Salve o Trabalhador Brasileiro! Está na luta, no corre-corre, no dia-a-dia…

Trabalhador

Seu Jorge

Está na luta, no corre-corre, no dia-a-dia
Marmita é fria mas se precisa ir trabalhar
Essa rotina em toda firma começa às sete da manhã
Patrão reclama e manda embora quem atrasar

Trabalhador
Trabalhador brasileiro
Dentista, frentista, polícia, bombeiro
Trabalhador brasileiro
Tem gari por aí que é formado engenheiro
Trabalhador brasileiro
Trabalhador

E sem dinheiro vai dar um jeito
Vai pro serviço
É compromisso, vai ter problema se ele faltar
Salário é pouco, não dá pra nada
Desempregado também não dá
E desse jeito a vida segue sem melhorar

Trabalhador
Trabalhador brasileiro
Garçom, garçonete, jurista, pedreiro
Trabalhador brasileiro
Trabalha igual burro e não ganha dinheiro
Trabalhador brasileiro
Trabalhador

“O Lendário Pixinguinha” – do autor Sebastião Campos Braga

Depoimentos sobre o livro 

de Hermínio Bello de Carvalho

(…) levava vidinha de santo mesmo, sem lances rocambolescos – e que o traço maior de sua figura era a bondade, e seu Gênio, que o fazia merecedor desse respeito que todos nós, que o circundávamos, paparicando-o, a ele tributávamos. Claro que um homem tão cheio de iluminações, e de vida tão pacata, tem episódios alguns engraçados, outros até tristinhos – e isso, afinal, vai contado em mais esse livro sobre Pixinguinha (…)  

de Ricardo Cravo Albim

em 2 de janeiro de 1978.
Primeiro diretor e organizador do
Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro.

Li dum fôlego (…) os dados e as indicações de estudo fazem do seu trabalho um excelente ponto referencial da vida e obra do maravilhoso músico e compositor.

Mas não só isso; você nos dá igualmente o testemunho da maravilhosa figura humana que foi ele, a alma perfeita que dignificou a própria espécie humana, no que ela tem de mais nobre (e, hoje em dia, cada vez mais raramente encontrada nas pessoas); a bondade em seu continuado e diário exercício.
Eis, portanto, minha impressão sobre seu trabalho, que espero ver editado em “booklet” muito breve, para que mais pessoas possam dele embeber-se.

Trechos do livro – pelo autor

Estávamos em 1971, eu, meu amigo Evaldo Matos, músico e fotógrafo, no Bar Gouveia, da Travessa do Ouvidor, com Pixinguinha, quando o mestre de “Rosa” nos convidou para que no domingo seguinte fôssemos à sua casa na Rua Pedro Teles, em Jacarepaguá.

(…) fomos recebidos como se fôssemos membros da mesma família. Beti e Pixinguinha, com a informalidade de pessoas simples, nos deixaram à vontade. Conversamos animadamente sobre música brasileira, músicos, rádio e assuntos daquela semana. (…) Emoções maiores estariam reservadas para depois, quando Pixinguinha, sentando-se ao “gaveau” afinadíssimo, atacou a introdução da valsa dele e de Cândido (Índio) das Neves, “Páginas de Dor”, aparecendo a Beti cantando com grande sentimento e magistralmente acompanhada pelo seu companheiro.

É um trabalho despretensioso, embora pesquisado diretamente na fonte original que foi o focalizado, o grande, o imortal músico brasileiro, glória merecida nos seus dias de boêmio não bissexto, mas diuturno, no convívio com dezenas de amigos, e nos seus lazeres do Bar Gouveia, quando na Travessa do Ouvidor…
(…) para músicos fornece subsídios da riqueza melódica do compositor, expondo alguns trechos de obras que podem, depois, ser ampliados e “descobertos” quando a música brasileira voltar a ser amada como o foi há 50, 60 anos passados…

(…)  tive a honra e o prazer de ver minhas publicações sobre o compositor lidas por ele e aprovadas, pois de todos os artigos que escrevi sobre o músico e mestre, lhe dei cópias.

N.E. Esta dedicatória nos emocionou, ao ser encontrada. Estávamos em uma reunião na fase preparatória do livro, na casa do autor. Ela estava por dentro do plástico que cobria a capa de um disco antigo – tipo LP. Começava com uma pauta musical e foi grafado em um guardanapo do Bar Gouveia. Entre outros documentos importantes este é “do próprio punho de Pixinguinha para o autor”, escrito no momento em que o músico lhe devolveu os originais do livro que acabara de ler.

 

 

Do autor Sebastião Campos Braga

(…) Era locutor de rádio e iniciou sua carreira em Nova Friburgo, prosseguindo-a em Niterói, no Rio de Janeiro, e em São Paulo (…) atuou na emissora Continental; Emissoras Associadas do Rio de Janeiro – Rádio Tamoio, onde trabalhou com Júlio Louzada, Nino Prates, Normando Lopes, Collid Filho, José Saleme, Raul Zanoni, Abelardo Barbosa (Chacrinha) entre outros;  conviveu com famosos artistas e compositores como Benedicto Lacerda, Ary Barroso, Pixinguinha, Herivelto Martins (…) e apresentou programas ao vivo.

N.E. – O autor atuou na imprensa escrita e falada na famosa “era do rádio”.

(…) Em 1969, Sebastião Campos Braga iniciou uma pesquisa biográfica, tomando notas, apontamentos e registros diretamente daquela fonte autêntica que foi o grande Pixinguinha (…). Embora modesto, Pixinguinha não se furtava a colaborar com o pesquisador, às vezes dizendo: “Estou cansado de contar a todos as mesmas histórias…” O jornalista, porém, não desanimava. Queria trazer novos depoimentos, talvez inéditos, e insistia nas indagações…

O Lendário Pixinguinha

Editora Muiraquitã 

Capa Dura. 162 págs. Formato 14 x 21cm.
ISBN 85-85483-37-7

Edição Comemorativa do Centenário – 1997.
Edição especial para pesquisadores, estudiosos e colecionadores.
Preço sob consulta -  editora.muiraquita@gmail.com

Satchita – a música sempre será o idioma da confraternização dos povos!

Satchit anda parabhrama

Puroshotahma paramatma

Sri bhagavathi sametha

Sri bhagavate namaha

om om om

A música faz parte de um projeto Internacional (ONG), cujo nome é Playing for Change (Tocando por Mudança). A cada ano, o projeto envolve músicos de todas as partes do mundo e cria um CD que é vendido e o dinheiro usado para construir escolas de música em países de pobreza extrema em parceria com outras ONGs que ajudam alimentação, educação e saúde. via @MrPedroalok

O feliz comentário abaixo, foi retirado de um post na página da música, no You Tube.

“A música consegue o que os homens teimam em não fazer: irmanarem-se!  Para lá de tudo o que está por detrás da execução deste vídeo, está a forte mensagem que TODOS deviam escutar e seguir. Um grande abraço para o mundo.”

 

A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)

 

Sabiá

Luíz Gonzaga

A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)

A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)

Tu que anda pelo mundo (Sabiá)
Tu que tanto já voou (Sabiá)
Tu que fala aos passarinhos (Sabiá)
Alivia minha dor (Sabiá)

Tem pena d’eu (Sabiá)
Diz por favor (Sabiá)
Tu que tanto anda no mundo (Sabiá)
Onde anda o meu amor
Sábia…

A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)

A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)

Tu que anda pelo mundo (Sabiá)
Tu que tanto já voou (Sabiá)
Tu que fala aos passarinhos (Sabiá)
Alivia minha dor (Sabiá)

Tem pena d’eu (Sabiá)
Diz por favor (Sabiá)
Tu que tanto anda no mundo (Sabiá)
Onde anda o meu amor
Sábia…

(Psiu, Psiu, Psiu)
(Psiu, Psiu, Psiu)

(Psiu, Psiu, Psiu)

(Sabiá)
(Sabiá)
(Sabiá)

Sabiá…

Tem pena d’eu (Sabiá)
Diz por favor (Sabiá)
Tu que tanto anda no mundo (Sabiá)
Onde anda o meu amor
Sábia…

Se eu quiser falar com Deus… #música #MPB #ElisRegina #GilbertoGil

Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus…

Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração…

E se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Eu tenho que subir aos céus
Sem cordas prá segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar!

Se eu quiser falar com Deus!

(Elis Regina - Composição : Gilberto Gil)

 

R.I.P. Cesária Évora! Com todo sentimento e respeito, descanse em paz!

 

Una casa en el cielo / Un jardin en el mar / Una alondra en tu pecho / Un volver a empezar / Un deseo de estrellas / Un latir de gorrion / Una isla en tu cama / Una puesta de sol

Tiempo y silencio / Gritos y cantos / Cielos y besos / Voz y quebranto / Nacer en tu risa / Crecer en tu llanto / Vivir en tu espalda / Morir en tus brazos

Desde esse 17 de dezembro de 2011 o céu também é sua casa Cesária, descanse em Paz!

A lusofonia está triste e enlutada com a perda de um grande valor da sua música!

Cesária Évora foi muito mais que uma voz feminina, ela se fazia ouvir e respeitar pela nobreza dos seus sentimentos.

 

 

Melhores momentos do filme “A Noviça Rebelde” pra matar saudade da infância…

Do especial de 93, a primeira apresentação da música “Nossa Senhora”.

 
“Quantos num momento de aflição imploram sua intercessão junto a Jesus! / Quantos choram ajoelhados a seus pés com o Rosário nas mãos trêmulas  pedindo uma graça também num momento de aflição! Quantos choram de emoção agradecendo a graça recebida! Que Nossa Senhora nos abençoe a todos! ” [Roberto Carlos] 
Cubra-me com seu manto de amor / Guarda-me na paz desse olhar / Cura-me as feridas e a dor me faz suportar / Que as pedras do meu caminho / Meus pés suportem pisar / Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar / Se ficaram mágoas em mim / Mãe tira do meu coração / E aqueles que eu fiz sofrer peço perdão / Se eu curvar meu corpo na dor / Me alivia o peso da cruz / Interceda por mim minha mãe junto a Jesus / Nossa Senhora me de a mão / Cuida do meu coração / Da minha vida do meu destino / Nossa Senhora me dê a mão / Cuida do meu coração / Da minha vida do meu destino / Do meu caminho / Cuida de mim / Sempre que o meu pranto rolar / Ponha sobre mim suas mãos / Aumenta minha fé e acalma o meu coração / Grande é a procissão a pedir / A misericórdia o perdão / A cura do corpo e pra alma a salvação / Pobres pecadores oh mãe / Tão necessitados de vós / Santa Mãe de Deus tem piedade de nós / De joelhos aos vossos pés / Estendei a nós vossas mãos / Rogai por todos nós vossos filhos meus irmãos / Nossa Senhora me de a mão / Cuida do meu coração / Da minha vida do Meu destino / Do meu caminho / Cuida de mim... 

Amigos são irmãos que escolhemos, presentes de Deus para a nossa vida.

Apoie-se Em Mim
Às vezes, em nossas vidas
Todos temos dor
Todos temos tristeza
Mas se formos sábios
Sabemos que há sempre um amanhã

Apoie-se em mim
Quando não estiver forte
e eu serei seu amigo
Eu ajudarei você a prosseguir
E não demorará
Até que eu precise
de alguém para me apoiar

Por favor
Engula seu orgulho
Se eu tenho dor
Você precisa tomar emprestado
Para que ninguém possa curar
as suas necessidades
Que você não queira mostrar

Basta ligar para mim irmão
Se você precisar de uma mão
Todos nós precisamos de alguém pra se apoiar
Eu posso ter um problema que você compreende
Todos nós precisamos de alguém pra se apoiar

Apoie-se em mim
Quando não estiver forte
eu serei seu amigo
Eu ajudarei você a prosseguir
E não demorará
Até que eu precise de alguém para me apoiar

Basta ligar para mim irmão
Se você precisar de uma mão
Todos nós precisamos ter alguém perto
Eu só poderia ter um problema que você compreendesse
Todos nós precisamos ter alguém perto

se
Existe uma carga
você tem que suportar
Que você não consegue
eu estou aí perto na estrada
eu compartilho a sua carga
se você apenas me ligasse
me ligasse
Se você precisar de um amigo

Roberto Carlos disse no “Programa do Jô” que gosta de lagartixas

Foto: Zé Paulo Cardeal/TV Globo
Reflexos da matéria publicada na Folha de São Paulo comentando a entrevista do Roberto Carlos que vai ao ar nesta sexta-feira, como um especial do Programa do Jô.
Nós temos que aplaudir de pé esse ícone da nossa música, pela carreira sólida e por ser o “grande cara” que arrasta multidões por onde vai… recentemente, em Jerusalém, ele provou isso fazendo um show memorável que pontificou como um grande registro para a sua história.
Ninguém está acima do bem e do mal, nem Roberto Carlos. Ainda assim, acho que ele tem o direito de se manifestar em favor das lagartixas. A turma do patrulhamento sobre o políticamente correto que me perdoe, mas o ‘Rei’ está certo! Deixem ele abrir o coração e dizer das suas coisas preferidas… não façam polêmica onde não há!  Também respeito os insetos, principalmente, aquele verde que uns chamam louva-Deus. Aprendi com a mamãe que por ser verdinho ele representa a esperança. Quando aparece um na minha casa, cuido como um hóspede muito importante. Tem um momento da vida em que a gente precisa se libertar das convenções! O mundo é uma esfera e não dá pra viver o tempo todo se posicionando em quatro linhas, em algum momento a gente tem que extravasar. É isso!
Labouré Lima

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