que nosso objetivo aqui, na nossa rápida passagem pela Terra, é acumular riquezas, então não temos nada a aprender com os índios. Mas se acreditamos que o ideal é o equilíbrio do homem dentro de sua família e dentro de sua comunidade, então os índios têm lições extraordinárias para nos dar.”

Por que as terras indígenas têm que ser demarcadas?” –  Leia mais no blog Retomada Indígena

“Nós somos a mãe natureza, mas não sabemos onde estamos pisando” – Pedro Luiz dos Santos, pajé pankará, Carnaubeira da Penha

“A terra é um direito para os índios porque eles são na verdade os primeiros habitantes do país. Isso seria uma forma de reparação histórica em relação às populações indígenas.”Marcondes Secundino, antropólogo.

Madre Teresa verdadeiramente conjugou o verbo amar.

ORAÇÃO DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ

Senhor, quando eu tiver fome, dai-me alguém que necessite de comida. Quando tiver sede, dai-me alguém que precise de água. Quando sentir frio, dai-me alguém que necessite de calor.

Quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo. Quando minha cruz parecer pesada, deixe-me compartilhar a cruz do outro.

Quando me achar pobre, ponde a meu lado alguém necessitado. Quando não tiver tempo, dai-me alguém que precise de alguns dos meus minutos. Quando sofrer humilhação, dai-me ocasião para elogiar alguém.

Quando estiver desanimada, dai-me alguém a quem eu dê um novo ânimo. Quando sentir necessidade da compreensão dos outros, dai-me alguém que precise da minha. Quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém a quem eu tenha de atender. Quando pensar em mim mesma, voltai minha atenção para outra pessoa.

Tornai-nos dignos, senhor, de servir nossos irmãos que vivem e morrem pobres e com fome no mundo de hoje.

Dai-lhes, através de nossas mãos, o pão de cada dia, e dai-lhes, graças ao nosso amor compassivo, a paz e a alegria.

 
Madre Teresa verdadeiramente conjugou o verbo amar. Sua preocupação era primeiro com os outros. Todos representavam para ela o próprio cristo. Em cada corpo enfermo, desnutrido e abandonado ela via Jesus crucificado em um novo madeiro. Amou de tal forma que estendeu a sua obra pelo mundo inteiro, abraçando homens de todas as raças e credos religiosos.

Honrada com o prêmio Nobel da Paz, prosseguiu humilde, servindo aos seus irmãos. Tudo o que lhe importava eram os seus pobres. E os seus pobres eram os pobres do mundo inteiro. Amou sem fronteiras e sem limites. Serviu a Jesus em plenitude. E nunca se ouviu de seus lábios uma queixa de solidão, amargura, cansaço ou desânimo. Sua vida foi sempre um cântico de fidelidade a Deus, por meio dos compromissos com as lições deixadas por Jesus.

“The Nobel Peace Prize 1979″. Nobelprize.org. 15 Apr 2012 http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/1979/

Em memória de Irena Sendler – “o anjo do Gueto de Varsóvia”


 “A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade.” (Irena Sendler)

Irena Sendler nasceu em 15 de fevereiro de 1910  e faleceu  em 12 de maio de 2008 com 98 anos.

Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. Mas os seus planos iam mais além… Sabia quais eram os planos dos nazistas relativamente aos judeus (sendo cristã e alemã!).

Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhoneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da caminhoneta um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.

Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.

Por fim os nazistas apanharam-na. Souberam dessas atividades e em 20 de Outubro de 1943 Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha encontrou uma pequena estampa de Jesus Misericordioso com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II.

 

Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Já recuperada, foi no entanto condenada à morte. Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um “interrogatório adicional”. Ao sair, gritou-lhe em polaco: “Corra!”.

Esperando ser baleada pelas costas, Irena contudo correu por uma porta lateral e fugiu, escondendo-se nos becos cobertos de neve até ter certeza que não fora seguida. No dia seguinte, já abrigada entre amigos, Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados que os alemães publicavam nos jornais. Os membros da organização Żegota (“Resgate”) tinham conseguido deter a execução de Irena subornando os alemães, e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.

Em 2006 foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz… mas não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por sua campanha sobre o Aquecimento Global. 

Não permitamos que alguma vez esta Senhora seja esquecida!!

Estou transportando o meu grão de areia… Espero que faça o mesmo.

Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa.

Esta mensagem está circulando em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos (inclusive 1.900 sacerdotes católicos ) 500 mil ciganos, centenas de milhares de socialistas, comunistas e democratas e milhares de deficientes físicos e mentais que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados, com os povos do mundo muitas vezes olhando para o outro lado.

Agora, mais do que nunca, com o recrudescimento do racismo, da discriminação e os massacres de milhões de civis em conflitos e guerras sem fim em todos os continentes, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça. Gente como Irena Sendler, que salvou milhares de vidas praticamente sozinha, é extremamente necessária.


Utilidade Pública: por que passarinhos não bicam carambola?

Vivendo e Aprendendo

Por que passarinhos não bicam carambola?



        Utilidade pública: Passarinho não bica CARAMBOLA! 

      A Câmara de Vereadores da cidade de Jaú, no interior de São Paulo, aprovou por unanimidade um projeto do vereador José Mineiro de Camargo (PSB) que obriga estabelecimentos como lanchonetes, bares, restaurantes, hospitais e repartições públicas municipais a afixarem cartazes alertando para o risco do consumo da carambola e do suco da fruta. A carambola tem uma toxina que pode matar portadores de insuficiência renal. A lei, que também estabelece aos donos de estabelecimentos que evitem a venda da fruta a pessoas que tenham complicações renais, vigora há menos de dois meses.

   ”É mais um alerta do que uma proibição às pessoas que têm insuficiência renal, para que não venham a sofrer as consequências. A carambola tem uma neurotoxina que, se não for filtrada, vai direto para o sangue. Se o paciente portador de insuficiência renal comer a fruta, ele deve contar ao médico, pois corre o risco de entrar em coma e morrer, se não fizer hemodiálise. O rim normal filtra a toxina”, afirmou o vereador. Depois de contar que pesquisou o assunto, Camargo disse que os diabéticos também correm risco e que 99% da população desconhece os danos causados pela carambola.

     O médico Eduardo Martins Rebec, nefrologista do setor de hemodiálise da Santa Casa de Jaú, confirma o risco no consumo da fruta. “Há risco de morte, sim. O rim de quem tem insuficiência renal não consegue eliminar a toxina, que se acumula no sangue e acomete o sistema nervoso central. Se o portador de insuficiência renal ingerir a carambola, pode ter convulsões e entrar em coma com risco de óbito”, alerta. Para remover a toxina, é feita uma hemodiálise de urgência.

 

    ATENÇÃO: O ASSUNTO É MUITO SÉRIO!

    “Soube da periculosidade da carambola quando, em janeiro de 2010, minha esposa esteve internada no Hospital  Albert Einstein, em São Paulo. Na prescrição de sua dieta,  estava explicitamente recomendado que pacientes portadores de insuficiência renal   não deveriam consumir esta fruta.” 

Moacyr Mansur

           

PS. Recebi por e-mail.

convite do livro HOTEL GLÓRIA

A ilustração acima reproduz o convite para o lançamento do livro “Hotel glória -  um tributo à era Tapajós”  de  Maria Clara Tapajós,  prefaciado pelo Presidente do Senado José Sarney e apresentado pelo Presidente Luís Inácio Lula da Silva e o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. A idéia de contar a história dos áureos tempos do hotel é muito boa! Não há dúvidas que vai despertar o interesse de leitores e pesquisadores. Realmente, o endereço é nobre e histórias não lhe faltam. Considerando que o hotel vive o limiar de um novo tempo a ser pontificado por outro nome ilustre - Eike Batista – que vem trazer  uma reforma  necessária para o vigor do complexo hoteleiro. Tudo  isso, incluindo o livro, é muito auspicioso! Para usar a palavra certa e que está no auge. O Rio de Janeiro merece!

Essa notícia me empresta um certo ar de nostalgia… Pois, me casei em Niterói e, logo na primeira noite, fui morar na Rua do Russel. Vivemos ali, por 16 anos inesquecíveis. Sentíamos orgulho dos nossos vizinhos: o Glória de um lado e a Editora Bloch do outro, mais tarde veio a Manchete, lugar que até bem pouco tempo, ainda era a minha seção eleitoral. E, ainda tem a Rádio Globo, como outra referência do lugar. Enfim, tenho duas filhas cariocas da Rua do Russel. Elas aprenderam a nadar na baby class da piscina do Glória. Onde jantamos e almoçamos muitas vezes, em ocasiões festivas da nossa família. Bons tempos, que ficarão preservados para sempre, em nossa memória afetiva.

Relembrar tantas coisas significativas, me fez pensar nas muitas histórias que estão no entorno do Hotel Glória… e quantos livros precisariam ser escritos para contá-las.

Sobre o prefaciador e os apresentadores do livro, a escolha não poderia ser outra, levando-se em conta que o hotel era  uma extensão da residência presidencial. E o mais, “prefiro não comentar”… com a excessão dessa parte, todas as outras são benéficas ao sucesso do livro, que deve resgatar muitas recordações boas, para gáudio dos leitores.

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Abelardo Barbosa – Chacrinha – nosso saudoso papa da comunicação tinha razão quando dizia: “Nada se cria, tudo se copia!”  Ré confesso, revelo que inspirei-me para esse post, respondendo matéria semelhante, no blog da querida Selma Barcellos.   http://www.tiaselma.com/

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