Vamos falar de elegância nos relacionamentos via redes sociais?
01 mai 2012 6 Comentários
em artigos de opinião, Blog Sempreviva, Comportamento, Internet, O Luxo do lixo na internet Tags:Comportamento, educação, faz parte, internet, relacionamentos
Ainda há muito o que amadurecer nos relacionamento das redes sociais… quer sejam entre amigos reais ou virtuais. A verdade é que em algum momento aflora o sentimento de vulnerabilidade a que estamos submetidos nessas relações. Lidamos com máquinas mas somos humanos, temos sentimentos e reagimos quando algo nos atinge. Apesar disso, alguns se comportam como robots. Talvez uma fonte de imaginação fundamentada em leitura, filmes e jogos, os faça querer sentir como um desses. Outros são mesmo experimentos científicos da internet que vieram para nos infernizar…
Mas o objetivo desse post não é científico e sim relações humanas em atividade por detrás dos monitores. Então, vamos abordar algumas dessas regras que instigaram essa reflexão:
1. Ninguém disse que é obrigação cumprimentar a todos e nem isso seria possível. Não há uma regra para isso. Mas sempre postamos um olá. E na saída, deixamos um post subliminar indicando que estamos ausentes.
2. Visitar a página de um ‘amigo’ é como entrar na sua casa. O acesso acontece por convite ou solicitação. Portanto, faz parte retribuir quando se é citado num post e deixar ao menos um olá quando passamos os olhos curiosos numa página.
3. Quanto ao compartilhamento, é como entrar na casa de alguém e achar algo interessante de posse da pessoa, ou mesmo que esteja lá por empréstimo de outro amigo e levar sem dar ao menos uma satisfação.
4. Coisa pior é quando alguém que não pode acessar as informações da página por não fazer parte do rol de amigos, se aproxima de alguém que seja, só para fuçar os posts alheios. E mais, ainda surge com comentários sem dirigir uma única palavra ao responsável pela página. De todo tipo de comportamento nas redes sociais, esse é o que mais incomoda e pode ser considerado imperdoável!!
5. E há os casos da propriamente dita invasão por um hacker, que é caso de polícia e denúncia. Mas não é disso que estamos tratando aqui.
Mal comparando, os relacionamentos tratados nos itens acima, é o caso do motorista que trafega pelas ruas fazendo do trânsito uma ação irresponsável. Provavelmente, essa pessoa não pratica em casa o respeito mútuo, dispensa regras de educação, cortesia e muito menos leva em conta que gentileza gera gentileza.
Da mesma forma entendemos a falta de respeito com o meio ambiente dos conhecidos “sugismundos” que a julgar como jogam lixo pela janela dos carros, às vezes de luxo, ou mesmo dentro de um ônibus descartando lixo nas ruas. Em todos os casos é identificável que falta aquela educação que vem do “berço”. E, se não há em casa, tão pouco podemos esperar que haja em outro lugar, tanto faz se o ambiente é vida real ou virtual.
Desculpem se há um tom de desabafo nessas linhas, mas às vezes é preciso fazer as pessoas perceberem que todos podem ser bem vindos, sem restrições, desde que reconheçam que as regras de convivência existem para serem praticadas. E que a rede social não é essa “zona” que querem fazer parecer. A maioria das pessoas não aceita conviver dessa forma.
Felizmente, temos o prazer de descobrir o convívio com gente inteligente, elegante, amável e sincera. Esses sim, sabem que educação, respeito, confiança e solidariedade fazem parte dos bons relacionamentos.
Todo carinho e respeito aos que se consideram incluídos neste último parágrafo.
Paz e Bem!
Cuidado com as palavras que usa para definir sua vida!
24 mai 2009 2 Comentários
em artigos de opinião, Comportamento, O Luxo do lixo na internet Tags:Comportamento, historia de sucesso, mensagem positiva, reflexão sobre a vida
Para descontrair e meditar…
A historinha que estou publicando, recebi por e-mail, sem a devida menção ao autor. Achei a mensagem muito positiva porque ela traz uma reflexão interessante sobre como pensamos e encaramos a vida que temos.
E você? Como tem usado as palavras para se referir a sua vida?
Observe o que aconteceu na vida deste homem:
“Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:
Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.
Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:
- Você é muito criativo!… Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?
- Vamos lá… Só tenho a ganhar! Respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa… Daí para frente sua vida foi uma sequência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição… Contou ele :
- Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia:
Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados ! Mal consigo sobreviver!
As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia:
Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você , diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.
Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa…
E a partir desse dia tudo começou a mudar. A vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje…
Tive apenas que entender o Poder das Palavras… O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade…
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará…Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.
Uma repórter, ironicamente, questionou:
- O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor:
- Claro que não, minha ingênua amiga!…
Primeiro eu tive que acreditar nelas!…
Retarde o envelhecimento comendo uma castanha do Pará por dia
29 mar 2009 16 Comentários
em O Luxo do lixo na internet, saúde Tags:castanha do Brasil castanha do Pará
Castanha-do- Brasil (Castanha-do- Pará)
(Bertholletia excelsa)
Só uma castanha por dia
(DIOGO SPONCHIATO)
…..não mais do que isso, garante as doses de selênio de que seu corpo precisa para preservar cada célula, por para fora possíveis substâncias tóxicas e viver mais. Cabe na palma da sua mão, e ainda sobra um espaço e tanto, a arma que vai superproteger as unidades microscópicas do seu organismo. Em segundos, ao mastigar uma única castanha-do-ará, você recarregará os níveis de um mineral extremamente importante para uma vida longa e saudável: o selênio. A pequena oleaginosa repõe a quantidade do nutriente necessária para dar combate ao envelhecimento celular, causado pela formação natural daquelas incansáveis moléculas que danificam as células, os radicais livres.
Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, atesta que a ingestão diária de duas castanhas-do- pará recentemente rebatizadas castanhas do brasil, eleva em 65% o teor de selênio no sangue. Mas provavelmente os neozelandeses não usaram o legítimo produto brasileiro. Ora, nós somos sortudos. É que as castanhas produzidas no Norte e no Nordeste do país são tão ricas em selênio que bastaria uma unidade para tirar o mesmo proveito. A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia, diz a nutricionista Bárbara Rita Cardoso, pesquisadora do Laboratório de Minerais da Universidade de São Paulo. E com uma unidade da nossa castanha já é possível encontrar bem mais do que isso de 200 a 400 microgramas do bendito selênio. Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, portanto, não vá com muita fome ao pote. No caso de uma criança, meia castanha seria suficiente, afirma Silvia Cozzolino, presidenta da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição.
E por que toda essa fama do selênio? Ele é essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres, responde Christine Thomson, a pesquisadora neozelandesa que investigou as propriedades da castanha. O selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes, descreve, completando, Bárbara Cardoso. Na ausência dele, as tais enzimas ficam sem atividade e, então, deixam de combater os radicais e ainda desguarnecem as defesas do organismo.
O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro. É que, com essa capacidade de acabar com a farra dos radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade. Justamente por isso, a pesquisadora Bárbara Rita Cardoso começa a estudar os possíveis benefícios do selênio em portadores do mal de Alzheimer. A gente desconfia que nesses pacientes os radicais façam maiores estragos, diz ela.
A tireóide também funciona melhor na presença do selênio, acrescenta Christine Thomson. Isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus célebres hormônios. O mineral também está intimamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células.
Apesar de tudo isso, o badalado selênio deve ser apreciado com moderação. Quando os especialistas recomendam uma castanha diária, é para segui-lo à risca. Acredite: o conselho não é nem um pouco mesquinho. Esse consumo ideal e comedido é que faz todas essas enzimas que dependem do nutriente trabalharem de forma adequada, diz Bárbara. Em excesso, o selênio não vai potencializar sua ação. E o pior: mais cedo ou mais tarde, o exagero rotineiro vai revelar o lado negro da substância. Sim, ele existe: a toxicidade. Ela acontece se a pessoa ingerir mais de 800 microgramas por dia, adverte Silvia Cozzolino. É que o selênio tem efeito cumulativo, emenda Christine Thomson.
Isso não significa que abusar das deliciosas castanhas em uma happy hour com amigos traga grandes ameaças. De vez em quando, dá até para superar a quantidade recomendada. O perigo é comer essas oleaginosas além da conta todo santo dia.. Quem experimentar ataques sucessivos de gula poderá sentir dor de cabeça, ficar com as unhas fracas e ver seus cabelos caírem. Mas, quem come dez castanhas hoje não vai se empanturrar delas amanhã, usa a lógica a expert em nutrição Silvia Cozzolino. No máximo, o preço desse pecado será um mau hálito parecido com o bafo de alho acredite!
Não corre o mesmo risco quem comer, vez ou outra, algum prato que leve a castanha na receita até porque, seja doce ou salgado, dificilmente uma porção reunirá tantas unidades. E saiba: nem o fogão nem a geladeira conseguem detonar as reservas de selênio. No dia-a-dia, nada melhor do que a praticidade de botar na mochila, no bolso ou na bolsa a sua estrela solitária. É saúde na medida certa!
Para chegar à quantidade de selênio de uma castanha-do-pará (de 5 gramas), você teria que consumir, em média, o equivalente a…
3 filés de frango ( 100 gramas cada um)
16 pães franceses ( 50 gramas cada um)
100 copos de leite (200 mililitros por copo)
10 ostras ( 33 gramas cada uma)
3 latas de sardinha em conserva ( 130 gramas cada uma)
COMIDA ANTITÓXICA
Uma das principais benesses do selênio é a sua capacidade de desintoxicar o organismo. O mineral atua em mecanismos que favorecem a eliminação de metais pesados pelas fezes e pela urina, explica a nutricionista Bárbara Rita Cardoso. Esses metais nocivos, como o mercúrio e o arsênico, ficam impregnados no organismo quando, por exemplo, consumimos peixes de má procedência, que vieram de águas poluídas. E, daí, disparam inúmeros problemas em nossos tecidos, do envelhecimento ao câncer algo que é freado com o sistema de limpeza acionado pelo consumo da castanha.
SUPLEMENTAÇÃO, A POLÊMICA
A natureza oferece fontes de selênio, mas há quem prefira recorrer às cápsulas.. Estudos recentes revelam que isso pode ser bobagem: o melhor seria buscar o mineral na comida mesmo. O selênio dos alimentos é mais bem absorvido pelo organismo, justifica o pesquisador Alexei Lobanov, do Departamento de Bioquímica da Universidade Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos. E, já que a quantidade de que precisamos nem é lá tão alta, a suplementação deveria ficar restrita a casos especiais.
TERRA BOA, FRUTO RICO
A concentração de selênio em um alimento depende do solo em que é cultivado. De acordo com o engenheiro agrônomo José Urano de Carvalho, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a castanheira, nativa da floresta Amazônica brasileira, além de ter uma incrível habilidade para extrair o mineral, comparada a outras espécies, encontra na terra de lá uma enorme quantidade de selênio. Por isso seus frutos são campeões no elemento. As castanhas-do- pará são cultivadas pra valer na região Norte, especialmente no cinturão amazônico, mas o Brasil já não lidera o ranking de produção da oleaginosa. Hoje é a Bolívia que ocupa o primeiro lugar, revela Urano.











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